Immortal Love

46 Thirty-Eighth Act: Presenting Gregory Taylor...


Notas iniciais
Desculpa a demora, mas a chuva n me deixo nem liga o pc^^

V. Phillips

Isso era de se surpreender… Steve tinha chegado antes do esperado! Ele normalmente sempre estava atrasado.

— O que houve pra você chegar antes do tempo limite? – questionei –

— Um momento um tanto nostálgico! Encontrei alguém que eu não via há tempos e por um acaso essa pessoa me deu o endereço... – ele respondeu com um sorriso de orelha a orelha –

— E pelo que vejo essa pessoa é uma mulher... – dizia Kree surgindo atrás dele dando um tapa em suas costas –

— Sim, mas chega de conversa afiada – ele parecia tentar se desviar do assunto, mas não me importei eu não queria saber da história e sim onde estava essa tal de Gregory Taylor – Ele é um ex-general da tropa mais poderosa dos Imortais e tem seu próprio castelo no extremo norte do Reino Imortal...

— Então vamos ter que atravessar todo o reino pra chegar nele? Bem seguro sendo que somos os mais procurados de lá!

— Acorda Kree! Vivi lá por anos sei como fugir de cada esquina ou beco de lá! – exclamei –

— Ótimo então faça um mapa e me dê assim posso fazer o melhor caminho pra ir e voltar se em qualquer ponto estivermos em apuros sou mestre em fugas...

— Eu fugi de uma zona morta onde eu fui jogado pela própria morte! Acha mesmo que você é mestre em fugas por fugir de alguns orfanatos? Além disso, não vamos fugir! Vamos apenas nós dois e lutar até o fim.

— Chega de discussão! – disse Steve um tanto nervoso – Está fora de questão ir sozinhos! Além de ele ter sido um dos mais poderosos generais do reino imortal ele tem um mordomo que poucos conseguiram atravessar. Gregory Taylor é um general aposentado solitário, fechado e pavio curto e não dá pra entrar na casa dele na maior folga e sair lutando! Ele é chamado de “O intocável”!

— Vamos atravessar o mordomo e tirar essa fama do Gregory! – disse Kree e pela primeira vez concordava com ele –

— Por incrível que pareça concordo com o Kree! – isso soava mais estranho falando do que na minha própria cabeça –

— Alguém já quebrou essa fama de intocável dele...

— Quem? — eu e Kree perguntamos pasmos –

— Aposto que vocês descobrirão logo...

— Bom então eu chamo as garotas e você e Vincent vão na frente!

Dito e feito. Seguimos em frente com Steve nós guiando, mas obviamente ele não iria ficar para lutar. Eu realmente não entendia porque ele batalha contra a gente, mas nunca com a gente. Com o caminho guiado por ele nós chegamos ao castelo se precisar lutar antes da hora.

— Em que posso lhes ajudar? – era o mordomo... Mas que mania esses mordomos tem de perguntar isso! –

C. Taylor

Só pra variar Steve já havia sumido, mas eu sabia que Vincent precisava entrar logo e obviamente aquele mordomo não estava afim de deixar ninguém passar.

— Nós queremos falar com Gregory Taylor!

— O Senhor Taylor não recebe mais visitas.

— Tu é o mordomo ou o porteiro dessa porra!? – reclamei nervoso –

— O que o Senhor Taylor desejar... – hm boiola –

— Escravo sexual também? – debochei –

— Senhor Taylor e eu somos heterossexuais, então essa hipótese está fora de questão – dizia ele calmamente me irritando cada vez mais –

— Cara dá pra falar na minha língua? – reclamei –

— Eu e o Gregory num rola mano! – disse ele –

— Você é muito esquisito! – exclamei segurando o riso –

— Ah! – gritou Vincent muito bravo – As meninas vão ficar de tititi ou vamos entrar logo nessa joça!

