I'm Yours
14 Distração
Notas iniciais
Espero que sim! Bom, eu quero agradecer vocês pelos comentários e pelas recomendações, acho que eu não agradeço sempre ou se agradeço, vou agradecer novamente!
Obrigada, de coração, à todas vocês que comentam a fanfic e que me dão essa força para continuar. Juro que se não fosse vocês eu já teria desistido a muito tempo, mas sempre que eu vejo os reviews de vocês eu fico superfeliz e a vontade de escrever só aumenta!
Bom, eu sei que me atrasei para postar, mas isso eu explico nas notas finais, certo!?
Enfim, eu queria agradecer mesmo pelos comentários e dizer que vocês são as melhores e que eu estou muito feliz por tê-las em minha fanfic! Own, isso ficou bem gay, mas foda-se.
Certo, uma declaração para minhas leitoras amáveis e um palavrão não são as coisas mais agradáveis do mundo, mas tudo bem, eu também não sou a pessoa mais agradável do mundo mesmo REUHUERUERH
Enfim gente, leiam as notas finais, por favor! Se bem que eu acho que nem as iniciais vocês vão ler.
Eu falo (escrevo) demais, Jesus!
Ok, parei! Boa leitura anjos!!
POV Damon
Eu não fazia ideia do que estava acontecendo.
Na verdade, eu fazia. Até porque eu ouvira o que a Elena dissera para a loirinha lá, ouvira quando ela dissera que me amava e que eu era o homem que ela sempre quis.
Eu só não entendia o porquê. Não entendia o porquê dela agir de um jeito completamente diferente nos últimos dias.
“Será que ela estava mesmo apaixonada por mim?”
Elena despertava algo estranho em mim, era como se eu a desejasse, mas não era só desejo. Tinha algo a mais. Algo que eu não tinha a menor ideia do que era; eu só sabia que tinha.
Eu queria fazer sexo com ela, queria ela em minha cama, queria saborear aquele corpo que eu imaginava ser perfeito por baixo daqueles longos vestidos que ela usava. Queria mais do que tudo saciar meus desejos com ela, tê-la em meus braços e sentir o calor dela junto ao meu, tocar os lábios rosados dela e acariciar cada curva de seu corpo.
Depois que Elena entrou para o seu quarto, fiquei ali, parado por tanto tempo que não faço ideia do quanto foi.
Por um momento eu quis bater na porta, quis beija-la e tê-la em meus braços, tê-la só para mim.
Quis acabar com essa distancia que separa os nossos quartos, quis tê-la em minha cama, quis dormir com ela e ouvi-la sussurrar meu nome assim como imaginava em minha mente.
Mas ainda bem que não o fiz, Elena não era como essas mulheres que eu ficava em uma noite e na outra a dispensava dizendo que não era um homem para compromissos, ela era a minha mulher, a minha esposa. Merecia respeito, e não que eu ficasse criando essas cenas eróticas que tinha com ela. Mesmo que eu a desejasse.
Mas infelizmente era inevitável, não conseguia deixar de imagina-la nua em meus lençóis, acordando em minha cama e fazendo sexo com ela pela manhã, tarde, noite...
Mesmo que o maior motivo de eu ter me casado com ela fosse esse — satisfazer minhas necessidades sempre que quisesse — eu não conseguia pensar em fazer algo com ela que não fosse de sua vontade.
Balancei a cabeça para afastar esses pensamentos, essas cenas... Eu precisava de uma mulher urgentemente ou iria enlouquecer. “Precisava dela, na verdade”.
Fui dormir na tentativa de esquecer minha mulher, mas minha mente estava tão envolvida com ela, que tive sonhos melhores do que o que minha imaginação me proporcionava acordado.
Na manhã seguinte levantei mais cedo do que o habitual, o que era certo devido a minha falta de sono na noite anterior.
Elena mexia com a minha cabeça acordado e conseguia mexer com ela até mesmo dormindo.
