Ironies Of Fate
25 Eu Te Amo.
Notas iniciais
NÃO SE ESQUEÇAM DE LEREM AS NOTAS FINAIS!
Espero que gostem, beijinhos...
Os dedos pálidos e longos de Edward se enroscaram na panela por um momento, enquanto ouvia a respiração calma e sincronizada da mulher adormecida no andar superior; soltou suavemente a panela, tomando o cuidado para não acordar Jéssica, abaixou a cabeça por um momento, se perguntando o porquê de ser tão fraco em alguns aspectos, por que não podia simplesmente acabar com aquela situação? Porque não podia matar Bella e Alice de uma vez por todas? Ora, a resposta não era tão fácil quanto à pergunta, precisaria ele deixar alguém mais morrer para tomar logo uma droga de iniciativa? Ele realmente esperava que não. Concentrado em seus próprios pensamentos, não prestou atenção na ruiva trôpega que descia as escadas com cuidado e graciosidade, respirou fundo, acalmando a mente conturbada e virou-se, chocando-se contra o corpo miúdo de Jess, o que a fez cambalear por alguns segundos, arrancando risadas fracas, porem francas, dele.
- Porque não avisou que viria? – perguntou esfregando os olhos azuis, demonstrando seu cansaço, enquanto se aproximava – Lhe fiz uma pergunta, é muito difícil respondê-la? – sentou-se na bancada da pia e prendeu os longos cabelos vermelhos num coque mal feito.
- Posso, claro que posso. – revirou os olhos diante da impaciência – Mas será que devo? – tomou novamente a panela e voltou a girar as panquecas.
- Não só deve, como vai me dizer. – bufou quando o vampiro riu – Pare de palhaçada e me responda imediatamente Cullen, pois até onde sei, não lhe dei autorização, muito menos a chave de minha casa, então pode, por favor, me fazer o favor de dizer por que está aqui, ou terei de chamar a policia e denunciá-lo por invasão domiciliar? – cruzou as pernas curtas e pálidas, deixando claro o quando se divertia com a expressão atônita no rosto quadrado, afinal, não era todo dia que ela deixava Edward Cullen sem palavras.
- Não se engane tanto, não me deixou sem palavras, só estava pensando o quão louca você é. – deu de ombros e rapidamente ouviu a pergunta, a boca de Jéssica continuava imóvel, porem sua mente trabalhava a mil por hora, sua pergunta fora ‘louca?’ – Sim, você deve saber que não é sempre que uma humana minúscula, do tamanho de uma criança, ameaça chamar a policia para me prender. – sorriu debochando do pensando – Principalmente por invasão domiciliar. – completou caindo na gargalhada, fazendo-a ficar emburrada.
- Se eu fosse você, querido, não seria tão idiota, se quiser pego o telefone e ligo agora mesmo. – empinou o nariz, deixando claro a ele, e a sua mente, que Edward não ganharia aquela discussão.
- Tão ingênua. – balançou a cabeça em reprovação – Quantos segundos você acha que levo para sair daqui? – atirou uma panqueca num prato raso e jogou outra medida de massa na frigideira, igualmente rasa- Vamos, quero vê-la perder. – moveu as mãos num gesto rápido, querendo realmente que ela errasse.
- É melhor calar essa coisa ridícula que chama de boca, Topetudo, antes que eu resolva queimá-lo. – sorriu sarcasticamente – Eu podia jurar que tenho um isqueiro por aqui. – remexeu nas gavetas não achando nada a não ser talheres – Trocou até meus talheres de lugar? – arqueou as sobrancelhas atônita, ele estava se apossando de sua casa, e de suas gavetas.
Edward riu achando a ideia absurda, a única coisa de que ele havia se apossado estava a sua frente e era minúscula, reclamava de tudo que ele fazia ou deixava de fazer – Não seja boba, Jessie, você se acostumará. – deu de ombros sob o olhar matador da ruiva.
- Se eu pudesse escolher um poder, esse seria a visão de raio laser. – sorriu imaginando o estrago que faria em sua própria casa.
- Você é maluca. – riu vendo as imagens da cozinha totalmente esburacada que passava pela mente de Jéssica – Acho que eu seria o primeiro a morrer se você possuísse tal poder. – empurrou de leve o ombro de Jessie, encrencando com a mesma, que bufou.