— Ninguém vai a lugar nenhum! – disse o mordomo colocando as mãos no chão e invocando uma parede de madeira revestida de sombras e nós prendendo com o mesmo material ao chão –

— Só pode estar de brincadeira... – disse Vincent com um sorriso psicopata – Mestiço idiota!

Com apenas uma mão ele se soltou e abriu um buraco na parede de madeira que estava na frente dele e apesar de ter odiado o jeito que ele falou do cara só porque ele é um mestiço de imortal com ceifeiro eu tinha que admitir que o cara foi bem burro de irritar Vincent.

— Aonde pensa que vai! – exclamou o mordomo surgindo na frente do Vincent –

— Mas que saco! – disse Vincent se preparando para lutar –

— Essa luta é minha! – eu disse surgindo no meio dos dois e com a espada no pescoço do mordomo –

— Tanto faz! – disse Vincent entrando no castelo –

Eu me soltei usando minhas plantas e enquanto ia pra cima de Vincent e o mordomo ela libertava as garotas também e quando todas foram libertas elas iam correndo atrás de Vincent, mas eu parei Aline e Alexia um pouco.

— Aline! Alexia! Está na hora de ver os resultados do nosso treino pesado!

— Sim Kree-sensei! – disse Aline –

— Claro gatinho... – só podia ser a Alexia –

L. Crysin

Era um castelo enorme e realmente muito bonito e ao mesmo tempo em que era bem organizado e bem arrumado tinha lá seus arranhões e marcas de invasão e luta que era normal em uma casa de um velho general. Muitos queriam derrotá-lo para provar seu valor... Aconteceu bastante com meu avô, mas ele derrotou todos e parecia que Gregory também. Depois de caminhar pela casa toda eu, Sussana, Mishu e Vincent chegamos ao que parecia ser o escritório de Gregory Taylor. Tinha suas medalhas de honra ao mérito, capacetes, escudos e armas dos guerreiros derrotados e sua armadura muito bem polida perfeitamente colocada num enorme manequim. Apesar de vários objetos brilhantes prateados ou dourados o que mais me chamou a atenção mesmo foi os quadros na parede. Um dos retratos mostrava Gregory e o que parecia ser a sua esposa ao lado com um largo sorriso. Ela era bela e tinha um vestido um tanto bonito eles pareciam muito felizes. Ao lado uma garota mais nova muito parecida com a mulher do outro quadro devia ser a filha deles tinha alguns traços da mãe e outros do pai, mas com certeza era muito bela e também tinha um belo sorriso o estranho foi que por algum motivo os olhos dela me soaram familiar.

— Apesar de tantas preciosidades nessa sala com certeza as maiores delas são esses quadros! São as mulheres da minha vida minha esposa Carmem e minha filha querida Elizabeth Taylor! – disse Gregory Taylor se virando para mim – Então bela dama a que devo a visita de todos vocês? – ele estava na poltrona que antes estava virada para janela sorte que ele não nós atacou senão estaríamos em apuros eu mal pude sentir sua presença é como se ele nem estivesse ali –

— Elizabeth... Taylor? – sussurrei. Então era isso que me soava tão familiar! Aquela mulher era a mãe do Kree e Gregory era o avô materno dele. Mas acho que Vincent estava cegado pelo desespero misturado com ciúme por Gregory ter me chamado de bela dama. Pode não ser um xaveco, mas para Vincent deve ter sido um ultraje –

— Então garoto vai mesmo atacar um velho aposentado indefeso? – disse Gregory com um largo sorriso –

— Claro! — Vincent estava frente a frente com ele preparando um belo soco –

Era assustador e difícil de descrever, mas Vincent parecia estar pronto para acertar aquele soco em cheio, mas ele errou e caiu atrás de Gregory derrubando algumas coisas da mesa deixando assim Gregory muito irritado.