Eu deveria estar com uma cara péssima naquela manhã, não tinha o hábito de me olhar no espelho ou ficar me arrumando, mas mesmo assim eu deveria ter dado uma ajeitada, pois assim que Elena desceu para tomar o café da manhã comigo, me olhou como se eu fosse algum bicho ou alguém feio demais para se estar perto.
E cá entre nós, eu sou irresistível.
— O que aconteceu com você? — quis saber ela enquanto sentava-se em minha frente.
A encarei sério e não respondi. Meu humor não estava dos melhores — assim como minha aparência — e eu precisava acabar com isso antes que começasse a sentir demais.
Para minha surpresa ela riu. Mesmo sem entender o motivo, continuei a encarando para ver se ela criava vergonha, afinal não tinha porque ela rir de mim. Ela serviu-se de chá e deu um gole em sua bebida quente ainda me analisando.
— Não dormiu direito? — perguntou Elena desconfiada dando uma de suas risadinhas cínicas.
“Deve ter aprendido isso comigo, droga, não estou sendo boa influência para ela.”
— Não.
Respondi seco o suficiente para por um basta àquela conversa. Elena por outro lado, pareceu não se importar, ela nunca se importava, talvez esse fosse o fato de eu estar tão... “Não, eu não estou tão... não, não estava.”
— Ué, aconteceu alguma coisa?
Deu uma leve mordida no pão com manteiga, fiquei observando o movimento de seus lábios, lábios carnudos, tão apetitosos, tão atrativos e tão convidativos...
— Não que seja da sua conta — comentei irônico pegando uma fatia do mesmo pão. — Por que o interesse?
— Não que seja da sua conta — rebateu.
— Quanta ousadia! Deveria cuidar suas palavras comigo senhorita.
Elena riu sem humor e voltou a ficar séria segundos depois.
— Claro — comentou ela. Tive a nítida impressão que não fora do que eu acabara de dizer que ela havia dito aquilo.
— O que foi?
— Você... É claro que não continuaria a ser “menos desprezível” na manhã seguinte — fez aspas no ar. — Era só questão de tempo até voltar a ser o Damon normal de sempre.
— Damon normal de sempre? — perguntei irritado. — Esse sou eu Elena! Eu não sou nenhum garotinho bobinho que fica por aí sonhando acordado com um amor de contos de fadas e você deveria aprender isso!
— Eu sei que você não é nenhum cara romântico de contos de fadas Damon, tampouco um príncipe encantado que anda a cavalo! — gritou deixando escorrer algumas lágrimas e as limpando em seguida. Ela não gostava de chorar na minha frente, na verdade, ela não gostava de chorar na frente de ninguém. — Mas bem que você poderia tentar ser menos insensível, eu achei que estivéssemos começando a nos entender, mas eu estava completamente enganada.
— Ah claro! Só porque tivemos uma conversa normal você acha que estamos nos entendendo? — perguntei cínico. — Você sabe que para a gente começar a se entender, você precisa começar a mudar um pouquinho.
E ela sabia ao que eu me referia.
— Você é patético Damon. Sinto muito por ter achado que pudéssemos agir pelo menos como amigos.
— Eu não me casei com você para ser seu amigo.
Ela se levantou com dificuldade, as lágrimas vindo, ela me encarava séria demais e pelo canto dos olhos as lágrimas rolavam e escorriam pela face rosada dela. Suas pálpebras fechavam-se e abriam-se rapidamente e ela tentava esconder o choro.
— Vai em frente então Damon, aja como meu marido, me leve para sua cama e faça o que quiser comigo! Me torne então a sua mulher, mas pelo amor de Deus, pare de insinuar que se casou comigo apenas para me levar para a sua cama!
As lágrimas agora escorriam livremente pela face dela e ela desistiu de tentar esconde-las. Me arrependi por tê-la feita chorar.
Elena tinha razão, eu era patético.
Sem esperar por uma resposta, ela levantou e subiu as escadas tão rapidamente quanto a nossa breve e drástica discussão havia acontecido.
Fiquei olhando boquiaberto para onde ela estava.
Não tinha ideia do quanto ela era maluca.
