Notas iniciais
Achei que o Nyah! não voltaria nunca mais, mas... o/ o/ o/ Sobre o capítulo: Profano, vulgar, quente, sexy. Como diz o McCatra: Vai começar a putaria, hauhauhauahua. Parei. Capítulo dedicado a minha person s2 Boa leitura!

Vanessa morava no segundo andar de um simpático edifício no Leme. Ela e Flávia subiam até o andar pela escada. A morena que era maior e mais forte comandava a situação prensando o corpo esguio de Vanessa contra o corrimão da escada. Suas roupas já estavam amassadas e o cabelo vermelho de Vanessa estava mais bagunçado que o habitual.
Vanessa abriu a porta do apartamento e a fechou com o pé causando um estrondo. Girou a chave trancando-a enquanto em suas costas Flávia descia beijando e profanando seu corpo ainda por baixo da roupa.
As duas caíram no sofá. Flávia por cima e Vanessa entre as longas pernas dela, gemendo alto.
– Faz tanto tempo que não faço isso, espero não ter perdido o jeito – disse Flávia tocando Vanessa com força por cima da calça.
– Que? – questionou a ruiva arquejando.
– Você achou mesmo que eu não tinha experiência nenhuma, Vanessinha?
– Cala a boca e mostra essa experiência – disse Vanessa puxando Flávia pelo lábio inferior.
A morena tirou a própria blusa e com pressa a ruiva tirou o sutiã amarelo pela cabeça.
Sua boca pequena se deliciou nos fartos seios de Flávia e essa por sua vez desabotoava o botão único da calça de Vanessa.
Flávia desnudou Vanessa num minuto, puxou-a pelas pernas e então fez sua boca encontrar o sexo branco e molhado da ruiva.

Clara dirigia como se tivesse que salvar uma vida. A mesma mão que mudava a marcha subia a saia de Marina até o topo da coxa da fotógrafa. Seus dedos escorregavam para a parte interna. Brincavam perigosamente na borda úmida da calcinha. Marina respirava lentamente.
– Amor... – resmungou Marina – Não faz assim... Eu já estou tão molhada.
Num impulso a fotógrafa inclinou-se para Clara e colocou o cabelo da morena de lado, mordendo seu pescoço.
Clara freou bruscamente no meio da rua ao tentar mudar de faixa. Parou o carro alguns metros à frente, tremendo de susto.
– Marina! – disse exasperada, mas com os pelos arrepiados – Caraca! Quer nos matar?
– Vem – disse a fotógrafa indo para o banco de trás não dando ouvidos a preocupação de Clara.
Estavam próximas à lagoa Rodrigo de Freitas, havia pouco movimento e muito perigo aquela hora da madrugada.
Quando Clara foi para o banco de trás a saia comprida de Marina já estava no assoalho do carro e sua calcinha no meio das pernas.
– Louca – disse Clara encaixando-se entre as pernas de Marina e massageando seu sexo embebido de prazer – Gostosa – disse no ouvido de Marina apertando sua mão no sexo e mordendo o maxilar dela.
Clara desabotoou sua calça e jogou a peça junto com a calcinha no chão do carro. Sentou na coxa de Marina encostando suavemente seu sexo também encharcado ali. Gemeu baixinho. Aumentou o contato rebolando e pressionando sua coxa no sexo de Marina.
Os movimentos de Clara começaram a ficar intensos e Marina gemia apertando as costas de Clara com suas mãos trêmulas de tesão. Clara abriu a blusa com botões de Marina o suficiente para tocar o mamilo com a ponta de seus dedos.
– Chupa, amor... – pediu Marina no ouvido de Clara.
Clara entendeu que não era ali que Marina queria ser chupada, mas havia tirado aquela noite para torturá-la. Clara abriu a blusa da fotógrafa e afastou o sutiã para o lado caindo de boca no seio branco e pintado de Marina. A morena usava toda a extensão de sua língua para saborear aquele pedaço nu da fotógrafa.
