Im Raio

15 Capítulo 14


Notas iniciais
LEIAM AS NOTAS FINAIS!

Raio POV:

– O castelo Lycan? – Hermione falou em reverencia e espanto. – Mas ninguém sabe a localização dele! Na verdade, os livros dizem que foi destruído a séculos! – Eu a encarei arqueando uma sobrancelha enquanto Domino e Ethan pareciam querer chamá-la de estúpida, mas eram educados o suficiente para não verbalizar.

– Eu sou a rainha Hermione, eu seria logicamente a pessoa mais indicada a saber a localização do castelo, e sobre a destruição do castelo... Foram apenas boatos espalhados por um antigo rei que não queria ser incomodado por visitantes. – Falei pacientemente e ela corou envergonhada murmurando ‘desculpe’.

– Não importa, vamos. – Falei voltando a andar enquanto o grupo nos acompanhava. A cada passo dado, eu sentia uma sensação de desconforto aumentando dentro de mim. Algo estava fora do lugar. Eu não vinha aqui há um bom tempo, entre ter que me esconder em Forks, estar ocupada no instituto e ir para Hogwarts, eu não tive realmente muito tempo...

Pelas expressões de Ethan e Dom, eles também sentiam que algo estava errado. Eles não tinham estado aqui pelo mesmo tempo em que eu não estive, provavelmente só tiveram contato com os outros no lupanar por alguns minutos antes que eu os chamasse na lua cheia.

Saí de meus pensamentos ao perceber que já estávamos nas portas do castelo. Abri as portas magicamente, estranhando o fato de não ter ninguém guardando o castelo do lado de fora.

Assim que atravessamos o corredor para o Hall, duas pessoas, que cheiravam de forma muito parecida a ratos, nos interceptaram.

– Vocês não podem entrar aqui. – Disse um deles, um homem alto, com cabelo loiro sujo e uma expressão altiva.

– Essa é uma propriedade particular. – Disse a outra, que era uma mulher de cabelos negros, olhos castanhos e uma expressão igualmente arrogante.

– E vocês quem são? – Eu perguntei com um grunhido ao sentir o homem apertando meu braço fortemente, com um sorriso no rosto, parecendo divertido com idéia de me machucar, embora seu aperto era tão leve quanto o de um recém nascido para mim.

– Não interessa para você, garotinha. – A mulher rosnou. – Vocês não deviam estar aqui, essa propriedade é privada e vocês devem sair agora!

– Eu sei perfeitamente que essa propriedade é privada, muito melhor do que você. – Eu rosnei de volta. – Até porque eu sou a dona desse castelo e se eu fosse você baixava o tom, porque eu estou a uma frase de te matar. – Senti meus olhos se dilatando e minhas presas aparecendo, mas isso não pareceu assustá-la. Ela mostrou suas próprias presas, mas seus olhos não se dilataram. O homem apertou ainda mais meu braço, não doeu, mas ainda era desconfortável. Ethan e Domino estavam acariciando suas armas ameaçadoramente, somente contidos, por meu anuncio mental para os dois. – Não pode mudar seus olhos queridinha? – Ela rosnou para mim. – E suas garras? Eu posso garantir que eu posso. Na verdade, eu posso mudar completamente agora e te partir ao meio sem nenhum esforço. – Levantei minha mão livre cobrindo a mão do homem com a minha muito menor, e ele sorriu como se o divertisse a idéia de que eu achava que era mais forte que eles.

Eu apertei minha mão na sua e sorri sadicamente olhando para ele exclusivamente ignorando a mulher.

– Você sabia que há 27 ossos na mão humana? – Perguntei falsamente inocente.

– Eu não me importo quantos ossos tem em nenhum lugar gracinha. É melhor você e seus amiguinhos saírem antes que as coisas fiquem... Perigosas. – Ele ainda parecia divertido, enquanto me olhava de cima a baixo com luxúria.

