Ironies Of Fate

19 A descendente da humanidade.


Notas iniciais
Oi, meus amorecos, desculpem mesmo a demora, mas não vou falar isso agora, já demorei muito tempo, né? Então, nos vemos nas notas finais, ah, devo avisar que esse capitulo é mais curtinho que os outros, porque... Bom, você vão entender quando lerem, okay? LEIAM AS NOTAS FINAIS!

A criatura da noite vagava por aquelas terras nunca vistas antes, terras que qualquer humano admiraria, mas ele não estava ali para aquilo, estava fugindo de sua, até então, eternidade, não sabia nem ao menos em que ano se encontrava, não sabia os dias, nem as horas, mas não se importava realmente com aquilo, apenas se importava em achar um lugar confortável o suficiente em passar uma noite, não que precisasse, mas era um habito que se recusava a abandonar, conseguir seu ‘alimento’ para partir mundo a fora, novamente, conhecendo lugares, sem ao menos, dar a devida atenção a nada.

Pessoas dizem que, numa noite fria, talvez de outubro, talvez novembro, num lugar desconhecido, uma bela humana, de beleza inimaginável, oferecera gentilmente sua hospedagem a criatura, que prontamente aceitou, mas a humana não sabia os riscos que acabara de trazer a sua casa, uma criatura que podia matar a ela e a sua pequenina filha a qualquer momento, e que o faria sem nem ao menos hesitar, mas para eterna surpresa, a criatura, que identificou-se alguns dias depois como Tsepesh, não matou, nem a ela, nem sua filha, mas as ajudou em grande parte com seu trabalho, fazendo sua estadia na humilde casa, a melhor possível. A mulher, que há tempos já abrigava o homem de aparência humilde, resolvera ajudá-lo, oferecendo de bom grado, um pequeno pedaço de terra ao viajante, que, até então, era considerado parte de sua família, mas o mesmo negou veemente, deixando-a o mais confusa possível, pois lhe avisara que, mesmo estando há tanto tempo em suas terras, não ousaria firmar algo na pequena aldeia; pessoas dizem que, apesar do estado chocante em que a mulher se encontrara, Tsepesh continuara morando em sua casa, ajudando-a normalmente, como se aquilo não tivesse, de fato, acontecido, dizem que, meses ou anos se passaram desde que a criatura ali chegar; ninguém sabe ao certo, mas numa de suas caçadas por alimento, Tsepesh deixou a mulher e sua filha desprotegidas, e foi nesse dia, que a mulher foi brutalmente atacada, ninguém sabe ao certo quem fora fazer aquela maldade com uma pessoa bondosa como a mulher era; as pessoas, em sua maioria arriscavam dizendo que foram viajantes a procura de moedas, outros que foram inimigos de seu já falecido marido, mas quando Tsepesh voltou, encontrou-a morta em sua cama, todos os lençóis, já puídos, cobertos de espinhos e estacas de madeira afiadas, enquanto a pequenina menina, para sua surpresa, dormia tranquilamente, como se não soubesse o que acontecera há poucas horas naquele pequeno espaço, Tsepesh, vendo a ingenuidade nas feições delicadas da criança, resolvera depositar parte de sua imortalidade na criança, e junto, já adormecida e perdida em sua eterna escuridão, sua alma, mas com a promessa de que aquilo apenas seria usado numa descendente que não pudesse gerar filhos, e que encontrasse, de fato, uma criatura que, assim como ele, fosse da noite, despertando em suas almas, já calejadas de sofrimento anteriores, o mais profundo e verdadeiro sentimento, como uma centelha de esperança, que surge em tempos difíceis, e apenas aumenta, como a enorme chama quando surge uma rajada de vento, assim seria o sentimento da descendente, e apenas em mulheres.

O sentimento entre a criatura da noite, e a mulher, teria que ser como aquela criança; puro, saudável, sofrido, ingênuo, tranquilo, turbulento, alegre, mas, acima de tudo, teria que se manter forte, mesmo diante das dificuldades que, de uma forma ou de outra, Tsepesh sabia que se imporiam ao caminho dos dois, mas mesmo assim, se o sentimento fosse, acima de tudo, sincero, duraria eternamente, ao menos, para os dois, seria eterno enquanto houvesse de durar.

Aquela pequena menina carregava consigo um poder que passaria adiante, uma responsabilidade incrivelmente grande, que ele sabia, cuidaria muito bem, para que sua talvez neta, talvez filha – ele não sabia ao certo – usufruísse daquilo, da melhor forma possível, ao menos, daquilo, ele tinha certeza, não guardava duvidas em seu interior em relação ao cuidado que aquela menina teria ao poder, mesmo sem nem saber que o mesmo existia, mas aquilo era necessário, pois prometera a mulher que cuidaria de sua filha, não estando sempre presente, mas a distancia, de forma sorrateira, e cumpriria aquilo, não apenas com aquela menina, mas com as futuras gerações que iriam se desenvolver, e, finalmente, a geração que iria destrancar todos os monstros de sua espécie, revelando as verdadeiras faces e personalidades a sua volta, e aquela seria, finalmente, a descente que não apenas teria todo o poder que havia em Tsepesh, como o poder de fazer criaturas da noite voltar a sua forma humana, aquela seria a pessoa que mudaria seu mundo, o mundo da noite, ela seria a descendente da humanidade.

Notas finais
UOU, então, fiquei até meio surpresa de ter saido algo que, na minha humilde opinião, ficou mais ou menos, eu fiquei não com um bloqueio, deixe eu explicar, eu só não sabia como começar a escrever, eu não tinha a minima ideia de como começar a colocar as ideias num lugar que não fosse na minha mente e como fazer tudo dar certo, mas acho que consegui pelo menos o minimo disso, né?
Bom, eu espero que vocês tenham entendido o minimo pelo menos, bom, quanto as duvidas, Tsepesh não é ninguém menos que Vlad Tsepesh Aka Drácula, ou, mais conhecido apenas como Drácula, entendera? Espero verdadeiramente que sim, bom, tô correndo contra o tempo, sei que fiquei uma semana sem postar, mas vou fazer o máximo pra não demorar mais, okay?
Enfim, espero que tenham gostado, não esqueçam dos REVIEWS E DAS RECOMENDAÇÕES, isso não mata ninguém, só pra avisar!
XOXO ♥