Notas iniciais
Oi lindas! Mas um cap!
Primeiro hot da fic! Espero que gostem!
beijos

Depois daquele breve momento romântico que Elena e Damon tiveram, ela teve que o levar até a sua noiva. Camilla estava ansiosa esperando pelo Príncipe. Tinha se arrumado toda, escolhido um de seus melhores vestidos, arrumado o cabelo. Estava linda, tinha certeza que era isso que Damon iria pensar quando a visse. Mas a verdade é que nada nela era interessante para ele e depois que descobriu que ela havia batido em sua amada, era menos interessante ainda. Camilla lhe dava nojo, ele mal conseguia olhar para ela. E mesmo sabendo que Damon não amava a Princesa, Elena não conseguia conviver com aquela situação. Era terrível saber que o amor de sua vida era noivo de outra pessoa. A escrava se sentia péssima, se sentia péssima por saber que a Camilla podia estar com ele e ela não. Para que Elena e Damon pudessem conversar por um minuto tinha que ser às escondidas. Isso era doloroso demais. A escrava ficou em um cantinho, afastada das vistas da Princesa, observando os dois.

-Princesa... –Damon abriu um sorriso forçado, segurou a mão de Camilla e beijou em um ato que não significava nada além de formalidade, mas ainda assim, fez com que a garota se derretesse.

-Damon, eu estou muito contente que tenha vindo me visitar. –Admitiu. O Príncipe a deixava completamente encantada. A verdade era que mesmo que os dois mal se conhecessem, ela já estava completamente apaixonada por ele.

-Vou sempre vou vir até aqui. –Falou tentando soar o mais simpático possível. –Eu quero que o nosso casamento dê certo, por isso, eu acho importante que nós possamos conversar, saber mais um do outro. –Mentiu, ele não tinha vontade nenhuma de conversar com ela, de ficar com ela. Ele queria mesmo era que a Camilla desaparecesse.

-Eu também! –Sorriu, estava tão feliz com as palavras do príncipe. -Eu vou fazer de tudo para ser uma boa esposa para você.

-Eu sei que vai ser. –Acariciou o rosto dela e só de tocá-la sentiu mais nojo ainda. Camilla não se parecia em nada com Elena. Não era bonita, não era delicada e principalmente não tinha o coração puro que Elena tinha e era por isso que ele nunca conseguiria amá-la. –E eu também serei um ótimo marido. –Mais uma mentira, afinal, ele iria fazer de tudo para não se casar com ela.

-Acho que nós temos tanta coisa para conversar! Por isso, vou pedir para a escrava trazer um lanche para nós dois. –Ofereceu, estava tentando agradá-lo. –Elena! –Chamou sua escrava em um tom autoritário. –Damon teve que se controlar para não mandar a sua noiva parar de gritar com Elena, não podia deixar transparecer que ele sentia algo pela escrava, isso seria ainda pior.

-Sim, Alteza? –Elena surgiu em seu jeito humilde, já estava com medo de Camilla e maior do que o medo era a vergonha de estar naquela posição. Era humilhante demais ser a escrava da noiva do homem que ela amava. Era muito mais do que apenas triste, era terrível.

-Traga um lanche! –Ordenou. –E traga rápido, não quero deixar o meu noivo esperando. –Falou naquele seu jeito arrogante. Camilla se sentia superior a todos.

-Sim, Senhora. –Elena assentiu.

Camilla a puxou pelo braço. –Não me chame de Senhora, eu quero que me chame de Alteza. –Havia muita diferença entre os dois pronomes de tratamento. Camilla não era apenas uma Senhora, ela era uma Princesa e queria ser tratada dessa forma, queria que a diferença entre ela e uma escrava fosse ainda mais perceptível. Não entendia porque, mas desde o momento em que viu Elena não gostou dela, sentiu uma antipatia quase que natural pela escrava e por isso fazia questão de tratá-la da pior forma possível.

-Sim, Alteza. –Elena baixou o olhar e respondeu em uma voz tão fraca. Damon teve vontade de abraçá-la, não iria agüentar ver o amor da sua vida sendo humilhada daquele jeito e não poder fazer nada.

