Intimacy

26 Capítulo 26


Notas iniciais
Não estou entendendo essa história de empobrecer a Marina! Tadinha, rs. Leiam com moderação! haha

Marina sorriu e respondeu ao beijo. Clara subiu suas mãos apertando os seios de Marina por cima da roupa. Marina pôs suas mãos na bunda de Clara, puxando-a mais pra perto. No entanto, Clara pegou suas mãos e pôs contra a parede, prendendo-a, com seus dedos entrelaçados, e colocando sua perna entre as dela. Marina foi quem quebrou o beijo primeiro, sem ar.

– Uau.. Clara.. — Sorriu, mas não teve tempo de falar mais nada, pois Clara já estava beijando-a novamente.

Clara beijou sua mandíbula e o pescoço. Sugou forte, deixando uma marca e fazendo com que Marina gemesse, levantando sua cabeça para expor mais de seu pescoço à ela.

– Minha! — Falou baixinho.

– Sua. — Marina falou com voz rouca, de olhos fechados e mordendo o lábio, se perdendo no beijo de Clara.

– Só. Minha.

Clara levantou Marina colocando suas pernas ao redor de sua cintura. Segurava suas pernas e usava seu corpo para mantê-la na parede. Se beijaram várias vezes, Marina nem tinha tempo para respirar e Clara já estava em sua boca novamente. Beijando, chupando, puxando seu lábio entre os dentes. Tentou retomar o controle, tentava dominar a língua dela com a sua, mas Clara deixou bem claro que não seria daquele jeito hoje.

Clara passou a língua nos dentes e no lábio superior de Marina, e novamente dedicou seus lábios ao seu pescoço.

– Ai, Clara… — Gemia.

Ouvir marina dizendo seu nome daquela maneira a enlouquecia. Por ouvir seu nome carregado de prazer e tesão, e por saber que era por causa dela.

Carregou Marina para a cama, onde a jogou. E assim que Marina encostou no colchão já estava sendo puxada pelas pernas. Clara a puxou para a borda da cama, abriu sua calça e tirou de uma vez. Também tirou a sua, deitou se sobre ela e a beijou novamente. Marina envolvia sua cintura com as pernas enquanto Clara trabalhava em remover sua blusa.

Marina deslizou suas mãos para dentro da blusa de Clara, apertando seus seios. Novamente, Clara pegou suas mãos e prendeu contra a cama.

– Não, não. — Falou com seus lábios bem próximos aos dela.

Marina levantou a cabeça tentando beijá-la.

– Não. — Sussurrou e beijou seu nariz, moveu seus lábios para o lóbulo de sua orelha dando uma mordidinha e então passando a língua nas marquinhas que seus dentes deixaram. Marina novamente fechou os olhos, já respirando com dificuldade.

– Não tira as mãos daqui, heim? — Soltou — a.

Por mais que Clara adorasse seu toque, sabia que não conseguiria manter seu plano se começasse a sentir suas mãos nela. Pôs a mão em seu queixo puxando-a para outro beijo quente. Marina novamente tentou tocá-la, mas Clara mordeu seu lábio, com um pouco mais de força dessa vez, e se afastou imediatamente a repreendendo com os olhos.

– Não. Ou eu te deixo aqui desse jeito! — Terminou de tirar sua blusa e pôs as mãos em seus lados, apertando enquanto beijava sua barriga, deixando outra marca. Passou a mão por debaixo do sutiã, massageando seu seio.

– Hmmm, Clara.. me deixa te tocar?

Clara fez com que Marina se sentasse em seu colo e removeu seu sutiã. Passou os dedos levemente pelo seus seios agora descobertos e então beijou. Caiu de boca chupando bruscamente, fazendo barulho e então repetiu, mas de forma mais suave.

Marina gemia e Clara já sentia ela movendo seu quadril, implorando por mais. Usava suas mãos para apertar e arranhar sua coxa.. Marina enlouqueceu quando Clara pegou seu mamilo entre os dentes e soltou, passando a língua.

– Claraa..- Gemia seu nome. — Por favor. Por favor.

– O quê?

– Me toca!

