I.ll Always Remember
7 Capítulo 7
Notas iniciais
Olhei para Jhennyfer, e para o padre.
Sabia que devia dizer sim, mas coloquei os prós e os contras em minha mente.
Ah, pra que tudo isso?
Me virei para Jhennyfer, e a olhei no fundo dos olhos.
- Não. — Eu disse.
- O quê? — Ela me perguntou, ultrajada.
- Não. Ene-á-ó-til. Sacou? NÃÃÃÃO. — Disse pausadamente para ela entender.
Encarei o padre, e lhe pedi desculpas pelas próximas palavras, mas elas eram necessárias:
- Eu não vou me casar com essa puta, quando tem uma mulher que me ama, e eu a amo de volta, precisando de mim neste momento. Tchau, vadia.
Soltei as mãos da Jhennyfer, aliviado por ter dito o que eu tinha vontade de dizer todos os dias para ela.
Saí caminhando pelo tapete até a saída, tirando aquela merda de gravata que estava me sufocando. Eu não sou um pinguim!
Chamei um táxi, e para minha sorte, um logo parou. Dei o endereço da casa da Annie, e pedi para ir o mais rápido possível. Eu iria ficar com o meu amor, mesmo que isso custasse a minha vida.
No meio do caminho havia um engarrafamento para a minha grande sorte
- Vamos rápido por favor — pedi impaciente
- Me desculpe senhor, mas só se for pela calçada. Aqui não passa — respondeu o texista. Eu imapciente peguei uma nota de 50 lhe entreguei, não esperei o troco e saí correndo do táxi e ainda por cima havia começado a chover! Grande sorte a minha
A casa de Annie estava a uns três quilômetros de distância. Vi um senhor vendendo guarda-chuvas na calçada; corri até ele, comprei o primeiro guarda-chuva que vi e voltei a correr. Eu chegaria na casa dela, de um jeito ou de outro.
Uma rajada de vento bateu, e levou o guarda-chuva embora. EI, CARA AÍ DE CIMA, EU TAMBÉM TE AMO!
Corri o mais rápido que podia, e em dez minutos, cheguei na casa de Annie.
Eu não sabia se tocava a campainha ou entrava sem bater mesmo.
Escutei o barulho da tv e resolvi entrar sem bater. Annie estava sentada no sofá assistindo tv, quando me viu, ela ficou assustada e veio andando até mim.
Quando ela pensou em falar eu coloquei meu dedo em msua boca
- Pshh! Não diga nada. Eu te amo — falei e a beijei, um beijo calmo e doce
Annie correspondeu o beijo, mas quando nos separamos, ela me olhava incrédula.
- O que você... — Ela gaguejou.
- Não me importa se você vai viver um dia ou mil anos, eu quero ficar com você, e apenas com você. — Disse, a abraçando. — Annie, me deixa te fazer feliz, casa comigo?
Ela estava boquiaberta. Uma lágrima escorreu por seu rosto e ela abriu um sorriso
- Sim — ela sussurrou — sim, sim, sim, mil vezes sim — ela se jogou em meus braços e eu lhe abracei forte, depois lhe dei um longo beijo
Depois que nos separamos do beijo ela começou a rir
- Que foi? — perguntei
- Nós estamos ensopados — ela ria olhando para nossas roupas. Eu havia enxarcado Annie. Eu sorri malicioso e sussurrei em seu ouvido
- Que tal tomarmos um banho quente?... Juntos — ela se arrepiou e eu sorri do duplo sentido da frase
- Mas... Eu não tenho roupas masculinas aqui em casa — ela ria
- Em quem disse que eu vou precisar de roupas? — eu ri
- Gerard! — ela me deu um leve tapa no braço e eu a peguei no colo e a levei até o banheiro
Chegamos ao banheiro, e eu tirei a minha camisa. Annie tirou a sua blusa, mostrando seu corpo perfeito. A abracei gentilmente, e ela ligou o chuveiro. Ela selou nossos lábios, me empurrando para o box
Coloquei ela contra a parede, e tirei sua calça jeans enquanto ela beijava meu pescoço.
Ah, como eu senti falta daquela boca, dos nossos corpos juntos. Agora ela era toda minha, e somente minha
Tirei minha calça e colei mais meu corpo ao de Annie, beijando seu pescoço, seu queixo e sua boca.
Eu já estava bastante excitado, então logo tirei o resto das roupas intimas que nos restava.
Annie soltou um suspiro alto, o que me fez ficar mais excitado ainda.
Desci minha mão até a sua coxa, e a puxei, enlaçando sua perna no meu quadril.
Annie me arranhava, ora me beijava, ou me mordia.
- Ah, Gee... — Ela suspirou, fechando os olhos quando sentiu o meu membro na sua entrada .
Comecei a passar o meu sexo levemente na intimidade dela, fazendo Annie se arrepiar contra a minha pele. Ela pegou um impulso, e enlaçou suas pernas no meu quadril, e me beijou com voracidade.
Gemi, mordendo o lábio inferior dela, e sentindo seu corpo pedindo a mim.