Poucos minutos depois, Elena retornou trazendo em uma pesada bandeja o lanche que a Princesa havia pedido. Estava se sentindo péssima, mal conseguia sustentar o peso da bandeja, mal conseguia servir corretamente. Atrapalhou-se ao servir café a Camilla, ou então foi apenas uma atitude impensada de seu inconsciente, mas o fato é que ela acabou derrubando o líquido quente no fino vestido que a Princesa estava usando.

-Eu não acredito que você fez isso! –A Princesa gritou. –Além de inútil é burra! –Ofendeu a morena. –Será que o castigo de mais cedo não te ensinou nada?

-Eu sinto tanto, eu não sei o que está acontecendo comigo... -Elena desesperou-se, ela estava sendo mais do que humilhada e nada frente do Damon ainda, ela iria apanhar de novo. Era horrível.

-Não sabe? –Camilla estava ainda mais irritada do que antes. –Você vai ter que aprender a se comportar de um jeito ou de outro! Levantou-se e foi na direção de Elena que havia se encolhido em um cantinho.

Damon também se levantou e segurou a noiva pela mão, impedindo que ela continuasse caminhando. -Esquece isso... -Pediu.

-Eu não posso! Você sabe como esses escravos são insolentes!

-Eu sei disso, mas deixe que essa inútil estrague o nosso momento juntos. –Sentiu seu corpo se contorcer ao chamar Elena de inútil, não se sentia bem fazendo isso, mesmo se estivesse fazendo para salvar a amada de outra punição. Não tinha alternativa.

-Você tem razão, mas é que essa escrava me tira do sério. –Justificou-se.

-Eu entendo, mas eu não gosto de te ver nervosa. –Acariciou o rosto dela cuidadosamente. Seus olhos fitaram os dela. Camilla sorriu, estava completamente envolvida pelo magnetismo dele. Sentiu vontade de beijá-lo, mas ela não podia, ela tinha que guardar até o casamento. –Camilla, se você não gosta da escrava, por que você a mantém? –Damon aproveitou a situação para colocar um plano que acabara de traçar em prática.

-Eu não sei... -Vacilou, não tinha uma resposta para aquela pergunta. –Eu acabei de adquiri-la.

-E por que você não a devolve? –Sugeriu. –Isso faria com que você se aborrecesse bem menos, e uma escrava não iria fazer falta alguma, você pode achar outra facilmente.

-Bem, eu teria que lidar com os mercadores de escravos... Eu nunca fiz isso, é sempre o meu pai quem compra os escravos...Eu nem sei direito com quem falar...

-Eu posso fazer isso por você, Cami. –Chamou-a de um apelido, queria que ela confiasse nele.

-Pode?

-Sim, você é minha noiva, eu faço tudo por você.

-Tudo bem, pegue a escrava e devolva-a. –Concordou. –Se quiser, pode simplesmente se livrar dela em algum lugar, eu não ligo. –Já estava falando de forma arrogante mais uma fez e estava falando com Damon como se ela também fosse superior a ele, embora os dois fossem da realeza. Camilla era uma garota muito mimada, estava acostumada a dar ordens.

-Claro. –Damon não conseguiu falar muito mais do que isso, estava com tanta raiva da garota e ter que fingir que estava apaixonado por ela tornava as coisas ainda mais horríveis. Não conseguia se imaginar casado com uma mulher assim, com alguém que tratava as pessoas como Camilla tratava. Ela era uma péssima pessoa.

-Eu vou chamar a Elena, assim, você já pode levá-la embora. –Mais ordens. –Elena! -Gritou para que a escrava pudesse escutá-la.

-Sim, Alteza? –A escrava sussurrou.

-Eu decidi que você será devolvida hoje mesmo.

-Por favor, Alteza, eu te peço mais uma chance... -Implorou. Não agüentaria ser devolvida, se isso acontecesse, ela nunca mais veria o Damon. E ela não poderia viver se nem ao menos o visse por um minuto algumas vezes.

-Eu não quero saber. –Camilla não estava nem aí para os pedidos de Elena. –O Damon vai te levar imediatamente e não peça novamente para ficar.

-Sim, Alteza.

