Inside Out

1 Capítulo 1


Notas iniciais
O Começo
Sarah e Rubby estavam no carro indo visitar Marisa pois precisavam de munição extra. Distraída, Sarah comenta:
- Foi muito bom termos trocado de carro, comprado esse Honda Civic. Aquele Mustang já estava ultrapassado.
- Ah, não fala dele assim! Ele era do meu avô. - Rubby critica.
- Tanto faz! Ele era antigo e estava ficando difícil conseguir peças novas novas quando ele quebrava. - Sarah retrucou.
Denis liga para o celular de Rubby, interrompendo a discussão.
- Alô? - Fala Rubby ainda com o tom que usou quando estava discutindo.
- Calma. Sou eu, Denis, o que é que está pegando?
- Não importa. Sim, mas o que você quer?
- Vocês estão demorando. Marisa acabou de passar aqui e já trouxe o que vocês queriam.
- Mas porque você não avisou antes?
- Eu bem que tentei, mas você não atendeu.
- Então tá, daqui a pouco agente chega.
Rubby desliga e joga o celular no porta-luvas, se virando para Sarah, ela diz:
- Aperta o cinto que eu vou dar a volta.
- Lá vem você com essa mania de dar cavalos de pau! Adoro! - Comenta Sarah.
Vinte minutos depois elas se encontram com Denis, para pegar a munição extra.
- Tente ser discreto e me dê logo esse pacote. - Sussurra Rubby no ouvido de Denis.
- Calma ai, eu sei que sua preciosa 380 está aqui. Relaxe. - Responde Denis.
- Agiliza ai vocês dois, estou afim de aproveitar minha folga bebendo no bar. - Diz Sarah.
- Sim! Eu comprei um colt! - Entusiasma-se Denis.
- Fala baixo. - Falam Sarah e Rubby em uníssono.
- Eita! Eu não estou roubando ninguém, não sei para que esse desespero. - Explica Denis.
- Tá, ok. Vamos logo para o bar, porque além de eu estar super afim de beber eu também estou com muita fome! - Fala Sarah.
- Alcoólatra! - Brinca Denis.
- Então, já que você insiste vamos. Estou precisando me distrair um pouco. - Diz Rubby.
- Ok, ok. Menos papo, mais movimento vamos logo! - Irrita-se Sarah.
No caminho para o bar, Rubby coloca a sua arma na cintura.

Inside Out


Capítulo 01

O Começo


Sarah e Rubby estavam no carro indo visitar Marisa pois precisavam de munição extra. Distraída, Sarah comenta:

– Foi muito bom termos trocado de carro, comprado esse Honda Civic. Aquele Mustang já estava ultrapassado.
– Ah, não fala dele assim! Ele era do meu avô. — Rubby critica.
– Tanto faz! Ele era antigo e estava ficando difícil conseguir peças novas quando ele quebrava. — Sarah retrucou.

Denis liga para o celular de Rubby, interrompendo a discussão.

– Alô? — Fala Rubby ainda com o tom que usou quando estava discutindo.
– Calma. Sou eu, Denis, o que é que está pegando?
– Não importa. Sim, mas o que você quer?
– Vocês estão demorando. Marisa acabou de passar aqui e já trouxe o que vocês queriam.
– Mas porque você não avisou antes?
– Eu bem que tentei, mas você não atendeu.
– Então tá, daqui a pouco agente chega.

Rubby desliga e joga o celular no porta-luvas, se virando para Sarah, ela diz:

– Aperta o cinto que eu vou dar a volta.
– Lá vem você com essa mania de dar cavalos de pau! Adoro! — Comenta Sarah.

Vinte minutos depois elas se encontram com Denis, para pegar a munição extra.

