I.ll Always Remember
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Está aí mais um cap, espero que gostem *--------*
AAAAAh:
F23: gente, eu estou com uma nova fic (http://www.fanfiction.com.br/historia/165196/Nothing_Else_Matters) vejam lá, se gostarem comentem por favor *-*
Annie POV's.
Três semanas se passaram, não tenho tomado meus remédios. Frank me disse; Gee irá se casar com aquela puta. Sinceramente? Não vejo motivos para me manter viva.
Nesta manhã, senti um forte enjôo e algumas convulsões. Fui ao posto de saúde mais próximo, e eles me encaminharam com urgência para o hospital mais próximo.
Frank PDV'
Estava no ensaio junto com a banda quando meu celular tocou
- Frank, não pode desligar esse celular? — ordenou Gerard
- Número desconhecido, pode ser importante Gerard, vou atender — ele bufou — alô
- Frank Iero? — perguntou a voz de uma mulher
- Sim?
- Sua amiga Anelize McKagan nos deu este número, aqui é do Hospital San Tiago, estamos ligando para informar que sua amiga foi encaminhada com urgência para cá e está internada, o senhor poderia vir aqui para podermos fazer uma coleta de dados? Ou então chamar algum parente próximo da garota?
- O que ela tem? — perguntei alfito
- Tudo indica que ela parou de tomar os devidos remédios
Meu celular naquele instante caiu ao chão e eu fiquei boquiaberto. Annie, a minha Annie estava internada, correndo risco de vida
- O que aconteceu Frank? — perguntou Gerard preocupado
- Annie...
- O que tem ela? — ele veio até mim nervoso já
- Ela foi internada por ter parado de tomar os remédios
- Que remédios? A Anelize não tomava remédio algum, ela não estava doente
- Ou estava e SÓ VOCÊ não percebeu isso, queira você ou não, eu vou até o hospital visitar a MINHA amiga
- Eu vou com você — falou ele e eu olhei para todos na banda que assinalaram com a cabeça
- Tudo bem, vamos, eu tenho que passar na casa da mãe dela ainda avisar
A viagem foi um inferno; Gee não parava de falar que "não, eu não entendo porquê ela nunca me contou que tomava remédios". A cada momento que se passava eu ficava mais nervoso. A meia hora de viagem até a casa da mãe dela pareceu cinco horas que nunca passavam.
Assim que chegamos até a casa da mãe de Annie, eu saí do carro correndo e a chamei até o portão.
- Frank! — Ela veio abrir o portão, e me abraçou. — Como você está, meu filho?
- Perdão, Mary, mas tenho uma péssima notícia.
- Aconteceu algo com Annie?
Apenas assenti, não conseguindo falar nada.
- Onde está ela, Frank? Aonde?
- Estamos indo ao hospital, entre no carro.
Ela fechou a casa e logo em seguida entrou no carro. De todos nós o que parecia mais alfito era Gerard
- O que aconteceu Frank? — perguntou Mary com seu rosário em mãos
- Acho que ela parou de tomar os remédios — respondi sem tirar os olhos da estrada
- Que remédios ela tomava? — Gee perguntou, provavelmente cansado de ser mantido no escuro.
- De rotina. — Mary respondeu. — Mas porquê ela parou; eu não entendo! Ela toma estes remédios desde os quinze anos! Nunca esqueceu!
- Talvez não tenha sido esquecimento dela. — Disse, lançando um olhar para Gee.
Gee, cabisbaixo, murmurava algo.
- Por que ela nunca me contou? — Ele me perguntou, com lágrimas nos olhos.
- Pense bem. — Eu disse; faltavam apenas duas quadras para chegar ao hospital. — Ela nunca quis que nada atrapalhasse a sua carreira. Na mente dela, a doença atrapalharia. Você largaria tudo.
- Mas é óbvio que eu largaria! A minha Annie está doente!
- Sua? — Respondi, cético. — Não, ela não é sua. Você largou ela por Jhennyfer.