– Eu vou gozar, amor... Me chupa, vai... – pedia Marina.
Clara pressionou sua coxa no sexo de Marina segundos após gozar lambuzando Marina com seu desejo.
– Eu falei que hoje sou eu que mando, mocinha – disse Clara no ouvido de Marina e então ela sentiu o sexo de Marina latejar em sua perna.
– Você me faz gozar tão gostoso, sabia? – disse Marina ajeitando o sutiã e a blusa.
– Faço?
– Uhum! Você vai me matar desse jeito.
– Antes de te matar – Clara passou a língua molhada no pescoço de Marina – Eu – sua língua agora estava nos lábios entreabertos da fotógrafa – Vou fazer você gozar muito – mordeu o lóbulo da orelha de Marina com força.
Marina tentou puxar Clara para fazê-la gozar do jeito que Clara dissera, mas Clara já estava no banco da frente do carro ligando-o e acelerando rumo a Santa Tereza.
Clara parou de tocar Marina no trajeto até Santa Tereza deixando a fotógrafa intrigada. Marina se controlava para não atacar Clara novamente.
Chegaram a casa e quando Clara desligou os motores Marina insinuou avançar sobre ela. Mas foi detida com o dedo indicador da morena em seus lábios.
– Preciso de um banho. Tira a champanhe que deixei na geladeira – disse Clara roçando seu nariz no pescoço de Marina que sentiu-se molhar pela milésima vez aquela noite.
Marina chegou ao quarto e todas as luzes estavam apagadas, apenas os abajures, que estavam deslocados estavam acesos. Havia uma cadeira centrada no pequeno corredor atrás da cama.
A fotógrafa percebeu que Clara estava chegando, pois um cheiro de pitanga invadia suas narinas apuradas. Inebriando-a por completo.
Clara estava com os cabelos presos num rabo de cavalo frouxo e Marina tinha a boca meio aberta de espanto.
A morena foi caminhando lentamente tirando a garrafa da mão de Marina e colocando no balde prateado povoado de gelo que Marina segurava na outra mão.
– Você está mais cheirosa que o normal – disse Marina avançando.
Clara recuou.
– Quero jogar um jogo com você– avisou Clara, dois passos afastada de Marina – Senta – indicou a cadeira.
– Não é nenhum jogo mortal, né? – perguntou a fotógrafa rindo.
– Não... Claro que não. Só quero te matar de tesão – garantiu Clara com seus olhos semicerrados fixos em Marina. Apoiou as mãos nos braços da cadeira e continuou: – Vocêé forte? – seu tom de voz era sussurrado.
– Hum?
– Você consegue vencer um jogo resistindo?
Marina ergueu uma sobrancelha.
– Responde – pediu Clara mordendo o queixo de Marina.
– D-desse jeito fica difícil.
– É assim que eu gosto – Clara sorriu maliciosa e afastou-se – O jogo é o seguinte: Vou dançar pra você, mas você não pode me tocar, a não ser que eu permita. Você pode me pedir o que quiser, se eu achar que você merece, eu faço. Se me desobedecer eu paro e vocêé punida.
– Hum... – resmungou Marina não colocando fé nas palavras ameaçadoras – E qual é a punição?
– Isso você vai descobrir. Preparada?
– Sempre – respondeu pouco preocupada.
Clara pegou o controle remoto do aparelho de som e do lugar onde estava deu play. Clara batia o pé no chão no mesmo ritmo da bateria de Mattew Helders, sem tirar os olhos de Marina que tinha os olhos arregalados. Jamie Cook começou a tocar seus rifles de guitarra e logo em seguida Do I Wanna Know? do Artic Monkeys começou a preencher o quarto silencioso com sua batida lenta.
Então Clara começou a abrir o roupão que cobria seu corpo.
– Ai... Não... – disse Marina mordendo o lábio inferior e se arrependendo de ter aceitado aquele jogo.
De costas Clara desamarrou o nó que prendia o roupão. Desceu rebolando e quando subiu o roupão escorregou pelo seu corpo. Ela voltou à posição inicial e a fotógrafa arfou.
