If I Would Have Known It Could Have Been You 2

10 #10 - Não consigo parar de pensar em você


Notas iniciais
Eu sei, eu deixei um mês se passar, me perdoem ♥ Como uma bela desculpa pra vocês, eu fiz um capítulo com quase 3500 palavras ♥ Espero que gostem ♥♥

#10

Não consigo parar de pensar em você

— Vocês me perdoam por eu ter fugido? – Alec perguntou ainda abraçando seus pais. – Eu amo tanto vocês. Eu fiquei assustado, com medo de que vocês fossem se separar. Eu não sou nada sem vocês dois.

— Meu amor, nós também não somos nada sem vocês. – Kurt disse calmo, segurando forte a mão do filho. – E nós não vamos nos separar. Vai ficar tudo bem.

Alec apenas sorriu e voltou a abraçar os pais e ainda por cima fez os dois dormirem com ele da mesma maneira que faziam quando ele tinha seus seis ou sete anos. Sentia falta daqueles tempos e queria preservá-los para sempre. Obviamente Kurt e Blaine não se importaram de fazer a vontade do filho e se arrumaram na cama com ele para dormir.

A semana foi se passando devagar. Quando Alec descobriu que Eric jantaria em sua casa na sexta quase teve um surto, mal conseguia encarar ele na escola sem pensar no nervosismo de um jantar em família. Ficava se perguntando o que seus pais falariam e o que seu irmão acharia dele e, principalmente, o que Eric acharia de todos.

Quando a sexta-feira chegou, Alec estava nervoso. Passou parte do dia na escola e conversou um pouco com Eric, que confirmou que iria com certeza no jantar e, o restante do tempo de seu dia, Alec ajudou os pais a preparar uma sobremesa. Kurt faria o jantar, então Alec se trancou em seu quarto para se arrumar.

Não sabia o que vestir, não sabia o que fazer, apenas sabia que estava nervoso. Kurt e Blaine acharam uma graça o nervosismo do filho. Alexis tinha passado uma parte do dia na casa de Elliot e Sebastian, mas agora já estava em casa e já estava arrumado para o jantar.

O som da campainha foi escutado e quem abriu a porta foi Blaine, com um sorriso no rosto. O menino parado em sua frente estava corado, era uma graça de se ver. Blaine sorriu a disse para o menino entrar, fechando a porta em seguida.

— Alec está no quarto dele. Pode ir lá se quiser. – Avisou Blaine. – É na primeira porta à esquerda.

— Obrigado... e-eu... eu trouxe isso para vocês... – Eric disse todo tímido, entregando uma garrafa de vinho branco para Blaine, que sorriu e o agradeceu, dizendo que não precisava de nada disso e que ele era um doce de pessoa.

Eric então seguiu as coordenadas de Blaine e foi até a porta, batendo na mesma em seguida e sendo recebido por um Alec majestosamente lindo.

— Wow! – Exclamou o mais velho, sendo puxado para dentro do quarto.

— Estou muito exagerado? – Alec perguntou se encarando no espelho, logo sendo abraçado pelas costas, enxergando assim no espelho o reflexo dele e de Eric, que era mais alto que ele.

— Você está lindo. – Eric praticamente sussurrou e depositou um beijo no pescoço de Alec. – E muito cheiroso.

— Você também está lindo. – Alec virou-se para Eric e surpreendeu-se com um beijo vindo do mais velho, ao qual ele correspondeu e em seguida sorriu. – Mas acho melhor sairmos de uma vez desse quarto antes que meus pais desconfiem que estamos fazendo algo.

— Mas nós estamos fazendo algo. – Disse Eric. – Eu estou beijando você, não estou?

— Não foi isso que eu quis dizer, seu bobo. – Riu Alec, puxando Eric para fora de seu quarto.

Ao chegar de volta à sala, Alec enxergou Elliot e Sebastian e se grudou em Sebastian, como sempre fazia quando o via.

— Tio Seb! – Gritou Alec, apertando forte o castanho, que retribuiu na mesma intensidade o abraço.

— Meu biscoitinho! – Sebastian falou sorrindo enquanto abraçava o afilhado.

Biscoitinho? – Eric perguntou os olhando e Alec ficou extremamente vermelho.

— E você é? – Sebastian encarou Eric.

