Immortal Love

44 Thirty-Sixth Act: The Cloud


Notas iniciais
Perdão pela demora minhas lindas leitoras, mas tá um rolo aqui em cas dahush

C. Taylor

Não aguentei tanto tempo naquela maldita ilha esperando Vincent acordar, além do mais ele não estava parecendo acordar mesmo. Ele continuava na mesma nem pior, nem melhor. Parecia estar morto de longe, mas eu sabia de uma pessoa que poderia resolver tudo isso. Eu comecei a amolar a katana de vento que havia me restado e acabei relembrando as batalhas que tive com ela e pensar que a primeira foi contra a minha linda e querida Mishu!

“- Ok se me acertar um golpe em mim eu vou com vocês!”

Ela era bem mais poderosa que eu naquela época, mas nunca me esquecerei disso.

A segunda luta foi com Red, pena que ela não teve muita ação:

“- Você com certeza não é meu alvo por isso te matéria rapidamente...”

O metido e poderoso Reaper of Decay ficou em terceiro lugar...

“- Eu derrubei um império em cinco segundos e é nesse tempo que terá sua queda!”

Oponente forte até me venceu, mas lembro bem o seu fim. Por mais irônico que seja a lâmina de vento que eu empunhava agora quase matou o próprio dono verdadeiro... White!

“- Acha mesmo que pode me vencer usando minha própria lâmina?”

Ele falava demais... O Gurt, vigia do Norte da Ilha Maldita foi quinto e como foi chato, mas nem sofri um arranhão daquele idiota de cérebro minúsculo.

“- Garoto estúpido não importa que você seja forte. Sua força nunca superará a minha!”

Ele julgava pela aparência era um jeito de julgar obsoleto e sem sentido num mundo onde um cara quase esquelético pesava 200 quilos né? Por último e não menos importante eu tenho que admitir ele foi o mais difícil de lidar, porém o que eu menos lutei. Era Leonard King, o pai de Red.

“Um ataque direto? Garoto estúpido!”

Falou, falou e morreu fácil, fácil! Agora eu estava partindo, mas estava com receio de deixar as garotas sem proteção.

Demorei uma semana preparando armadilhas e outras surpresas pra quem se aproximasse, mas o mais importante é que deixei um sinalizador de perigo no pescoço de Lorraine assim se ela gritasse ou ficasse com medo o sinalizador iria me avisar e eu voltaria o mais rápido possível. Mas acho que a trincheira de corpos mortos e rasgados em mil pedaçinhos deixava um recado bem agradável! “Se vocês pensam que está ilha é um inferno experimentem atravessar essa trincheira!” Era um recado simples e objetivo.

Todos que morreram me perguntaram a mesma coisa:

“Mas afinal que diabos é você?”

Querem saber a resposta? Ok eu digo!

“Eu sou o Guerreiro sem nome!”

Bobo né, mas para eles era amedrontador.

Eu segui em direção a costa esperando ter paz, mas com o vigia do norte morto e os dois lideres da ilha também mortos não tinha muitas chances de ataques... Ou pelo menos era o que eu pensava.

“- Ora, ora Cristian Lucker! – disse um homem alto de cabelos loiros e olhos azuis empunhando uma bela espada que parecia ser bem antiga e especial por algum motivo aquilo me parecia familiar –

— Eu te conheço?

— Ah que maldade a minha esforçar sua memória perdida! Você veio aqui com seu pai quando era pequeno eu era um amigo dele, mas os desgraçados do Leonard e do George me prenderam como escravo nessa Ilha maldita! Meu nome é Lancelot!

— Lancelot? Sério? E o Arthur cadê? – debochei –

— Morto! Por sua própria ignorância! Ele deixou inimigos entrarem e destruírem o reino todo então eu fugi com a Escalibur e vaguei o mundo até encontrar seu pai.

— Você é realmente o Lancelot!

— Muitos cometem esse erro, mas não estou aqui pra papo! Seu pai era um grande amigo, mas pelo que vejo não segue muito os princípios dele!