- Definitivamente, pois não existe ninguém mais insuportável que você, meu caro Cullen. – tentou empurrá-lo de volta, mas o mesmo nem se balançou; já devia ter se acostumado, perto dele parecia uma formiga.
- Uma formiga muito linda, se me permite opinar. – murmurou colocando outra panqueca de amora pronta sob o prato de porcelana vermelho.
- Vá se lascar, Edward. – resmungou enfiando toda a panqueca quente na boca e depois se contorcendo de dor, pois a panqueca a queimava – Me ajuda. – tentava dizer com a boca cheia e queimada, mas saia apenas um ruído dolorido de sua garganta, tornando as palavras irreconhecíveis; Edward apenas ria de sua situação, o que apenas a estressava mais.
‘Imprestável, minha boca está queimando.’ – tentou pensar o mais coerente possível, mas algumas lagrimas escaparam nos cantos dos olhos azuis e rolaram por suas bochechas, deixando claro para seu querido Topetudo que não estava brincando; por sua vez, Edward encaixou os dedos gélidos dentro da boca de Jess e puxou toda a panqueca para fora de sua boca, o que em partes aliviou a dor.
- Obrigada. – deu de ombros com a voz falha e fungou, fazendo-o sorrir.
- Nunca vi outra mulher fazer isso na minha frente. – ele tocou as mexas do cabelo ruivo que caiam nos olhos dela e as puxou para trás, ficando mais serio – Todas tentavam me agradar. – colocou a mexa atrás da orelha e acariciou a bochecha rosada e macia – Sei que é desagradável, mas até Bella foi assim. – deu de ombros tristemente – É como se nenhuma fosse verdadeira comigo, e você é... – suspirou tentando achar uma palavra e a abraçou – Você é apenas você, não tenta ser outra pessoa. – tentou encostar o queixo no topo da cabeça dela, mas Jess era muito pequena, apenas permitiu-se sorrir com aquilo.
-Qual a graça de criar um relacionamento com alguém e não se permitir ser você mesmo? – arqueou uma sobrancelha enquanto o empurrava para longe – Sai fora, você parece um cubo de gelo. – revirou os olhos zombando no homem pálido, que a agarrou pela cintura e a levantou, fazendo-a gritar não apenas pelo susto, que segundo ela, era um tremendo desgraçado, como de alegria; até pouco tempo atrás não se imaginaria tendo essa cena com Edward, ou qualquer uma das que estava vivendo.
- Então temos um relacionamento? – arqueou as sobrancelhas, deixando sua alegria aparecer em seus olhos, que interiormente ele sabia, faiscavam, mas esses perderam o brilho quando Jéssica balançou a cabeça em negação.
- Não disse isso. – deu de ombros – Não coloque palavras em minha boca, topetudo. – tentou bater na testa do vampiro, mas ele era alto demais para tal coisa.
- Mas você acabou de dizer que... – desfez a careta pronto para argumentar, mas Jess lhe lançou um de seus olhares que claramente diziam ‘ou se cala, ou morre’, não que ela pudesse realmente matá-lo, mas Jess raivosa não era uma das melhores coisas.
- Mudando de assunto... – começou enquanto picotava uma panqueca de amora, essa já estava morna, então não se queimaria e observou por um instante mínimo Edward desligando o fogão para que nada queimasse – Os riscos... Quero dizer, Louis está por aqui com Angel... – deu de ombros enquanto colocava um pedaço da panqueca na boca e mastigava rapidamente – Então são todos nulos, certo? – questionou, mas Edward apenas arqueou as sobrancelhas, pedindo a ela que prosseguisse – Louis resolveu não matar mais ninguém. – finalizou notando o olhar descrente sob si.
- Acha mesmo que devemos confiar em Louis? Ele já matou milhares, senão centenas, e você quer mesmo confiar nele? – indagou achando a confiança de Jéssica no loiro quase engraçada.
- Todos mudamos, meu caro. – começou e de relance viu Edward revirar os olhos em descaso, ignorou e prosseguiu – Um dia, todos deixamos velhos hábitos para seguirmos em frente. – deu de ombros – Você já matou humanos, mas deixou o hábito de lado, não foi? Você mudou, não mudou? – perguntou lembrando-o do que ele mesmo já havia dito a ela.
- É diferente... – tentou argumentar, mas Jess o cortou com um aceno de cabeça.