— Eric Symon. – Se apresentou ele, sorrindo.

O momento tenso que ali se criou foi interrompido por Kurt e Blaine dizendo que o jantar estava servido. Arrumaram a grande mesa para todos eles, ficando sentados em um lado Kurt, Blaine, Sebastian e Elliot e, do outro, Alec, Alexis, Andrew, Melanie e Eric. A mesa era para doze pessoas e Blaine sempre se perguntou o motivo de uma mesa tão grande, mas era nos momentos em que todos estavam presentes que ele entendia o motivo.

— Quanto silêncio... – Se pronunciou Sebastian. – Por que vocês estão tão quietos?

— Deve ser porque eu estou envergonhado. – Alec disse meio baixo.

— E por que, biscoitinho? – Alec olhou para o padrinho fulminantemente. – Ah, entendi o motivo... desculpa, Alec.

— Tio Seb, eu amo que você me chame assim. – Disse o Hummel-Anderson. – Não quis te magoar.

— De onde saiu esse apelido? – Perguntou Eric.

— Acho que quem melhor pode contar essa história é o tio Seb. – Alec piscou para o seu padrinho, que sorriu enormemente e se preparou para contar a tal história.

— Quando Alec era pequeno ele sempre pedia biscoito no café e como no trabalho ele passava a maior parte do tempo comigo e com Nicolas, ele sempre nos pedia biscoito, então nós o apelidamos desse jeito. Quer dizer, eu o apelidei assim e os outros copiaram, mas igual. – Sebastian disse de maneira convencida.

— Alguém consegue ser mais ciumento que o Blaine. Eu não mereço isso. – Riu Kurt, levando os outros a também rirem.

— Ninguém é mais ciumento que eu. – Blaine encarou o marido. – Inclusive, Eric... fico feliz em saber que você cuidou do meu filho naquele dia.

— Ah, não foi nada... Eu só fiz companhia a ele... – Eric disse um pouco tímido. – Eu é que deveria agradecer por vocês terem um filho tão incrível...

— O que isso quer dizer? – Blaine perguntou, encarando o menino e sendo encarado por Kurt e Sebastian.

— Que ele gosta do seu filho, ué. – Sebastian disse naturalmente. – E não me olhe desse jeito. Você acha que o que? Que ele vai ser para sempre o seu bebê? Porque ele não vai. Ele já é quase adulto, então é melhor você parar com isso.

— Mas eu nem falei nada. – Se defendeu o moreno. – Eu só perguntei o que isso significa. Vocês agem como se eu fosse matar o garoto.

— Porque você está olhando para ele como se realmente fosse. – Se pronunciou Alexis, levando um cutucão de Andrew na perna.

— Você e Andrew tem quatorze anos e mesmo assim eu apoiei vocês dois. Por que agora seria diferente? – Blaine olhou para todos. – Eric, ignora a atitude deles, tudo bem? Eu só quero que você saiba que enquanto você fizer bem ao meu filho, eu não me importo de ter você aqui jantando conosco quantas noites você quiser.

— Obrigado... – Eric disse sorrindo, se sentindo bem melhor.

O restante do jantar se passou tranquilamente, assim como o momento em que todos estavam comendo a sobremesa. Sebastian, Elliot e os filhos foram embora quando era perto das dez da noite e Alec foi para seu quarto junto com Eric. Kurt aproveitou isso e puxou o marido para o quintal, onde deitou-se com ele no gramado para ambos olharem as estrelas.

— Por que me trouxe para cá? – Perguntou o moreno.

— Queria ver as estrelas com você... e dar um pouco de privacidade ao nosso filho. – Informou Kurt, escorando-se no braço do marido. – Sei o quão difícil deve ter sido para você permitir aquele pedido de namoro após a sobremesa...

— Foi difícil até demais. – Confessou ele. – Eu tenho tanto zelo pelos nossos filhos. Tenho medo de eles sofrerem nas mãos de alguém que não os ame na intensidade que eles merecem.

— Tenho um bom pressentimento com o Eric. Ele não vai machucar o nosso filho.

— Eu continuo sendo ciumento e se ele fizer algo contra o Alec, ele que espere por uma morte lenta e dolorosa, porque é isso que ele vai ter.