— Eu conheço bem o seu tipo! Vem aqui e me ataca, bagunça as coisas da Carmem e arruína meu palácio e minha paz! E tudo para quê? Por glória? Por dinheiro! Quanto? Eu pago o dobro para sumir da minha vista imediatamente! – dizia Gregory aos berros –

V. Phillips

Eu tinha certeza que iria acertar aquele soco em cheio, mas mal consegui sentir seu rosto era como se eu simplesmente tivesse o atravessado. Isso seria impossível! Eu fiquei irritado por errar um golpe daqueles, mas o que ele disse me deixou ainda mais irritado.

— Eu não quero esse maldito dinheiro! – exclamei –

— Quer o que então? – ele questionou confuso –

— Seu poder!

— Ah! Deve trabalhar para Leonard e George então! Achei que Esteban tinha conseguido o que veio buscar... – disse Gregory acariciando a mão esquerda. Foi então que percebi que lhe faltava o dedo mindinho –

— Com certeza ele conseguiu. E é por causa daquele desgraçado que eu estou aqui! – eu exclamei. Ele e eu conversávamos, mas eu e as meninas ainda mantínhamos a guarda caso acontecesse alguma repentina luta –

— Parece desgostar de Esteban Lucker... Conte-me sua historia filho! – disse ele virando-se totalmente para mim –

— Quando eu tinha quatro anos Esteban Lucker, com a ajuda de Leonard e George, aprisionou minha irmã gêmea Jessy num espelho utilizando o seu poder e só agora depois de quatro séculos de busca consegui encontrar minha última e melhor chance de libertá-la! – expliquei tudo calma e limpidamente –

— Entendo. Bem façamos assim... Eu vou até sua irmã e faço o possível e o impossível para libertá-la se! – sempre tem que ter um “se” – Vocês me atingiram uma vez sequer...

— Parece justo...

— Okay. Pode começar...

Realmente aconteceria uma batalha, mas parecia mais amigável. Quatro contra um por um golpe apenas. Antes de armar meus planos eu tinha que descobrir qual era a dele para ser “intocável”.

M. Mirawara

Eu tinha 230 anos, era a caçula de nove irmãos homens e a vigésima geração de imortais de gelo além de ser da famosa família de imortais Mirawara cujo teve sua fama por lutar muito bem apenas com força física. Eu sabia muito bem como era uma guerra e conhecia bem a fama da família Taylor. Era assustador ver um Taylor de perto ainda mais aquele. Apesar de bem velho ele tinha músculos enormes e era um tanto moreno, seu olhar era firme. Eu tinha que armar um plano, mas antes precisava descobrir um ponto fraco naquele poder que parecia fazer as coisas atravessá-lo ou ele atravessava as coisas eu sei lá. Eu tinha que esperar alguém dar o primeiro golpe, mas depois de anos no esquadrão de elite dos Blacks onde eu era simplesmente a mais poderosa era difícil estar em um meio onde ninguém me da ouvidos e a maioria mal olha na minha cara.

Eu fiquei ali no canto esperando a melhor hora para atacar, mas parecia que todos faziam o mesmo.

L. Crysin

Sempre fui uma garota muito forte e bem rápida também graças ao meu pai, além de aprender a controlar água e seus derivados graças a Mishu, mas o que me preocupa era a diferença de experiência entre eu e meu inimigo afinal eu quase nunca luto desde que me entendo por gente e aquele homem foi um dos maiores generais imortais do Reino e não havia ninguém no reino que não soubesse de sua fama. Todos pareciam ter formulado seus planos e estarem só esperando algum voluntario para ser isca. Se Kree estivesse aqui ele provavelmente já estaria atacando, mas com exceção dele ninguém agia sem pensar então decide ser a bola da vez.

— Lá vou eu! – disse pulando para cima de Taylor –

— OK... – o golpe parecia que ia acertá-lo perfeitamente, mas foi como o golpe do Vincent –

Falhei cai e soquei o chão. Meu soco fez uma cratera no chão e eu ia cair com tudo no primeiro andar da mansão, mas por algum motivo Gregory me puxou e para disfarçar que tinha me protegido deu um chute fraco em meu estomago apenas para me empurrar para longe.

