Notas iniciais
Ráaaaa!!! Tia Amanur tarda, mas não falha! Ou, pelo menos, espero que não! T__T
Mas enfim, um século depois... mais um capítulo! XD
Boa leitura aos que ainda se lembram que a fic existe! :D

INCÓGNITA: SEXO, DROGAS E ROCK N ROLL

By Amanur

Capítulo 6 — Praia

Infelizmente, a bebedeira e bobeira não duraram muito, graças ao loiro fofo. Naruto ia resmungando de canto, excluído com dor de barriga, nos agraciando com seu incrivelmente intoxicante gases intestinais, enquanto eu já estava começando a sentir os efeitos do calmante-relaxante ao qual fui involuntariamente obrigada a engolir. Aquele cheirinho peculiar de ovo podre misturado com carniça era inspirador! Inpirava mais alguém a fazer o mesmo, aproveitado a situação lamentável do Naruto. Um coverde, isso sim! Acho que nem a coitadinha da Hotaru não suportaria isso! E olhe que tínhamos todas as janelas do carro abertas! E quem podia, já estava com o cabeção para fora, por que o cheirinho ali dentro daquela latinha era capaz de matar qualquer mosquito. Agora acrescente isso, ao calor infernal que fazia ali dentro, com todo aquele povo aglomerado! Acho que nem sendo a pessoa mais famosa do mundo, eu teria um dia de glória sequer para desfrutar!

— Por que você não alugou um ônibus, Itachi?! — Neji resmungava abanando o chapéu do Gaara no pescoço, enquanto segurava a cabeleira com a outra mão — Se tivéssemos em um ônibus com ar condicionado, não precisaríamos morrer vergonhosamente desse jeito! — desta vez eu tive que concordar, enquanto Naruto resmungava desculpas.

— Segura a tua onda, tá, Neji?! — o cabeludo dois respondeu. Mas ele dizia isso só porque estava bem belo na janela do motorista, pegando o vento direto no rosto, com os cabelos esvoaçando na cabeça do Kiba — Não é bom para a reputação da banda sair fazendo gastos desnecessários, com coisas que mal podemos pagar ainda!

— Mas do que esse idiota está falando? — Sasuke resmungou — A gravadora paga qualquer merda que agente pedir! — e então, o idiota olha para mim — Opa, acho melhor não falar em merda não! — err.

Sasuke percebeu que havia algo de errado comigo, quando comecei a remexer a bunda de um lado para outro nas pernas dele. Achei que ele fosse fazer uma de suas piadinhas pervertidas, mas não! Ele se apavorou, apenas. Mas é claro! Afinal, devo ter traumatizado todos eles com o episodio do xixi no palco. Tadinhos...

Tadinha de mim, isso sim! WQYT#$TW$&E%U#Y@WT#!

— Acho bom você segurar bem esse seu orifício cagoso aí, se não quiser voltar para casa bangela, você está me ouvindo? — ele rosnou em meu ouvido, cheio de paixão para dar e vender mesmo. Por que pra mim, ele não tinha nada! Nem compaixão! Tsc! E a culpa era dele! Toda dele! Sempre dele! Grrr.

Mas tá, né?! Fiz o possível e o impossível para manter o olhinho de trás fechadinho, tapadinho. Ái de mim, se deixar escapar alguma coisa! Mas com todo aquele fuzuê ali dentro, estava difícil. Complicado, até! Por que ainda por cima, eu fazia de tudo para não rir também! Se eu risse, já era! Só que tinha alguns palhaços me provocando, me testando. Neji era um deles, é claro. Mas só por que o cretino estava louquinho para ver o Sasuke coberto de chocolate derretido.

Eca.

— Sakura, sabe por que todo japonês é inteligente? — o cabeludo perguntou. E Kiba já ficou antenado, de braços cruzados, sabendo que dali só podia vir merda. Digo: bobagem. Err. Só não entendi por que Sai estava todo sorridente, mas tudo bem!

— Não, meu querido, eu não sei. — respondi.

— Porque eles têm um micro entre as pernas. — eu sorri, mas não por causa da piadinha! Foi por que Kiba puxou os cabelos do cabeludo até dar de cara no “micro” do japa dois.

— Que tal meu micro, seu filho da puta?! — o japa resmungou.

Nisso, Naruto, o piadista, resolveu contar uma também. É claro.

— Sakura, por que a polícia não gosta de sabão?

— Não sei.

— Porque ela gosta de DETER GENTE! UIHAIUAHUIAHAUIHIA! — só ele riu, e ainda soltou um peido, para aumentar nossa infelicidade dentro daquela van — Tenho outra, outra, outra! Oh, como se fala top-less, em chinês?

— Não seeeeeei, Narutooo...

— Xem-chu-tian.

Ai meu Deus, me acuda!

Revirei os olhos, e olhei para o meu namoradinho meigo.

— Sasukete, querido, eu não me importaria se você me matasse agora.

— Eu estava pensando a mesma coisa.

— Transmissamento de pensação.

— É... Hein? — ele pergunta, fazendo aquela cara de desentendido dele.

— Você é tão lindo... — ele cerrou os olhos, desconfiado. Aprendeu comigo a desconfiar de quem elogia, eu acho.