Encostou-a contra a cabeceira da cama, abriu suas pernas e se ajoelhou entre elas. Clara pôs a mão sobre sua calcinha apertando, podendo sentir o quanto Marina estava molhada, enquanto sussurava em seu ouvido. Alternando entre falar e mordiscar sua orelha.

– Quem é sua dona?

– Você!

– Quem? — Apertou mais a mão e sentiu Marina erguer seu corpo em direção à ela.

– Você! Só você! — Não estava acostumada a ser dominada, mas estava adorando a atitude de Clara.

– Bom mesmo. — Passou a mão por dentro.

Marina gemeu com o contato. Clara fazia movimentos circulares e de baixo para cima, leves e lentos, testando sua paciência. Chegava perto de seu clitóris, mas não tocava, fazia círculos ao redor da entrada de sua vagina, mas não penetrava. Marina gemia e movia seu quadril tentando conseguir mais. Clara sorriu.

– Não me tortura. — Falou manhosa.

Clara capturou seus lábios em outro beijo feroz e a penetrou, sentindo Marina gemer em sua boca e ficando ainda mais molhada. Marina se agarrou no cabelo de Clara e ambas intensificaram seus movimentos. Tentava olhar para Clara o tempo todo, mas também não conseguia manter seus olhos abertos, de tanto prazer que sentia. Até que Clara parou.

– Não.. Claraa.. — Protestava.

Clara fez com que ela se virasse de costas, ficando de joelhos. Terminou de se despir, pressionou seu corpo contra o dela. Marina segurava na cabeceira, gemendo ao sentir os mamilos rígidos de Clara em suas costas. Clara puxou seu cabelo fazendo com que seu rosto virasse para o lado para beijá-la e a penetrou novamente, com mais força e mais velocidade. Marina gemia cada vez mais alto, subindo e descendo seu corpo de encontro à mão de Clara, até que esta usou sua outra mão para estimular seu clitóris, enquanto distribuía beijos em sua nuca, fazendo com que ela chegasse ao seu orgasmo.

Clara tirou sua mão e lambeu os dedos lentamente olhando nos olhos de Marina, antes de puxar seu rosto para outro beijo. Se aproveitou da situação para deitar por cima dela, mas Clara foi mais esperta e rolou as duas. Sorriu segurado-a contra a cama novamente. Marina olhava para o sexo de Clara sabendo o quão excitada ela estava e louca para tocá-la. Quis medir força rolando de volta, mas Clara não deixou.

Clara deslizou seu corpo sobre o dela, fazendo com que seus mamilos roçassem antes de falar próximo à sua boca.

– Quietinha, meu amor. — Passou a língua em seus lábios.

Queria agora fazer algo que já tinha conversado sobre com Marina, mas não fazia ideia se funcionava. Abriu suas pernas, puxando uma para cima e se encaixando nela, segurando-se na perna erguida de Marina. Ao sentir seus sexos entrando em contato, Clara fechou os olhos gemendo alto. Era incrível como conseguia se conectar com Marina. Marina foi quem se moveu primeiro, começando a friccionar contra Clara e logo as duas se mexiam no mesmo ritmo, ensandecidas.

Clara mordia seu lábio com tanta força que tinha medo que fosse sangrar, arranhando a perna de Marina e gemendo alto. Funcionava.

– Ai, Clara.. não para, não para.

Marina perdia o controle de sua voz sentindo a nova onda de orgasmo lavar seu corpo. Clara também gozou logo em seguida, seus líquidos se misturando e deixou que seu corpo caísse contra o dela.

Sentiam seus corações descompensados batendo juntos. Marina ainda com os olhos fechados e sem muito fôlego.

– Meu Deus, Clara! De onde veio isso tudo?

Clara agora ruborizou, se sentindo envergonhada. Marina olhou para ela e riu.

– Sério? Meio tarde para você se fingir de tímida, vai! Minha coisinha. — Beijo de esquimó.

– Não gostou?

– Tá doida? Amei. Só quero saber o porquê da mudança.

– Te falei que ia te mostrar quem é sua dona. Pois é.

Marina sorriu e selou seus lábios.

– Minha dona. — Riu. — Em outra vida eu odiaria ouvir alguém dizendo isso. Mas vindo de você… — Ficou séria. — Era o que eu mais queria. — Encostou o rosto em seu pescoço e caiu no sono.