— Ora seu! – gritou Vincent que não percebeu a força do chute e foi com fúria para cima de Taylor. Infelizmente ele não pensava muito bem com ciúmes ou com raiva –

Sussana se juntou a Vincent para tentar acertar Gregory em conjunto. Eles já fizeram dupla no treino com Steve, mas isso era bem diferente. E também como atingir o inatingível?

— Dois contra um? Melhor vir os quatro logo! – debochou sorrindo Gregory –

— Já que insiste! – disse Mishu correndo para cima dele –

Eu sei que dizendo isso ela estava me induzindo a atacar, mas eu achei melhor esperar a hora certa e tentar decifrar a habilidade dele.

V. Phillips

Eu dei uma joelhada bem na cara dele, mas como todos os meus outros golpes ela falhou e ele desviou dos golpes de Sussana e Blue enquanto me pegava e me jogava longe com um forte chute. Ele me jogou na porta e ficou parado de braços cruzados enquanto Sussana tentava o cortar com a foice. Ele esperou Blue chegar para pegar as duas pelo pescoço ao mesmo tempo e afundá-las no chão com uma força tão incrível que as fez desmaiar. Lorraine estava sozinha e eu precisava ajudá-la.

— Bela dama me permite essa dança?

L. Crysin

Eu estava com medo. Muito medo. Ele tinha desmaiado Mishu e Sussana, mas duvido que tenha conseguido desmaiar Vincent e por mais que ele tivesse desacordado eu tinha que fazer algo! Eu tinha que lutar e derrotar Gregory, pois apesar de todos meus erros eu ainda sou e sempre serei a mulher de Vincent e tenho que ajudá-lo a realizar o desejo de libertar sua irmã. Eu tirei todas as expressões de medo, nervoso e dor de minha face e esbanjei um belo e sedutor sorriso.

— Claro, mas essa vai ser sua última dança!

Eu o ataquei, mas ao contrario de antes ele não ficava ali parado deixando todos o atravessarem. Ele desviava talvez para se mostrar superior a mim em velocidade além de desviar de todos os meus golpes ele ainda me provocava dando leves empurrões em minhas costas a cada golpe. Ele tentava me provocar e o mais irritante é que estava conseguindo! Eu perdi o controle e fui cegamente para cima dele.

— AH! – gritei –

— Isso bela dama use seu real poder! – disse ele sorrindo. Era isso? Ele só queria me testar? Levar-me ao limite? Por quê? As minhas perguntas ecoavam na minha cabeça –

— Meu... Nome... É... Lorraine! – eu gritei dando o soco mais forte que já havia dado –

Ele apenas me segurou pelo pulso e me jogou contra a parede me deixando um tanto zonza. Ele segurou os meus pulsos contra a parede, mas parecia tentar não me machucar. Estávamos tão próximos que eu podia sentir sua respiração e seus músculos esmagavam meus seios enormes e tentava fugir e rejeitava seu olhar sedutor com todas as forças pedindo ajuda para Vincent em minha mente e parece que ele conseguiu ouvi-la.

— Solte a minha namorada! – gritou Vincent surgindo repentinamente atrás de Gregory com uma luva de fogo roxo em sua mão esquerda –