Que seja cerveja com cereja na igreja, como Neji disse. O trajeto do aeroporto até o hotel levaria umas duas horas de viagem. É. DUAS HORAS! Tipo assim, nem a pau que eu agüentaria duas horas de olho fechado, né?! Eu já estava ficando vesga lá em baixo, fazendo força ali e dançando a bunda de um lado para outro no colo do emo. Todo mundo ficou mudo dentro daquela van, de repente, ouvindo os estrondos da revolução que acontecia em meu estômago e intestino. Ia ser algo de arromba mesmo! Arromba meu olhinho de trás, isso sim! Sasuke já estava imóvel, olhando para o teto. Nem me tocava mais, o desgraçado. Até que, em uma das trovejadas estomacais, ele surtou e me jogou para cima do colo do cabeludo um.

Rapaz, para quê ele fez isso?

— Toma! Ela é toda tua! — o miserável disse.

— Ah, obrigado, mas não precisava! Não quero ela mais, não! — o cabeludo retardado responde. E lá fui eu voando até o colo do Amoreco.

— Puta merda! E QUE MERDA, NÉ?! CAI FORA. — e lá fui eu voando para o colo do Kiba, que mal me tocou! Me fez voar com um chute nas ancas até o Sai que, de lá, fui parar no sobrancelhudo.

Pois é. Resolveram fazer da Sakurinha aqui, bolinha de ping-pong. Foi algo triste de se ver. Ninguém me queria! Magoei.

Olha, menino, fiquei com tanta raiva — fora a vergonha que me fizeram pagar na frente do groupie medonho, é claro! — que a vontade que tive era de despejar tudo ali, no meio da cara deles mesmo, e pronto! É, eu queria atolar a cara deles! É isso mesmo! Tsc!

Mas pelo menos o Itachi teve a doce misericórdia de parar a van no meio da estrada. E lá se foi a Sakura cagar no matinho. Literalmente. E o mais triste de tudo era ter que ouvir as flatulências do Naruto, no mato vizinho. Uma hora tive que baixar a cabeça, achando que estava havendo algum tiroteio por perto. Juro! A situação dele era muito mais grave, coitadinho. Bom, pelo menos eu não sofri sozinha. Sofremos juntos para limpar a bunda com a bandana do cabeludo, que a ofereceu involuntariamente.

— Oh, um limpador de cús novinho para vocês! — o emo (claro que tinha que ser ele!) simplesmente arrancou o negócio da cabeça do príncipe. E Naruto, que não era bobo nem nada (só se fazia de retardado mesmo), voou para o meio do mato comigo e o paninho nas mãos, sem nem pestanejar.

Só nos restou deixar o cabeludo grunhindo de ódio pelo emo para trás. Então, imaginem: eu fiquei com o verso da bandana, e ele com o outro.

Ou não imaginem, se preferirem! E nem nos pergunte como fizemos!

— NEJIIIIIIII! — Naruto berrou, por que tivemos que nos afastar um tantinho da estrada, é claro — VAI QUERER A TUA BANDANA DE VOLTA? — aí, desta vez, eu tive que rir!

— VAI TOMAR NESSE TEU ORIFÍCIO CAGOSO, NARUTO!

Só que alguém nos surpreendeu.

— EU QUERO, EU QUERO, EU QUERO, EU QUERO! — pois é! Agora eu teria que chamá-lo de “o cara do popis”!

Naruto me olhou torto, e atirou o pano bem longe antes que o idiota nos alcançasse. Só Deus sabe o que ele iria fazer com aquilo!

Mas uma coisa eu digo! Não há nada melhor no mundo do que a sensação de ter seu intestino livre, leve e solto! Me senti três quilos mais magra! Err.

Ah!, e eu tinha algo a perguntar para o loiro, no entanto.

— Por que diabos você leva um laxante para uma viagem, Naruto?

— Com licença! Desculpe-me por ter o intestino preguiçoso! — ele disse de um jeito que parecia até ter orgulho por aquilo. Eu, hein?!

Bom, na volta para a van, ninguém quis sentar perto de nós. Éramos vistos como se tivéssemos sarna e piolho. Então, só me restou ir sentada no colo do loiro. Pelo menos ele me entendia.

E o tal de Utakata, ex-cara-do-xixi, estava emburrado e de braços cruzados. Juro!

— No dia em que vocês morrerem, aquela bandana poderia virar história! — ele resmungava.

— E quem disse que eu quero ser lembrado por cagar no mato? — Naruto resmungou em meu ouvido. Dei de ombros, percebendo que o Neji já estava com uma nova bandana na cabeça. Como isso é possível? Ele devia carregar uma coleção inteira nos bolsos! Não quero nem saber por que...

E assim, o restante da viagem seguiu em silêncio, depois que os meninos resolveram trocar de roupa, para não entrarem no hotel vestidos de meninas. O que foi um sufoco para todos nós, também, por que se via bundas e pernas peludas para todos os lados! Bom, imagino que deva ter sido um sufoco para os meninos do groupie, por que para mim mesmo, não! Ahém. Mas não houve álcool, nem cigarro algum, capaz de quebrar aquele constrangimento. Coitadinhos. Not.