Ethan e Domino Rosnaram alto, mas eu ainda mantinha-os de atacar.

– Perigosas? – Perguntei sorrindo enquanto apertava um pouco minha mão em cima da sua. – Eu adoro coisas perigosas. Principalmente... Quando envolve... Idiotas... Estúpidos... Que se acham melhor do que os outros. – Ele não parecia mais tão divertido, sua expressão agora era de raiva e dor, enquanto eu apertava fortemente sua mão. – Um único movimento doçura, e todos os ossos da sua mãos se partem em vários pedacinhos. E eu garanto que não vou parar até que sua mão seja um bolo de carne irreconhecível, então seria mais prudente que você soltasse meu braço antes que as coisas fiquem... – Eu fingi pensar antes de dar um sorriso malicioso. – Perigosas.

– Você sua pequena vadiazinha! Como ousa nos ameaçar! – Rosnou a mulher avançando para mim. Tudo aconteceu muito rápido. Ela avançou em mim, ao mesmo tempo que o homem fez sua jogada.

Ethan e Domino avançaram na mulher, Ethan deu um chute forte em seu estômago fazendo-a voar para trás em dor, e Domino disparou em sua direção imobilizando-a com uma faca ao redor de seu pescoço.

O homem avançou para mim e eu apertei sua mão, partindo todos os seus ossos fazendo-o vacilar por um momento de dor enquanto afastava a mão de mim embalando-a contra o peito, eu aproveitei isso dando um chute forte e poderoso entre as suas pernas fazendo-o se curvar, flexionei o braço um pouco e dei-lhe um soco no rosto ouvindo os ossos se quebrarem. Ele ainda não gritou, mas soltou um gemido de dor. Ele tinha experiência... Provavelmente guarda costas, mas não era páreo para mim.

Coloquei minha mão ao redor do seu pescoço e perguntei docemente.

– Quem são vocês e o que fazem no meu castelo?

– Vai se foder vadia! – Ele cuspiu com dor e raiva.

– Tsc, Tsc, Tsc, — Eu estalei a língua balançando a cabeça em negação enquanto o olhava como se repreendesse uma criança pequena. – Não se deve falar assim com as pessoas querido, especialmente aquelas que podem chutar a sua bunda. – Ele cuspiu novamente sangue escorrendo de seu nariz quebrado. – Agora eu vou perguntar novamente, e será a ultima vez antes que eu force a resposta de você e da sua amiguinha de um jeito que você não vai gostar. Quem são vocês, e o que fazem no meu castelo? – Ele apenas ficou calado sem responder. – Sua escolha. – Enviei uma carga de eletricidade em seu corpo, e ele gritou, eu não parei até que ele estava inconsciente.

– MARCUS! – A mulher gritou quando ele caiu no chão só para ter Domino pressionando com mais força a faca em seu pescoço.

Olhei para o grupo atrás de mim, percebendo que a maioria deles tinham varinhas nas mãos, alguns pareciam com medo, outros escandalizados, outros desconfiados, outros confusos, em fim... Voltei a ignorá-los quando alguns abriram a boca para falar algo.

– Ah que ótimo! Já temos um nome. Agora falta pouco. Responda a pergunta querida, e eu digo para Domy aqui te soltar.

– Vai se danar! Eu não vou responder nada! – Ela cuspiu. A faca de Dom já fazia um rastro de sangue. Eu tinha que admitir, ela era corajosa. Mas tola.

– Que pena. – Me aproximei dela pegando seu rosto e a obrigando a me olhar nos olhos enquanto lia sua mente. – Filho da puta! – Rosnei saindo de sua mente. Fiz sinal para que Domy a soltasse e a peguei pelos cabelos antes que ela fizesse algo. – Tragam o outro. – Rosnei.

– O que ouve rainha? – Ethan perguntou preocupado pegando Marcus. Enviei uma onda de nostalgia para a mulher, Marta, que caiu em um sono profundo.