Clara usava um fio dental com rendas delicadas na cintura. Uma cinta liga descia por suas pernas torneadas prendendo meias de um roxo não tão escuro. Ela contou até três silenciosamente enquanto seu corpo se movia no ritmo lento da música.
– Clara... – disse Marina engolindo em seco.
O sutiã meia taça emoldurava os pequenos seios da morena. Era no tom da meia e tinha alças que terminavam numa tira dupla, detalhadas com pequenos strass.
A provocadora apoiou o pé na cadeira, entre as pernas de Marina e soltou os cabelos que caiam em cascata. Balançou a cabeça lentamente e abriu um sorriso safado, feito de malicia e desejo. Clara abaixou a perna e de costas rebolava a centímetros do rosto de Marina. Marina inclinou-se para frente o suficiente para seus lábios roçarem à bunda de Clara. Essa por sua vez ao sentir o movimento se afastou. E provocou Marina ainda mais insinuando tirar o sutiã.
Ao final de Do I Wanna Know? Clara estava de costas, as mãos quase apoiadas no chão e sua bunda estava novamente a milímetros de Marina.
A fotógrafa roçou o nariz no músculo desenhado inalando o cheiro doce de pitanga, subiu a língua por toda extensão até o centro.
Não aguentou a vontade de mordê-la e prendeu entre os dentes a pequena tira da lingerie, arrebentou-a.
– Sem me tocar – disse Clara virando-se de frente e mordendo com força o lábio inferior de Marina que inclinou-se para um beijo que não aconteceu. – Vou ser obrigada a te amarrar.
Clara tirou os elásticos que prendiam a calcinha a meia e tirou a lingerie, amarrando as mãos de Marina atrás da cadeira.
Edge Of The World do Faith No More começou a tocar e a performance de Clara de fato iniciou.
Com os braços erguidos ela movia o quadril lentamente e descia as mãos passando por seu corpo, abaixando com as pernas abertas. Colocou a mão em seu sexo que já pulsava e tentou ignorar subindo a mão por sua barriga.
Clara rodeou a cadeira, parou atrás de Marina e mordeu sua orelha, desenhando-a com sua língua.
– Clara... – resmungou Marina – Deixa eu te tocar.
– Se você me tocar eu paro. Quer que eu pare? – perguntou descendo a boca pelo pescoço, o sotaque carioca chiando no ouvido de Marina.
Clara se afastou e continuou sua dança hipnotizante. Ela colocou a mão na alça de seu sutiã e a tirou, jogando no colo de Marina. Tirou a outra e fez o mesmo.
Marina sentia seu desejo umedecer a cadeira, sentia escorregar. Seu coração estava tão acelerado que ela não conseguia pensar em mais nada, ainda mais quando Clara se aproximou e quase tocou seus lábios.
Clara caminhou como se desfilasse até a imensa fotografia de Marina que ali estava e desceu o corpo pelo quadro. Ficou de costas, as mãos apoiadas a foto e o quadril ia de um lado para o outro, lenta e compassadamente.
Ela voltou para frente de uma Marina que começava a suar frio. Foi até as mãos amarradas e tirou as tiras que as prendiam
– Tira a minha meia – disse Clara recolocando a perna na cadeira – Pode tirar.
Marina segurou a coxa de Clara, insinuando se levantar, mas Clara a barrou com a mão no ombro.
– Nada disso – Clara deu um tapa na mão de Marina – Só a meia.
– Eu não sei brincar disso... – confessou Marina – Preciso de você, amor... Eu tô tão... Molhada...
– É? – Clara abaixou-se. Seu rosto ficando à altura do sexo de Marina. O cheiro intoxicando seus pulmões, sua boca salivou, mas ela resistiu. Tirou a saia de Marina e afastou a calcinha da fotógrafa passando o dedo indicador no sexo encharcado.
– Ainda não – disse levantando e chupando o dedo – Me pede alguma coisa. Eu faço.
