Immortal Love

45 Thirty-seventh Act: Betrayed


Notas iniciais
Triste, mas cativante... Eu espero kkk

V. Phillips

Graças a Kree eu havia ganhado uma nova esperança. Tudo que eu tinha era um nome... Gregory Taylor, mas foi o que precisou para Steve partir nua busca para saber a localização de mais uma pessoa que poderia realizar o meu grande sonho. Mas pelo documento que Kree encontrou essa cobaia é muito antiga e bem poderosa então estava na hora de treinar e treinar duro para controlar não só os novos amuletos como também Shadows. Steve deu um mês e era o máximo de tempo que eu tinha para treinar, mas acho que era o bastante para me fortalecer. Pena que nesse pouco tempo era mais que obvio que eu não conseguiria controlar os dois amuletos de Tsukoyomi. Sem Steve o jeito foi apelar para a ajuda de Sussana esperando que ela não pedisse nada em troca.

— Claro que eu te ajudo Vincent! Mas vamos precisar da Lorraine... – dizia ela cabisbaixa –

— Para quê?

— Quando usar os amuletos seu poder vai sobrecarregar e pelo menos no começo Shadows vai acabar assumindo seu corpo daí a Lorraine pode te devolver o controle com os poderes dela. Isso não só vai te treinar como também vai fortalecer esse poder dela que não é muito usado!

— Parece bom, mas ainda fico com receio de machucar ela... – eu disse mirando Lorraine debruçada na janela –

— Bom em quase todas as vezes que Shadows assumiu seu corpo ele teve a oportunidade de atacar Lorraine e não o fez então não vejo o porquê de fazer agora, mas se isso te acalma eu vou ajudar a protegê-la! – disse Sussana invocando seu manto de almas com um belo sorriso. Afinal ela amadureceu e desistiu de me separar da Lorraine –

— Se é assim eu aceito. – eu disse retribuindo o sorriso –

Chamando Lorraine começamos o treinamento, mas uma coisa não saia da minha cabeça... Onde o Kree havia se metido? Ele nunca corria de um bom treinamento duro.

Depois de uns dois dias de treinamento duro incessante eu acabei por desmaiar de exaustão.

L. Crysin

Desde que esse treinamento começou eu não via Kree e demorei a perceber que Alexia e Aline também haviam sumido, mas o três não eram tão unidos então era bem improvável eles estarem juntos. O que mais me preocupava agora era o estado de Vincent que havia desmaiado e mal se mexia. Eu o levei pra dentro e o verifiquei sua saúde estava ótima ele apenas estava cansado e como estava desmaiado não podia fazer nada especial para ele sarar mais rápido então eu apenas retirei seu capacete e os braceletes e os coloquei de volta na prateleira.

- Lô... – dizia Mishu na minha cama com uma voz muito sensual –

- O que diabos você está fazendo aqui!? Se Vincent descobre ele nós mata!

- Descobrir o quê? – disse Sussana da porta –

- Su-su-su-sussana! – eu gaguejei – Que diabos está fazendo aqui?

- Pelo que eu vejo na sua cara eu estou interrompendo algo de teor erótico... – disse ela aos risos –

- Muito erótico... Chama sexo! – disse Mishu tirando a camisa e deitando seu corpo nu no meu lençol –

- Mishu! – deu gritei –

- Lorraine a menos que queira que eu conte ao Vincent que vocês vem fazendo isso pelas costas dele há tempos eu sugiro que me inclua nessa.

Mishu já era um terror de tão safada mesmo já estando com o Kree ainda era muito enérgica, agora Sussana era impossível de controlar. Por sorte alguém no estado de Vincent não ia acordar nem hoje e talvez nem amanhã então não corríamos risco de sermos pegas em flagrante por ele, mas eu realmente não queria levar isso para esse nível, na verdade, eu nunca quis levar isso adiante, mas eu não podia deixar que Vincent descobrisse.

- Tudo bem, mas vai com calma para não chamar a atenção de ninguém...

