In my place
6 I was lost, oh yeah 2
Howard chegou cedo na aula naquela manhã de sexta feira. Maria havia prometido levar algumas trufas de framboesa para ele e o rapaz estava adorando a ideia. Ela havia prometido levar trufas de framboesa todas as sextas feiras e estava começando a expandir a produção de trufas para outros sabores além de framboesa: morango e mirtilos também e ele, como um bom namorado, havia se oferecido para experimentar. Esperava Maria por vários minutos até que a aula começou, mas nem ela e nem a prima haviam aparecido e Steve entrou em sala de aula com a expressão tensa no rosto. O loiro senta-se ao lado de Howard e, assim que o docente se vira para o quadro, começa a conversar.
— Natasha me ligou hoje de manhã... Ela não vem na aula. — fala Steve chateado
— E Maria? — pergunta Howard
— Então, Natasha não vem porque Maria foi atropelada. — fala Steve
Howard fica da cor de folha sulfite e completamente estático.
— Senhor Stark, está passando bem? — pergunta o docente de química
Mas Howard não responde.
— Howard ficou assim desde que contei que Maria foi atropelada. — fala Steve
— Como assim foi atropelada? Como ela está? — pergunta o docente
— Ela está bem, só quebrou a perna. Saiu para correr como todos os dias... e um carro a atropelou na calçada. — fala Steve
— Ela vai ficar internada? — fala Howard
— Não, ela vai pra casa hoje de noite. Eu vou visitar por volta da hora do jantar. Aliás, Natasha me pediu para avisar aos professores que ela está no hospital com Maria e não virá na aula hoje. — fala Steve
— Se não é grave, porque a senhorita Romanoff não veio à aula? Ela poderia pegar a matéria para passar para Maria depois. — fala o docente
— Porque foi uma fratura exposta e a Maria vai passar por uma cirurgia na perna. Pediram para alguém da família ficar com ela. Foi fratura em uma perna, mas não foi só uma fratura, pegou o fêmur e uma exposta do perônio. A tíbia dela partiu em dois lugares. Aí ela vai passar... — falava Steve
— Ok, senhor Rogers, já entendemos. Alguém pode ficar responsável de passar a matéria das aula de hoje para a senhorita Romanoff e para a senhorita Deriglasov? Avisarei aos demais docentes. — pergunta o docente já agoniado com a descrição de Steve
Howard levanta a mão de imediato.
— Eu passo! Steve, em que hospital ela tá? — pergunta Howard e a expressão no rosto dele era agoniada
— Não sei. Natasha não me passou. Ela só falou que o médico prometeu alta pra Maria hoje à noite. Ela ficou de telefonar para minha casa assim que terminasse a cirurgia e a Maria recebesse alta para buscá-las no hospital. — fala Steve
— Posso ir com você? — pergunta Howard
— Claro! Mais um braço forte para ajudar a colocar Maria no carro. — fala Steve
— Maria é leve. Consigo tirar ela do chão fácil. — fala Howard
— Você ainda tá absurdamente pálido. — fala Steve achando graça
— Maria é minha namorada. Óbvio que estou pálido. — fala Howard
— Eu devia ter sido mais cuidadoso para dar a notícia então. — fala Steve
— Com certeza! — fala Howard rabugento
— Quer ir vê-la depois da aula? Hoje a tua aula é comigo mesmo. Não vou conseguir me concentrar com a minha a Maria internada e sem ter notícias. — fala Steve
— Mas você não sabe em que hospital ela tá. — fala Howard
— Mas a mãe da Natasha sabe... Vou passar no trabalho dela e perguntar. — fala Steve
— Obrigada, Steve! — fala Howard
— De nada! — fala Steve
E as aulas pareciam demorar uma eternidade para passar. E Howard ainda teria aula até às 16 horas. Steve até às 16:30. Com sorte, o treinador o liberou um pouco antes e puderam ambos ir ao serviço da mãe da Natasha, professora universitária de filosofia política, para saber do hospital em que Maria estava. Dali foram diretamente para ele. Quando chegaram, Foram diretamente para o quarto após se identificar.