- Claro, é diferente porque é você. – retrucou irritada – Não seja hipócrita, Cullen. – sibilo com a voz áspera – Eu acreditei que você havia mudado, ou nunca estaria aqui, então é melhor confiar em Louis, ou você realmente não vai estar mais aqui. – sorriu cinicamente para os olhos dourados de Edward que apenas se estreitaram em raiva.
- Confia mais nele do que em mim? – perguntou severamente correndo os olhos dourados por toda a cozinha sem realmente fitá-la, estava tentando dispersar a raiva que o tomara.
- Não. – negou rapidamente – Só penso na justiça, meu caro. – prosseguiu apoiando os cotovelos na bancada de mármore – Afinal, no fim das contas, não seria justo confiar em você, que já me tratou tão mal... – suspirou pesadamente, fingindo dor – E não confiar em alguém decidido a ajudar, com reais boas intenções. – quase finalizou, mas lembrou-se de algo – E que também está com uma velha amiga de confiança. – deu de ombros finalmente acabando com aquilo.
- Ora, pensei que você e Ângela... – tentou completar a frase, mas Jess o interrompeu com um abanar de mãos.
- Que não fossemos próximas? – revirou os olhos, todos achavam aquilo – Não é só porque gosto de falar e Angel é tímida, que não podemos ser boas amigas. – bufou contrariada com o pensamento estúpido; elas eram melhores amigas, não apenas boas.
- Desculpe-me, senhorita, mas sempre achei que ela fosse mais conservadora, ao contrario de você. – lançou seu melhor olhar para Jess, aquele que sempre fazia as mulheres se derreterem, mas a mesma apenas o fitou como se achasse engraçado.
- Não vejo motivos para ser sempre conservadora, como Angel vê. – deu de ombros, coisa que estava se tornando muito frequente perto de Edward; caminhou tranquilamente até a saída da cozinha, sentindo o olhar penetrante dos olhos dourados em suas costas, rapidamente virou-se, sorrindo marotamente – E a propósito... – ergueu o dedo indicador da mão esquerda e encostou no meio dos lábios, aumentando ainda mais o sorriso – Notei o seu olhar... – continuou e mordeu a ponta da unha que estava pintada impecavelmente de roxo, obra de Rose – Não sabia que vampiros podiam sentir tal coisa... – enrolou mais um pouco e tirou o dedo dos lábios, notando que Edward prestava atenção a cada um de seus movimentos, como se tivesse sido hipnotizado ou algo do tipo, o que a fez rir internamente – Mas se está com dor, há remédios nos banheiros. – deu de ombros e saiu correndo quando ouviu o rosnado do ‘Topetudo’, correu o mais rápido que suas pernas curtas permitiam, mas assim que sentiu o vento gelado passar por si parou, sabia que havia sido pega; olhou primeiro para a t-shirt azul celeste de Edward, para depois passar os olhos ao rosto quadrado e anguloso, sorriu amarelo para ele e deu de ombros.
- Porque não pede desculpas agora? Talvez eu a livre de minha tortura. – puxou a pequena ruiva para seu braços e sussurrou a palavra junto a seu ouvido, o que pareceu arrepiá-la.
- Jamais. – retrucou com a voz firme, não sabendo ao certo se negava por orgulho, ou por querer que ele mostrasse como era sua tortura.
- Posso matá-la, você sabe disso. – desceu o nariz pelo pescoço alvo e pulsante; notando a pulsação tranquila e ritmada perguntou-se porque ela não ficava absurdamente nervosa em sua presença, porque o coração dela acelerava apenas quando ele chegava, como se desse um único e solitário pulo, e depois voltava a bater tranquilamente, ela nunca sentia-se tonta em sua presença ou até mesmo inebriada, nunca baixava os olhos envergonhada ou corava com frequência, aquilo o fez indagar se ela realmente gostava dele, ou se ele era apenas um passatempo na vida de Jéssica; suspirou pesadamente e se afastou, sorrindo sem animo para a mulher a sua frente.
- o que foi? Desistiu? – inclinou a cabeça levemente para o lado direito e levantou os olhos para encarar Edward, mas assim que fez isso o até então sorriso maroto em seus lábios sumiu, Edward estava com cara de enterro, parecia que alguém havia morrido – O que foi? – perguntou novamente, dessa vez preocupada.