- Vou tentar...

V. Phillips

Eu acordei e nem sabia como tinha chegado naquela cama, mas sabia muito bem que eu estava no quarto de hospedes. Eu havia desmaiado de exaustão e enquanto recuperava minha consciência vi Kree sentado ao meu lado com um pequeno corte no rosto.

- Kree? Onde estava? E o que está fazendo aqui?

- Primeiro... Ham... Sim sou eu. Estava treinando com algumas almas no inferno onde Steve me deixou antes de sair e voltei porque soube que você havia desmaiado e vim ver como estava.

- Como soube isso lá em baixo? – questionei –

- Ah cara. Lá as noticias correm demais e existem muitas almas antigas que vem e vão do inferno sem problemas então não foi muito difícil...

- Cadê a Lorraine? – questionei me levantando –

- Não faço à mínima ideia cara. Quando cheguei não vi nem Lorraine, nem Mishu e nem a Sussana. Só Aline e Alexia treinando sozinhas na parte de trás da casa.

- Estranho normalmente ela fica aqui me fazendo companhia quando algo acontece.

- Eu sei também estranhei... Quer procurá-las?

- Sim. Vamos...

Eu ia em direção ao meu quarto calmamente enquanto Kree me seguia. De repente eu ouvi um grito e em seguida um gemido. Não! Não! Isso de novo não! Eu pude suportar minhas filhas fazendo isso, mas a minha mulher? Não! Não pode estar acontecendo! A porta entreaberta os gemidos e gritos misturados com risadas e chorinhos eram estacas em meu peito.

- Epa! Esse gemido eu conheço! Mishu! – disse Kree entrando na minha frente e abrindo a porta com violência me obrigando a ver a cena mais dolorosa da minha vida... Minha amada Lorraine com Sussana nua em baixo dela a segurando pela cintura e Blue em cima esfregando seus seios fartos nela –

- Eu acho que algo levantou aqui... – disse Kree colocando a mão em suas partes por cima da calça –

- Eu acho que algo quebrou aqui... – eu disse aos prantos colocando minha mão sob meu peito esquerdo –

L. Crysin

Não! Não! Não! O que eu fiz!? Era o fim! Ele partiu me deixando aos prantos gritando seu nome. Minha dor era grande, mas não se comparava a dele. Que visão cruel que eu lhe proporcionei... Algo se quebrou em mim também. Como uma bigorna a culpa esmagou meu coração e não importa o que eu dissesse ou fizesse agora nada, absolutamente nada o faria voltar atrás, me perdoar, diminuir minha culpa nem nada parecido, Eu havia perdido o que mais me importava por alguns minutos de prazer se é que eu conseguia sentir prazer em algo daquilo com a culpa que me consumia. Eu nunca quis fazer nada daquilo. Nunca. Quisera eu minha inocência de volta, mas ela foi tirada de mim por alguém com o dobro da minha idade.

“- Lorraine, alguma vez você já fez sexo? – disse Mishu olhando para mim –

- Só uma com o meu amado Vincent! – eu disse –

- Não sente vontade de fazer mais?

- Claro que sim, mas tenho que esperá-lo voltar!

- E se você fizer com outra pessoa? – ela me questionou. E eu nem imaginava onde ela queria chegar com isso –

- Isso é traição! E trair a pessoa amada é totalmente errado e imperdoável!

- Mas e se for com outra garota?

- Traição é traição! Não importa com quem se não for com a pessoa amada não vale à pena!”

Eu tratei essa conversa como encerrada depois dessa simples frase, mas Mishu não. Eu e ela treinamos até cairmos e eu mal podia me mexer.

“- Ai eu queria tanto um banho! Mas não dá... Não posso me mexer...

- Eu posso te dar um banho! – disse Mishu sorrindo. Ah quão ingênua eu fui –

- Eu acho melhor não! Se Vincent chegar ele pode acabar pensando algo de errado!

- Acalme-se Lorraine ele é um cara inteligente ele vai saber diferenciar traição de ajuda entre amigas, além disso ele vai demorar e não tem nada de errado em um banho...