— Olá, Steve! Ela vai gostar de te ver, Howard. — fala Natasha
Era um quarto simples e havia alguns livros de poesia na cabeceira.
— Maria ainda está em cirurgia. Eu trouxe alguns livros, mas ela não conseguia concentrar na leitura por causa da dor. E devia estar doendo mesmo... Vão consertar 4 fraturas em uma perna. No caso, serão duas, né... As outras duas não são expostas. — fala Natasha
— Coitada da Maria... — fala Steve
— Ela ainda foi bem forte, porque eu não ouvia um mísero gemido. Mas as lágrimas escorriam de dor. Deram anestésico, mas qualquer mexidinha e a gente via as lágrimas escorrendo. Nossa, deu uma dó dela. — fala Natasha
Howard tinha a expressão preocupada no rosto.
— Vocês estão namorando, certo? — pergunta Natasha
— Sim, vai fazer uma semana amanhã. — fala Howard
— Ela fez uma caixinha de trufas de framboesa em forma de coração. — fala Natasha
— Nossa, aquelas trufas são deliciosas. — fala Steve
— E eu não sei? Eu me voluntariei para ser provador das trufas de morango e mirtilo. — fala Howard
— Eita... Só agora que eu me toquei. Meus pais vão viajar esse final de semana para congresso. Vou ficar sozinha com Maria. Bem, pelo menos rola convencê-la a ficar no quarto de hóspedes, que é mais para baixo. Ela convenceu minha mãe a deixar o sotão inteiro pra ela e tá customizando ele por completo. Tá ficando lindo. — fala Natasha
Nessa hora Maria chega de maca, mas estava meio lenta por causa da anestesia e do calmante que deram a ela. Os enfermeiros a colocaram no leito com cuidado.
A perna estava engessada na coxa e com uma barra de metal com parafusos na parte de baixo. O rosto ainda estava levemente inchado por causa do choro e ela ficava com os olhos semicerrados fitando as coisas ao redor, ainda tentando despertar. Natasha para de um lado da maca e Howard da outra. Steve fica do lado de Natasha.
— Naty, preciso beber alguma coisa. — fala Maria baixo
— Pode deixar, Natasha. Eu busco! — fala Howard
Maria abre mais os olhos e fita Howard. Segura na mão dele.
— Você veio me ver. — fala a loira com um sorriso no rosto
Howard abre um sorriso pra ela e faz um carinho em seu cabelo.
— É claro que eu vim. Eu iria até ao iferno por ti, Maria. — fala Howard
— Amo você! — fala a loira
— Também te amo! — fala Howard
— Vou buscar um pouco de água... ou prefere outra coisa? — pergunta Howard carinhoso
— Prefiro um café. Acho que sustenta um pouco mais. — fala Maria
— Com açúcar? — pergunta Howard
— Sem. Prefiro sem adoçar. — fala Maria
Howard dá um beijo rápido nos lábios da loira e sai apressado. Iria até a cantina comprar um café pra ela.