Elena parou de discutir. Ela iria com o Damon e ela sabia que ele jamais a devolveria ao mercador de escravos, ela confiava nele. Ela sabia que ele a estava salvando mais uma vez. Ela iria embora com ele, ficaria com ele. Teve que conter o sorriso, não podia demonstrar nenhum sinal de felicidade ou a Camilla poderia perceber que havia algo errado. Deixou que o Príncipe amarrasse suas mãos e diferentemente de todas as outras pessoas que já tinham prendido, ele foi o único que não tinha machucado, ele tinha dado um nó frouxo, mas como ela não ofereceria resistência, iria bastar. Damon a conduziu até o seu cavalo. Ela a levaria de volta até o seu castelo. Embora estivessem ansiosos para conversar e beijar, teriam que esperar, afinal, Damon ainda estava sendo escoltado pelos guardas reais e eles contariam ao Rei tudo que vissem. O Príncipe ainda teria que inventar alguma coisa para justificar porque não devolveria Elena ao mercador de escravos. Por sorte, uma nova ideia surgiu em sua mente. Foi até o depósito de escravos, e levou a garota junto com ele, enquanto os guardas aguardavam do lado de fora. Elena estremeceu, por um minuto, pensou que ele poderia mesmo devolvê-la, mas esse não era o caso.

-Vejo que conseguiu achar a escrava, Alteza. –O mercador observou surpreso, para ele, aquilo era quase impossível.

-Eu consegui e mesmo assim, eu vou pagar o que eu tinha prometido, ou melhor, eu vou pagar o dobro. –Anunciou. –Desde que você confirme, para o meu pai e para a Princesa Camilla, caso algum dos dois pergunte.

-Claro, que história? –Ele acima de tudo era um mercenário, confirmaria qualquer história por dinheiro.

-A Camilla queria devolver a escrava, eu vim até aqui para fazer isso, mas você não aceitou a devolução, afinal, é a segunda vez em pouquíssimo tempo que a Elena é devolvida, e, além disso, ela vai fazer dezesseis anos agora e a procura é por escravas entre doze a quinze anos, isso significa que ela nem valor de mercado, por isso, eu acabei decidindo ficar com ela.

-Eu posso fazer isso, mas eu vou querer duzentas moedas de ouro, afinal, eu vou mentir para a o Rei e para a Princesa.

-Tudo bem. -Concordou, pagaria o preço que fosse para ter a Elena ao seu lado.

Depois disso, seguiram até o Palácio e ainda assim, não puderam ficar imediatamente juntos. Precisam ser discretos, principalmente, agora, que o Príncipe estava noivo e o Rei estava monitorando tudo que ele fazia. Elena esperou que a noite caísse e que a maioria das pessoas fossem para seus aposentos dormir para ir ao encontro do seu amado. Eles iriam se encontrar nos aposentos de Damon, afinal, era o local mais seguro para os dois, afinal, ninguém iria perturbar o Príncipe no meio da noite. Ele tinha deixado a porta entreaberta para que Elena não fizesse barulho ao entrar, ele não queria chamar a atenção de ninguém. Quando Damon a viu abriu um sorriso e foi na direção da garota e a envolveu em seus braços. Ficaram um longo tempo abraçados, precisavam tanto estar juntos. Embora tivessem se encontrado mais cedo no Palácio de Camilla, o momento que tiveram não foi suficiente, a saudade ainda era muito grande.

-Finalmente você está aqui comigo. –Ele sussurrou, acariciando o rosto dela.

-Eu quero ficar com você para sempre... -Elena confessou. –Por favor, me diz que nós vamos conseguir ficar juntos...

-Nós vamos, eu prometo. –Os olhares dos dois se cruzavam e cada vez que eles se olhavam, era como se algo mágico acontecesse. Só nesse simples gesto, já era possível perceber o quanto eles se amavam.

-Você vai ser só meu. –Sorriu ao mesmo tempo em que as lágrimas vertiam de seus olhos. –Eu não agüento te ver com a Camilla, não agüento...

-Elena, eu não amo a Camilla e nunca vou amar, mas eu tive que ficar noivo dela, eu tive que fazer isso para conseguir ter você de volta. –Justificou-se. –Eu te amo, meu coração é só seu.