- Tudo bem, mas é só o banho!”

Não, não foi só um banho! Ela praticamente me estuprou ali na banheira, mas eu não podia reclamar de nada...

“- Estou te machucando? Quer que eu pare? – ela dizia vendo que meus gemidos se tornaram gritos –

- Não...”

Eu não pude dizer para ela parar e não consegui parar. A verdade é que eu havia gostado daquilo. Uma aventura selvagem e proibida, mas nada daquilo valia à pena se fosse o motivo de perder meu precioso e amado Vincent.

Isso me consumia de uma maneira que eu me deixei cair do lado da cama fingindo um desmaio enquanto elas seguiam fazendo aquilo entre si e chamando Kree para lhe acompanhar e ele sucumbiu a tudo aquilo de uma maneira que me soou nojento, mas que sou eu para reclamar eu era tão nojenta quanto eles.

J. Phillips

Quando Vincent me contou o ocorrido meu sangue ferveu em minhas veias como nunca em quatrocentos anos. Aquela vadia desgraçada havia traído ele e eu não conseguia pensar em nada além de quebrar todos os malditos ossos dela um por um, mas não consegui tirar da minha cabeça uma pergunta... Por quê? Ele era bonito, charmoso, poderoso, inteligente, carinhoso e qualquer ser feminino no universo seria sortudo de ter o amor dele e ela o tinha e o perdeu por uma bobagem sexual? Como ela podia ser tão estúpida? Uma puta estúpida! Era isso que ela era! E aquele tal de Kree? Como ele podia se dizer amigo dele? Enquanto o seu “irmão” sofria do seu lado ele simplesmente ficou excitado e foi lá naquela orgia se divertir? Era uma cena deplorável até mesmo em minha mente! Grande amigo...

- Vincent você estava certo! Tem que se afastar daquelas pessoas! Elas são falsas e traidoras e nojentas...

- Eu não quero me afastar das minhas pequenas e nem do Kree. O problema é ela! O problema é a pessoa que partiu meu coração!

- Então fique comigo! Eu te ajudarei a juntar os cacos do seu coração! Mesmo aqui de longe eu quero te ajudar! – eu dizia desesperada. Queria estar ao seu lado, secar suas lagrimas, abraçá-lo bem forte, mas não podia e isso me deixava cada vez mais desesperada –

A raiva dela misturada com meu desespero fizeram minha energia aumentar em níveis que eu mal posso descrever e isso fez as pedras próximas a mim flutuarem e se quebrarem ao chegar perto demais do meu corpo. Logo a minha ira se tornou tão grande que até o espelho tremia.

- Acalme-se irmã! Eu ficarei bem... – ele disse tentando me acalmar –

- Eu sei que você ficará! Você sempre fica, mas eu não consigo ficar! Para mim ver meu querido irmão chorar e esse maldito espelho me impedir de sequer secar suas lagrimas! Eu nunca a perdoarei pelo que fez a ti! Nunca! – gritava desesperadamente –

Meus olhos lacrimejavam e eu mal podia ver algo na minha frente, mas reconhecia a voz de Kree.

- Vincent está aí? – ele questionava de longe –

- Eu mudei e melhorei todas as armadilhas deste local eu não acho uma boa ideia continuar! – disse Vincent secamente –

C. Taylor

Vincent estava arrasado! Seu choro dava pra ouvir a distancia e é claro na sua voz não importava o quanto ele disfarçasse bem. Eu sabia que ele ficaria assim ele ama Lorraine demais e uma traição dessas é realmente de partir corações! Lorraine também amava e a culpa esmagou seu coração. Era um Amro tão puro e verdadeiro que me doía mais ver aquilo acabando do que minha namorada me traindo! Afinal eu sabia que Mishu só se interessava em mim por causa do meu corpo e apesar de eu gostar dela já havia prometido a mim mesmo que não a deixaria tornar-se uma “Kate” em minha vida.

