Notas iniciais
Bom gente, mais uma fic minha, e beeeem diferente das outras, só não nos shippers HUAUHAHUAHUAHU

Espero meeesmo que vocês gostem, porque eu to adorando escrever ela. Tá dando uma abertura de ideias incrível.

Ah sim,e gracias a minha linda Ana Carolina Pertille pela capa. Me salvou UHAUHAUHAHUA

A manhã de quarta feira amanheceu como todas as outras. Os alunos se arrastaram até o colégio desejando poder dormir mais um pouco, mas celebrando que o dia seguinte seria o tão esperado Ação de Graças.

Assim que entra no colégio, Jake é surpreendido por alguém o chacoalhando pelos ombros e rindo.

_ Fala meio irmão. – disse Puck, passando os braços pelos ombros do irmão mais novo.

_ O que faz aqui cara? – pergunta o mais novo com um sorriso, enquanto caminham em direção a sala do coral.

_ Sabe como é... Finn é um cara grande, mas demora um pouco pra pegar no tranco. E vocês não facilitam. – explicou Puck e o irmão riu – Então, ele convocou a antiga trupe para salvar a pátria e ensinar vocês o que é ser um time.

_ Antiga trupe? – perguntou Jake e o irmão confirmou – Isso quer dizer que vou conhecer a tal mãe da sua filha?

_ A tal mãe tem nome, e é Quinn. – ouviram alguém e se afastaram, dando passagem à uma loira – Hey Puck. Mini Puck.

_ Jake, essa é a Quinn. – apresentou Noah, rindo da cara de bobo do irmão.

_ Ótimo ver vocês, mas agora eu tenho que resolver um problema... – disse a loira, colocando as mãos na cintura e caminhando decidida pelo corredor, deixando os dois Puckerman de boca aberta.

_ Cara, você conseguiu domar essa fera? – perguntou Jake, e o mais velho riu.

_ Mais fácil dizer que essa fera conseguiu me domar. – replicou Puck – Mas vamos logo. Preciso dar uma chave de braço no Finesse.

Mais adiante no corredor, Quinn entrava em uma sala já conhecida.

_ Ora, ora... Fabray, quanto tempo. – disse Sue se levantando da cadeira – Não te abraçarei porque não sou mais uma pessoa sentimental, mas fico resplandecente pela sua visita.

_ Ótimo vê-la também treinadora, mas o que me traz aqui é outra coisa... – cumprimentou Quinn – Quero ver a loirinha que anda se fazendo de nova versão minha.

_ Kitty? – Quinn concordou – Devo dizer que ela é uma péssima nova versão. Coloquei ela pra cuidar da minha filha, achando que por você ter sido mãe, aquela tentativa patética de imitação de sua pessoa poderia ter jeito com crianças. Mas ela só é boa quando se trata de rebolar no colo alheio.

_ E onde ela está? – perguntou Quinn, tentando não rir das teorias da ex-treinadora.

_ Provavelmente tentando separar Marley e Jake. – disse Sue simplesmente – Até nisso você era melhor Quinn. Quando você queria, você conseguia.

_ Nem sempre treinadora. – lembrou Quinn – Mas obrigada pela informação. Vou resolver isso.

A loira saiu pelo corredor, logo ouvindo alguém chamá-la.

_ Quinn?

Virou-se e viu Brittany correndo em sua direção com um sorriso. Suavizou a expressão, abrindo os braços e recebendo o abraço da amiga.

_ Senti sua falta. – disse Britt com a voz chorosa.

_ Também. – concordou a loira – Mas não precisa chorar.

_ Eu sinto falta de sermos a trindade profana. – reclamou a loirinha.

_ Eu também... – concordou Quinn, a abraçando pelos ombros – Então o que você me diz de procurarmos a Santana e matarmos a saudade?

A cherrio concordou e foram abraçadas pelo corredor, a caminho da sala do coral. Lá chegando, viram a grande festa de abraços e recepções. Assim que Quinn entrou, todas as atenções se voltaram para ela e antes que percebesse, um loiro a abraçava.

_ Oi pra você também Sam. – riu a loira se afastando dele e abraçando Mercedes que vinha logo atrás – Hei sister.

_ Hei sister. – riu a morena, enquanto elas caminhavam para o centro da sala.

_ Bom, chegou o ultimo membro do esquadrão. – comemorou Finn – Agora vocês conhecem Puck e Quinn.

_ O original Puckerman. – lembrou Puck, abraçando o irmão pelo pescoço – Não se deixem enganar pela cópia.

Todos riram enquanto o garoto se desvencilhava do irmão. Marley ria ao ver o sorriso de Jake junto do irmão, se perguntando se talvez essa aproximação pudesse ajudar o amigo com todos os seus conflitos.

Ao lado dela, Kitty observava os dois com raiva, vendo que a alegria de Jake era partilhada com Marley, para quem ele olhava constantemente. Ryder por outro lado, evitava olhar para os dois, ainda ressentido por Marley ter saído num encontro com Jake, um encontro que era pra ter sido dele e não foi por sua estúpida doença.

_ Bom gente, vamos todos nos sentar está bem? – pediu Finn e os alunos obedeceram, assumindo seus lugares. Os antigos membros observaram seus antigos lugares sendo tomados por novas pessoas e sentiram um misto de saudade e tristeza no peito.

_ Por onde começamos Finn? – perguntou Mike, e o maior riu.

_ Acho que eles precisam ver o que é uma verdadeira música do ND. – opinou Santana e os outros concordaram.

_ E nos somos o que? – perguntou Tina revirando os olhos.

_ Mike, ela ta precisando de um trato viu? – provocou Santana e os dois coraram, fazendo os amigos rirem.

_ O que ela quer dizer Tina, é que a mesma sintonia que vocês tinham conosco, vocês precisam criar com os recém chegados. – explicou Mercedes, e Puck concordou.

_ Não é porque entrou um novo Finn, uma nova Rachel, um novo eu, uma nova Quinn e um misto de Kurt e Mercedes, — explicou o bad-boy apontando Ryder, Marley, Jake, Kitty e Unique – Que as coisas vão voltar ao que eram.

_ Mas Kurt e Rachel não está aqui. – lembrou Sugar, com sua sempre adorável sinceridade.

_ Não, mas eu e Santana estamos. – lembrou Mike – Posso não cantar como Kurt, — brincou ele, fazendo todos rirem – E Santana se quiser até consegue fingir ser Rachel...

_ Menos Chang, bem menos. – pediu a latina revirando os olhos – Jamais serei a Hobbit, nem comecem com isso. Sou gostosa demais para ser comparada com ela.

_ Bom, que tal começarmos logo? – propôs Finn, vendo que se começassem as discussões, aquilo iria longe.

_ Claro. – concordou Quinn – Brad, vaza. – disse ela ao sempre calado pianista que saiu rapidamente, dando lugar para que ela se sentasse. Puck apanhou o violão e Finn sentou-se na bateria.

http://www.youtube.com/watch?v=XtcWL5rqqsw

Enquanto a música ia sendo tocada e cantada, os olhares iam se perdendo na direção de certas pessoas, às vezes acompanhados de sorrisos, às vezes de lágrimas. Os acordes faziam com que os pensamentos flutuassem para toda a qualquer direção, lugar, passado, futuro...

Notas finais
Bom, espero que vocês tenham gostado e por favor, digam o que acharam.

Comentem e perguntem hein? Bejinhos ;@

http://ask.fm/WaalPompeo