– Rebola pra mim.
Justify My Love da Madonna embalou o pedido de Marina.
Clara sentou no colo da fotógrafa, os seios de Marina cobertos pelo tecido estavam tensos e Clara os sentia em suas costas.
– Deixa eu te tocar Clara – pediu Marina em meio aos cabelos de Clara – Eu... Eu... – Clara rebolava lenta e intensamente.
– Você... – instigou Clara virando-se de frente, parando em pé com o tronco flexionado. Ela delineou os lábios de Marina com a ponta de sua língua. Beijou a pinta abaixo do lábio inferior e depositou um beijo rápido.
Marina não respondeu, pois Clara se afastara dela, mais uma vez, agora abrindo com uma mão só o fecho do sutiã que ficava na frente.
– Amor... Não vou aguentar mais, eu estou quase... Quase gozando – choramingou Marina.
– Goza pra mim então – disse Clara aproximando-se e conduzindo a mão de Marina pelo próprio corpo da fotógrafa.
Marina desceu a mão fria pelo corpo e encontrou seu sexo pulsante. Começou a se tocar enquanto Clara usava apenas a boca para enlouquecê-la. A fotógrafa esfregava o clitóris enquanto a outra mão apertava o seio por sobre a blusa subindo pelo pescoço alvo.
Clara chupava os lábios pálidos de Marina, subia e descia a língua pelo pescoço e quando a fotógrafa gozou Clara segurou a mão de Marina ainda no sexo encharcado, pressionando-o. Marina estremecia completamente alucinada.
Sem conseguir se controlar por mais nenhum segundo Marina avançou sobre Clara, prensando o corpo da morena contra a mesa que estava atrás da cadeira.
– Você vai se arrepender de ter feito isso – disse Clara segurando as mãos de Marina contra seu peito.
Como uma refém, Clara conduziu Marina para a cama e a jogou subindo em cima dela. Seu sexo já embebido de tesão umedecendo ainda mais o tecido da calcinha de Marina. A morena arrancou a blusa de Marina com as duas mãos, fazendo os botões desaparecerem de vista, o tecido fino se rompeu com facilidade. Marina não conseguia dizer nada, queria ser dominada e estava adorando o modo como Clara estava fazendo aquilo.
Clara passou a mão por detrás da cabeça de Marina e tirou debaixo do travesseiro um tecido preto.
– Você vai me amarrar de novo? – perguntou Marina.
– Falei que você pagaria por seus atos – Clara enrolou o tecido num pulso de Marina, depois no outro e depois de se certificar que estava bem firme amarrou à cabeceira.
A música já tinha parado e Clara agora só queria ouvir os sons dos gemidos de Marina. A morena garantiu que a fotógrafa não sairia tão fácil dali e foi buscar a champanhe, encheu a taça e voltou para cima de Marina.
Despejou um pouco do líquido nos lábios da fotógrafa, beijou-os com insensatez. Sugou o lábio inferior com força, Marina gemeu e Clara saiu de cima. Ajoelhou-se ao lado de Marina e fez o líquido espumante escorrer do vale dos seios até o umbigo da fotógrafa, formando uma pequena poça. Sua língua circundou o umbigo e mordidas apertaram a carne já fragilizada e excitada.
– Ai Clara... Acaba logo com isso – suplicou Marina retorcendo-se.
Clara desceu a boca pela coxa esquerda, beijando a parte interna enquanto a outra era provocada pela mão que a apertava. Marina exalava um cheiro forte e doce, Clara engoliu em seco. Tirou a calcinha laranjada manchada da lubrificação de Marina. Deu leves chupadas na virilha de Marina.
– Clara! – Marina estava visivelmente irritada – Clara...
– Que foi?
– Eu vou acabar com você quando sair daqui, sua cachorra – disse Marina entre os dentes.
– Você quer sair dai? – Clara chupou um grande lábio e Marina gemeu.
– Aí...
Clara chupou o outro, se afastou passando a língua nos lábios e sorriu.