-Eu também te amo! –Murmurou, seus dedos se entrelaçaram nos fios negros do cabelo dele. –Eu te amo tanto!

Os lábios de ambos se juntaram em um beijo tão doce. Depois de um beijo, mais outro e mais outro. Os beijos eram cada vez mais intensos e românticos. Os toques se tornaram mais ousados, a mão dele deslizava pelas curvas dela. Elena mais tímida e inexperiente apenas deixava que ele a tocasse, que fizesse o que quisesse com ela. Quando ela percebeu, estava deitada na cama, as pernas separadas, os joelhos flexionados. A garota o sentiu por cima dela. As bocas se uniram em um beijo avassalador, era um beijo com desejo e amor, era o beijo, o beijo que tocava até mesmo a alma. Damon explorava o delicioso corpo da garota, sua mão estava na coxa dela, apertando-a. Deslizou por cada curva dela. Enquanto a beijava, mantinha uma mão no seio esquerdo da garota massageando. A sensação era tão gostosa que fez com que ela gemesse nos lábios dele. Ele se deliciou porque a morena não suava nada por debaixo do fino tecido do vestido cor de creme. Elena era apenas uma escrava, tudo que vestia era muito simples, não era como as nobres com quem Damon já havia se deitado, que por baixo de luxuosos vestidos usavam espartilhos. Ele quis somente se concentrar no corpo de Elena, percorreu-o com a mão e depois com a boca. Os lábios roçaram pela pele sensível do pescoço dela, lambeu-a, beijou-a e deu várias mordidinhas. O coração de Elena acelerou, sua respiração estava ficando ofegante. Nunca tinha sentido algo assim, uma sensação tão boa, tão prazerosa. Ele continuou beijando-a, desceu pelo colo até chegar aos seios. Primeiro os apalpou. Ela tinha seios perfeitos. A boca os tocou por cima do tecido do vestido, lambeu um pouco umedecendo a peça e fazendo com que a garota delirasse. Continuou ali, o tecido molhado pela saliva desenhava o formato dos mamilos dela. Era tão excitante, ela mal se agüentava de tanto prazer. E ele queria mais, queria experimentar o sabor dos seios dela, queria sua boca diretamente na pele feminina. Damon a ajudou a tirar o vestido branco, revelando o belo corpo feminino. Ela era mulher mais linda que Damon já tinha visto. Elena tinha um corpo tão belo, proporções perfeitas, cheio de curvas. Ela era maravilhosa. Admirou aquele belo corpo e a morena corou. Em um ato involuntário, se encolheu, fugindo dos toques dele. Estava com tanta vergonha.

-Você não precisa ter vergonha... -Ele falou em um tom carinhoso ao perceber o quão tímida ela estava. –Você é linda.

-É que... -Elena vacilou, mal conseguia organizar uma frase. –Ninguém... nunca...me viu assim.

-Você é virgem? –Perguntou, mesmo se aquela informação não parecesse ser nenhuma surpresa.

-Sim, eu sou. –Ficou ainda mais tímida.

-Eu não posso fazer com você, Elena... -Concluiu. –Não agora...

-Por que não? –Ela não estava entendendo nada.

-Você é a mulher que eu amo e você é virgem, eu preciso respeitar você... –Estava tentando explicar, mas não estava indo muito bem, não tinha se imaginado falando algo assim.

-E fazer amor comigo significa que você não me respeita? –Elena estava entendendo menos do que antes.

-Se nós fizermos antes do casamento, sim. –Respondeu. –Elena, eu passei a minha vida sem respeitar nenhuma mulher. Eu apenas as queria para sexo, algumas eram liberais e também não se importava, mas para a maioria, eu menti, eu inventei que gostava delas, prometi que nós teríamos um compromisso, eu não me importava com elas ou com que elas pudessem sentir, eu só me importava comigo mesmo. Mas você é diferente, Elena, eu tenho que te respeitar.

-Mas você me ama, não ama? –Indagou.

-Lógico que eu amo, você é tudo para mim. –Ele estava sendo absolutamente sincero. –É por isso que eu quero esperar, Elena. Eu vou achar um jeito para que nós possamos ficar juntos e nós vamos nos casar, depois disso...