— Calma, amor. – Riu Kurt, se escorando no próprio braço e encarando Blaine. – Eu já te disse hoje que eu te amo?

— Hoje não... – Se fez o moreno, sentindo o marido subir em cima dele.

— Eu te amo, B. Amo demais, demais, demais. Muito.

— Eu também te amo, Kurt, mais do que eu seria capaz de amar qualquer outra pessoa! – Blaine sentou com Kurt ainda em seu colo e o puxou para um beijo amoroso. – E eu sempre vou te amar. Sempre.

— Eu também sempre vou te amar, meu amor. – Kurt disse, beijando o marido mais uma vez.

[...]

Alguns dias se passaram desde o jantar. Alec estava ansioso para o dia de sua apresentação na escola. Ele fazia parte do coral de seu colégio e eles fariam uma apresentação onde todos os alunos de todos os clubes fariam algo, fosse o coral ou os times de esportes. Todos fariam algo. Todos os alunos assistiriam e suas famílias também.

Alec já tinha convidado seus pais e seu irmão, além de Sebastian, Elliot e os filhos dos mesmos. Mas ele tinha mais alguém para convidar e esse alguém não é Eric, porque Eric já está na escola e inclusive vai tocar o violão para o Alec cantar. Alec entrou no jornal e foi diretamente ao dono do local, o chefe de todos. Bateu na porta e botou a cabeça para dentro.

— Será que o dono está ocupado demais para falar com o afilhado? – Perguntou o Hummel-Anderson.

— Alec! – Nicolas levantou de sua mesa e andou até o afilhado para abraçá-lo. – Já faz duas semanas desde que nos vimos pela última vez. Senti sua falta, meu pequeno.

— Nem tão pequeno, tio Nic. – Brincou Alec.

— E o que te traz aqui hoje? Você não deveria estar na escola agora?

— É o horário do almoço e eu pedi para o meu namorado me trazer aqui. – Uma timidez sem igual atingiu Alec.

— Namorado? – Nicolas estava surpreso. – Quero conhecer!

Alec apenas riu e saiu do jornal, indo até o carro de Eric e o pedindo para o acompanhar para dentro do local, o levando para a sala de Nicolas e apresentando os dois.

— Tio Nic, eu não vim aqui especificamente para isso... – Começou Alec. – Eu queria te fazer um convite, mas já digo desde agora que eu vou entender completamente se você não aceitar...

— Hum... que tipo de convite?

— No sábado vai ter uma apresentação na minha escola e eu vou cantar... como todos podemos convidar nossas famílias sem importar quantas pessoas sejam, eu queria te convidar.

— E por que eu não iria?

— Porque o tio Seb também vai... e vocês nunca mais se falaram depois do divórcio, então pensei que você não quisesse vê-lo. Quer dizer, sei que ele falou com você no dia que eu sumi, mas isso praticamente não conta.

— Por você eu vou, meu pequeno. – Nicolas disse sorridente. – Acho que consigo lidar com o fato de ele estar lá com o novo marido... e os filhos... eu errei tanto com o Seb... Isso não importa agora, tudo bem? Eu vou na sua apresentação. Pode deixar!

— Obrigado, tio. Você é o melhor! – Alec abraçou seu padrinho uma última vez e foi embora com Eric, afinal ainda tinha aula naquele dia.

Durante o percurso de volta ao colégio ele explicou para Eric o que tinha acontecido entre Nicolas e Sebastian e explicou também que nunca deixou de visitar Nicolas, afinal ele permanecia sendo seu padrinho e sempre o visitava em seus aniversários, mesmo que isso ocasionasse em Sebastian chegar apenas no final da festa ou se esconder para não ver o ex-marido.

Alec entendia muito bem que ambos seguiram suas vidas, mas nenhum dos dois superou por completo. Mas como poderiam? Foram o primeiro amor um do outro e não é como se fosse fácil superar o nosso primeiro amor.

No dia de sua apresentação, no sábado, Alec estava já no ginásio da escola quando viu seus pais chegarem. Correu até eles e os abraçou, abraçando também Alexis. Depois disso Elliot e Sebastian chegaram com Andrew e Melanie e Alec abraçou os quatro e os agradeceu por estarem ali. Enquanto ainda abraçava Sebastian, Alec viu Nicolas chegar um pouco sem jeito para cumprimentá-lo. Era justamente aquilo que ele queria evitar.