— Que susto que nos deu, Maria. — fala Steve
— Que susto eu tomei também. Quando aquele carro subiu em cima da calçada, achei que ia me transformar em patê contra a parede, mas ele só bateu na minha perna. — fala Maria
— Só? Teve 4 fraturas em uma perna e chama de só? — fala Natasha preocupada
— Podia ser pior. Dei sorte que só bateu na perna. Mais um pouco e me pegava inteira. — fala Maria
— Olhando por esse lado... — fala Natasha
— Howard vai lá para casa quando eu receber alta? — pergunta Maria
— Ele vai, Steve? — pergunta Natasha
— Sim, ele vai me ajudar a levar Maria para o carro e para dentro de casa. Além do mais, o coitado ficou tão desesperado quando recebeu a notícia. — fala Steve
— Fez bem em trazê-lo então. Então a felicidade repentina da Maria se deve a Howard Stark. — fala Natasha
— Meu morenão apaixonante. — fala Maria
Alguns minutos depois e Howard volta com o café para ela. Ajuda Maria a se recostar na maca com cuidado. A loira tomava o café em pequenas goladas. Eles se dão as mãos e Howard senta na beirada da maca, perto da cabeceira. Maria deita a cabeça na cintura dele e Howard fica fazendo cafuné nos cabelos loiros dela. Era um amor tranquilo, companheiro e que enchia de esperanças o coração de Maria e Howard. Apesar de se conhecerem há pouco tempo parecia que conviviam há anos. As horas passam se arrastando e, quando já era quase umas 8 horas da noite, o médico passa no quarto de Maria. Ele a examina e assina o papel da alta.
— O pai dela entrou em contato com a administração do hospital e já transferiu o dinheiro do tratamento. Será depositado da Suíça pra cá. Vou assinar a alta e nada de abusar, senhorita Deriglasov. No mês que vem volta para retirar o gesso e vermos como cicatrizou a fratura exposta. — fala o médico
Um enfermeiro entra empurrando uma cadeira de rodas e coloca Maria nela. Ele empurrava a cadeira até o lado de fora do hospital. Steve busca rapidamente o carro e ajuda Howard a colocar Maria no banco de trás.
— Howard, meus pais viajam essa noite. Sei que seus pais não te deixariam dormir lá em casa, mas poderia voltar amanhã também? — fala Natasha
— Posso pedir a eles para dormir de amanhã para domingo. — fala Howard
— Que bom! Fico receosa de Maria precisar de alguma coisa de noite, como um remédio... meu sono é pesado. -fala Natasha
— Eu posso ficar de hoje para amanhã. — fala Steve
— Gente, basta deixar o remédio na cabeceira com um copo de água. — fala Maria
— Mas por precaução, vamos intercalar. Hoje eu passo a noite lá, amanhã Howard passa. Se precisar ir ao banheiro ou de beber algo no meio da noite? Podemos te levar... — fala Steve
Maria concorda com a cabeça. Assim que chegam na casa, Howard a tira do carro no colo e Natasha apressa-se para abrir a porta. Guia-o até um quarto no primeiro andar, próximo ao escritório de seu pai. Era um quarto de tamanho médio, com uma cama de casal e um guarda roupas em mogno, paredes claras. Tinha uma poltrona ao lado, que abria numa espécie de sofá cama. Naquela noite, Maria toma o remédio para dor e acaba adormecendo a noite toda. Steve adormece na poltrona. Na manhã do dia seguinte, Howard já estava na casa de Natasha. Não havia chegado tão cedo. Era aproximadamente 10 horas da manhã. Ele chegava com o material do colégio na mochila nas costas. Natasha havia deixado a porta dos fundos destrancada para ele poder entrar sem bater. A mãe de Howard havia enviado algumas panquecas com geléia de morango para Maria, as favoritas da russa. Entra na casa de Natasha e vai direto para o quarto de hóspedes. Steve ainda estava dormindo, totalmente apagado. Maria estava sentada na cama lendo.
— Bom dia! — fala Maria sorridente
— Bom dia! Minha mãe mandou panquecas com geléia de morangos e café. — fala Howard com uma sacola na mão
O moreno abre a sacola e entrega um prato com garfo e faca para Maria. Nele havia algumas panquecas com geleia de morango caseira enrolados em filme plástico.
— Sua mãe é um amor! — fala Maria já abrindo o parto e começando a comer
— Tá faminta, hein? — comenta Howard
— Todos os dias eu tomo café da manhã às 5... Natasha e Steve ainda estão apagados e nem sei que horas são. — fala Maria
Howard retira a garrafa térmica e serve um copo direto na tampa mesmo. Maria tomava o café animada.