E então, finalmente, chegamos. Hospedamos-nos em um hotel vinte estrelas. Mas aquilo parecia um resort, um paraíso tropical. Tinha coqueiro para todos os lados, e cadeiras com sombrinhas. Tinha até piscina! Tipo, ele ficava bem em frente ao mar, mas alguém achou que no mar não havia água suficiente para todo mundo, e resolveu pôr uma piscina ali também, sacou? Err. Sim, eu sei que há pessoas que não gostam do mar. Tsc! Bando de gente louca. Não entendo por que há alguém que não gosta de água salgada, quentinha, cheia de xixis e cocôs (animal e humano), espermas, lixo tóxico, sangue e mais um monte de animais mortos. É incompreensível mesmo!

Como não era época de alta temporada, o hotel estava meio vazio. O que foi um alívio — principalmente para o emo—, lembrando do nosso último encontro com fãs. Os apartamentos do hotel ocupavam um andar inteiro com três quartos, cada. Todos com camas de casal. Itachi alugou o penúltimo andar para nós, e o esquema estabelecido foi o seguinte: eu, Sasuke e Itachi num quarto; Naruto, Neji e Amoreco em outro; e Kiba, Sai e Lee em outro.

O nosso groupie dos horrores se hospedou em outro hotelzinho mais barato por perto, mas foram conosco até lá. Itachi ia acertando a reserva que fizera com a recepcionista, enquanto aguardávamos com a nossa bagagem no saguão do hotel. Mas do jeito que ele se debruçava no balcão todo sorridente, passando a mão nos cabelos, se fazendo de charmoso, percebemos que aquilo ia levar uma vida inteira! Tsc!

Fiu, fiu! — o cara do popis assoviou — Hotel bacana. — de fato era tudo muito limpinho, arrumadinho e branquinho.

— Ah!, mas saiu por um precinho bem pequenininho! — de repente, o Carneiro salta para o nosso lado — Foi uma pechincha mesmo. Eu juro! — tipo, eu hein?! Num instante ele estava ali, e no outro aqui! Muito estranho...

— Nessas horas as habilidades na arte de sedução fajuta são úteis mesmo! — Amoreco comenta, com a boca cheia de amendoins que encontrou em um vasilhame, numa das mesas de espera. E Itachi apenas fez careta para ele.

Depois de tudo acertado, fomos para o apartamento. Tipo assim, oh: a sala era enooooooooooorme. A cozinha era enooooooooooooooooorme. O banheiro era enoooooooooooooooorme. A sacada era enooooooooooooooorme. Os quartos eram enooooooooooooooooooooooooooormes. Ali dentro, só eu e minhas pitangas eram pequenininhas mesmo! Tsc. Por que até os meninos eram enoooooooooormes... Delícia...

Ahém!

As malas foram acomodadas em seus respectivos lugares e, então, voltamos para a sala, onde o grupinho de horrores nos esperava bem acomodadinhos, sentados nos sofás bacanas com pés nas mesas e mãozinhas atrás da cabeça. Pareciam estar tão bem acomodados como se estivessem em casa. Umas graçinhas medonhas.

— O que vocês têm na agenda para hoje? — o ruivo dos piercings perguntou.

— Cara... — Neji olhou seu relógio de pulso — Já são nove da noite... Eu acho que agente devia ir para a praia! — ele diz assim, bem sério.

— Apoiado! — Amoreco já estava se desfazendo da camisa, junto com Lee e Sai.

Então tá, né?! Voltei para o quarto, para pegar meu biquíni que havia posto na mala. Sasuke e Itachi vieram juntos, enquanto o restante já corria para a areia.

— Eu vou ficar! — Itachi dizia, se jogando na cama — Preciso avisar aos produtores que já chegamos, e confirmar a hora em que nos encontraremos amanhã para começarmos a gravação.

Virei-me de costas para vestir o sutiã do biquíni, percebendo que o cabeludo se acomodava na cama para dormir, na verdade. Sasuke deve ter percebido isso também, por que me olhou estranho. Hum. Mas me olhou estranho por tempo demais.

— É impressão minha, ou teus peitos estão diminuindo? — Q#WYTWT&U%$W&ET! Vai ver eu mereço mesmo!

— Deixe-me ver! — carneirinho ainda diz, e Sasuke quase acertou o sapato na cara dele.

Enfim, serafim. Sasuke também trocou de roupa, substituindo a calça jeans por uma bermuda jeans, enquanto o Itachi debochava do maninho por ele usar sunguinhas até os dezesseis anos. Eu fiquei imaginando o Sasuke de sunga, com dezesseis anos. Lembrei de ter visto uma foto antiga do Itachi, em certa ocasião quando ainda namorávamos, e o Sasukeaparecia de costas para a foto. O Itachi dizia que ele usava um frasco de gel por dia para conseguir deixar os cabelos arrepiados atrás, quando tudo o que ele precisava fazer era meter o dedo numa tomada para conseguir o mesmo efeito! O precesso seria muito mais rápido, mais prático e mais barato. Hehe.

Ainda bem que não o conheci naquela época!

Bom, nós fomos para praia. Menos o cabeludo, isto é. A praia estava meio escura, completamente deserta. Só a lua, e alguns poucos postes iluminavam a areia. Eu jurava que chegaria lá, para me deparar com todos eles pelados. Mas não. Eles me surpreenderam, por estarem todos sequinhos, sentadinhos na areia de frente para o mar, cheio de fumaça em volta deles. Err.

