Notas iniciais
Oiiiiii amores, como estão?? Primeiro de tudo, quero agradecer a Isabella Salvatore pela recomendação maravilhosa! Eu amei Isa, sério, tô apaixonada pela tua recomendação! Muito obrigada Fui ver como ficava o capítulo antes e sem querer apaguei metade das notas iniciais, sou uma anta mesmo! Eu tinha dito tanta coisa aqui, que agora até esqueci, olha rimou AUHUAHUA. Enfim gente, eu só queria avisar que o bônus vai ser de Klaroline e eu acho que vou posta-lo depois desse capítulo aqui ok? E também quero agradecer a todos os reviews do capítulo passado e a todo mundo que está acompanhando a fanfic. Segunda vez que o nyah! apaga minhas notas iniciais, acho que hoje não é meu dia. Enfim gente, vou parar de falar porque tô ficando irritada KKKKKKKKKK beijão

POV Elena

Chegamos em casa um pouco depois das 19h, já estava começando a escurecer e o tempo continuava fechado.

Não trocamos nenhuma palavra durante o trajeto. O único som que se ouvia dentro do carro era da chuva lá fora e do meu choro lá dentro.

Damon não disse nada, nem mesmo quando chegamos, ou quando entramos em casa, ou quando jantamos.

Deixei ele terminar o jantar sozinho — sabia que ele odiava isso — e subi as escadas para meu quarto. Estava exausta, precisava dormir. Precisava de Madeleine e de seus conselhos, ou talvez eu precisasse só ser colocada para dormir, ser beijada e receber um boa noite.

Tomei um banho relaxante e chorei um pouco mais dentro da banheira. A água quente me dava paz, não a paz que eu queria, mas já era um bom começo.

Talvez se eu mergulhasse ali e não voltasse mais, ele daria valor.

Mas eu sabia que não, minha morte só faria com que Damon tirasse tudo de meus pais, inclusive a vida da filha.

Deitei em minha cama, deixei com que os pensamentos me consumissem, deixei que minha vida fracassada se passasse como um filme em minha mente. Revivi os piores momentos do dia.

Damon segurando meu braço com tanta força que ficou marcas — apalpei meu pulso, as marcas dos dedos dele estavam nítidas ali — minha mãe gritando, meu pai dizendo para ele me soltar...

E me peguei pensando em como odiava meu marido a cada minuto, segundo ou milésimo.

Damon tinha segredos, milhares dele. Ele não tinha sido um bom homem, na verdade, nunca fora. E eu precisava descobrir o que era, precisava acabar com a vida dele do mesmo jeito que ele havia acabado com a minha.

E nem que demorasse dias, meses ou anos, eu iria descobrir o que era.

Adormeci e acordei assustada com pequenas batidas na porta do quarto. Me levantei e destranquei a fechadura, quando abri, me deparei com a cena mais estranha do dia:

Damon estava parado na minha porta, segurava um punhado de flores com raízes em uma das mãos e na outra estava uma garrafa de vinho e duas taças, ele tinha um sorriso diferente nos lábios, mas não era o tipo de sorriso cafajeste de sempre, era um sorriso tímido.

Sem pensar, fechei a porta na cara dele, com uma força desnecessária.

— Vim em oferta de paz — anunciou ele alto do outro lado da porta.

Pensei no que ele dissera e então, abri lentamente a porta.

Ele me entregou as flores cheias de terra no momento em que abri a porta. Senti meu coração disparar.

— Desculpe, não tive tempo de limpar, as apanhei no quintal, Madeleine vai ficar louca, mas sou eu que pago mesmo.

Eu sorri sem graça, segurei as flores o mais longe possível da minha camisola que pude e levei elas até minha penteadeira, tinha uma jarra com água ali, coloquei-as dentro.

— Muito obrigada — falei com sinceridade. — São lindas.

— Sim, são.

Ele encostou-se ao batente da porta e ficou parado ali.

Caramba, ele era sexy.

Mas eu ainda estava brava, irritada e magoada. Mesmo um ato tão lindo como esse de me dar flores cobertas por terra não fariam eu esquecer o que ele fizera mais cedo.

As marcas ainda estavam no meu pulso, ainda estava na minha memória.

— Você não vai me convidar para entrar? — perguntou ele fingindo indignação.

— Achei que a casa fosse sua...

Ele riu sem graça.

— Elena, me desculpa. Eu sei que fui horrível com você hoje e que estou sendo um péssimo marido desde sempre, mas eu juro, vim em paz. Quero me desculpar com toda a sinceridade do mundo e quero que você acredite nisso, quero acabar com esse clima ruim entre a gente e bem, quero você. Eu sei que é difícil para você acreditar em mim, depois de tudo... Mas eu vim pedir desculpas, e eu não costumo me desculpar.

