Intrigas, Provocações E... Amor?

20 Descobertas de uma paixão (Parte 1)


Notas iniciais
Owwn, o Tom vai se declarar...

Tom pdv

Ela ficou sem reação quando eu disse aquelas palavras, parecia confusa, mas ficou em silêncio. Sorrimos e continuamos com o que estávamos fazendo.

Joguei o vestido dela longe e ela ficou apenas de calcinha. Fiquei observando aquele corpo tão lindo, tão meu...

- Não sabe o quanto eu senti falta dessa sua pele tão macia e quente...

- Ah, Tom... Com tanta mulher que você deve ter transado, você ainda ousa sentir falta disso aqui?

- Mas desde aquele dia... - Fiquei um pouco com vergonha, mas não podia mentir — Eu não transei com mais ninguém...

- Tom, não precisa mentir...

- Mas não estou mentindo... - Dizia enquanto beijava cada parte de seu corpo. Como aquilo me deixava entorpecido... É como se nada existisse quando estávamos juntos - Sou seu melhor amigo, esqueceu? Por que acha que eu mentiria?

- Talvez porque... Você transa com qualquer garota que aparecer na sua frente?

- Isso era antes... Mas agora eu simplesmente não consigo...

Ela me olhou surpresa, na verdade qualquer pessoa que ouvisse aquilo reagiria da mesma forma. Afinal, um sexgott dizer que não consegue mais transar com uma garota qualquer é no mínimo chocante.

- Tom... O que aconteceu? Você não é assim...

E pela primeira vez eu senti medo, mesmo sabendo dos sentimentos dela por mim. Era tudo muito novo e eu não sabia como me expressar, muito menos o que dizer. Me sentei na cama e ela fez o mesmo, e olhei em seus olhos enquanto segurava suas mãos.

- Sabe que eu gosto muito de você né, Katylícia?

- Sei, sei sim... Somos amigos, esqueceu? - Ela fez careta.

- Lógico que não, sua bobinha — sorri — Mas é que... Eu acho que eu tô... - Acho que já estava mais vermelho do que o batom que ela estava usando — Gostando de você... — Ela ficou séria.

- Olha, Tom... Acho que você está confundindo as coisas... Você mesmo disse que andava carente, e eu sempre tava do seu lado. Talvez isso tenha mexido um pouco com você...

- Não, eu tenho certeza que isso não tem nada a ver com carência. Consegue sentir isso? - Coloquei uma de suas mãos em meu peito, onde meu coração batia num ritmo bem acelerado — Ele só fica assim quando estou com você. — Ela sorriu um pouco tímida — Eu senti muito a sua falta, e desde o dia em que fomos embora do hotel, dormir sozinho é uma droga, ficar sem sentir seu calor ao adormecer... E só uma correção: Na verdade, não é que eu não consegui transar com nenhuma garota, mas sim que eu não quis... Sabe, a cada noite que chegava, meu corpo reclamava e implorava pra te ter aqui comigo e... -Tive que me controlar para não chorar na frente dela, ainda não era a hora — O meu coração doía porque eu sabia que tinha outro cara te beijando e te sentindo, que nem ao menos sente a metade da metade do que eu sinto por você. Mas do que eu mais senti falta mesmo foi dos conselhos, dos nossos beijos, dos abraços que você me dava principalmente enquanto dormia e dava aquele sorriso tão lindo que só você tem... Não consegui parar de pensar em você nem por um minuto, sentia como se faltasse algo que só você pudesse me dar. - Ela corou intensamente e não conseguia olhar nos meus olhos — Agora me diz... Você ainda acha que isso tudo é carência? - Ela não respondeu — Depois que eu li aquela carta, e que percebi o quanto aquilo me machucou, não tenho mais dúvidas... — Levantei seu rosto — Por mais absurdo que isso pareça... Estou apaixonado por você!

E mais uma vez ela ficou sem reação alguma, mas dessa vez foi diferente. As mãos dela tremiam, lágrimas ameaçavam cair e logo em seguida sorriu.

- Isso é tão estranho... Nunca achei que fosse ouvir uma coisa dessas de você... Você sempre disse que não acreditava no amor e "blá blá blá"...

- É Katheryn... Você me ensinou a amar uma mulher além da minha mãe e da minha vó...

- Amar não é uma palavra um pouco forte demais não?

- É... E muito, mas há vários jeitos de amar... Tem o amor que eu sinto pela minha mãe, o que sinto pelo Bill, o que sinto pelos G's, e o que sinto por você, que eu já sentia antes mesmo disso tudo acontecer.

- Tom Kaulitz falando de amor... Isso sim é o acontecimento do ano...

- Mas você acredita em mim?

- O pior é que seus olhos não mentem. Eu acredito em você.

- Mas isso ainda é estranho pra mim... É muita novidade.

- Eu sei... — Ela me puxou para mais perto e olhou nos meus olhos — Eu te ajudo a descobrir tudo isso.

Katy pdv

Simplesmente o beijei da forma mais apaixonada, como nunca fiz antes. Ainda não conseguia acreditar que tudo aquilo estava acontecendo, que ele disse aquelas palavras tão cheias de carinho. Eu podia sentir que naquele beijo havia bem mais que um simples desejo, havia amor de ambas as partes, mas não esse amor destrutivo que as pessoas correm atrás, mas do amor de amigo que carregamos antes, que evoluiu com o tempo. Ninguém nunca me tratou assim antes, com tanta dedicação e companheirismo como ele. E aí eu me pergunto: Por que diabos eu me casei com aquele idiota?

- E ele?

- Russell? — Ele apenas assentiu — Me separei... A traição veio a público, então não tinha mais como me fingir de idiota.

- Então a gente pode... Ficar juntos?

- Com ou sem Russell, ficaríamos juntos do mesmo jeito, seu bobinho... - Praticamente sussurrei enquanto minhas mãos deslizavam sobre aquele corpo tão quente que me causava arrepios.

- Essa coisa de se apaixonar é bem divertida, não acha? - Ele sorriu maliciosamente para mim... É, acho que já chega de conversa, né?

Notas finais
Não consegui pensar num título pro capítulo e ficou isso aí...
Capítulo curto porque não tive muito tempo, e não postei ontem porque tava organizando a outra fic, desculpinha. O resto vai ficar pra amanhã.