Olhei de canto para o emo! Só podia ser culpa dele!

— Ei, eu estou aqui, e não lá! — ele resmunga, como se pudesse ler a minha mente — Acabei de chegar também! — ah, é!

— Você prometeu que aquela seria a última vez! — lhe disse.

— Eu prometi? — ele se fez de tonto que eu sei. Dei um soco no braço dele. Que era para ter doído nele, não em mim. Saco!

— Fica fria! — ele diz, dando um beijinho na minha munheca machucada — Eu me lembro do que prometi, ok? Confie em mim.

Pois é, né? Eu tenho que confiar nele, hum? Afinal, é isso o que se espera que namoradas façam! Confiar! Simples assim. Aham. É mamão com açúcar. Facinho, facinho.

Tsc.

Fomos chutando areia um no outro, até chegarmos ao grupo. Eles estavam quietos, fumando e bebendo, olhando para o mar num estado zen. Percebi que um deles até havia conseguido uma caixa de isopor para abrigar latinhas de cerveja e pequenas garrafinhas de vodca. Então, nos unimos a eles, sentando na areia. E logo em seguida, alguém alcançou uma lata de cerveja para mim e outra para o Sasuke.

Até que estava um clima bacana; tudo calmo, tudo tranqüilo. Nós, o álcool, a fumaça fedorenta e o barulho do mar. Só faltou alguém tocando um violão! Mas ao invés disso, o cabeludo estranho, dos chifres tatuados na testa, se levantou e soltou um berro.

— AAAAAAAAAAHHHHHHHH! EU VOU PRIMEIROOOOOO! — e, então, o louco saiu correndo em direção ao mar, com aqueles cabelos brancos esvoaçando ao ar. Agarrei-me ao braço do emo e cobri meu rosto nas costas dele, com medo de ver um homem morto. Uma aberração morta, na verdade.

— Kimimaru sempre foi o mais corajoso! — o ruivo três resmunga.

— Descanse em paz, degraçado. — mais alguém disse.

Então, não vimos mais nem vulto do coitado pela água. E voltamos com nossos afazeres, bebendo, enquanto alguns também fumavam. Aí, bebida vem, outra também, e mais outra e outra... Quando percebi, estávamos todos mais para lá do que para cá. E aí, Lee inventou de se aventurar pela água também. Eu berrei feito uma galinha esganiçada para que o coitadinho não se fosse. Eu o amava como se fosse meu irmão. Adotivo, é claro! Ahém. Mas ele não me deu ouvidos. Saiu correndo em direção ao mar batendo no peito como um gorila. E plaft. Sumiu. Depois foi a vez do ruivo dos piercings. Depois vi Naruto e Sai, ao mesmo tempo. Eu já estava com meu pobre coraçãozinho alcolizado em pedaços. Estraçalhado. Adeus, irmãos! Adeus, banda! Adeus, quadradinhos! Adeus, churros gratis!

E então, Sasuke se levantou. Joguei-me aos pés dele, agarrando aquelas pernas peludas.

— AONDE É QUE VOCÊ PENSA QUE VAI, SEU FILHO DA PUTA? VOCÊ FICA AQUI, TÁ ME OUVINDO? UJ#YT&$TERUIWY*$&%W*&5TY! — eu devia estar tão bebada, que o restante das palavras saíram amontoadas num remungão só, enquanto tudo girava a minha volta.

A minha intenção era fazer com que ele ficasse e não que me levasse junto, como fez. Ah, não! Se quiser morrer, que morra sozinho! Tsc! Comecei a esperniar de bunda para o alto, batendo a cara na bunda fofa dele. Quase senti como se estivesse no paraíso... Tão macia e fofa. E então, quando vi a água começar a cobrir as pernas dele, foi que voltei a realidade.

— SASUKE, VOCÊ VAI ME AFOGAR AQUI! — aí, ele me girou de volta, como se eu fosse uma boneca de pano, me fazendo parar de frente para ele. Só então foi que entedi o porquê do grito de guerra deles. A água estava estupidamente gelada, e o maldito me fez mergulhar de corpo inteiro, como se eu não passasse de um trapo velho e sujo, que precisasse ser enxaguado.

Mas quando voltei à superfície, ele tinha um sorriso tão aberto, que quase irradiava luz nos meus olhos. Era algo raríssimo vê-lo assim, tão... Feliz. Involuntáriamente, sorri de volta. Fiquei tão distraída por aquele raio de luz em seus olhos e sorriso que não vi o bolo de areia que arremeçaram em sua direção. Fique tão distraída pela beleza do momento, que nem me dei conta de que meu namorado lindo me empurrou para frente dele, me fazendo de escudo. Mas fiquei tão puta quando aquele bolo de areia molhada acertou bem no meio da minha cara, que nem sei!

U#T$WEIRWY#ER&*$W#$*TUY($Y94TYIUTY894!

Tradução: MORRA, SASUKE!

Pus toda a força que eu tinha na minha perna esquerda para dar uma bela rasteira naquele filho da mãe. Mas tudo o que eu consegui, foi fazer o maldito levantar a perna direita, pois ele tinha o peso do corpo na outra perna, e me olhar com aquela cara de bunda desintendida.

