Infinity

2 Chapter Two - The challenge idiot.


Notas iniciais
Nem sei se está bom a Fic, mas vou continuar postando. (:

Estamos na casa do Gerard e do Mikey. O clima está tenso, porque geralmente eu e o Mikey animamos a casa.

- Vocês podem voltar a se falarem? Tá um saco ficar olhando pra cara um do outro — diz Gerard.

- Ela que me peça desculpa — Mikey cruza os braços.

- Eu que tenho que te pedir desculpa? Você ia me dar um fora, você sabe que eu odeio isso. E eu só levantei, não tenho culpa se você fica irritado quando não te deixam te dar um fora! E você que é o culpado, pois foi ignorante comigo. Então, você, venha e me peça desculpa — cruzo os braços, também.

- Não entendo — Lindsay fala. — Qual foi o motivo por vocês brigarem?

- Um motivo idiota. Ele ia me dar um fora, eu levantei e saí andando. Ele foi na minha direção e eu disse que teria que tomar uma coca em dois minutos. Aí ele disse: "Se vira, você não é a fodona?". Entendeu? — olho para ela que acena positivamente com a cabeça.

- Isso não teria acontecido se você não tivesse levantado! — Mikey aponta o dedo para mim.

- Olha só, Mikey — ponho a mão no meu cabelo e o jogo para trás. [N/A: Ignorando com poder. u_u] — Desculpa, tá legal? Não dá pra ficar sem falar com você, é impossível. Além do mais, nossas brigas são ridículas, motivos idiotas — ri.

- Tem razão. Desculpa também — levantamos e nos abraçamos.

- Amém, Senhor! — Gerard dá um pulo do sofá e faz amém com as mãos, olhando para cima. — Assim está melhor. Agora, o que faremos?

- Não sei. Você não tá esperando o Frank? — sento do lado do Mikey.

- Estou. E esqueci disso também... Afinal, cadê esse muleque?

A campainha toca.

- Não morre tão cedo — digo.

Gerard vai atender a porta e volta para a sala.

- Todos vocês já conhecem o Frank, não é? — acenamos positivamente com a cabeça. — Então, vamos sair.

- Pra onde? Tem algum lugar interessante nesta porra? — pergunta Mikey.

- Vamos pra casa da Joanne, dã.

Folgado.

- Espera aí, quem disse que eu deixei? Quem disse que eu quero vocês lá? — pergunto.

- Eu disse — diz Gerard.

- Não! Não falei com o meu pai e vocês sabem que ele é um saco em relação à isso, já falei.

- Simples, liga pra ele — me entrega o telefone.

- Ai, meu saquinho — pego o telefone. Digito o número da minha casa e levo o telefone ao meu ouvido. — Alô?

- Quem é? — pergunta meu pai.

- Sua filha. Ô pai, aquelas pessoas que eu levo pra casa quase todo dia, podem ir aí?

- Pode, desde que você não encha a minha paciência e nem eles, tudo na paz — diz.

- Em 20 minutos estaremos aí, tchau — desligo o telefone. — Vamos, né — todos se levantam do sofá.

- Esperem lá fora, vou tirar o carro da garagem.Fizemos o que ele disse.

- Pai? Chegamos — digo entrando em casa. — Vamos subir, ele provavelmente está lá no quarto. Nem pertubem ele, pelo amor de Deus.

- Pode ficar tranquila, não daremos a louca aqui — afirma Ray.

Fomos para o meu quarto.

- Eu tenho pensando a umas semanas atrás eu um desafio para nós — fala Gerard, que se deita na minha cama. Folgado.

- Que tipo de desafio? — Lindsay pergunta.

- É o seguinte, — senta na cama. — como o Frank entrou no grupo, ficou um "grupo par" aqui. Aí, como eu sabia da existência dele a mais tempo que vocês, andei pensando nisso: Vamos ficar na casa de alguém desse grupo por duas semanas.

Interrompo-lhe.

- Espera. Isso é um desafio? Tem certeza? Não confundiu a palavra desafio com rotina, não? — todos riem.

- Vai deixar eu concluir, sabixona? — rio. Aceno positivamente com a cabeça. — Obrigado. Voltando... Vamos dá um exemplo: Eu e o Ray. Eu vou ter que ficar andando com ele, dormir com ele, — dou um sorriso perverso. — para de pensar merda Jo — todos riem. — Dormir em sentido de dormir, não de gratinar — revira os olhos. — Voltando, DE NOVO — enfatiza bem o "de novo". — Só que eu não posso ficar com a Lindsay, tem que ficar com alguém diferente, nada de namorado, namorada, amigo, amiga. Entenderam?

- Sim — respondo por todos. — Mas pode falar com os outros?

- Só durante as aulas. Mas você tem que ficar o tempo todo, dando atenção total ao seu parceiro — aceno com a cabeça. — Posso falar as duplas?

- Pode — Mikey responde.

- Eu e Ray, Lindsay e Mikey e Joanne e Frank — sorri. — Todos de acordo?

- Por mim tudo bem — falo, e os outros concordam com a cabeça.

- O desafio começa agora — bate as mãos. — Frank, fica aqui na casa da Jo. Ray vai pra minha e Mikey pra da Lindsay — levanta da minha cama. — Toma cuidado com a Lindsay, seu vadio.

- Ihh, não vou roubar a sua namorada. Confia nem no seu irmão, cruz credo — sai do meu quarto.

- Tchau, Mikey, boa noite também! — o resto sai.

Olho para o Frank, que está parado olhando para a minha cara. A gente nem se conhece direito e ele já dorme na minha casa? Meu pai vai me matar!

- E...? — pergunta-me.

- Vamos... Comer?- É, estou com fome — saímos do meu quarto.

Notas finais
Gostaram? .-.