– Tente ser discreto e me dê logo esse pacote. — Sussurra Rubby no ouvido de Denis.
– Calma ai, eu sei que sua preciosa 380 está aqui. Relaxe. — Responde Denis.
– Agiliza ai vocês dois, estou afim de aproveitar minha folga bebendo no bar. — Diz Sarah.
– Sim! Eu comprei um colt! — Entusiasma-se Denis.
– Fala baixo. — Falam Sarah e Rubby em uníssono.
– Eita! Eu não estou roubando ninguém, não sei para que esse desespero. — Explica Denis.
– Tá, ok. Vamos logo para o bar, porque além de eu estar super afim de beber eu também estou com muita fome! — Fala Sarah.
– Alcoólatra! — Brinca Denis.
– Então, já que você insiste vamos. Estou precisando me distrair um pouco. — Diz Rubby.
– Ok, ok. Menos papo, mais movimento vamos logo! — Irrita-se Sarah.

No caminho para o bar, Rubby coloca a sua arma na cintura. — Você vai mesmo colocar isso ai? — Pergunta Denis.
– Claro, vai que acontece alguma coisa. — Responde Rubby.
– Boa idéia vou pegar a minha também, não sei porque mas estou com um mau pressentimento. — Fala Sarah.
– Sarah e seus pressentimentos. — Comenta Rubby.

Chegando ao bar, havia muitos motoqueiros na frente, alguns deles até soltaram gracinhas para Rubby e Sarah, se não fosse Denis eles não iriam parar.
Humpf, detesto esse tipo de gente, pensa Rubby. Um pouco depois dos três entrarem no bar e se sentarem, os motoqueiros entram fazendo baderna. Tomara que eles não soltem mais gracinhas para mim e para Rubby, pensa Sarah. Rubby vendo um cara olhando muito para Sarah fala:

– Olha só, agente mal chegou aqui e você já atraiu olhares, ou melhor um olhar.
– Hum? Quem? — Pergunta Sarah distraída.
– Aquele ali no canto. — Aponta Rubby.
– Hum... Gostei, interessante. Apetitoso.
– O gente, vocês não vão pedir nada não? Vão ficar ai só olhando macho? — Intromete-se Denis.
– Se aquele deuso ali no canto estiver no cardápio eu vou pedir agora mesmo. — Fala Sarah.
– Fale por você, não gostei muito de nenhum desconhecido daqui. — Diz Rubby olhando para Denis sugestivamente. — O "deuso" que está olhando para você não faz o meu tipo.
– Sei bem qual é o seu tipo. — Comenta Sarah olhando para Denis.
– Ah meu deus! Vocês vão continuar falando dele? — Diz Denis.
– Mais é abestalhado! — Exclama Sarah.
– Por que eu sou abestalhado? — Pergunta Denis.
– Ah, deixa para lá! Concerteza algum dia você vai descobrir sozinho. — Fala Sarah.
– Espero que isso não demore. — Diz Rubby.
– Tanto faz. Não sei se vocês perceberam mas o "deuso" de Sarah está vindo para cá. — Fala Denis.

O "deuso" vai na direção da mesa em que eles estão, ao chegar bem perto ele pergunta:

– Tem algum problema se eu me sentar com você? Digo, vocês?
– Claro, mais antes, me fale o seu nome. — Pergunta Sarah.
– E não esquece de dar seu endereço, porque essa ai gosta de fazer umas visitinhas. — Brinca Rubby.
– Haha, como você é engraçada. — Diz Sarah em tom sarcástico.
– Meu nome é Lucas Silly. E o seu? Quer dizer e o de vocês? — Fala Lucas.
– Meu nome é Denis Marshall e estas são... — Denis para de falar no meio da frase pois Sarah o interrompe:
– Sou a Sarah Hazard, e ela é a Rubby Stiult.
– E ai? Beleza? — Cumprimenta-o Rubby.