– Você vai ver. Richard acaba de ganhar um passe para passe para o meu lado ruim. – Rosnei sentindo a raiva correndo furiosamente por minhas veias enquanto eu imaginava mil maneiras de torturar Richard e matar os intrusos. – Vocês dois vão proteger eles. Eu cuido do problema. – Falei ignorando os protestos e comecei a andar furiosamente em direção a sala do trono arrastando a vadia atrás de mim.

Ao chegar nas portas do salão, enviei uma onda de magia furiosa abrindo as portas com um estrondo enorme que arrebentou-as da parede enviando-as no ar por toda a sala. Ignorando isso, eu entrei na sala arrastando a mulher com os outros atrás de mim e abri um sorriso sarcástico e maldoso olhando para centenas de lycans reunidos olhando em minha direção. Fixei meu olhar no lycan pomposo sentado no trono e meu sorriso se tornou sádico.

– Festa no meu castelo e ninguém me chamou? – Zombei jogando o corpo da mulher no chão a minha frente passei por cima dela sem me preocupar, ela era uma vadia assassina de inocentes, porque eu me preocuparia com ela?

– Isabella eu suponho? – O lycan no trono falou. Ignorei centenas de olhares medrosos e envergonhados, com apenas alguns indignados e furiosos dentre a multidão, os primeiros vindos dos meus, e os outros dos forasteiros.

– Rainha para você Quimera. – Zombei arrogantemente, entrando no modo rainha cadela do inferno.

– Oh, então é rei para você, minha querida. – Ele retrucou. – Vejo que está atualizada... – Comentou irritantemente.

– Ah sim, seus asseclas ali me informaram perfeitamente. – Comentei enquanto andava em sua direção ouvindo Ethan jogar o corpo de Marcus no chão.

Alguns lycans forasteiros se colocaram a minha frente, mas eu apenas os poupei um olhar antes de voltar a andar sorrindo para o som de seus gritos. Realmente... Esse poder de ilusão de dor é magnífico.

– Interessante... Como você faz isso? – Quimera perguntou.

– Nenhum mágico revela seus segredos. – zombei parando de frente a ele que vestia uma roupa pomposa cheia de laços e babados dourados, uma capa de veludo vermelho e uma coroa de ouro cheia de jóias. – Agora... Creio que você está sentado no meu trono. – Cuspi.

– Rainha... – Richard que estava num canto a esquerda de Quimera falou antes que o Lycan pudesse retrucar.

– Nós conversamos depois Richard, e você vai entender de primeira mão o que acontece quando eu estou furiosa. – Ele estremeceu lembrando alguns surtos de raiva que tive anteriormente. Nenhum deles ainda me viu verdadeiramente furiosa, não como eu me sentia agora.

– Ameaçadora... – Quimera falou pensativo. – Mas não o suficiente. – Completou arrogantemente se levantando e afastando sua capa.

Sorri maldosamente mostrando minhas presas sentindo meus olhos se dilatando novamente.

– Oh!? Você é interessante minha cara, mas esse trono ainda é meu. Eu assumi. Derrotei seu líder e eu tenho o direito. – Falou.

– Você derrotou um dos meus alfas deixado erroneamente no comando, eu sou a verdadeira líder e você não me derrotou. – Falei com desdém.

– Ah, mas eu derrotei. Estive aqui por mais de um ano e você nunca percebeu. Essa é a primeira vez que eu a vejo. Pessoalmente não acho que você seja algo próximo de uma rainha. Não fala como uma, não se veste como uma, não age como uma, não é inteligente como uma... — A cada palavra sua, minha raiva aumentava e os gritos dos lycans atrás de mim ficavam mais altos, mais roucos e mais estridentes. Quimera olhou por cima do meu ombro, e eu rosnei para o claro desrespeito em sua ação, era quase um desafio, como se não me achasse poderosa o suficiente para ser um problema. – Posso dizer que seus poderes são interessantes... Mas não são nada que eu já não tenha visto. – Desdenhou. – Eu derrotei você, mas você nem mesmo percebeu até agora.