— Com certeza não!

— Vou ter que te matar!

— Com certeza não!”

Era uma pena ele ter se virado contra mim ele era um ótimo guerreiro! Mas eu tinha que matá-lo de tão bom que era eu não podia arriscar que ele chegasse perto das garotas e do Vincent. O Vigia do Oeste além de ser o Lancelot era amigo do meu pai achei que as coisas não poderiam ficar mais estranhas. Isso porque eu não tinha conhecido o Vigia do Leste, Ray, aquele sim era esquisito! Cabelos bem crespos e castanhos bagunçados, camisa e calça social e uma bela espada de esgrima, mas o mais estranho era seu sotaque espanhol e seu jeito metido.

“- Está perdido mi amigo?

-No, gracias… — eu debochei –

- Ora usted no puede hacer esto ¡No puedo zumbar de las personas!

- AH some da mina frente seu español chato!

- Español chato usted dice? Yo soy Ray! O Reí dista isla!

- Ok Ray você quer briga pro mim tudo bem, mas não diga que não lhe avisei ok?”

Ele foi uma briga difícil, mas eu o deixei num estado de nem conseguir levantar e foi realmente prazeroso acabar com aquele espanhol metido a besta. Sim eu sei falar espanhol! Sei falar espanhol, chinês, japonês, coreano, tailandês, inglês e até português, mas realmente não sou fã de nenhuma dessas línguas com exceção da inglesa.

Segui em frente, mas é claro que essa não ia ser a minha ultima luta. Tinha o Vigia do Sul! Ele estava lá parado na minha frente de cabelos negros e olhos verdes-mar sem nenhuma arma e um olhar penetrante. Ele era um homem alto e forte tão forte quanto eu ou até mais! Eu estava exausto e ele parecia poderoso eu estava numa fria, mas não ia recuar agora precisava achar Steve para ajudar Vincent.

“- Meu nome é Cam estou exilado nessa ilha e o único modo de me redimir é matando você e os outros invasores...

- Os que te prendiam nessa ilha estão mortos!

- O que me prendia e ainda me prende nessa maldita ilha são os meus erros do passado! E o único modo de deixar de ser um exilado é livrar a ilha dos invasores que a cercam por isso os dois me libertaram da prisão da ilha

- Tá me dizendo que eles te soltaram só pra matar a gente?

- Exatamente.

- Sinto muito, mas não posso deixar você machucar a minha família.

- Vocês são uma família de verdade ou se tratam como uma?

- Se nós tratamos como uma família de verdade então somos uma família de verdade não importa se temos o mesmo sangue ou não!

- Seus princípios são nobres proponho uma coisa! Se me vencer deixo você e sua família em paz mesmo se me deixares vivo agora se perder me deixa matar a todos! O que acha?

- Se eu perder é por que estarei morto! Pois enquanto estiver vivo lutarei!

- Você é o guerreiro mais nobre que já conheci. Como um dos maiores guerreiros da infantaria de Esteban Lucker eu terei o prazer de lutar contigo obre Cristian!

Ele não utilizava espadas. As armas dele eram duas garras belas e bem afiadas e com isso ele veio para cima de mim velozmente. Seus movimentos eram rápidos e precisos eu estava em sérios apuros enfrentando alguém desse nível no meu estado. Por incrível que pareça eu estava me sentindo quase sem energia sombria. A minha única vantagem era a abundância de energia e eu tinha a perdido eu só podia ficar me perguntando o que fazer sem resposta.

- Eu vi tudo que fez nobre guerreiro! Derrotou Gurt, Lancelot, Ray e muitas cobaias monstros da ilha. Ouvi falar também que você e o Imortal que chamam de Vincent derrotaram Leonard e George... É verdade?

- Sim é verdade... – respondi sem muita animação afinal eu não tinha feita absolutamente nada –

- Deve estar cansado depois de tantas lutas difíceis então porque arriscar lutar novamente?

