Suas pernas pareciam não corresponder aos comandos. Alecsander estava fugindo... Fugindo dos seus temores, fugindo da cena que presenciara a minutos atrás. Fugindo de si próprio!

As mãos, que antes trêmulas, agora suavam frio e seguravam flacidamente aquele que seria seu objeto de escape.

Sentado na árvore, parecia encarar o futuro. Pensou em desistir, um pensamento efêmero.

Cobriu-se, então, com seu manto de panaceia e pulou. Para o fim.

Sentiu o corpo se curvar e se martirizar por cometer o pecado. Mas faz isso já sentindo o prazer do corpo inerte. E as imagens que ganham formas a serem contempladas com um terço dos lábios curvados. Mas, de repente, o cenho se franze e ele parece preocupado e minutos depois torna a expressão taciturna.

Já sentia o aroma amargo e enjoativo. Fora um anjo com um cargo de loucura e perdição. Mas, já não é nada.

Notas finais
PS: A estória é de autoria minha, e pode ser encontrada em outros locais. Não é plágio.
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