- Mas, que doença é essa? — ele disse ignorando meu comentário
- Leucemia. — Respondeu Mary. — Os remédios eram pós-quimio. Ela teria de tomá-los pelo resto da vida para não ter uma recaída.
- E tem cura isso? — ele respondeu em meio as lágrimas
- Que parte do PELO RESTO DA VIDA você não entendeu, Gerard? — Disse sarcasticamente.
- Eu vou me matar por nunca ter percebido isso — ele enfiou a cabeça entre as mãos e chorou
Mary pousou sua mão no ombro de Gerard.
- Não se culpe, filho. Ela só fez isso porque o ama.
Gerard a olhou e passou o resto do caminho em silêncio.
Chegamos ao hospital. Estacionei o carro de qualquer jeito; nós três pulamos para fora e saímos correndo, para ver o quanto antes a nossa Annie.
- Anelize Mckagan — falei para recepcionista assim que entramos no hospital
- O senhor é o que dela? — perguntou
- Amigo
- Me desculpe, mas precisamos de algum familiar
- Eu sou a mãe — Mary falou antes de eu pensar em responder alguma coisa
- Ah sim, ela está no quarto 401. Por fa... — Antes mesmo que a secretária pudesse falar algo, nós três saímos correndo procurando pelo quarto 401.
- Vocês acham que ela está bem? — Gee perguntou, se desviando de uma maca.
- E eu vou saber? Ela parecia bem ontem! — Disse, parando a tempo de não me bater em uma porta.
Logo nós chegamos ao quarto dela. Eu respirei fundo antes de abrir a porta
Quando finalmente criei coragem para abrir a porta, quase tive eu que ser levado para uma maca.
Annie POV's
Não esperava pela visita de ninguém, a não ser minha mãe e talvez Frank.
Quando a porta foi aberta, eu olhei para quem estava lá. Frank, ao me ver, ficou pálido feito um fantasma.
Eu tinha certeza que minha aparência não era das melhores, afinal eu tinha tubos intravenosos por todo o meu corpo, e não dormia bem há dias.
Minha mãe entrou junto de Frank, eles vieram andando até mim. Ela pousou a mão sob minha testa e começou a chorar
- Porque fez isso minha filha? — perguntou chorando. Eu apenas olhei para Frank que pegou minhas mãos e as beijou.
- Você vai sair desta minha pequena — ele sorriu — mas... Tem alguém aí que quer te ver — meu coração disparou.
- Quem? — Perguntei, quase pressentindo algo.
Frank olhou para trás, e assentiu.
- Olá. Posso entrar? — Gee. Ele estava lá, parado, na porta do meu quarto, com os olhos avermelhados, o que era claro para mim; ele queria chorar.
- Claro. — Disse, minha voz nada mais do que um suspiro.
Gee chegou ao meu lado, e se ajoelhou.
- Me perdoe, Annie. Eu fui... Eu fui um escroto. Não percebi nada, mas por que você escondeu tudo isso de mim? — Lágrimas começaram a rolar pelo rosto dele.
Limpei uma delas, enquanto pensava no que responder.
- Desculpe Gee, mas eu não podia deixar você desistir de tudo por mim.
- Por que não?
- Porque você merece ter uma vida. — Eu disse, agora prestes a chorar.
- Ao seu lado eu teria uma vida, Annie.
- Não da forma que você merece. Desculpe Gee, mas eu não conseguiria suportar a ideia de estar te impedindo. Isso me mataria por dentro, dia após dia.
- Annie, eu te amo, eu nunca te esqueci — ele me olhava nos olhos agora
- Eu também, Gee, eu também, mas é melhor assim... Agora... Você tem uma namorada... Você será feliz ao lado dela, ela é saúdavel.
- Eu nunca serei feliz se não for ao seu lado — eu fiquei em silêncio e comecei a chorar. Meu coração doía muito, parecia que tinham lhe enfiado uma faca.