— Mas o que você está fazendo? —ele perguntou.

— U#T$WEIRWY#ER&*$W#$*TUY($Y94TYIUTY894! — saí marchando em direção à praia, enquanto ele se juntou ao Sai, Naruto e Lee, que levantavam a bunda do Amoreco para o alto.

— POR QUE VOCÊS TÊM QUE FAZER ISSO TODA VEZ? — o coitadinho berrava indignado.

Eu ainda tentei sair daquele mar com alguma gloria e dignidade, mas uma onda ainda me pegou de surpresa, me derrubando, e me fazendo rolar na areia como uma lata velha. Pelo menos, consegui alcançar a areia mais rapidamente! Rá! Tsc! E como se não fosse pouco, fiquei com uma pitanga de fora, com um saquinho de areia da calcinha do biquíni — que me faziam parecer ter o número dois ali —, e os cabelos grudentos. Sim!, eu ODEIO praias!

Fui caminhando em direção às caixas de isopor, vendo que alguém havia ficado para trás. Na medida em que me aproximava, fui reconhecendo aquele cabeludo de costas, agaixado.

— O que está fazendo, Neji?

— NÃO FUI EU! FOI O VENTO, FOI O VENTO! — rapidinho, ele se virou para mim. Ele nem parecia suspeito. Nãaao! Nem um pouquinho. — Ah, é você!

— Oh, me desculpe por decepcioná-lo. — err.

— Me ajuda a enterrar essas merdas! — e então, ele me mostra o que estava escondendo.

O idiota estava enterrando os cigarros fedorentos que sobraram na sacola plástica do nosso groupie medonho. A idéia teria sido mais genial se não fosse por um detalhe que o idiota esqueceu.

— Acho que eles sabem que só nós dois estamos aqui, Neji...

— Agente pode correr pro mar depois que enterramos, aí, voltaremos junto com eles, e eles pensarão que alguém esteve aqui. Anda Sakura, me ajuda! Assim vamos mais rápido.

Revirei os olhos, mas o ajudei a cavar o buraco. Aí, ele meteu a sacola toda lá dentro, e o cobrimos com a areia. Em seguida, pisamos em cima dela, para parecer mais natural possível. Pelo menos, a areia era seca ali.

— Eu não agüentava mais aquela fumaça! Meu nariz ficou entupido só por causa disso! — aí, para fazer um número de demonstração, ele tapou uma narina, e fez força com a outra para mostrar que não saia nada. Só que saiu sim, num jatinho rápido e fulminante.

— Err... Neji... Acho que descobri o mistério! O que congestinava seu nariz era uma criatura verde que habitava em seu nariz!

Ele fez careta, chutando areia em direção ao negócio que saiu voando dele. Aí, pegou em minha mão e foi me arrastando de volta para o mar. Mas quem disse que eu queria voltar para dentro daquele inferno líquido? Eu já tinha areia suficiente dentro da calcinha! Se entrasse mais um grão de areia que fosse, elas iriam cair das minhas pernas!

Mas quando foi que a minha vontade foi ouvida, concentida e atendida? Nunca! Fui levada para o mar como um saquinho de areia. Afinal, eu estava virada em areia dos pés a cabeça. E o pior é que não era exagero. Era LITERALMENTE. Por que o maldito ainda corria chutando areia para todos os lados. Eu queria chorar! Mas se eu fizesse isso, a areia iria grudar mais ainda na minha cara! Tsc!

Mas veja que graça! Enquanto íamos para a água, os idiotas voltavam discutindo algo. Mas isso não impediu o Neji de levar adiante seu plano idiota. Pelo menos, não nos metemos muito para o fundo da água. Fomos apenas até onde a água batia nas canelas, pois o cabeludo queria apenas lavar as mãos e os pés. O que o tornava mais idiota ainda, por que a idéia de vir para a praia partiu dele! Mas como eu já estava acostumada com a falta de noção deles, não disse nada.

— Na verdade... Eu tenho trauma de praia. — ele começou a dizer, enquanto jogava água nas canelas peludas, como se estivesse falando consigo mesmo — Quase fui levado por uma onda. Foi horrível!

— Coitadinho... Quantos anos você tinha? — imaginei que ele fosse me dizer uns sete, nove, no máximo onze anos. Afinal, crianças são leves, descuidadas, mais sucetíveis a serem levadas por uma onda.

— Dezoito. — e me perguntei por que eu ainda tinha esperança com eles?

— Err. Você não sabe nadar, Neji?

— Eu estava surfando!

— Você surfa? — vivendo e aprendendo... Err.

— Surfava! — ele deu de ombros — Aí, uma onda grande me pegou de surpresa.

— Hum... Odeio ondas! — comentei, tentando compartilhar seu trauma, né?

— Ah, mas o problema não foi a onda! Foi o salva-vidas, filho da puta, que teve que me puxar pelos cabelos para me salvar! EU PREFERIA TER MORRIDO! — e ele deu um socão na água, fazendo-a espirrar em mim, é claro — FIQUEI COM A CABEÇA DOLORIDA POR UMA SEMANA INTEIRA! Nunca me esqueci daquele maldito! Se o visse hoje, eu arrancaria os cabelos dele, fio por fio!

