Insana

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Olá gente, Gabi Fujiki aqui. Espero que gostem ♥

Era quase três horas, eu estava de vigia na avenida. Essa hora da noite costuma ser bem parado, mas um carro correndo a mais de 110 km/h, não se pode ignorar. Liguei a sirene e dei partida, corri alguns quilômetros antes da pessoa parar no acostamento.

Sai do carro e caminhei até a janela da moça, que ao abaixar o vidro reconheci aquele lindo sorriso e aqueles olhos castanhos claros

- Anny? – Eu a olhei perplexo, havia cerca de cinco anos que não nos víamos.

- Jonh – Ela sorriu, e tocou o peito como se quisesse acalmar seu coração. Foi então que eu percebi que ela vestia um corpete preto, que destacava seus seios que pareciam tão deliciosos como nas noites que passamos juntos. Acho que ela percebeu que eu a observava de modo indecente, pois chamou minha atenção. – Há, perdeu algo ai? – Não sei se foi impressão minha, mas, ela não parecia brava.

- Han – vacilei – Preciso dos seus... eh ... Documentos.

- Ah, claro. – Ela se inclinou para procurar no porta-luvas, e não pude deixar de ver que aquela garota tinha curvas incríveis, melhor do que eu me lembrava. Quando ela voltou a se sentar seu rosto estava um pouco corado.

- Algum problema? – Ela parecia estar envergonhada.

- Estou sem os documentos.

- Me acompanhe mocinha, devo leva lá até a delegacia – eu sorri malicioso e ela correspondeu com um sorriso semelhante.

Ela saiu do carro, e cara como ela estava gostosa com aquela saia apertadinha, e aquele corpete colado. Resolvi me aproveitar da situação.

-Poderia encostar para eu revista-la? –Anny se inclinou no capô do carro e eu fiquei de queixo caído e ereto.

Eu a toquei na cintura, então desci para a coxa, devagar desci até sua perna nua, em seguida coloquei mão por debaixo de sua saia e toquei sua vagina, ela gemeu e foi tão bom escutá-la. Puxei a pela cintura para mim e a fiz sentir o que havia feito comigo.

- Melhor sairmos daqui. – sua voz mostrava o quão excitava ela parecia.

-Entra na viatura – Anny me obedeceu, e naquele momento estava pouco me importando se aquele carro era desconfortável, eu ia transar com aquela garota.

Quando entrei no carro ela já estava sem suas roupas e com um belo lingerie de renda preto. Não demorou, ela sentou no meu colo e desabotoou minha camisa e deitou meu banco.

Que gostosa

Não consegui mais pensar em nada, ela parecia uma profissional. Ela terminou de retirar minha camisa, e lambeu meu abdômen eu já estava muito excitado. Eu não queria mais perder tempo. Sem demora abaixei as únicas peças que me separava do prazer, então rasguei as dela, a mesma sorriu como se já tivesse feito isso diversas vezes.

Ela pegou um chapéu de policial, e cavalgou em mim, eu nunca imaginei que aquela menina tímida, havia se tornado uma mulher tão deliciosa.

Aproveitei aquele momento até que ela me algemou, e era tão sexy o modo como ela adorava me ver daquele modo tão incapacitado.

- Vamos fazer uma brincadeira – ela sussurrou de modo que não pude negar nada – Você é um bandido, eu sou uma policial nada misericordiosa – ela sorriu se divertindo com a situação, ela pegou um cassetete que estavam em meu cinto, e me bateu no peito o que me fez soltar um gemido de dor – bater apenas não basta – ela falava mais séria eu comecei a me assustar. Anny agora pegava a arma de fogo e apontou para minha cabeça.

- Anny o que você vai fazer? – quase gritei

- Querido — ela me beijou enquanto ainda roçava em mim – Entre no personagem – eu me calei – Como eu estava dizendo, o que você fez não será perdoado. Portanto, sua vida é o preço a ser pago – ela apertou o gatilho.

Nunca imaginei que ela me mataria, nem mesmo que seria capaz de algo que não fosse o bem.

As aparências enganam

Essa maldita frase nunca tinha feito tanto sentido. Então se quer uma dica para a sua vida?

Quando uma garota tão sexy dirige sozinha, as três da manha você deve suspeitar. Quando essa mesma garota se insinua para você, se afaste. Quando ela apontar uma arma para a sua cabeça, então saiba que é seu fim.

Notas finais
Gostaram? Por favooor mandem criticas.