- Porque meu irmão precisa de mim agora e eu tenho que conseguir ajudá-lo!

— Entendo... Bem agora melhor para de papo e voltar a lutar certo?

— Certo! – eu disse com um sorriso falso ainda me preocupava tudo aquilo –

Nós lutávamos, mas com duas armas e uma velocidade e força um tanto superior além de ser bem mais experientes em batalhas do que eu sendo um ceifeiro guerreiro eu estava muito encrencado.

— Que tipo de ajuda seu irmão precisa?

— Vincent fez um golpe que matou Leonard, mas George sobreviveu com ferimentos demais e sem chance para lutar com todos nós, mas ele se autodestruiu na frente de Vincent e ele foi atingido pela auto-explosão de George agora eu vou chamar o meu mestre Steve para ajudar o Vincent.

— Então ele está quase morrendo? Se ele morrer eu posso me libertar sem lutar com ninguém!

— E se ele viver – questionei serio –

— Então nós teremos nossa luta de guerreiro para guerreiro, meu caro Cristian.

Eu segui até a praia do sul. Agora tinha que seguir por mar, mas eu não tinha forças para atravessar da ilha te o continente com a energia sombria que me restava. Ao menos que eu colocasse sombras numa nuvem já existente! Eu joguei sementes no solo e fiz uma rampa de plantas depois usei a tatuagem de leopardo para correr e salta muito rápido pulando em cima de uma nuvem a envenenando com sombras. Agora sim eu podia seguir meu caminho até Steve.

— Garoto! O que faz aqui sozinho? – Era Steve! Ele estava nas pedras que disfarçavam a ilha –

— Steve! — eu gritei pulando na frente dele numa pedra menor –

— Acabou? – ele questionou nervoso –

— Sim, mas Vincent está mal e nem Lorraine sabe o que ele tem! Só você pode ajudar!

— Conseguiram a informação?

— Infelizmente não!

— Então tenho uma leve surpresa do que ele tem, mas não vamos atravessar essa maldita floresta fechada o inferno é melhor!

— O inferno é melhor... Caraca o negócio aqui é feio! – tentei brincar com a última fagulha de humor que me restava –

Seguimos pela caravana infernal mais uma vez pelo menos aquele lugar sombrio e negro recuperava mais rápido minha energia e consequentemente minhas feridas. Chegamos rapidamente onde Vincent estava então subimos por incrível que pareça estava bem mais nervoso agora. Se Steve não soubesse o que fazer nada salvaria Vincent! E se ele conseguisse acordar Vincent eu teria de lutar com Cam até a morte.

Steve se aproximou de Vincent e o cutucou varias vezes com o pé

— Acho melhor tu continuar no ramo de lutar porque não está dando muito certo como ator!

Todos ficaram pasmos com o jeito de falar de Steve, mas ficamos ainda mais pasmos quando vimos Vincent se levantar totalmente sem expressão.

— Vincent? Mas que porra é essa!? – gritei nervoso –

— Shadows destruiu todas as maneiras de salvar sua irmã e agora se culpa por isso! Fingiu estar morto e alias preferia estar morto... Certo Vincent?

Vincent não disse nada apenas se virou e sumiu.

— Vincent... – Lorraine sussurrou. Ela queria gritar, mas saberia que seria em vão –

— Lorraine leva as garotas para a casa Vincent quer um tempo a sós então vamos deixá-lo a sós!

— E você? – questionou Mishu. Ela parecia um pouco preocupada –

— Eu volto logo meu amor... – eu odiava estar mentindo, mas era melhor que ela não soubesse o porquê de ficar –

— Só não demore na sua pequena brincadeira... – disse Steve que sabia muito bem o porquê de eu ficar –

V. Phillips

Além de destruir todos os documentos mesmo após de vasculhar toda a alma de Leonard eu voltei à estaca zero. Nada! Nada! Como pude não encontrar nem vestígios de algum modo de tirar minha irmã daquele maldito espelho? Coloquei minha família em perigo, meu irmão quase morreu e pra quê? Para ficar andando por aí me lamentando porque não consegui controlar nem a mim mesmo? Meus sonhos destruídos e minhas esperanças perdidas. Eu deveria me culpar ou culpar esse monstro dentro de mim que destrói tudo que toca?