— Ah... Que traumático, Neji. Que traumático! — err.

— Você não faz idéia! Por isso não quero passar da margem segura.

— Sim... A margem segura para crianças...

— Você está rindo da minha cara?

— Claro que não, querido! — ele me perguntou se eu estava “vindo da tabajara”, não foi?

De repente, ele me cutuva, para chamar minha atenção para a praia, onde o restante dos meninos estava. Eles pareciam estar discutindo com o grupie medonho. Faziam gestos para o alto, e alguém berrava. Trocamos olhares, e saímos patinando da água.

— Será que estão bringando por causa do fumo? — Neji perguntou.

— Droga! Esqueci minha bola de cristal em casa! — dei de ombros.

Eu já tremia e batia os dentes, morrendo de frio, quando nos aproximamos. Uma rajada forte de vento soprou, levantando areia nos nossos olhos.

— O que houve? — Neji perguntou ao Naruto, enquanto coçava o rosto.

— Pois então... Sem querer, querendo, alguém deixou escapar que somos... Meio... Como posso dizer?... Sem preconceitos! — eu e o cabeludo esbugalhamos os olhos.

— Alguém? — Kiba resmungou — Foi VOCÊ, seu tapado! — e deu um tapão na orelha do loiro, que não contestou.

Enquanto isso, os garotos do grupie não pareciam tão afáveis com a idéia. Na verdade, não pareciam nem um pouco a vontade por estar perto de nós. De repente, parecia que tínhamos alguma doença contagiosa para eles. Todos estavam de braços cruzados, com os músculos contraídos, prontos para algum ataque se fosse preciso.

De repente, comecei a rir. De nervoso, na verdade, mas uma idéia logo me veio em mente. Eu só não sabia se iria dar certo ou não. Mas acho que eu não tinha nada a perder.

— Hahahahaha... O Naruto é um piadista! Vive contando piadas sem graça! Vocês caíram direitinho na con... — Sasuke tapou minha boca.

— É perda de tempo, Sarakura. Naruto beijou o Gaara e ainda agarrou as bolas dele...

Olhei para o loiro.

— Por quê?

— Por que... Eu o confundi pela Sakura! Rá! — ele ainda tentou reverter a situação, mas pela cara dos outros, parecia ter sido em vão.

Aí, o ruivo olhou para ele.

— Ah, claro! Meu pênis é igualzinho à vagina da Sakura. Temos a mesma altura, o mesmo cabelo... Uhum. Seu argumento é deveras convincente, Naruto. — ele não estava rindo. Nem eu. E Naruto esfregou seu dedo do meio na cara do ruivo, com todo seu amor e carinho que tinha por ele.

— Vocês dois não tem peitos! — o idiota do loiro ainda comentou. Se ele ainda estava tentando concertar a besteira que fez, eu já não sabia. E nem me importava mais!

— WT*#ERYEWUREWR*(#&$QTEUTY&! — e ainda chutei areia pra cima dele. Mas por causa do vento, metade voou pra cima do Amoreco, que ainda rosnou para mim.

— Não queremos mais saber! — o ruivo dos piercings, então, se pronunciou — Isso foi golpe sujo! Vocês deveriam ter nos dito que é um bando de bixas de rosca frouxa!

— Por quê? Vocês preferem um cu mais apertadinho? — Sasuke perguntou. E eu lhe dei um pisão no pé.

Por que eu estava defendendo os outros, também não sei. Havia algo neles que não me agradava. Além da cara medonhas deles, isto é. Mas se eles continuassem com as provocações, aquilo só terminaria em caquinhas para eu ter que juntar. E eu não estava com a menor vontade de virar a noite catando pedaço de ninguém. Muito menos, estava disposta a ver quem ganharia na porrada. Eu também não estava disposta a ver a cara diabólica do Itachi quando visse um bando de marmanjo com olhos roxo, na véspera da gravação do nosso primeiro vídeo clipe. E também não estava disposta a fazer meu ouvido de pinico, para amapar a choradeira dos meninos, reclamando de dores. Por que aquele cara dos chifres na testa e o cara dos piercings na cara não tinham cara de perdedores de brigas. Err. Não que eu não acreditasse no poder de luta dos meninos! Claro que não era isso! Mas acontece que eu já vi o quão sensível Neji é, e a facilidade com que o emo tem para apanhar... E estando bêbados e chapados, então, eu não queria nem imaginar!

É, pensando bem, eu não botava fé neles!

Pelo menos, o cara do xixi/popis tinha mais juízo na cabeça. Ele se pôs na frente dos amigos, pegou as roupas deles, a caixa de isopor, eainda disse:

— Estamos todos de cabeça quente! Amanhã resolveremos esse assunto melhor! Por ora, vamos apenas bater em retirada. — ele não olhou para nenhum de nós, enquato pronunciava aquelas palavras. Parecia concentrado demais no que dizia.

E eu fiquei pensando o que poderia haver para ser resolvido, já que a matemática era simples! Os meninos eram bi (bixas!) e os medonhos não! Simples assim! Mas então, seus seguidores o seguiram até sumirem de nossas vistas, sem dizerem mais nada. E os meninos pareciam meio chateados com o que aconteceu, mas ninguém disse um piu que fosse, também.