– Muito bem, se você acha assim, então eu vou ganhar novamente o trono. Eu Isabella Howllet desafio, você Quimera, agora para uma batalha pelo trono de Rokke Thronos Clã. – Cuspi.

– Ah... – Ele disse quase encantado, mas eu via a raiva. Se ele recusasse seria visto como se estivesse com medo. Se aceitasse teria que me enfrentar e meus poderes misteriosos. Eu sabia que alguns dos lycans tinha dito a ele das minhas habilidades, mas nenhum deles sabia a extensão do meu poder, Ethan e Domino eram os mais próximos de conhecer a extensão de todo o meu poder, e eles nunca me trairiam, sua fé era firme e sem nenhuma falha. Vi pelo canto do olho, Cynric, sendo mantido por um cara muito maior, com uma aparência desagradável. Cyn não olhava em minha direção, mas eu podia sentir o medo, a vergonha, e uma pontada de alivio emanando dele, e de boa parte dos outros.

Quimera era um valentão, ele colocava medo, ameaçava e torturava por diversão. Mas ele também era um alfa bem forte, mais que Richard, que era (No passado) meu segundo no comando, Quimera tinha potencial para ser líder, e usou isso para fazer com que ninguém dos lycans pudesse falar nada para mim. A única pessoa que poderia lutar contra sua ordem e me dizer era Richard e o bastardo não fez nada.

Quimera era um Panwere, transformava-se em mais de uma besta, e isso em si já aumentava seu nível de perigo. Somando ao poder que escorria dele em ondas avassaladoras, ele seria um inferno de uma luta. Isso era bom. Há tempos eu não tinha um verdadeiro desafio.

Ele sabia muito pouco sobre mim, ele não se preocupou em aprofundar seu conhecimento sobre mim, isso era presunçoso de sua parte, mas uma vantagem para mim.

– Eu Quimera, rei do Rokke Thronos Clã – Eu podia ver em seus olhos que ele adicionou isso somente para me irritar, o que estava funcionando. – Aceito o desafio de Isabella Howllet pelo trono. – Quimera disse me tirando das minhas reflexões. Ele tinha um sorriso arrogante como se já tivesse ganhado. – Como desafiado, eu devo escolher o modo que a luta ocorrerá. E eu escolho, somente com o poder das nossas bestas. E somente com as habilidades delas. – Estabeleceu sorrindo. Eu abri um sorriso largo cheio de dentes afiados e ele vacilou como se eu não devesse estar sorrindo.

– Acho que ninguém te disse muito sobre mim não é Quimmy? – Zombei. – Eu aceito suas condições. Estabeleça as regras. – Falei ainda zombeteira.

Um pouco mais cauteloso ele começou.

– Sem ajuda do lado de fora, isso é somente entre nós. O vencedor, pode fazer o que quiser com os aliados do outro... – Disse sadicamente olhando para Ethan, Domino e os outros na porta. – E esta é uma luta até a morte. Só será encerrada quando um de nós estiver morto. – Eu sorri largamente como se dissesse “Eu não iria fazer menos”.

– Regras aceitas. – Disse calmamente fazendo-o ainda mais cauteloso de que eu estava tão segura. – Que se inicie a batalha. – Com essas palavras ele imediatamente se transformou em um enorme leão dourado que parecia sorrir perigosamente para mim. Eu sorri para ele e um segundo depois me transformei em um enorme tigre dourado.