“Menos desprezível?” “Damon normal de sempre?” “Começando a nos entender?”.
Então quer dizer que ela me achava desprezível? E o que ela tinha dito sobre me amar e sobre ter se enganado sobre mim?
E eu não sou desprezível! Muito menos insensível.
Mas sim, eu era patético. Eu nunca tinha tido um “relacionamento” e tudo o que ouvi no dia anterior não deixavam com que eu me concentrasse. Eu não podia deixar que Elena mexesse assim comigo. Eu não podia me apaixonar por ela.
Por outro lado, eu sentira uma imensa vontade de leva-la para minha cama e a tornar minha mulher assim como ela havia dito. Me peguei pensando, naquele dia, diversas vezes sobre a nossa discussão e por alguns momentos cheguei a achar que estava gostando dela e esse era o real motivo por não tê-la a levado para minha cama ainda.
Mas eu sou Damon Salvatore, não amo e não sinto.
Deixei que a discussão inútil de minha amada esposa não prejudicasse meu dia.
Porque hoje seria um dia muito produtivo de acordo com as minhas expectativas, principalmente com uma secretária maravilhosa como a Katherine disposta a qualquer coisa para me fazer esquecer os problemas em casa...
E eu precisava mesmo que fosse produtivo, ainda mais depois do ocorrido.
Sai às pressas de casas, pois como Elena tinha se retirado antes mesmo de terminar de comer, perdi o horário.
Era ela quem me avisava quando estava quase perto de eu ir e sendo assim, me atrasei.
Mas o dono sou eu, então atrasos são permitidos. Se forem meus, é claro.
O dia em que qualquer empregado chegar atrasado e não tiver alguma desculpa no mínimo ótima, estará demitido. Mas para minha felicidade a minha ótima fama de “pessoa não muito tolerante a atrasos” me garantia empregados excepcionalmente pontuais.
Mas nenhum de meus empregados se comparava a Katherine.
Nem mesmo Elena poderia ser comparada àquela deusa. Não em termos de me satisfazer.
Katherine é o tipo de mulher que para o trânsito, que deixa qualquer — e quando digo qualquer, é qualquer mesmo — homem babando. Ela era morena, alta e sempre estava a minha disposição, sempre que eu queria, lá estava Katherine me esperando.
Me perguntei por muitas vezes porque não casei com ela.
Mas Katherine é mulher para distrair, para usar de vez em quando, para dar uns pegas e não para compromisso sério. Afinal, eu, Damon Salvatore, não me casaria com uma mulher que é consideração “a distração”.
Sendo ou não a distração, ela tinha fogo. Sabia muito bem como me fazer esquecer qualquer problema — até mesmo um problema com cabelos escuros, olhos de mesmo tom e pele clara, que tinha nome, sobrenome e por coincidência morava lá em casa — apenas com as mãos... E que mãos.
Cheguei à empresa mais irritado do que o normal e como sempre aquele bando de incompetentes vinha até mim para perguntar coisas que eu já havia explicado, mais ou menos, umas cem vezes. Tinha gente ali que embora fosse pontual, não era digno de um trabalho.
— Não Robert! — gritei. — Quantas vezes preciso repetir isso, você é surdo, por acaso?
Não importava o dia, sempre tinha um infeliz para me tirar do sério, mas então, eu via a minha distração, via quem faria meus problemas desaparecerem...
— Bom dia Senhor.
Cumprimentou simpática a minha doce secretária.
— Bom dia, Katherine. Quero você na minha sala. Quero. Agora.
Minha empresa era a melhor produtora de café da região, isso se não fosse a melhor de todas as produtoras, ali, era a parte financeira do negócio. Claro que eu não trabalharia na roça. Mas enfim, não era um lugar muito grande, era grande se comparado às outras, mas ainda sim, precisava expandir.
A minha sala sim era ampla, tinha uma mesa de madeira rústica, uma poltrona bem confortável marrom, duas cadeiras estofadas em frente a mesa, algumas prateleiras cobertas com papéis e objetos inutilizáveis. Tinha uma porta ali que dava para um mini banheiro e o restante estavam diversas janelas que eu mal abria.