Fomos caminhando em silêncio de volta para os nossos quartos, com aquele clima meio chato pairando entre nós. Quando abrimos a porta, nos deparamos com o Itachi esparramado no sofá, com uma bandeija cheia de comida no colo, enquanto assistia alguma coisa na tv. Mas assim que nos viu, ele jogou a bandeija atrás do sofá, e cuspiu na mão o que tinha na boca, pondo aquela coisa atrás de uma almofada, como se quisesse esconder que estava comendo.

O cara devia estar pirando!, pensei. Talvez ele estivesse trabalhando demais, coitadinho.

— Cadê os outros? — ele nos perguntou, todo alarmado. Ou será que foi só impressão minha?

— Não vieram. — Sasuke respondeu — As moiçolas ficaram com medo de nós, por que descobriram que metemos no rabo de qualquer um! Tsc! Bixas fracas!

— Humm... — ele pôs a mão no queixo, pensativo — Oh, que pena! Eu gostava tanto deles! — ele comentou, sem um pingo de remorso, na verdade.

Neji concordou e, aí, todos eles resolveram concordar também, como se nenhum deles tivessem cegamente os aceitado para nos seguir, como, na verdade, fizeram! Tsc! Bando de sínicos, isso sim!

Seja como for, eu me sentia podre de cansaço. Só conseguia pensar em uma coisa! Banho! Me fui de fininho enquanto eles resmungavam mais um monte de coisas e Naruto, sorrateiramente, se metia atrás do sofá do Itachi para comer o que ele tinha ali... Err... Fui até o quarto. Peguei meu pijama do Piu-Piu, minha toalha, minha necessair, e me fui para o banheiro.

O banheiro enooooooooooooorme, tinha duas opções. Banho de chuveiro, e banho de banheira. Como eu estava com areia até os ossos, optei pelo chuveiro. Liguei a torneira para esquentar a água enquanto eu ajeitava minhas coisas ao meu alcance e, então, me meti dentro do box. Fechei meus olhinhos, e meti o cabeção embaixo da água corrente para tirar um pouco da areia. Mechi a cabeleira para todos os lados, e estiquei o braço para alcançar meu xampu que alguém, educadamente, me entregou.

Lalalala. Comecei a cantar.

— Cabeeeeça... Tá na hora de lavar, zum-zum-zum-zum-zu-zá, gostoso! Fazer carinho na cabeeeeça! Suaaaaave! Mexer o couro cabeluuuudo! Esfrega, esfrega, esfrega, vai fazendo massagem! Gostoooso, praaaa, xu-xuá-xuá! — e alguém tapou minha boca.

Abri os olhos. Sasuke me olhava com uma mistura de escárnio e nojo.

— Por que você se esforça tanto para parecer menos sexy o possível?

— Mas eu não estou me esforçando... — mimimi...

— Oh! É natural! — e ele fez careta.

Eu também. Err.

— O que está fazendo aqui?

— Vim tomar banho com você! — e elá estava aquele sorriso meio sonso, meio diabólico. Revirei os olhos. Era óbvio que ele estava ali por outro motivo...

— Depois que eu tirar a areia do corpo.

Aí, tirei a parte de cima do biquini. Um bolinho de areia caiu no chão de dentro dele. Olhei para o Sasuke, esperando por sua piadinha...

— Bem que eu achei que estava com os peitos grandes demais! — ele comentou, se fazendo de engraçadinho.

— Há-há.

Ai, ai... Tirei a calçinha, deixando o bolinho dali também cair no chão no box. Olhei para ele, que fazia careta, olhando para a areia no chão.

— Nada sexy... — resmungou.

— Sua vez! — lhe disse.

— É complicado ser bonito e gostoso. Todas as mulheres querem me ver nu! — ele dá de ombros, se prontificando para baixar as calças. Mas eu não achei graça em seu comentário final.

— Era para me fazer rir?

Rapidinho, ele se desfez do sorriso idiota, engolindo a seco.

— Talvez... — err — Eu já disse que eu te amo, hoje?

— Hum... Diga de novo. — cruzei os braços.

— Eu te amo.

— Ooohhh... — quase chorei. Mas por que ele estava pisando na minha unha encravada do pé — Você está dizendo isso com mais facilidade do que costumava dizer... — comentei.

— Estou bêbado, se lembra? — ele deu de ombros. Mas pra mim, isso não passava de uma desculpa esfarrapada, pois ele parecia bastante sóbrio.

Eu tentei pular no seu pescoço, para lhe tascar um beijo, mas voltei ao chão rapidinho por causa do meu pé travado. Err. Aí, ele se agaixou para me beijar, movendo seu pé. Ergueu-me em seus braços, e me pôs contra a parede.

Ele ainda estava com gosto de alcool, mas não me importei. Mas só por que ele parecia estranhamente mais carinhoso do que de costume. Abracei minhas pernas em volta de sua cintura, enquanto ele passava as mãos no meu rosto. Percebi que ele me beijava de olhos abertos, olhando nos meus olhos. Com uma das mãos, ele se desfez do botão e zíper de sua bermuda, e a deixou cair aos seus pés. Ele não usava mais nada por baixo da bermuda, e senti a ponta do seu churros me cutucar.