Ela abriu a gaveta da pequena cômoda e tirou um dildo duplo e vermelho. Exibiu o objeto para Marina com um sorriso sarcástico.
Marina umedecia os lábios com sua língua, imaginando ser Clara e os arrepios percorriam seu corpo como ondas eletromagnéticas.
Clara umedeceu o dildo com sua saliva e o escorregou entre seus seios.
Marina observava arfando. Puxava os pulsos que ardiam em meio ao pano.
Clara ajoelhou entre as pernas da fotógrafa e disse em seu ouvido:
– Quero te enlouquecer – desceu o dildo pela extensão do corpo suado e branco – Quero te fazer gozar, quero beber do seu desejo...
– Me solta, vai – pediu Marina com olhos pidões – Vamos fazer isso juntas.
– E quem disse que não faremos?
Clara, ainda por cima de Marina e introduziu o objeto nela.
– Aí, caralho Clara – xingou Marina sentindo o sexo latejar compulsivamente.
A morena fez um vai e vem vagaroso, o líquido de Marina fazendo um barulho com os movimentos.
Clara continuou estocando Marina enquanto se ajeitava. Sentou de frente para Marina e depois depositou seu corpo quente na cama, o lençol colando às costas. Ela introduziu a outra ponta em seu sexo e gemeu alto. Apoiou os cotovelos e desceu o quadril, subindo em seguida. Marina torcia os pulsos enlouquecida.
A fotógrafa que já estava excitada antes mesmo de o jogo começar gozou rápido, trepidando. Clara se masturbava ainda movimentando seu corpo. Gozou em seguida com leves espasmos. Tirou o brinquedo de seu sexo e os dedos cheios de seu gozo foram parar nos lábios de Marina assim como sua boca que segundos depois devorava a da fotógrafa que devolvia os beijos com mordidas impetuosas.
Elas continuaram se beijando. Clara segurava o rosto de Marina com suas mãos quentes, passava as unhas e sentia o hálito quente da fotógrafa sair junto com os gemidos que ela dava.
Clara desceu a mão pela lateral do corpo de Marina, apertando, arranhando...
Tirou os lábios dos dela sem aviso e os colocou num seio, enquanto no outro sua mão brincava com o mamilo intumescido. Saboreava-o com toda sua boca, puxando o mamilo com os dentes fazendo Marina tremer e gemer.
A fotógrafa arfava, seu peito subia e descia, a boca estava seca e seu corpo suava. Não tinha mais forças para lutar contra.
Clara introduziu três dedos de uma só vez e sua boca separou os grandes lábios sugando o clitóris que já estava vermelho. Marina se contorcia, esfregando os calcanhares no colchão, arqueando a coluna, transformando os gemidos em quase gritos.
– Me solta, Clara! – pedia Marina em meio às estocadas que estavam cada vez mais violentas – Oh... Eu vou te matar.
Clara alternava as chupadas com tapinhas no clitóris de Marina. Esfregava com força. A morena penetrou a fotógrafa novamente e quando deu por si, Marina gozava mais uma vez. O sexo da fotógrafa havia perdido sua tonalidade rósea, assumira um vermelho intenso, como se o sangue daquela região se concentrasse todo ali.
Clara lambeu o sexo uma vez mais e quando olhou para cima o rosto de Marina estava pálido, os pulsos pareciam que sangrariam.
Quando viu que o objetivo havia sido atingido desamarrou Marina.
Clara beijou os pulsos de Marina, essa por sua vez, completamente exausta aceitou o carinho e começou a beijá-la com calma.
A fotógrafa desceu a mão até a bunda de Clara apertando-a. Depois subiu parando na nuca. Enrolou na mão o cabelo e puxou, afastando as bocas.
– Achou que ia sair ilesa, vadia? – perguntou Marina com um sorriso maléfico puxando Clara para cima.
Marina puxava com força o cabelo de Clara. Ouviu o pescoço da amada estralar e sorriu.
Clara se assustou princípio, nunca vira os olhos de Marina tão faiscantes de raiva e desejo.