G. Taylor

Essa garota doce, bela e linda me lembrava minha pequena Liz por algum motivo, além de suas características: pequena, nervosa, gentil, educada, bela, forte e veloz. Ela era com certeza muito parecida com minha doce Liz, mas isso me fez abaixar a guarda. Eu estava apenas brincando com ela, pois não conseguia machucá-la e agora por causa desse coração velho e fraco me distraí de um de meus inimigos. O namorado dela: Vincent como ela o chamou. Eu achei que havia o desmaiado junto com as outras garotas, mas me enganei e agora ele iria me acertar em cheio ou me atravessar e fazer pior: Acertá-la em cheio! Eu não podia permitir nenhuma das duas coisas então eu apertei meu corpo mais ainda contra o dela e finquei meus dedos na parede tirando um pedaço dela e invertendo a colocando na frente de mim e da bela Lorraine. Infelizmente com aquela luva de fogo ele poderia facilmente quebrar a parede e daria com tudo o golpe na doce Lorraine então eu a atravessei e soquei com força Vincent enquanto ele fazia minha parede em pó. Ele saiu voando para o meio da sala foi então que surgi ao seu lado para jogá-lo para fora da minha mansão com um forte chute em seu estômago.

V. Phillips

Eu o vi atravessar perfeitamente Lorraine e tive a confirmação final sobre sua habilidade, mas o mais estranho é que ele não deixou me atravessá-lo. Se isso acontecesse eu machucaria Lorraine e seria uma vantagem para ele não é? Eu pensei na hipótese dele não atravessar poderes, mas seria impossível ele atravessou a foice de Tsukoyomi facilmente. Ele apenas fez isso para proteger a Lorraine de mim o ponto fraco dele era ela, mas por quê? Isso me irritava cada vez mais e a raiva que eu estava misturando com o ciúme que eu sentia me deixava totalmente louco e isso fez com que Shadows tomasse meu corpo e assim como eu ele parecia ter um certo desgosto por Gregory.também.

— Aquele velho desgraçado, bombado de uma figa! Você me paga Greg! – ele gritou e então eu não ouvi mais nada –

C. Taylor

Olhos negros, voz grossa, cara de bravo e aquele jeito arrogante de sempre. Shadows havia se apoderado do corpo de Vincent, mas eu já havia prometido para ele e pra mim mesmo que não deixaria Shadows estragar tudo dessa vez. E como um homem de princípios tinha que cumprir essa promessa mesmo que custe a minha vida.

— Shadows! – eu gritei o fazendo olhar para mim –

— O que quer garoto? – ele retrucou –

— Devolva o controle ao Vincent imediatamente ou eu terei de forçá-lo a isso! – eu dizia como se tivesse mesmo como –

— Você tem consciência que sou superior a você em todos os quesito de batalha possíveis imagináveis e inimagináveis não é? – perguntou Shadows com um largo sorriso sabendo bem a resposta –

— Não eu não tenho consciência disso! O que eu tenho consciência é de que você não passa daqui! – eu sabia bem que ele era bem mais poderoso que eu, mas não podia fraquejar e fiz uma marca no chão e me posicionei atrás dela –

— Isso é sério? – dizia ele aos risos – Essa eu quero ver!

— Não precisa pedir duas vezes! – eu disse indo pra cima dele –

Eu o atacava, mas nenhum de meus golpes o atingia. Como esperado sua velocidade era bem superior a minha. Eu agora recebia os golpes, mas graças aos “olhos que tudo vêem” ficamos empatados não por muito tempo apenas por quinze minutos. Eu então o olhei nos olhos ele sorria.

— Pra que fazer esse papel de ridículo garoto? Não vai ganhar nem daqui a um milhão de anos!

— Eu prometi ao Vincent que não ia deixar você estragar a nossa última chance de salvar a irmã dele e eu com certeza vou cumprir isso! Custe o que custar... – eu disse lançando disfarçadamente a minha espada em baixo dele –

Depois de deixar a espada posicionada eu joguei as shurikens de um modo bastante errado, mas proposital e me lancei para obrigá-lo a se reclinar para trás ficando assim em cima da minha espada e em baixo de minhas shurikens. Eu usei a expansão de sombras para formar um emaranhado de sombras super solidas e o prender ali. Finalmente eu havia derrotado o temido Shadows!

“Nunca sempre acontece e pra sempre não dura, apenas viva!”

Notas finais
Final esplendido, mas com surpresa no prox cap sduahsduash