Intrigas, Provocações E... Amor?

21 Descobertas de uma paixão (Parte 2)


Notas iniciais
Segunda parte (Ainda é o pdv da Katy ok?)
*desculpem o capítulo curto

Ele me puxou para seu colo, e nos beijamos novamente, mas dessa vez com a mesma selvageria de sempre. Apesar de estarmos num momento muito fofo e romântico, o que mais gostávamos mesmo era do nosso jeito tão intenso de se divertir.

Arranquei sua camiseta e agora era a minha vez de passear os olhos naquele corpo tão perfeito, e que conheço tão bem... Saí de seu colo e me deitei na cama, o puxando para cima de mim. Ele beijava meu pescoço e eu arranhava suas costas, nada fora do comum... Mas de alguma forma eu sentia que aquela noite seria diferente, talvez porque não iríamos simplesmente transar, mas sim fazer amor.

Tirei sua calça bem devagar, o deixando apenas de cueca. Na hora percebi que ele não iria aguentar por muito tempo, mas como sou muito má, resolvi torturá-lo um pouco.

Enquanto ele deixava várias marcas em todas as partes do meu corpo, minha mão invadia sua cueca e logo comecei a brincar com Tomi (sim, eu apelidei o pênis dele, algum problema?) e claro, percebi que ele se controlava ao máximo para não gemer, como se adiantasse. Não demorou muito para que ele "se vingasse" , usando três dedos para me penetrar, me deixando exatamente do jeito que ele gosta: me contorcendo e gemendo muito, mas claro que aquilo não era o suficiente para nenhum dos dois.

Logo arrancamos o resto de roupas que ainda ousava nos cobrir, e por alguns segundos um observava o corpo do outro, como se fosse a primeira vez, e assim ficamos por um tempo. Ele me acariciava e eu fazia o mesmo, por mim ficaríamos assim a noite toda, não me importaria.

- Tom... O que fez você se apaixonar por mim?

- Ah... Muitas coisas, nem sei por onde começar, mas... Uma das primeiras coisas que gostei foi isso.... - Ele me puxou pela cintura para seu colo e foi me penetrando bem devagar. Na hora eu já entendi o que era... Ele sempre gostou de me ver louca de prazer. E nessa noite ele estava bem inspirado, as vezes era carinhoso e as vezes violento, o que era bem engraçado. Depois de variadas estocadas, já estávamos no nosso limite, e logo depois nos jogamos na cama, totalmente cansados. Nos abraçamos e ali ficamos, trocando beijos e palavras carinhosas.

- E isso também mexeu comigo... Esses abraços, esse seu carinho todo... Eu já te disse isso antes, por que ainda pergunta?

- Porque eu ainda não acredito nisso tudo...

- Pois agora comece a acreditar, minha princesinha... E eu vou fazer de tudo pra te convencer de que o que eu sinto não é temporário.

Ele me chamava de tudo que era nome, mas de princesa... Era a primeira vez que me chamava assim, achei fofo.

- Tom, posso te pedir uma coisa? — Ele assentiu — Por enquanto eu não quero que ninguém além de Bill e Robyn saiba disso... Pode guardar segredo?

- Claro que sim, espero o tempo que precisar. Quando estiver pronta é só me avisar.

- Você não era assim... Cadê aquele Tom todo machão que eu conheci?

Ele sorriu e corou um pouquinho. Sério, a coisa mais fofa do mundo era Tom Kaulitz com vergonha.

- Ele descobriu o amor, só isso.

- Awwn, seu lindo. — Enchi ele de beijinhos — Estou me apaixonando cada vez mais por esse Tom Romântico Fofinho Kaulitz.

- E eu fico cada vez mais encantado com você... Queria poder ficar mais tempo aqui...

Que triste, iremos embora amanhã e todos iremos nos separar outra vez. Já foi difícil ficar essas três semanas longe dos meus bebês, e agora seria por mais tempo, uns dois meses no mínimo.

- Eu também... Vai ser tão ruim ficar sozinha de novo...

- Mas você não vai ficar sozinha... — Ele levou uma de minhas ao meu peito e a outra no seu — Eu vou estar aqui sempre que precisar. E você estará sempre aqui. Eu sei que não é a mesma coisa, e que ficar sem sentir o seu toque tão mágico é uma tortura pra mim, mas... Só de sentir o seu amor, me preenchendo de uma forma tão surreal, levarei uma parte sua comigo, e você levará uma parte minha também.

Puta que pariu! Ele tá me deixando louca com tanta fofura... Como pode?

- Já vi que me apaixonei pelo cara mais fofo que existe... Parece até o seu irmão....

- Na verdade, aprendi a ser assim com Bill. O jeito que ele trata a RiRi é algo surreal, sempre admirei esse carinho todo que ele demonstra... E esse era o meu problema: Mostrar meus sentimentos para as pessoas, isso porque minha fama de galinha não permitia, sabe?

- Malditos estereótipos... — Ele sorriu.

- Mas que se dane o mundo... Nem todo mundo precisa saber como me sinto toda hora... Ninguém precisa saber que estou quase louco de felicidade por estar aqui com você...

- É... E ninguém precisa saber que de uma mera traição, surgiu algo tão forte...

Sorrimos e nos beijamos outra vez, com mais calma e mais carinho. Depois, me deitei, apoiando minha cabeça em seu peito. E enquanto ele brincava com o meu cabelo, falávamos sobre várias coisas, desde cachorrinhos até culinária indiana...

Parando pra pensar, perdi muito tempo da minha vida com Russell. Já deveria ter pulado fora, mas eu, burra como sempre, ainda tinha esperanças de que melhorasse, mas não foi bem assim, e posso dizer que sofri bastante com isso. Porém o passado não me importa mais, agora só o que quero é me perder nos braços do meu melhor amante, do meu melhor amigo.

Notas finais
Quanto as partes quentes (se é que teve) vou arrumar depois, porque é aquele mesmo problema de sempre: família. Também vou tentar arrumar os outros capítulos, talvez isso seja feito amanhã, mas não é certeza porque ainda tenho que postar na outra fic.