Terceira Pessoa POV:

Quimera e seus seguidores estavam realmente surpresos. Um tigre dourado... Eram muito raros hoje em dia. O tigre amarelo ou dourado, o clã era supremo a todos os outros clãs. Eles governaram a terra e todas as energias sobre ele, incluindo o resto dos clãs. Na verdade, eles eram lendas, um mito que contava sobre uma época em que havia uma rainha dourada, que comandava todos os outros. Seu poder era enorme, e magnífico. Então, veio Marmee Noir, a mãe da escuridão, a primeira vampira, que dizia-se ser tão velha quanto o mundo, tão poderosa quanto um deus. Marmee Noir tinha o controle sobre os felinos, sua especialidade era os tigres. Ela usou esse poder para controlar a rainha, e com ela, todos os outros. Com o tempo, descobriu-se que Marmee Noir podia transformar-se nos animais que controlava, ou seja, todos os felinos. Incluindo o tigre dourado. Ela então livrou-se da rainha assumindo o trono. Séculos se passaram sob o seu reinado, então os vampiros começaram a se rebelar contra ela. Seu reinado era cruel, e favorável apenas ela. Mas nenhum deles sabia como matá-la. Ela era a mãe da escuridão. A criadora de todos eles, e tinha também a questão de que não se sabia o que aconteceria com os outros vampiros, se a mãe de todos eles, sua criadora morresse. Na sociedade vampirica, se um mestre vampiro, morre, todos os seus o seguem para a morte se não houver alguém para assumir seu lugar e controlar esse fluxo. Não havia ninguém tão poderoso quando a mãe da escuridão, e eles não podiam arriscar matá-la. Eles então começaram a planejar uma forma de induzi-la a um sono eterno. Marmee Noir desconfiava disso e passou a eliminar todos os tigres dourados. Para que não houvesse alguém para substituí-la. Ela eliminou cada um deles, deixando apenas alguns poucos, que eram ligados como animais de chamada para os seus guardas, seus seguidores e filhos mais fieis. Que eram, como ela, vampiros que se transformavam em bestas, para os vampiros, é impossível ser um lycan e um morto vivo ao mesmo tempo, um representava a vida, e outro representava a morte. Vida e morte não podiam conviver juntos dentro de um mesmo corpo. Mas para Marmee Noir, isso não importava. Nem para seus mais fieis filhos. Um animal de chamada, está completamente sob o controle do seu mestre vampiro. Por isso ela sabia que aqueles últimos tigres dourados estariam sobre o seu controle quando ela retornasse, de alguma forma ela sabia dos planos para colocá-la em um sono profundo, e sabia que não poderia impedir isso de acontecer, dizem, que ela conhecia uma profecia, que contava sobre a sua volta de milhares de ano em um sono profundo, numa época onde ela encontraria alguém para ser seu rei, e juntos eles fariam o par mais poderoso e perigoso do mundo em busca do controle total do mundo, para controlar todas as espécies, e escravizá-las em seu reinado de escuridão. O plano foi bem sucedido. Marmee Noir foi colocada em um sono profundo, juntamente com seus mais fieis, presa em uma torre que ninguém conhecia a localização. E os tigres restantes repassaram a história de geração a geração, história, que em algum ponto se tornou apenas uma lenda. Um conto de terror para assustar os mais jovens. Ninguém mais acreditava na mãe da escuridão, nem mesmo nos tigres dourados. Mas ali em frente à todos eles, estava a prova viva de que eles existiam.

Mas se os tigres dourados existiam... Seria possível que a mãe da escuridão também fosse real? Seria possível que houvesse realmente uma profecia que falasse sobre o seu retorno e o seu reinado de terror? Seria possível que o ‘bicho-papão’ do mundo Lycan, fosse real e estivesse em algum lugar, num sono profundo a espera de seu retorno?

Fim do Capitulo

LEIAM AS NOTAS FINAIS! ELAS SÃO DE MUITA IMPORTÂNCIA PARA O FUTURO DA FIC!