— O que os professores passaram ontem em sala de aula? — pergunta Maria preocupada
— Trouxe a matéria toda para te explicar hoje. — fala Howard sentando ao lado dela
Maria para de comer por um instante e dá um beijo estalado na bochecha do namorado.
— Obrigada, amor! — fala a loira
Continua a comer e só então se atenta para a educação.
— Aceita um pouco, Howard? — pergunta Maria
— Não, eu comi lá em casa. Minha mãe vai ficar feliz por ter gostado. — fala Howard
O moreno se acomoda e passa o braço pelos ombros de Maria, a abraçando com cuidado. A garota termina de comer e toma mais uma tampa da cafeteira com café. Howard levanta-se e senta-se ao lado dela com a mochila no colo, mas não na ponta da cama, mas do lado vazio da cama de solteiro. Maria se acomoda melhor na cama e observa ele ajeitar o material. Na sexta tinham aula de química e matemática, germinada. E uma aula de literatura. O moreno ajeita o material dele.
— Pode buscar meus cadernos? Estão na minha escrivaninha, no sotão. — fala Maria
Howard concorda com a cabeça e levanta-se. Sobe a escada para o segundo andar e logo de cara avista uma porta no final do corredor que deveria ser a do sotão. Abre-a e depara-se com uma escada. Sobe apressado e chega num cômodo pequeno, com uma poltrona e uma pequena mesinha onde estava a bolsa e as chaves de Maria, assim como um tapete no chão com os calçados dela, o tênis de corrida. As paredes e os móveis eram bem branquinhos e o piso era carpete beje bem claro, quase branco com um tapetinho na porta que dava de entrada. Howard senta-se no sofá e entra no cômodo, deparando-se com um quarto bem amplo com um guarda roupa braco, uma cama de solteiro, escrivaninha, um tapete redondo... Era um quarto bastante espaçoso, claro e com uma profusão de detalhes em branco e preto. Vai direto até a escrivaninha onde acha os cadernos de Maria impecavelmente em ordem. Pega os das disciplinas que precisavam e, quando ia descer, depara-se com as telas que ela estava pintando. Maria era muito talentosa, não tinha sombra de dúvidas, por isso, ele se permite observar por algum tempo as telas. Um era de natureza morta, outro era maior, bem maior. Uma tela de aproximadamente 1 metro de altura que era um auto retrato de Maria, só que nua.
— Como ela é bonita... — murmura Howard
A seguir, desce com os cadernos. Era um auto retrato, mas não saía a dúvida de Howard se o corpo de Maria era mesmo daquele jeito. Ficava tentando se lembrar com detalhes, mas nunca a tinha visto nua. Também pudera, tinham apenas uma semana de namoro e só haviam ficado sozinhos na cozinha de casa com os pais dele do lado de fora! Ver o auto retrato atiçou a curiosidade de Howard, que chega apressado ao quarto de Maria. Rapidamente senta-se ao lado da mesma. Steve havia acordado.
— Já tomaram café? — pergunta Steve
O loiro estava com o corpo todo dolorido, cansado pela noite mal descansada.
— Howard trouxe pra mim. — fala Maria
— Vão ficar estudando? — pergunta Steve
— Vamos... — responde Howard
Ele voltava a se sentar do lado de Maria pelo lado vazio da cama e entrega para ela seus cadernos. A loira os pega e sorri agradecida.
— Vamos começar por química? — pergunta Howard
E Maria concorda. A loira abre o caderno de química e começa a copiar a matéria emprestada por Howard. E enquanto Maria copiava a matéria o moreno tentava controlar os próprios pensamentos, mas estava com dificuldade. Só então ele percebe que Maria estava com uma camisola de alça rendada... levemente transparente. Ficava a observar a pele suave e delicada dela, suas sardas, enquanto essa anotava. Realmente, ela tinha os seios pequenos, como no auto retrato. Tinha a estrutura corporal mais estreita... e ele sentia ganas de tocar naquela pele.