Enquanto senta Lucas fala:

– Tudo ótimo. — Virando se para Sarah ele completa: — Melhor agora. Vocês são de onde?
– Somos daqui da Califórnia mesmo. — Responde Rubby. — E você é de onde?
– Sou de Los Angeles. — Fala Lucas.
– Você não vai pedir nada? — Pergunta Denis
– Acho que vou pedir uma cerveja. Vocês querem? — Fala Lucas.
– Sim. — Todos falam juntos.
– Hum. — Fala Lucas distraído — Pelo visto você gosta do AC/DC não é?
– Gosto sim, principalmente da música Back In Black. — Responde Rubby.
– Esta é a minha favorita também. — Fala Sarah.
– É esta banda até que é boa. — Diz Denis.
– Esta banda até que é boa? Ela é ótima! — Discorda Rubby.
– Tudo bem, a banda é maravilhosa, porém todos tem seus gostos, então vamos evitar uma briga ok? — Fala Sarah.

Enquanto eles conversam, Denis distraidamente vai até a jukebox e coloca a música Barracuda da banda Heart para tocar. Assim que ele volta para a mesa e se senta, ele percebe que todos estavam estranhamente calados, logo ele percebe que eles estavam concentrados em um bate-boca que se desenrolava nos fundos do bar entre dois homens.

– Que briga feia. Acho melhor alguém ia apartar, se não pode piorar. — Denis fala.
– Eu vou lá acabar com essa palhaçada. Não é a toa que eu trouxe a minha... — Rubby se interrompe após Sarah chutar sua canela e olhar para Lucas.

Após esse pequeno diálogo, ouve-se um som muito alto. Um dos marmanjos que estavam brigando saca uma calibre 38 e atira no outro. Sem ter muito tempo para pensar Rubby e Sarah derrubam duas mesas e as usam como escudo, Rubby saca sua arma e tenta controlar a situação. Enquanto Denis protege Lucas e tenta tirá-lo de lá.

– O que é que está acontecendo? Vocês não me disseram que eram da polícia! — Exclama Lucas.
– Mas nós não somos! — Responde Denis.
– Nós vamos para onde? — Pergunta Lucas.
– Entra ai e espera. — Diz Denis o empurrando para dentro do banheiro.

Enquanto Denis volta para junto de Sarah e Rubby, Rubby grita:

– Vamos acalmar os ânimos! Não quero ter que ser agressiva com vocês.
– Fica na tua loirinha. A conversa ainda não chegou na esquina em que tu faz ponto não. — Diz um dos encrenqueiros.
– É o que seu filho-da-mãe? Quero ver se você é macho o suficiente para repetir isso olhando nos meus olhos lindos e verdes! — Grita Rubby.
– Hum, que tal prendermos ele, ou melhor eles, por desacato a autoridade hein? — Pergunta Sarah.

Os marmanjos explodem em gargalhadas. Um deles diz entre risos:

– Autoridade? Onde está? Não estou vendo nenhuma!
– O que você me diz disso? — Fala Rubby tirando seu distintivo (falso) do bolso — Acho melhor vocês repensarem se vão continuar ai nos xingando!

Eles recuam dois passos. Sarah percebendo a reação deles fala:

– Aposto que vocês não tem permissão para carregar armas. Podemos prender eles por porte ilegal de armas. O que vocês acham? — Fala Sarah.
– Acho uma idéia estupenda. Eles merecem passar uns dias vendo o sol nascer quadrado. Quem sabe assim eles não tomam juízo. — Responde Denis.
– Vamos acabar logo com isso. — Diz Rubby.
– No chão, os dois. Agora. — Ordena Denis.

Um deles tenta fugir, mais Lucas surge do nada e quebra uma garrafa de cerveja na cabeça dele.