— Oi... – Nicolas disse e recebeu um abraço do afilhado, mas foi ignorado por Sebastian. Elliot o cumprimentou sem nem saber de quem se tratava aquela pessoa. – Alec, eu trouxe isso para você.

— Oba! Presente! – Alec disse animado, pegando o embrulho e o abrindo.

Kurt e Blaine estavam ao lado de Alec e cumprimentaram Nicolas tranquilamente. O Hummel-Anderson se emocionou ao ver o presente que tinha recebido, dentro do pacote tinha uma camiseta do Flash, seu super-herói favorito e tinha também um porta retrato com uma foto onde ele estava no colo de Nicolas e Sebastian e o casal sorria grandemente com o pequeno Alec de apenas seis anos.

— Obrigado, tio! – Alec agradeceu mais uma vez abraçando seu padrinho e sussurrando em seu ouvido: – Vai dar tudo certo, tio Nic. Fica calmo.

Nicolas apenas sorriu para o afilhado e foi se sentar ao lado de Kurt e Blaine. Quando todos já estavam devidamente colocados em seus lugares, pouco a pouco foram acontecendo as apresentações. Alec e os outros alunos que eram do coral seriam os últimos, porém entre os últimos Alec e Eric seriam os primeiros.

Quando os dois foram chamados, ambos estavam nervosos, mas o nervosismo passou quando ambos se olharam e Eric tocou as primeiras notas da música no violão.

I guess this is what it's supposed to feel like (Eu acho que essa deveria ser a sensação)

No we don't talk, no we don't talk, we don't talk anymore. (Nós não nos falamos, não nos falamos, não nos falamos mais)

I guess this is what it's supposed to sound like (Eu acho que é assim que deveria soar)

The universe, the universe, universe is torn. (O universo, o universo, o universo está destruído)

Alec, mesmo sem saber, acabou escolhendo para cantar justamente uma música que partia o coração tanto de Nicolas quanto de Sebastian. O Hummel-Anderson tinha pego uma música de uma das bandas favoritas de Kurt, que era OneRepublic, não pensou em atingir ninguém com sua música, mas tinha acertado em cheio o coração de seus padrinhos.

I know I can't live without you (Eu sei que não posso viver sem você)

I can't live without you half the day (Eu não posso viver sem você metade do dia)

I know can't live without you (Eu sei que não posso viver sem você)

And put life off for another day (E adiar a vida por mais um dia)

Nicolas queria poder negar e dizer que Sebastian era apenas seu passado, mas seus sentimentos pelo Smythe continuavam presentes e até mesmo ainda mais fortes e intensos.

Sebastian também sentia falta de Nicolas, não poderia negar isso nem em um milhão de anos. Amava Elliot e seus filhos, mas sempre sentia a falta de Nicolas e sabia que, se nem nesses dez anos que se passaram ele conseguiu o esquecer, então nunca o esqueceria de verdade.

But I can't stop, thinking about, thinking about us anymore (Mas eu não consigo mais parar, de pensar, de pensar em nós)

I said I can't stop, thinking about, thinking about us anymore (Eu disse que não consigo mais parar, de pensar, de pensar em nós)

I said I can't stop, no (Eu disse que não consigo parar, não)

Thinking about, thinking about this anymore (De pensar, pensar nisso)

And all i've got on me, is nothing I want anymore (E tudo que eu tenho em mim, não é mais nada que eu quero)

Kurt e Blaine se entreolharam e perceberam que Nicolas e Sebastian se encaravam discretamente. Ou nem tanto, já que o casal havia percebido. Eles queriam tanto que Nicolas não tivesse sido um tanto quanto insensível e que tivesse permanecido com Sebastian, afinal eles eram todos amigos e Nicolas tinha até mesmo ajudado Blaine a preparar a surpresa que garantiu a volta dele e de Kurt. Era doloroso que o quarteto tivesse se separado.