— Não culpe a mim! Você que não controlou sua própria raiva! Eu só me ergo quando você cai! Caro Vincent... – dizia Shadows dentro de mim –

— Você queimou tudo, tudo que podia salvar a minha irmã! – eu gritava em minha mente –

— Não somos tão diferentes. Você é tão monstruoso quanto eu no final! Só vai demorar um pouco pra descobrir essa sua natureza...

Ele se calou e eu andei sem direção no meio de uma tempestade forte que eu mesmo criei que escondia as minhas lagrimas. Só queria comer! É isso aí comer varais almas, entrar num lugar cheio de ceifeiros e fazer uma carnificina!

L. Crysin

As meninas tomaram banho e foram para o quarto, Mishu também tomou banho, mas ficou na sala para esperar Kree, já Sussana disse que precisava descansar, pois usou muito o véu de Tsukoyomi. Eu já havia tomado anho antes de todos então apenas esperava a chegada do meu amado Vincent. Aquela espera estava me deixando nervosa. Ele já tinha ficado fora de casa mais de um ano, mas nunca desse jeito. Ele estava triste, desolado, chateado e principalmente muito nervoso consigo mesmo e se não bastasse ele o que Kree disse martelava em minha cabeça.

“- Eu vou voltar logo meu amor...”

Ele disse isso com um belo e grande sorriso, mas soou falso. O que será que ele estava aprontando. Agora não importava tanto Vincent voltava pra casa e cheio de sangue e seco. A tempestade que ele criou tinha sido manchete dos jornais do mundo todo e agora ele estava ali completamente seco não era de se espantar, mas o que me preocupava era aquele sangue. Ele entrou sem dizer uma só palavra e foi direto pro banheiro.

Kree entrou rapidamente pela porta gritando meu nome.

— Lorraine! Vincent chegou?

— Sim, mas não está pra conversa!

— Isso vai mudar instantaneamente quando me ouvir o que eu descobri!

Ele esperou mais de meia hora o Vincent sair do banho e assim que Vincent saiu Kree foi atrás gritando para ele parar

— Vincent! Vincent! – Ele dizia seguindo Vincent –

— Shhh! – disse Vincent na porta do quarto de Aline e Alexia –

V. Phillips

Como se já não bastasse a minha dor de irmão eu tive a maior decepção que um pai poderia ter! Suas filhas de apenas doze anos fazendo... Aquilo. A dor em meu peito só fez aumentar...

— Aline... Alexia... – eu dizia pasmo –

— Papai! – elas gritaram sentando na cama e se cobrindo com as cobertas –

— Eu vou fingir que não vi isso... – disse Kree que estava atrás de mim e agora ia para seu quarto –

— Deixe que eu te ajude a esquecer! – ele não fez nada demais, mas brincar numa hora dessas realmente não foi uma boa ideia –

Eu mandei Kree na parede como fogo puro e poderoso e só parei porque Lorraine abraçou meu braço.

— Vincent pare! Ele não fez nada! – dizia a Lorraine desesperada –

— Eu não quero nem saber! Eu não ligo mais! – disse quase chorando e fazendo Lorraine soltar meu braço – Eu não quero mais saber dessa casa! Vou para um lugar que não tenha essas merdas de “taradisses”!

— Vai para onde um convento? – debochou Kree enquanto se levantava –

— Ora seu... – Eu o joguei novamente na parede com o fogo puro e dessa vez nada me impediria de reduzi-lo a pó. Mas algo me ocorreu... Porque ele me perseguiu por onde andei e pela casa com a mão esquerda fechada e agora a protegia mais do que seu rosto. O que tinha naquela mão? Era melhor eu descobrir depois agora precisava da Jessy – Fui!