Senti meu coração pulando para fora do peito, eu já não sabia mais o que pensar.

Eu estava magoada com ele, mas eu não podia negar que por mais que o odiasse eu sentia algo extremamente forte por aquele homem.

— Você mente Damon — falei baixo, encarando aqueles olhos maravilhosos.

— Eu juro que estou falando a verdade. Dessa vez, só dessa vez, você pode acreditar em mim?

Fiz que sim com a cabeça, me sentindo tão insegura quanto uma criancinha de cinco anos indo para a escola pela primeira vez.

Damon largou a garrafa de vinho e as taças no chão e se aproximou de mim.

Colocou as duas mãos no meu rosto, segurando com suavidade e então falou baixo.

— Você me faz sentir algo que eu não sabia que tinha.

— O que? — perguntei com dificuldade.

— Meu coração.

xx

E então tudo aconteceu.

Senti os lábios dele tocaram os meus antes mesmo de poder responder àquilo. Mas eu não tinha respostas, ele havia superado as minhas expectativas.

Iniciamos um beijo lento e apaixonante, aos poucos as mãos dele foram descendo do meu rosto até pararem na minha cintura, ele apertou a região e aos poucos colou seu corpo ao meu. Damon buscou passagem com sua língua por meus lábios, concedi e nossas línguas travaram uma batalha deliciosa enquanto eu acariciava a nuca dele.

Damon me pegou no colo, encachei minhas pernas em torno da cintura dele, me agarrando ao seu pescoço e o beijando ainda mais.

Damon caminhou até uma parede próxima e me encostou ali, ainda pendurada nele.

Começou então a beijar meu pescoço com voracidade, beijando, chupando, mordendo e acariciando a região. Meu corpo já pedia por mais, eu queria ele, queria mais do que nunca.

Puxei os cabelos dele, fazendo-o me olhar e então o beijei na boca novamente, mordendo o lábio inferior dele. Damon sorriu enquanto me beijava de volta.

Tirou minha camisola com uma facilidade incrível, me perguntei quantas camisolas ele já não havia tirado...

Damon me deitou na cama, eu estava nua exceto pela calcinha. Mas meus seios estavam à mostra, ele mordeu o lábio enquanto me olhava. Ficou uns bons segundos me olhando, e então começou a traçar uma longa trilha de beijos, começando na ponta dos meus pés, passando pela canela, joelho, coxas, virilha, beijou minha calcinha e subiu pela minha barriga, beijando ali e então chegou nos meus seios.

Damon chupava um de meus seios com vontade enquanto acariciava o outro, arranhei as costas dele, soltando gemidos baixos a cada mordida no biquinho dos meus peitos. Ele intercalava chupando um e apalpando o outro e então mudava para o outro e fazia a mesma coisa.

Eu já estava enlouquecida, precisava de mais.

Puxei Damon e arranquei a camisa dele e com dificuldade e a ajuda dele, tiramos a calça que cobria aquele corpo maravilhoso.

Damon vestia uma cueca box branca apertada, que deixava mais do que visível a sua excitação e o tamanho do meu brinquedinho.

Ele sorriu malicioso quando me viu olhando para seu pênis.

Damon me deitou novamente ficando por cima de mim, me beijou e então sussurrou no meu ouvido:

— Pronta para ter a melhor noite da sua vida?

— Damon — falei com dificuldade em meio à respiração ofegante. — Eu sou virgem...

Ele riu.

— É lógico que é!

E então desceu passando os lábios pelo meu corpo, passou a língua por cima da minha calcinha e com os dentes, arrancou o pequeno pano que havia ali.

Damon começou devagar, passando a língua pelos grandes lábios e chupou meu clitóris com vontade.

Comecei a gemer alto, agradecendo mentalmente por Madeleine não estar ali, porque eu não iria querer que ela ouvisse isso.

Damon colocou a língua na minha vagina, mas sem penetra-la, ficou passando devagarzinho, me excitando ainda mais.

Por fim, ele deu um selinho no meu grelo e me puxou para um beijo.

Damon arrancou sua cueca, sem poder conter mais a excitação e me deitou com jeito na cama, ficando por cima de mim.

— Dói na primeira vez — avisou ele com calma. — Mas eu prometo que vou tentar não te machucar.

Ele sorriu e me deu um selinho nos lábios.

Eu sorri.

Tivemos nossa primeira noite de amor e sem duvidas, foi a melhor noite da minha vida.

Notas finais
Gente, só pra tirar uma dúvida, o gif abriu?? Eu nunca sei postar essas coisas, mas espero que tenha dado certo e caso não abra, eu coloquei ele no texto, aí é só vocês abrirem. (amo a cara sexy do ian nesse gif) Mas e aí, gostaram?? Vejo vocês nos comentários, beijos