Ele meu deu mais alguns beijos, enroscando a lingua na minha, passando suas mãos pelas pitangas arrepiadas, até que me pôs de volta no chão. Aí, separou minhas pernas, se pôs de joelhos no chão, e meteu o cabeção.

— Vou te fazer gozar na minha boca, hoje! — ele diz, de boca cheia.

— Sua mãe nunca te disse para primeiro engolir, antes de falar? — ele me olhou com aquele seu sorriso malicioso, e voltou ao trabalho.

Desta vez, ele sugava minha flor com mais força, me fazendo gemer mais alto. Apoiei uma das pernas sobre seu ombro, enquanto ele se acomodava embaixo de mim. A água do chuveiro ainda caia entre nós dois, mas isso era apenas mero detalhe. Sua língua passava com força, mas lentamente, para cima e para baixo. Joguei a cabeça para trás, contra a parede, enquanto me agarrei aos seus cabelos molhados. Aí, de repente, ele pôs um dedinho, depois outro, e mais outro. E começou a movimentá-lo, lentamente, para dentro e para fora. Na medida em que ia me lambendo, ele ia acelerando os movimentos, enquanto eu ia perdendo o fôlego.

Para dentro e para fora, para dentro e para fora, para dentro e para fora, vai-e-vem, vai-e-vem, vai-e-vem, vai-e-vem...

Sua boca inteira estava colada a mim, enquanto fui me contorcendo e puxando seus cabelos, sentindo aquela explosão se aproximar. Arfei algumas vezes, antes de soltar o gemido final, prolongado. Em seguida, ele caiu de bunda no chão com aquele olhar satisfeito, lambendo os lábios.

— Minha vez! — ele me diz, mexendo as sobrancelhas pra cima e para baixo, em divertimento.

Sasuke se levantou, e se aproximou para me beijar mais uma vez, grudando seu corpo contra o meu. Aí, me virou de frente para a parede, passou sabonete em seu churros, e foi levando-o para o meu olho de trás. Enquanto ia se aprofundando, ele massageava minha flor com uma mão, e minhas pitangas com a outra, vindo por trás de mim.

Ele começou a gemer baixinho, até conseguir afogar o churros inteiro na minha traseira.

— Ohhh... Cu delicioso. Você gosta quando eu meto do teu rabo, né?

— Err... Eu prefiro não responder.

— Por quê?

— Apenas continue o serviço, querido. — err. Ainda bem que eu estava de costas para ele, e ele não via meu rosto vermelho.

— Ok... Já que insiste.

Aí, ele me fez ficar na ponta dos meus pés, e inclinar o tronco para baixo, arrebitando mais a poupança. Em seguida, ele começou a urrar, na medida em que socava meu bumbum, me fazendo bater a testa no azulejo da parede. Err.

Em seguida, ele se apoiou por cima das minhas costas para alcançar minha flor, e me perfurar na frente, ao mesmo tempo.

— Ohhh... Filha da mãe, você gosta sim! Já está toda molhadinha de novo, hum? — aí, começou a me apunhalar com mais força e mais velocidade. Tanto na frente quanto atrás.

— Hum... Delicia... Eu vou gozar... Vou gozar nesse rabo.

Não vou negar... Eu estava gemendo também, sentindo meu corpo inteiro estremecer, enquanto meus cabelos caiam na minha cara e eu engolia alguns fios, inclusive.

Contei até três antes de sentir o jato quente em minha bunda, e nós dois escorregarmos no box, quando alguém chutou a porta do banheiro.

— A PRAIA INTEIRA ESTÁ OUVINDO VOCÊS DOIS GEMEREM! — era a voz do Itachi.

SASUKETEEEEEE! EU QUERO UM BOQUETE TAMBÉM! — e agora foi a vez do Neji. Err.

Mas claro que o Sasuke não ia ficar de bico calado.

— Sério cara, na próxima vez que você me chamar de Sasukete, eu vou te dar um bofete!

Alguém falou em confete? Eu quero confete! — Lee comentou.

Err. Eles todos deveriam estar ali, atrás daquela porta, nos ouvindo. Tsc!

Depois de juntarmos nossos pedaços pelo chão, comemos alguma coisa e fomos dormir. Dividi a cama com o Sasuke, enquanto o Itachi dormiu na poltrona mega confortável que tinha ao lado da janela. Mas acho que Sasuke estava animado demais com a gravação, e não conseguia dormir. Se revirava de um lado para o outro. E aí, no meio da noite, ele se levantou para sair do quarto. Eu tentei dormir assim mesmo, mas acabei perdendo o sono também. Aí, resolvi bisbilhotar o que o emo estaria aprontando da sala ou na cozinha. Saí do quarto nas pontas dos pés para não acordar o Itachi, que babava sobre os próprios cabelos. Mas me deparei com o cretino do Sasuke debruçado sobre a mesa da cozinha, com um canudo de refrigerante no nariz, inalando uma farinha suspeita.

Ou eu sou muito inocente por achar mesmo que ele conseguiria largar o vicio assim, num piscar de olhos, ou ele era um ótimo ilusionista...para não dizer mentiroso, filho da mãe!

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Notas finais
Algum comentário?
Então.. o próximo capítulo será, então e finalmente, da gravação deles! :D vou tentar não levar mais um século para atualizar a fic! T__T
bjss :************