— Vincent espera! – gritou Kree em vão –

J. Phillips

Vincent chegou desesperado e eu mal podia ouvi-lo entre prantos e soluços, mas eu também não estava prestando muita atenção. Vincent era muito bonito e seu cabelo branco pérola recém-lavado deixava o seu brilho ainda mais intenso. Seu corpo era magro, sempre foi, mas era forte e quente eu não me recordo e nem tenho ideia de quanto tempo faz que na sinto mais aquele corpo. Eu poderia dormir em cima de um colchão de água gelada e iria me sentir muito bem se ele estivesse do meu lado. Ele era o melhor irmão que alguém poderia ter, mas o melhor ele era a pessoa que eu mais amava depois que ele acabou de falar eu resolvi tentar acalmá-lo.

— Olha Vincent dessa vez eu realmente não sei o que lhe dizer, mas não me importa estar liberta ou não o que me importa é você aqui comigo! Se me visitar mais vezes eu vou estar bem!

— Com isso não se preocupe eu não vou mais voltar para aquela casa! – disse Vincent e parecia falar serio. Por mais que eu gostasse dessa ideia não podia concordar ele realmente precisava daquelas pessoas –

— Acho que vai mudar de ideia... – eu disse e me calei apenas sorri e apontei para Kree que sorriu de volta um sorriso forçado –

C. Taylor

Apesar de ter recebido um golpe de Vincent eu estava bem, pois sabia o motivo dele estar assim e estava disposto a melhorar seu humor...

— Como passou pelas minhas armadinhas? – disse Vincent pasmo –

— Bem... – eu mostrei meu peito bem queimado e os “olhos que tudo vêem” e ele entendeu –

— Arriscou-se tanto para quê?

— Nada demais... Trazer meu irmão de volta ao que era e injetar um pouco mais de esperança nesse coraçãozinho sofrido aí... – dizia ele sorrindo e sua mão esquerda tremia devia ser de dor –

— Do que está falando? – ele se questionou –

Eu tirei todas as ataduras que Mishu havia feito em meu braço e abri a mão onde tinha um pequeno pedaço de papel

— O que é isso? – ele se questionou provavelmente estranhando tudo que eu fiz só por esse misero pedaço de papel –

— Quando você queimou os documentos um me chamou a atenção. Estava escrito um nome em vermelho. Procurei outros pedaços iguais e encaixei o máximo que deu até formar algo concreto e... Deu que a cobaia do “Projeto Espelho”, ou seja, o golpe que prendeu sua irmã se chama Gregory Taylor! Um imortal que ainda vive e podemos ir até ele! Se há alguém que sabe um meio de libertar Jessy é ele!

— Obrigado irmão! – disse Vincent me abraçando e sorrindo novamente –

Era realmente muito bom ver um sorriso naquele rosto e no de Jessy também, mas o de Jessy era diferente! O sorriso de Jessy era um sentimento de orgulho só não sei se de mim ou dele.

— Vamos pegar esse cara? – ele me questionou –

— Estou contigo! – eu exclamei –

— Todos estamos contigo! – gritaram os outros do lado de fora –

— Jessy eu tenho que ir com minha família, mas eu volto pra te buscar, afinal, você também faz parte dela! – disse Vincent para Jessy sorrindo –

— Então vá! Mas volte logo... E volte bem! – disse Jessy segurando as lágrimas de emoção –

— Pode deixar!

Ele disse isso e seguimos em frente para a nossa casa e apesar de estarmos felizes agora eu sabia que o caminho para a felicidade era longo e doloroso e a felicidade curta e inconstante.

“É quando menos queremos sorrir que mais precisamos que alguém nós faça sorrir...”

Notas finais
Foi difícil cativar o estilo deprê do Vincent, mas acho que consegui^^ O que vocês acharam? Digam nos reviews :3