No I never get used to silence (Não, eu nunca vou me acostumar com o silêncio)

But I don't hear, no I don't hear (Mas eu não ouço, não eu não ouço)

I don't hear you anymore (Eu não ouço você mais)

You know I had to look hard to find it (Sabe, eu tive que procurar muito pra descobrir)

Everything, everything, everything is gone (Que tudo, tudo, tudo se foi)

Se arrependimento matasse, Nicolas estaria morto há tempos. Nos dez anos que se passaram ele nunca encontrou um outro alguém, porque sempre que conhecia uma nova pessoa ele procurava por características com as de Sebastian e estava bem óbvio que ele nunca encontraria. Decidiu, por fim, que ficaria sozinho. Talvez fosse melhor.

I know I can't live without you (Eu sei que não posso viver sem você)

And put life off for another day (E adiar a vida por mais um dia)

Elliot tinha percebido os olhares que Sebastian e Nicolas trocaram. Foi nesse momento que ele percebeu que aquele era o ex-marido do Smythe. Sentiu um ciúme enorme o preencher, mas sabia que não seria trocado, afinal dez anos se passaram, não é mesmo? Não é como se Sebastian fosse capaz de trair alguém... ou é?

But I can't stop, thinking about, thinking about us anymore (Mas eu não consigo mais parar, de pensar, de pensar em nós)

I said I can't stop, thinking about, thinking about us anymore (Eu disse que não consigo mais parar, de pensar, de pensar em nós)

I said I can't stop, no (Eu disse que não consigo parar, não)

Thinking about, thinking about this anymore (De pensar, pensar nisso)

And all i've got on me, is nothing I want anymore (E tudo que eu tenho em mim, não é mais nada que eu quero)

Eric olhava apaixonadamente para seu namorado. A voz de Alec era tão linda, tão doce e magnífica. Sabia que o garoto tinha aprendido a gostar tanto de música graças aos pais, mas queria saber de quem ele tinha herdado tanto talento. O doía pensar que os pais de Alec tivessem o abandonado em um orfanato, mas ao mesmo tempo se sentia alegre de Kurt e Blaine terem o adotado, pois talvez seus verdadeiros pais não fossem capaz de cuidá-lo tão bem quanto os Hummel-Anderson.

I can see stars, I can see lights (Eu posso ver as estrelas, eu posso ver as luzes)

And I swear that they're shining here (E eu juro que elas estão brilhando aqui)

I can see stars, I can see lights shining here (Eu posso ver as estrelas, eu posso ver as luzes brilhando aqui)

Alec se sentia incrivelmente feliz por ver todos de sua família ali o assistindo. Estava cantando com todo o seu coração, sem se importar muito com a letra e sim apenas com a sua emoção em estar ali cantando. Queria cursar música, já que quando era pequeno dizia que no futuro queria ser o Flash e infelizmente seu futuro não o ajudou muito para isso. Qual é, até seus quatorze anos ele pensava que viraria o super-herói se fosse atingido por um raio. Seu sonho foi literalmente embora por conta de uma bela água fria que ainda por cima o deixou com uma gripe forte.

Kurt e Blaine riam sem parar da situação do filho, porque não pensavam que ele ainda acreditaria naquilo com seus quatorze anos, mas então explicaram para ele que ele não podia simplesmente se tornar o homem mais rápido vivo, mas poderia fazer o que quisesse e então o menino decidiu que queria cursar música e está até agora com essa ideia em mente.

But I can't stop, thinking about, thinking about us anymore (Mas eu não consigo mais parar, de pensar, de pensar em nós)

I said I can't stop, thinking about, thinking about us anymore (Eu disse que não consigo mais parar, de pensar, de pensar em nós)

I said I can't stop, no (Eu disse que não consigo parar, não)

Thinking about, thinking about this anymore (De pensar, pensar nisso)

And all I've got on me, is nothing I want anymore (E tudo que eu tenho em mim, não é mais nada que eu quero)

A música acabou e os meninos foram fortemente aplaudidos. Os familiares de Alec o aplaudiram em pé e gritaram feito loucos para ele, arrancando um lindo sorriso do garoto.

— Você foi incrível, Alec. – Elogiou Eric.

— Eu não teria conseguido sem você. – Alec disse e deu um selinho no namorado, andando com ele até seus pais.

— Hey, Sebastian... – Nicolas se pronunciou, chegando próximo ao Smythe. – Será que nós podemos conversar?

Notas finais
Música: OneRepublic - Can't Stop Gostaram? Fãs de Ellibastian, não me matem ♥ Bjo ♥