- Não é nada. – tentou sorrir verdadeiramente, mas o reflexo que via nos olhos de Jess lhe revelou uma péssima careta; porque não conseguia mentir para ela? – Só estou me perguntando... – deu de ombros e encarou o chão, perguntando a si mesmo se devia compartilhar aquilo com Jess, e tudo, infelizmente, gritava que sim – Se realmente gosta de mim... – suspirou apoiando-se no corrimão da escada – Quero dizer, você não fica nervosa na minha presença, seu coração apenas acelera quando me vê, e depois retoma ao ritmo habitual, você nunca se sente inebriada em minha presença, nunca baixa os olhos, nem cora.- tocou as bochechas macias de Jéssica – E pelo que bem li e já ouvi falar, é assim que as mulheres normalmente se sentem quando estão apaixonadas. – finalizou baixando os olhos, sentindo-se uma tremenda garota por confessar aquilo em voz alta; mas em resposta ouviu a risada límpida e natural de Jess, como se achasse aquilo engraçado.
- Quer mesmo saber porque isso acontece? – perguntou arqueando as sobrancelhas, e Edward apenas acenou positivamente; ela suspirou desfazendo o sorriso – Não preciso fazer nada disso que acabou de dizer para saber que estou apaixonada. – tentou explicar daquela forma, mas aquilo nem mesmo a convenceu – Não vejo necessidade para ficar nervosa em sua presença, pois nos sentimos nervosos na presença de alguém que não gostamos; não preciso que meu coração acelere quando te vejo, pois quero estar sempre habituada a você; não preciso ficar inebriada, preciso me sentir bem; não baixo os olhos porque gosto de ver como olha para mim, seu olhar, no fim das contas, revela muita coisa, amor; e não coro, porque não me sinto envergonhada com você. – tomou a liberdade de colocar os braços ao redor de Edward – Quando amamos alguém de verdade nos sentimos confortáveis em sua presença, podemos ser nós mesmos, mesmo que isso não agrade a outra pessoa, podemos ter liberdade para expressar o que queremos, podemos olhar no fundo dos olhos dela e sermos honestos, não nos sentimos envergonhados porque não temos nenhuma necessidade disso, perdemos a vergonha com a convivência. – sorriu carinhosamente para os olhos dourados que a fitavam aparentemente emocionados – Não preciso ser como uma criança acanhada quando estou com você, preciso ser eu mesma. – apontou para seu próprio peito – Eu amo você, e te amar significa me sentir bem ao seu lado, sentir necessidade de você mesmo sem poder tê-lo sempre, significa sentir tanta vontade de ter você comigo que chega a ser doloroso, mas mesmo assim me lembrar que você, assim como eu, não pode parar sempre sua vida, e por fim, te amar significa confiar desconfiando de você, significa que confio o suficiente para amá-lo e lhe dar o poder de me matar se um dia me deixar, e desconfiar que um dia possa fazer isso comigo, mas acreditar numa vozinha bem no fundo que diz para eu lhe entregar o melhor de meu amor por você, independente dos riscos que meu coração possa correr. – finalizou com um sorriso miúdo e envergonhado enquanto fitava os olhos dourados; as mãos grandes de Edward tocaram gentilmente o rosto de Jéssica, uma atitude que seria cômica, pois a mão dele pegava de seu queixo até o alto de sua testa, mas ela estava atenta o suficiente em Edward, e apenas nele para não reparar aquilo.