- Gee... — Ela sussurrou, com um gemido entrecortado. — Não continue a me torturar...
Minha mão — que segurava-a pelas nádegas — passeou brevemente pela coxa esquerda dela; e posicionei minha mão na sua entrada, penetrando-a com um dedo.
Annie segurou um novo gemido, e cravou suas unhas nas minhas costas.
A água escorria por nossos corpos, fazendo tudo mais excitante.
Penetrei mais um dedo nela, e a investi com um pouco mais de força. Annie começou a gemer, e suas mãos começaram a passar por todo o meu corpo, quase me enlouquecendo quando começou a massagear levemente o meu sexo.
- Annie... — Gemi, mordendo-a levemente no pescoço. Minha mão livre foi até seus seios, e começei a massageá-los.
Não aguentando mais, tirei meus dedos de seu sexo, e a penetrei. Annie mordeu o lábio quando me sentiu entrar nela, e começou a gemer alto quando comecei as investidas.
Tomei um de seus seios em minha boca, enquanto massageava o outro e a investia com mais força. Annie gemia; seus mamilos eriçados com a excitação.
Ela começou a rebolar com mais força em cima de mim; ambos suando. Eu estava quase explodindo; aumentei as investidas; agora eu já estava o mais forte e o mais rápido que eu podia.
- Gerard... Mais! — Annie gemeu, puxando meus cabelos.
Nosso clímax estava próximo; eu podia sentir.
Nossos corpos, colados, perfeitos, em uma dança sensual, onde apenas ela conhecia o meu ritmo, e eu o dela.
Gozamos, ao mesmo tempo; eu a beijei calma e docemente.
- Eu te amo. — Sussurrei, a colocando no chão.
- Eu também — ela sorriu e me beijou docemente
Eu ajudei ela a se levantar, desligamos o chuveiro, nos enrolamos em uma toalha e seguimos para o quarto
- Vou colocar suas roupas na máquina,MEU amor — ela falou dando enfâse no "meu" e eu gostei disso. Então, ela pegou minhas roupas e foi lá para baixo... Eu como uma pessoa super paciênte fui atrás dela. A abracei pela cintura e comecei a beijar seu pescoço, ela se arrepiou ao meu toque
- Você não cansa não? — ela riu
- Não — respondi e fui descendo, beijando a parte de suas costas que não estava coberta pela toalha. Ela se virou e começamos a nos beijar novamente
- Gee... Eu preciso lavar... Essas roupas — ela já falava com dificuldade
Eu sorri e não parei de beija-lá, beijei seu colo e fui descendo vagarosamente a sua toalha.
Levantei Annie e a sentei na máquina que por sinal estava ligada. Ela entrelaçou suas pernas em minha cintura
Eu abocanhei um dos seus seios e ela se curvou para trás gemendo em cima da tremedeira que estava a máquina
Eu deixei seus seios e fui descendo cada vez mais, me ajoelhei na sua frente e afastei suas pernas
Eu olhei para cima, Annie ainda estava curvada para trás
PDV Annie
Eu não estava acreditando no que Gerard iria fazer, eu já não estava aguentando de tanto prazer que sentia.
Sinti a língua dele encostar no meu sexo e soltei um gemido baixo. Segurei forte na lavadora enquanto ele explorava todo a minha intmidade com a sua língua.
Os bicos dos meus seios já estavam rígidos, eu não estava mais aguentando... Eu precisava senti-lo dentro de mim.
Gerard me penetrou um dedo e eu gemi mais alto, ele colocou outro e começou a fazer movimentos de vai e vem enquanto eu gemia alto, tão alto que desconfiava que os vizinhos estivessem me ouvindo.
Quando senti que ia chegar ao ápice ele tirou seus dedos de mim e entrelaçou minhas pernas em seu quadril novamente, eu já podia sentir seu membro em minha entrada... Ele sorria malicioso
Gerard, veio até meu ouvido e sussurrou
- Me pessa e eu te dou — ele falou de forma sexy
- Pelo amor de Deus, Gerard! — eu já estava toda suada
- Desculpa, não entendi — ele fez uma cara de confuso
- ENFIA LOGO! — eu gritei e ele riu e me penetrou lentamente, me torturando
Ele foi aumentando o ritmo das estocas enquanto eu estava quase morrendo de prazer em cima daquela máquina que só piorava... Ou ajudava... As coisas.
Eu arranhava suas costas enquando beijava seu pescoço.
Então... Quando eu menos esperava, Gerard inverteu as posições sentando em cima da máquina de lavar e me colocando sentada em seu membro.
Enquanto eu rebolava, Gerard gemia
- Aposto que a sua ex-noivinha queria fazer isso com você — sussurrei de forma sexy em seu ouvido enquanto ele mordia o lábio inferior
- Mas, ela não seria melhor que eu, ou seria? — rebolei mais forte em seu membro e ele soltou um suspiro alto misturado com a palavra "não"
Gerard segurou em minha cintura, me fazendo subir e descer em seu membro rígido.
Pouco tempo depois o senti gozar dentro de mim e eu caí exausta em seu peito
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