– O que foi? Vocês acham que eu ia ficar me escondendo? Perdendo toda a diversão? — Pergunta Lucas brincando.
– Gato, apetitoso, simpático e corajoso. O conjunto completo. Acho que me dei bem. — Sussurra Sarah para Rubby.
– Aha! Que bom, tava na hora de desencalhar. — Fala Rubby aos risos.
– Qual foi a piada? — Denis pergunta.
– A tá. Quer dizer que sou eu quem precisa desencalhar? E você hein? Faz é tempo que tá de olho em Denis e não faz nada! — Ignorando completamente Denis, Sarah replica ainda aos sussurros.
– Vamos mudar de assunto? Que tal? Eu acho uma ótima idéia. — Fala Rubby.
– Tudo bem. — Responde Sarah.
– Muito obrigado garotas, vocês não sabem o quanto eu adoro ser ignorado. — Fala Denis indignado.
– Foi mal amor. Ops. Denis. — Atrapalha-se Rubby.
– Espera. Do que foi que você me chamou? — Pergunta Denis.
– Quem? Eu? Eu disse alguma coisa? Acho que sofro amnésia. — Fala Rubby tentando contornar a situação.
– Ei gente. Vamos parar de xaveco e venham aqui me ajudar. — Interrompe Lucas.
– Rubby, vai ali ajudar Lucas, eu quero ajudar Denis. — Fala Sarah.
– Mais por que você quer ajudar ele? Ajude o seu "deuso". Deixe que o meu eu ajudo. — Fala Rubby um tanto irritada.
– Não. Eu quero e vou ajudar Denis, você vai ter muito tempo para ficar com ele depois. — Sarah fala isso enquanto se vai em direção a Denis.

Chegando perto de Denis, Sarah fala:

– Tu hein? Se liga ô Zé mané!
– Por que todo mundo está falando assim comigo hoje? — Fala Denis.
– Só por que você não tem iniciativa! Caramba! Vai lá em Rubby e beije-a! Pare de enrolar! Será que você é o único que não percebe que ela está totalmente na sua? — Diz Sarah indignada.
– Rubby tá na minha? — Pergunta Denis perplexo.
– Ai caramba! Sim! Desde que ela tinha 16 anos! Se toca! — Quase grita Sarah.
– Quer saber? Eu vou sim. — Fala Denis sem sair do lugar.
– O que foi? O que é que você está esperando? Vai lá! De preferência, tipo, agora! Já! Neste exato momento! — Grita Sarah.

Denis não espera nem mais um segundo e vai na direção de Rubby. Chegando lá, ele a segura pela cintura e olha nos olhos dela. Ela entorpecida pergunta:

– O que você está fazendo?
– O que eu devia ter feito a quatro anos atrás. — Responde Denis, sem mais esperar ele a beija intensamente.

Durante o beijo de Denis e Rubby, finalmente! Pensei que isso não ia acontecer nunca! Bando de gente lerda! pensa Sarah sem se dar conta de que Lucas vinha em sua direção.

– Mas que jeito de nós nos conhecermos. — Fala Lucas.
– Pois é. Em um bar e de quebra antes de uma briga dessas. — Comenta Sarah.

Enquanto isso um marmanjo tenta fugir, Sarah despreocupadamente se abaixa um pouco e pega uma faca na sua bota, assim que a faca está em suas mãos ela a joga em direção ao marmanjo prendendo a camisa dele na parede.

– Nem pense nisso garotão, comigo aqui você não foge. — Fala Sarah.
– Nossa, como você é rápida! — Exclama Lucas.
– Obrigada. — Fala Sarah e virando-se para Denis e Rubby ela diz: — E vocês dois ai? Vamos deixar para se beijar depois? Temos que terminar o que começamos.
– Mas foi você que falou que era para eu beijar ela agora. — Defende-se Denis.
– Sim, realmente, eu disse, mais se eu soubesse que vocês iam demorar tanto eu não tinha falado nada. — Retruca Sarah. — Além do que, vocês vão ter muito tempo para isso.
– Infelizmente Sarah está certa D. Depois nós aproveitamos direito. — Concorda Rubby.
– Vamos prender logo esses caras. — Denis fala.
– Vamos ligar para o delegado Nascimento, ele cuida desses dois aqui. — Fala Sarah.

Notas finais
Muito mais por vir!