- Desde quando eu tenho boas ideias? – eu o questionei ironicamente –

- Isso é verdade... – ele disse dando um riso seco –

- Da licença isso é uma conversa familiar! – gritava Jessy do espelho e parecia estar realmente muito nervosa –

- Achei que eu fosse da família... – eu disse dando um sorriso irônico –

- Se veio me falar pra esquecer tudo aquilo e voltar com você para aquela casa melhor dar meia volta! – disse Vincent irritado –

- Tudo bem... – eu disse me virando e dando meia volta parando de costas para ele – Assim está bom?

- Não. – ele disse sorrindo – Assim está! – ele lançou fogo roxo na minha bunda e segurou seu riso –

- Olha... – eu disse me virando para ele – Eu odeio ver um bom relacionamento ir por água a baixo desse jeito. Então porque você... – eu tentei concluir, mas ele me interrompeu rapidamente –

- Sem chances! Olha Kree eu sei que você não liga para essas cosias, mas... – agora era mina vez de interromper –

- Não ligo? Pera aí, pera aí! Não ligo!? Ah eu ligo sim! Me machucou, mas eu sabia que Mishu não me amava tanto quanto sei que Lorraine te ama! Eu queria que Mishu me amasse, mas não posso obrigá-la.

- Mas você vai continuar com ela!

- Estar com ela, não estar com ela... O que significa o meu namoro com ela? – eu o questionei cabisbaixo –

- E o meu namoro com Lorraine o que significa? – ele retrucou –

- Amor verdadeiro! Uma coisa que eu invejo muito!

V. Phillips

Ao ouvir as palavras de Kree eu senti a minha irritação passar e até Jessy ficou mais calma. Ele estava certo sobre o relacionamento dele e Mishu. Namorando ou não era apenas uma coisa física não aparentava ter amor pelo menos na parte dela. Mas sobre o meu ele estava errado! Lorraine não me amava tanto quanto ele diz! Senão porque me trairia?

- Até entendo sobre você e Mishu, mas está errado sobre eu e Lorraine! Se ela me amasse nunca teria me traído!

- Erros, erros! Se me julgasse pelos meus erros eu nunca teria me tornado seu amigo, muito menos seu irmão!

- Seus erros são perdoáveis, mas traição é uma coisa imperdoável! E não importa o que você diga ou fala Kree! Mesmo que ela me peça perdão mil vezes! Simplesmente porque não dá pra voltar no tempo. – eu conclui –

- Voltar no tempo? – ele disse sorrindo – É isso! – ele gritou –

- Isso o quê? – eu o questionei em vão ele saiu porta a fora como um foguete – Kree! Isso o quê? Kree!

Eu realmente não fazia à mínima ideia do que ele estava planejando, mas de uma coisa eu podia ter certeza ele tinha um plano em mente e isso me assustava.

L. Crysin

Por mais estranho que isso soe eu tenho de admitir! Kree teve um plano realmente genial com certeza eu poderia reconquistar Vincent com aquilo. Ela me explicou perfeitamente seu plano e deixou em minhas mãos colocá-lo em pratica, mas eu ainda me intrigava aonde ele ia àquela hora da noite. Bem isso não importava muito agora. O plano era simples, mas muito bem planejado o importante eram os detalhes! A ideia era recriar o momento do primeiro beijo meu com Vincent e fazê-lo relembrar de tudo que eu disse e de quanto eu o amo. Eu usei minha magia misturada com as sombras de Sussana para fazer uma replica do galpão bem em frente a casa e entrei nele esperando meu amado voltar... Ele chegou e foi realmente divertido ver a cara dele quando avistou o galpão e entrou calmamente.

- Cuidado com a água! – eu gritei usando meus poderes de água nele –

Eu sorria e olhava fixamente em seus olhos na esperança que os dele pudessem voltar a fazer o meus brilharem. Ele tinha olhos tão belos que era um pecado eles carregarem tantas lagrimas e decepções. Eu só queria uma chance. Um chance de concertar tudo que eu fiz a ele e era isso que eu tentava agora, mas tudo graças a Kree, meu anjo da guarda.