— Podemos... namorar um pouco quando terminar de passar a limpo? — pergunta Howard
A loira concorda com a cabeça e sorri a ele. Continua a passar matéria a limpo até que fecha o caderno e entrega o de Howard a ele.
— Copiei as notas extras que você anota também. — fala Maria deixando o caderno de lado e puxando Howard pelo colarinho para perto de si
O moreno abraça-a forte e se beijam com paixão por vários minutos até que o beijo se cessa e Howard, ajoelhado com a perna boa de Maria entre as pernas dele passa a mão no rosto dela, na forma de um carinho. Os olhos dele transbordavam de desejo, mas não era apenas os dele. As mãos descem para o pescoço, para os ombros... silencioso e de certa forma receoso, abaixa lentamente as alças da camisola de Maria, deixando aos poucos os seios desta desnudos.
— Tão perfeitos... — sussurra o rapaz
Ele toca o seio direito dela com cuidado, delicadeza e a pele de Maria se arrepia por completo. Levanta e fecha a porta do quarto, não queria que Steve visse o corpo de Maria nem por acidente. Não queria que Natasha estragasse o momento de intimidade de ambos. Quando vira-se de volta pra Maria, ela esticava a mão pra ele. Howard volta para onde tava e senta sobre os próprios calcanhares diante de Maria, com uma perna dela de cada lado da dele. A loira começa a cuidadosamente desabotoar a camisa social que ele usava e, durante isso, Howard começa a beijar seus ombros, seu colo e cada uma das pintinhas que ela tinha nele. Como ele amava cada uma daquelas pintinhas! Ele a ajuda a retirar a camisa social dele e retira-a. Retira também a camisa branca que usava por baixo e se abraçam com força. Pele sentindo pele. Os beijos e carícias de Howard não cessam e ele volta a beijar o colo dela, chegando logo nos seios e arrancando gemidos baixos de Maria em cada beijão e chupão leve que dava. Acomoda-a deitada na cama, ainda entre as coxas dela e levanta lentamente a parte de baixo da camisola, descobrindo as pernas bem torneadas e definidas da loira até que chega na calcinha, branca, de renda. Suas mãos passavam da barra da camisola até por cima da calcinha e faz um carinho de leve com a mão por sobre a calcinha antes de começar a abaixar lentamente. Assim que a retira, passa os dedos entre os grandes lábios com cuidado antes levando-os até a abertura do canal e enfiando dois rapidamente. A loira gemia abafado com o gesto dele e Howard solta uma risada baixa. Maria puxa-o mais para perto de si e Howard deita-se por sobre o corpo da garota, abrindo a própria calça com cuidado e abaixando-a junto da cueca. O membro,que já estava começando a ficar ereto desde que ele viu o auto retrato, estava completamente rijo e ele põe-se a penetrá-la com cuidado até que a preenche por completo. Movimenta-se dentro da loira por vários minutos, muitos minutos, no intuito de prolongar ao máximo o momento que eles estavam vivendo, mas não poderia prolongar pela eternidade. Assim, chegam juntos ao orgasmo na primeira vez de ambos. Howard deita-se ao lado de Maria e, com alguma dificuldade, a jovem vira-se e põe a cabeça no ombro dele. Adormecem abraçados cobertos pelo cobertor dela. Steve e Natasha voltavam do café da manhã para ver como eles estavam se saindo no estudo e deparam-se com os dois nus, adormecidos.
— Eita... Melhor não falar nada para minha mãe. E você também não vai falar nada para ninguém. — fala Natasha
Steve concorda com a cabeça. Mesmo sendo anos 60, Maria e Howard ainda eram jovens demais para isso e ninguém entenderia o que ocorria entre eles. Não tinham o tempo do mundo, seguiam o tempo deles.
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