A fotógrafa soltou Clara com força subiu em cima dela segurando seus pulsos acima da cabeça, encarando o rosto assustado por alguns segundos, depois levantou.
De dentro da cômoda azul de duas gavetas Marina tirou um strap on roxo, um pouco curvado e generosamente espesso. Antes de se virar, Marina sentiu Clara escorregar o corpo moreno no dela e lamber todo o sexo da fotógrafa, indo até o centro de suas nádegas repetidas vezes.
A fotógrafa colocou o strap on sobre a cômoda e fez Clara acreditar que havia virado o jogo a favor. Mas antes de sentir o gozo inundar seu ser, Marina virou-se de frente e jogou Clara na cama.
– Você está literalmente fodida comigo, Clara – disse Marina vestindo o acessório – Muito fodida.
– Fode sua vadia – provocava a morena.
Marina puxou Clara pelos ombros, estavam sentadas na cama. A fotógrafa esticou as pernas e Clara pegou o acessório inserindo dentro de si e soltando um gemido rouco.
Clara começou a rebolar devagar enquanto sentia a pele arder com os tapas e apertos que Marina dava.
A morena segurava os cabelos da fotógrafa e mordia da mandíbula à orelha, passando pela boca faminta.
Clara gemia e apertava o seio de Marina com uma mão enquanto a outra a segurava pelo pescoço. Estava quase gozando.
Marina empurrou Clara caindo sobre ela.
– Não, não... – disse Clara quando Marina começou a tirar o objeto de dentro dela.
– Vou te foder, de costas – Marina girou o corpo de Clara, mantendo-a deitada no colchão.
Marina introduziu a ponta do objeto no sexo molhado, Clara tremeu. A fotógrafa avançou mais alguns centímetros. Apoiou as mãos nas nádegas bronzeadas, apertando-as, separando-as. Marina deitou sobre Clara não parando de movimentar seu quadril.
A fotógrafa continuou estocando Clara, agora mais rápido e mais forte. Pegou-a pelos cabelos, em tom autoritário dizendo:
– Levanta! Fica de quatro pra mim.
Obediente Clara ficou. Marina não interrompia seu trabalho.
– Aí, Marina... Aí... Aí – gemia Clara suando.
– Tá doendo?
– Não – murmurou ofegante.
– E agora? – a pergunta saiu juntamente com uma estocada forte e profunda. Marina começou a esfregar o clitóris inchado e vermelho com força. Um pequeno jorro saiu de Clara, molhando o lençol já bagunçado, derramando-se em suas coxas.
Clara gritou e não aguentou a intensidade do orgasmo. Jogou o corpo na cama enquanto Marina se livrava do acessório
– Vou te chupar tanto... – disse Marina rolando o corpo de Clara para cima.
Clara abriu as pernas com um sorriso e uma mordida no lábio, os olhos fixos em Marina.
– Chupa sua putinha, chupa.
– Minha putinha gostosa – disse Marina deitando-se sobre Clara – Minha delícia – Marina mordia Clara marcando a pele morena.
– Eu sou louca por você – disse Clara dando um tapa na bunda de Marina, apertando em seguida.
– Bate de novo – pediu Marina com as costas dos dedos na parte interna na coxa de Clara.
Clara bateu! Apertando Marina ainda mais em seu corpo em seguida.
A fotógrafa desceu pelo corpo de Clara disparando mordidas e lambidas. Sua boca encontrou o sexo pronto para ser devorado e as mãos de Marina massageavam os seios.
Os espasmos se tornavam intensos e o sexo de Clara queimava. Mas o tesão que Marina despertava era maior que qualquer coisa.
Clara espalmava a cama, rebolava, puxava os cabelos de Marina que já estava ficando sem fôlego, mas ainda saboreava o sexo quente. Quando a morena gozou Marina sentou em seu ventre, a olhou nos olhos e passou a língua nos lábios lambuzados, chupou os dedos e disse:
– Eu também sou louca por você.