Notas finais
Eu sinceramente não tinha muita inspiração ao escrever a primeira parte desse capitulo. O confronto com Marcus, Marta e Quimera... Mas esse capitulo é necessário para a continuação da história, portanto eu decidi não modificá-lo e espero que vocês não achem muito coxo...
Deixem-me esclarecer algumas coisas:
Raio nunca mostrou a ninguém, nem mesmo Logan, Severo, Ethan, Dom, Professor X... Ninguém sabe realmente quais são todos os seus poderes, ela tem muitos segredos guardados, alguns mais obscuros que os outros. Ela deixa algumas pessoas assumirem que a conhecem perfeitamente, mas há algumas coisas, que simplesmente não podem ser contadas... Algumas coisas perigosas de mais. Mesmo assim, nenhum segredo dura pra sempre, e daqui pra frente os segredos da raio serão de muita importância e gravidade nessa fic.
Algumas coisas, serão reveladas aos poucos pela própria raio, como por exemplo, sua verdadeira idade... Isso era algo que eu vinha querendo abordar a um tempo, desde a minha idéia de misturar os vingadores nessa fic, que por sinal ainda vai acontecer, mas nós ainda precisamos de uma situação em que a ordem se torne muito desesperada, o suficiente para que Raio decida que tem que revelar um de seus segredos e chamar os vingadores. Isso será e em breve. Muito em breve, visto que Voldemort está a ponto de assumir Hogwarts e o ministério. Na verdade, no próximo capitulo, a fic, vai ser mais ou menos ambientada dentro de Relíquias da morte parte um, não será como o filme, na verdade terão poucas coisas como o filme, apenas é fixo, o fato de que Voldemort assume o ministério, Hogwarts, e todos os nascidos trouxas e pessoas da luz devem se esconder.
Segundo, não sei se alguns perceberam, mas em alguns momentos a personalidade da Raio fica ou um pouco forçada, ou um pouco irreal, é quase imperceptível a mudança, mas isso não é falha de escrita ou coisa assim, é algo planejado. Quando ela assume essas personalidades como ela mencionou nesse capítulo Rainha cadela do inferno Ou Treinadora excessivamente rigorosa como vimos antes, ou como uma pessoa sádica e cruel mostrada também nesse capitulo, tem uma camada de fingimento em suas ações. Um tipo de mascara escondendo quem ela realmente é. É por isso que algumas ações dela são arrogantes de mais, ou algo assim, ela não é má, ou falsa, pelo menos não tanto, ela não tem planos maléficos, isso tudo na verdade é um tipo de defesa, para as pessoas a acharem irritante, ou superficial, e não se aprofundarem de mais em sua pessoa, o suficiente para descobrir que ela esconde coisas, ela não quer que seus segredos saiam, e faz de tudo para mantê-los. Por isso, não estranhem ou abandonem a fic por isso, com o tempo sua verdadeira personalidade aparece, e vocês saberão mais sobre isso.
Outra coisa que eu queria esclarecer é que eu decidi que ela fica com Domy e Ethan, mas ela não ficará apenas com os dois. Essa lenda, é o começo de uma nova fase na fic, e devido a alguns acontecimentos a Raio vai ganhar mais alguns... Companheiros, sendo Ethan e Domy sempre os que estão no topo da lista... O que não garante que eles não estarão acompanhados nessa posição.
Alguns podem estranhar a que Ethan, Domino e especificamente raio goste muito de armas, e luta corpo a corpo, do que suas outras habilidades. Para raio, a causa disso é que além de aprender a controlar seus primeiros sinais de poder, as armas e luta, foram as primeiras coisas que ela aprendeu realmente, e ela tomou um gosto especifico para isso. Ethan e Domy gostam de usar, porque os faz mais ameaçadores, e por tomarem esse gosto de Raio.
Por ultimo eu gostaria de saber, o que vocês pensaram sobre esse capitulo, mais especificamente a lenda no final. O que vocês assumem dela? O que vocês acharam da história? E o que pensam que vai acontecer?
Em fim, se houver alguma dúvida, basta mandar para mim que elas serão respondidas na fic criada especificamente para que eu pudesse responder a vocês qualquer perguntas que tiverem ok?
Bjs e até a próxima!