Edward acariciou o rosto quente e macio, sentido o contraste contra sua pele gélida e dura como pedra, passou um dos braços ao redor da cintura dela, enquanto a outra tornava a acariciar-lhe o rosto; Jéssica por reflexo colocou-se nas pontas dos pés e encaixou os braços ao redor do pescoço duro de Edward, roçando o nariz no pescoço do mesmo, que soltou seu rosto e passou o outro braço também ao redor da cintura dela, erguendo-a de supetão, fazendo-a ficar na mesma altura que ele, encarando seus olhos; o contraste do azul-esverdeado no ouro causava impacto em ambos, mas o coração morto de Edward continuava sem batimentos, e o de Jéssica tranquilo, apesar do nervosismo de ambos, da necessidade e ansiedade que lhes manchava o âmago; finalmente, depois de minutos ambos se encarando, a ruiva encostou seus lábios com carinho nos de Edward, num beijo cálido e curto, que ela rapidamente quebraria se não fosse uma das mãos de Edward que lhe fora parar no rosto, puxando-o para perto do seu, enquanto a outra a apertava mais junto dele, deixando clara sua necessidade; Edward sugou seu lábio inferior, sentindo o gosto de sangue quente e doce em sua boca, enquanto tentava sutilmente travar uma guerra tranquila com a língua de Jess, que o respondia com certeza e carinho, provando da essência doce de Edward e definitivamente, inebriante, a intensidade os corroia, esmagando todo o mundo a fora que pudesse existir além daquele lugar, ali existia apenas o Eddie de Jess, e a Jess de Eddie. O beijo, o primeiro dos dois, não durara tanto quanto ambos desejavam, pois o ar se fez necessário para Jéssica, mas havia durado o suficiente para Edward ter certeza de que aquela humana miúda o convencera de coisa que ninguém havia feito jamais, ele sabia, ali, que havia uma alma dentro dele, e ela finalmente era livre para pulsar em alegria; sorriu pousando Jess novamente no chão, levantou o rosto da ruiva e encarou os olhos azuis, o nariz delicado, a curva dos lábios que estavam inchados pelo beijo e avermelhados, beijou sua testa e voltou a encarar seus olhos – Eu amo você. – seu passado ali havia sido apagado, não havia sinal algum de outra mulher em seu coração ou em sua alma, e nunca, em toda sua vida, tivera tanta certeza do que dizia e sentia.
Notas finais
E outra coisa... Pessoas lindas do meu coraçãozinho, temos 15 pessoas, 15 lendo a história, e menos de cinco comentam, então gente, por favor, é importante eu saber o que vocês pensam, entendem? Tipo, se algo não for de seu agrado, me mande e eu farei o possível e o impossível para melhorar, mas eu REALMENTE preciso da opinião de vocês, como vou saber se ficou de agrado ou não com o capitulo? Não tem como se você não comenta!
Bom, mais de três pessoas me pediram pra dar continuidade a cena da morte de Mike, porém... Eu realmente não planejei fazer isso, como daqui a pouco a história acaba, estou fazendo Eddie e Jess se aproximarem mais, entendem? Todos nós devemos começar a enxergá-los como um casal, principalmente agora, sabem? Eles tem que ter essa união e compartilhamento um com o outro, fora o fato da honestidade e sinceridade, sejam em atitudes, atos ou palavras.
Outra coisa que eu ia esquecendo, muita gente veio dizer 'Mas tia Destiny, eles se envolveram muito rápido, como assim ela já gosta ou ama ele? E como assim ele já tá caindo de amores por ela?', bom minha gente, pra inicio de conversa, Jess SEMPRE foi interessada (muito, muito, muito mesmo) por Edward, então não foi de uma hora para outra, ela já tinha a sementinha plantada nela, mas se negava a regar, porém inesperadamente eles se encontraram e isso que ela tentava esconder ressurgiu, como eu acho que ressurgiria uma hora ou outra, e para Edward, bom, acho que aquilo nos livros foi só marra, Bella não gostava de Jess e Edward foi na cola, entendem? Ele nunca se deu a oportunidade de conversar com ela, assim como Bella também não, dai vocês me perguntam 'Mas tia, mesmo assim foi muito rápido', e eu respondo, amor não tem data de fabricação nem validade, meus amores, quando você ama, você só ama, e ponto, fim, não tem explicação, entendem? O amor surge e quando você vê... JÁ ERA! Não tem como evitar, sabe? Não é como doença, não tem remédio pra esse tipo de coisa, e não tem sintomas, e quando tem, são quase imperceptíveis.
Bom, vou fazer marketing barato agora, me desculpem mesmo... Estou com uma nova história, 'Little Hope...' (http://fanfiction.com.br/historia/413132/Little_Hope/) pra quem se interessar, também Saga Crepúsculo, e também com casal diferente, porém, como sempre, Edward é o principal e Bella não o acompanha, pois é, sou meio inimiga dela kkkkkkk.
Enfim amoras, é só isso, qualquer duvida, sugestão, critica, ou qualquer coisa miníma mesmo, podem mandar review, e se não ficar claro, mandem MP, não me incomodo nem um pouco, na verdade gosto muito, enfim, é isso, espero que tenham gostado e... ATÉ O PRÓXIMO!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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