V. Phillips

Era isso mesmo? Era um sonho? Um déjá vu? Ou ela estava realmente tentando recriar o momento do nosso primeiro beijo? Era surreal e o que o Kree me disse marcou ainda mais esse momento.

“Amor verdadeiro! Uma coisa que eu invejo muito”

- Cuidado você! – eu disse usando meus poderes de água –

- Me perdoa! Deixa isso no passado e vamos viver junto pra sempre!

- Eu deveria, mas não consigo dizer não a você! Além disso já disso pra sempre é pouco tempo para nós!

O beijo foi tão intenso e incrível quanto o primeiro. Era uma renovação e a dor diminuía cada vez mais como se fosse estancada.

- Fez tudo isso sozinha?

- Eu tive uma pequena ajuda da Sussana para colocar o plano em pratica, mas foi tudo ideia do Kree!

- Então era isso que ele tinha pensado! Só ele mesmo...

- Oi? – ela disse confusa –

- Nada! Nada! Melhor ir pra dentro! – eu disse sorrindo e olhando pra cima – Obrigado meu amigo e anjo da guarda! – sussurrei –

Sussana desfez o galpão, mas antes de entrar eu pude ouvir um grito. Era de Aline e vinha de trás da casa. Dessa vez não era uma brincadeira delas ela estava realmente em apuros! Rapidamente eu e Lorraine corremos para lá e o que eu vi foi de tirar qualquer um do sério.

Aline acariciava sua bunda sentada no chão com algumas lagrimas escorrendo do seu rosto e Alexia estava sendo golpeada com um gancho no estomago e a pessoa que deferia o golpe era ninguém mais, ninguém menos que... Kree!?

- Ora seu... – eu me tronei Shadows quase que imediatamente e fui cegamente para cima de Kree enquanto via Alexia cair no chão –

Ele sorriu e questionou:

- É realmente só isso que vocês têm?

- Não! Elas também tem um pai! – foi a última coisa que pude dizer –

- Vincent! Espera!

C. Taylor

Eu tentei pará-lo em vão. Ver a cena de suas duas filhas sendo feridas por alguém que ele considerava como irmão foi o que bastou para Shadows tomar o controle imediato do corpo dele e me atacar. Ele me pegou pelo pescoço e me afundou na parede formando uma cratera atrás de mim.

- Maldito! – dizia Shadows com ódio no olhar –

- Não papai! Não machuque Kree-Sensei! Por favor! – disse Aline desesperada para minha salvação –

- Ele-só-es-es-estava-treinan-do-a-gente. – dizia Alexia com dificuldade pelo soco no estomago –

- Kree-sen-sei? – questionou Vincent retomando o controle –

- É isso aí. Elas queriam te ajudar então naquele tempo antes de ir para ilha eu comecei a treiná-las.

- Todo esse treino treinando pelas minhas costas?

- Claro! Se você soubesse ia ficar de olho nos treinos e me bater cada vez que achasse que eu exagerei não é?

- Eu... É talvez eu fizesse isso mesmo.

- Não precisa ficar preocupado! Elas podem não ser suas filhas de verdade, mas de algum jeito elas puxaram muito você!

- Deixa a gente treinar com o Kree-Sensei papai! Ele me ensinou a controlar sombras! – dizia Aline demonstrando e sorrindo muito –

- E graças a ele eu consegui aprender meu elemento! Terra! – disse Alexia levantando uma pedra maior que ela mesma –

- Tudo bem você pode continuar a treiná-las! Se... Tomar cuidado para não machucá-las demais! – ele dizia todo sério e bufante –

- Mano, se elas continuarem evoluindo desse jeito ela que vão ter que tomar cuidado para não me machucar... – eu disse aos risos –

“Perdoar é a maior prova de amor que alguém pode lhe dar”

Notas finais
Como sempre é uma honra tê-los como leitores e deixem seu review ;)