Katherine entrou apressada na sala, fiz sinal para que fechasse a porta e sorri pretencioso, ela a trancou. Quando virou-se percebi seu sorriso malicioso, o que significa que já tinha entendido o que eu queria dela ali.
Isso era apenas mais uma das coisas que gostava nela, eu não precisava dizer que queria sexo. Ela sabia.
Katherine andou sorrateiramente até mim enquanto desabotoava alguns botões do vestido deixando à mostra seu belíssimo decote. Deixou então que suas mãos acariciassem meu peitoral enquanto tirava meu terno, camisa, gravata.
Começamos então uma série de beijos vorazes, Katherine começou a se despedir rapidamente e eu a acompanhava retirando o que faltava das minhas roupas.
Deitei ela sobre a mesa e passei a beijar cada curva de seu corpo, ela suspirava alto.
Desci até suas coxas apertando-as firme, queria que ela gemesse pra mim. Comecei então a fazer meu trabalho, com a língua, eu estimulava ela enquanto ouvia-a gemer baixinho, ela puxava meus cabelos como se dissesse “não para”.
Terminado o que tinha ali, ela me puxou e ao invés de me beijar, deixou-me em pé e começou a me chupar fogosamente. Era incrível o que ela fazia.
Terminada o oral, puxei-a pelos cabelos colocando-a novamente na mesa, então penetrei fundo nela, ouvindo seus gemidos de dor e prazer...
Fizemos sexo por mais ou menos metade da manhã, alternando em diversas posições e cada vez ela me surpreendia com súplicas novas.
Era aquilo que eu estava precisando para por um basta em meus pensamentos sobre Elena, uma boa mulher e uma ótima transa.
Notas finais
Mas continuando, eu havia escrito umas 800 palavras e finalizado né, aí nessa semana que eu fiquei sem postar fui reler a fanfic e acreditem eu acrescentei mais 1200 palavras. Até que a demora valeu a pena, né? EUHRUEHUR
Enfim, isso era outra coisa que eu queria contar ou explicar, sei lá.
Bom, minha tia que mora no RS veio passar férias aqui em casa e bom, com ela por perto é MUITO difícil de escrever, por dois motivos:
1º. Ela quase não me deixa usar o computador ou quando deixa ela fica em cima de mim vendo o que eu tô fazendo e digamos que escrever com alguém lendo não é bem a minha praia.
2º. Ela acha que jogar The Sims 3 ou Candy Crush no meu notebook é algo muito mais interessante do que eu escrever minha fanfic. RUHERHERUEJ
Tá, é verdade gente, eu realmente não consigo escrever muito com ela por perto e quando eu consigo eu só releio a fanfic e escrevo um pouco, mas postar eu realmente não tenho tempo.
Mas enfim, hoje ela foi dormir em uma outra tia minha, o que me deu tempo suficiente para postar, oba!
É, eu escrevi mais nas notas iniciais e finais do que no capítulo em si, mas tudo bem! ERUHERUEH
Hoje é terça, mas considerando que já passou da meia-noite e estamos n quarta, ainda continuo com o esquema de postar nas segundas, quartas e sextas.
Bom, se eu demorar para postar nos próximos dias, já deixo avisado que a minha tia que eu amo demais e que infelizmente não desgruda do meu notebook é a responsável por isso! Culpem ela, não a mim. (Uma ótima maneira de diminuir a sua culpa é joga-la nos outros, uso e aprovo) UHEURHEUH
Ah, agora sobre o capítulo:
Damon e Katherine se amanda não é uma coisa que eu admire, mas vai ser fundamental para a fic e bom, eu sei que a cena "quente" deles não ficou nada quente, mas eu não quero que vocês se animem com eles, afinal a escritora aqui é Delena!!!!! Ok, nos próximos capítulos, lá pelo 17 eu acho, vai ter um momento Delena, aguardem!! EUERHUR
Beijo lindas, até o próximo capítulo!
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