-Eu não quero esperar... -Não queria mesmo, por mais que confiasse que eles iriam ficar juntos, ela sabia que isso podia não acontecer e não querer correr o risco de não ter ficado com ele da forma mais intima quando teve a oportunidade. –Você me ama, eu te amo, isso é o que importa para mim.

-Você tem certeza?

-Tenho. –Sorriu. –Agora, me beija, por favor.

Damon atendeu ao pedido da garota e a beijou da forma mais intensa e apaixonada e ela correspondeu na mesma intensidade. Ele acariciou o rosto dela, ela era tão delicada, tão bela, ele estava encantado.

-Eu te amo, você precisa saber disso. –Fez questão de repetir, repetiria mil vezes se fosse preciso. Ele realmente a amava.

-Eu sei disso. –Ela podia sentir o quanto ele a amava. –E eu também te amo.

Um novo beijo, ainda mais saboroso que o anterior. E junto com todo aquele amor, vinha o desejo. Elena perdeu um pouco de sua timidez e quis tirar as roupas dele também, desabotoou a camisa que ele usava e ele a ajudou a se livrar daquela peça de roupa. Passou a mão nas costas dele, percorrendo sua extensão, desceu pelos braços musculosos, voltou para as costas. Depois, entrelaçou os dedos nos cabelos dele para então os dois se beijarem novamente. Damon decidiu beijar todo o corpo dela, saboreá-la, beijou o pescoço. Chegou aos seios dela, passou os dedos no entorno deles, como se desenhasse o belo contorno que faziam, apalpou, até finalmente acariciá-los com a boca. Passou a língua de leve, uma deliciosa provocação. Elena arfou. Usou a língua para massagear os mamilos dela e depois chupá-los na intensidade correta, na intensidade que a fazia alucinar. Era a melhor coisa que ela já tinha sentido. Ele a estava enlouquecendo, mas ainda não tinha sido o suficiente, desceu pelo corpo dela, lambendo, beijando-o. Damon estava inebriado pelo perfume doce que a pele dela exalava. Elena era perfeita. Chegou à parte mais íntima dela, a parte que mais pulsava por ele. Beijou a virilha dela em toda a sua extensão, explorou o sexo feminino com a boca, lambendo-o, experimentando seu sabor quente e toda a sua umidade. Elena estava gemendo e quanto mais ele se aprofundava nela, mas as sensações se tornavam extremas. Se ela achava que já tinha experimentado as sensações mais prazerosas, estava enganada. Delirou quando ele chupou seu clitóris. Aquilo era delicioso, desejou que ele não parasse nunca. Passou a usar também os dedos, iria estimulá-la com a mão e com a boca. Colocou um dedo dentro dela, ela gemeu mais alto. Chupou-a com mais intensidade. Elena sentiu todo seu corpo pulsar, era como se uma corrente elétrica corresse em suas veias e a enlouquecesse. Ele colocou mais um dedo nela. Elena era apertada até para os dois dedos que a penetravam. Fez movimento de vai e vem dentro dela, ela mordeu o lábio inferior abafando um gemido. Passou a língua no clitóris dela e chupou novamente, faltava muito pouco para que ela alcançasse o orgasmo, mas guardaria o melhor para depois. Ele se livrou das roupas que ainda vestia e a penetrou lentamente, não queria que ela sentisse dor, mas ainda assim, doeu um pouquinho, só que esta sensação desconforto foi logo substituída por uma sensação maravilhosa de prazer. Ele ficou parado dentro dela para que ela se acostumasse com seu membro dentro dela, ela era tão quente, tão apertada, era deliciosa. Os dois se beijaram mais uma vez, o beijo foi ainda mais profundo, era como se suas almas se fundissem. Quando ele começou a se movimentar dentro dela, a garota soltou um gritinho e fincou suas unhas nas costas dele. Ele se movimentou bem devagar nela, os dois já estavam delirando. As estocadas foram se intensificando pouco a pouco, até se tornarem movimentos rápidos e dois atingirem o orgasmo juntos. Exaustos, deitaram-se juntos, abraçados e dormiram assim.

Notas finais
E ai? o que acharam?
Comentem pls!
se alguém gosta da fic, pvfr recomende
beijinhos