- Eu não sei se sairei dessa... Viva... — minha voz falhou.
- Não diga isso, Annie. Você vai sobreviver. — Frank disse, e Gerard concordou com ele, limpando uma lágrima que rolava pelo meu rosto.
- Annie, eu vou largar da Jhennyfer. Por você.
Balancei a cabeça.
- Não, Gee. Não faça isso. Vá, e se case com ela.
Gee estava chorando, e ele balançou a cabeça.
- Não, Annie. Não vou me casar com ela. Quero cuidar de você, meu anjo.
Bufei.
- Eu posso me cuidar sozinha. — Olhei para ele, e me arrependi de ter dito o que eu disse. — Desculpe, Gee. Eu prometo melhorar, mas você não vai largar da Jhennyfer por minha causa. Quando é o seu casamento?
- Daqui a uma semana.
- Vai lá e seja feliz — eu forcei um sorriso.
- Porque eu iria me casar com alguém que eu não amo? — perguntou.
- Porque é a sua chance de ser feliz, e de me fazer feliz.
- Que forma sádica de ser feliz. — Ele ironizou.
- Ver você vivendo com alguém que não vai te deixar em breve, é a minha forma de felicidade. — Respondi, pegando suas mãos.
*Uma semana depois...
Gerard POV's.
- Estou me sentindo um pinguim. — Exclamei, arrumando a gravata desgraçada.
- Não é o único. Sério mesmo que eu não posso ir de bermuda? — Frank reclamou, atrás de mim.
- Não. Exigências de Jhennyfer. Para quê vestes sociais em um casamento? Ah, esquece. Vamos logo para aquela merda. A Annie não vai mesmo?
- Não, ela está cansada de ontem; a sessão de quimio a deixa assim.
- Ela vai fazer quantas sessões?
- Essa foi a última.
Sorri, aliviado, e também, me lembrando do sorriso da minha Annie.
- Então, vamos, que quem chega atrasado é a noiva, ou melhor, atrasada é a noiva. Odeio frases com objetos masculinos e femininos na mesma frase. Por que eu estou dizendo isso mesmo?
- Não sei cara, acho que você está nervoso. Mas vamos, você vai parecer um maricas se atrasar. Demora mais tempo que a noiva para se arrumar. — Frank disse, rindo.
Chegamos na igreja. Além de ser uma tortura esse terno, tenho que ficar no altar, parado, esperando por uma vadia. O que? Ela é uma vadia mesmo.
- Lá vem a sua noiva. — Frank murmurou quando começou a tocar a música dela.
Jhennyfer estava... bem, ela estava linda, essa é a verdade. Seus cabelos ruivos estavam presos em um coque, e o véu caía sobre seu rosto. Ela entrava sozinha na Igreja, afinal seus pais a rejeitaram quando ela fez quinze anos, e começou a se vestir como... enfim, como ela. A chamaram de prostituta e coisas assim, e ela foi morar com uma amiga.
Por que mesmo estou repassando a história da vida dela na minha mente? É remorso?
Jhennyfer chegou no altar, e eu a recebi com um beijo na testa.
O padre fez todo o seu discurso (no qual eu não prestei atenção, pois estava pensando em Annie), e só lembrei do casamento quando Annie me cutucou. Toda a igreja me olhava de modo estranho.
- Desculpe, poderia repetir? — Pedi ao padre.
- Você aceita Jhennyfer como sua legítima esposa? — Ele perguntou.
Ah, chegou a hora desgraçada.
Notas finais
Gostaram do RIR?
Eu AMEI O MEU AXL ROSE
meu William Bruce Bailey ♥
Meu Slipknot
quase morri em Duality, mas ok '-'
Sou mt fã de Guns cara, sério, quem quiser pode ler minhas fic's que se encontram no meu perfil, tenho 2 fic's do Guns *-----*
i push my fingers into my eyes it's the only thing that slowly stops the ache ♪
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