Notas iniciais
Oieeeeeeeeeeeeeee... então vida voltou ao normal e arranjei esse tempinho pra escrever esse capitulo, ficarei mais ocupada ainda esses mês, mas sempre que der, escrevo um capitulo pra vcs ok? Espero que gostem... Boa leitura!

Quinn estacionou o carro em frente a casa de Emma, a loira ficara lá por uns 10 minutos, olhando pela janela para a entrada da casa da chefe, tentava tomar coragem para sair do carro e ir até lá. De repente Quinn vê uma moça saindo da casa e resolve sair.

– Oi? – diz a loira chamando a atenção da moça que já estava voltando para dentro, pois tinha vindo colocar o lixo para fora – A Emma está?

– Quem é você?

– Ah me desculpe, eu sou Quinn, eu trabalho com a Emma e sou amiga dela também.

– Eu sou Mercedes – diz a morena cumprimentando Quinn – Ela está de saída, mas vem – diz se virando e indo em direção porta e Quinn a seguindo.

Quinn entrou na casa que há algum tempo não entrava, pendurou seu casaco e Mercedes a levou até a sala. A loira se sentou enquanto Mercedes fora em direção a escada, até que a loira ouviu um barulho.

– Beth, já falei pra não correr em escadas, você pode cair e se machucar pequena – Mercedes chama a atenção de Beth que havia descido a escada correndo.

– Desculpe Cedes, é que eu to feliz de estar aqui, é a cidade do Homem Aranha – diz a menina sorrindo.

– Tudo bem, só não faça mais.

Quinn assistiu a cena com os olhos carregados de lágrimas e com aquele nó na garganta, que parecia que nunca ia sumir. Mercedes subiu e fora chamar Emma, que estava com Shelby na biblioteca. Enquanto isso, Beth fora para a sala e em direção a Quinn.

– Oi – diz a menina – Quem é você?

– Oi – Quinn estava passando mal e estava suando, quase não conseguiu dizer um simples “oi”.

– Você está dodói?

Na biblioteca, quando Mercedes disse para Emma que uma tal de Quinn estava lá em baixo, a ruiva olhou para Shelby e as duas levantaram apressadas, pois sabiam que Beth estava lá.

– Eu acho que sim – respondeu a loira deixando cair uma lágrima.

– A Emma tem muitos remédios, quem sabe ela te dá um e cuida de você – disse a meninas pegando Quinn pela mão – Senta aqui – disse colocando a loira no sofá – Vou chamar a Cedes – enquanto isso, Emma, Shelby e Mercedes assistiam a cena da porta da sala – Ah ela está ali — e Quinn olhou para a porta vendo as três as com expressões surpresas – Emma, aquela moça está dodói, ela precisa de um remédio, vamos rápido pegar um – diz a menina correndo em direção a Emma.

– Calma querida, vamos lá pra cozinha que eu vou fazer um remédio pra ela – diz Shelby levando a menina dali.

– O que está fazendo aqui Quinn? – diz Emma diz Emma indo em direção ao sofá e Mercedes foi para a cozinha atrás de Shelby.

– Em me ajuda – diz Quinn que não estava conseguindo respirar – Eu não... Eu – a loira estava tendo um ataque.

– Calma Quinn, respira, só respira – diz Emma a abanando – Cadê sua bombinha?

– No carro – disse com dificuldade.

– Vou lá buscar, calma e respira – disse a ruiva e fora correndo.

Enquanto isso na cozinha, Shelby preparava uma água com açúcar para Quinn e Beth a apressava, Mercedes não estava entendendo nada do que estava acontecendo.

– O que está acontecendo senhora Corcoran? Conhece aquela moça?

– Sim, Mercedes, mas não é assunto pra se ter aqui na frente dela... – disse falando baixo e Beth que estava concentrada no que fazia, nem ouviu.

– Entendi... – Mercedes percebeu do que se tratava.

Elas foram para a sala, encontraram Emma entrando pela sala desesperada com uma bombinha de ar na mão e Quinn hiperventilando. Emma entregou a bombinha para a loira que fora normalizando sua respiração.

– Olha mamãe, ela é que nem eu quando tenho ataque de asma – disse baixinho para Shelby.

– É sim minha filha... que tal levar essa água pra ela? – disse se abaixando e entregando o copo para a loirinha.

– Tudo bem – disse indo em direção a Quinn com o copo.

– Você tem que se acalmar Quinn, respirar pelo nariz quando isso acontecer, sempre te digo isso – diz Emma que estava no lado de Quinn no sofá.

– Aqui... – diz Beth sorrindo e oferecendo o líquido para Quinn.

– Obrigada – disse pegando o copo e tomando um pouco da água, a loira observara a menina dos pés a cabeça enquanto dava cada gole.

– Você tem asma? – perguntou Beth.

– Não pequena, é um outro problema, só acontece quando estou nervosa.

– Eu tenho, quando tenho ataques fico desse mesmo jeito que você ficou, mas minha mãe me ensinou muitas técnicas pra ficar calma nesses momentos e respirar direito como a Emma disse – disse tocando no ombro de Quinn que ainda estava sentada – Se quiser posso te ensinar...

– Claro... – responde Quinn.

– Ah... Já está melhor Quinn? – perguntou Shelby.

– Sim, bem melhor... – respondeu.

– Já almoçou Quinn ? – perguntou Beth.

– Não – respondeu sem jeito.

– Posso te chamar de Quinn né? – perguntou a menina – Porque minha mãe diz para chamar a pessoas mais velhas de dona, senhora ou senhorita.

– Claro que pode – disse sorrindo vendo o jeito que a menina falava.

– Minha mãe, a Emma, a Cedes e eu estamos indo comer, você quer ir com a gente? – e todas olharam para Quinn nesse momento.

– Ah... Eu não sei... é que...

– Vem Quinn, iríamos adorar né Beth? – diz Shelby quebrando o clima.

– Sim – disse a menina.

– Tudo bem – respondeu sem jeito.

Elas colocavam os casacos para saírem e Shelby comentou com Emma sobre manter Quinn no controle e que tudo iria dar certo. Quinn já estava mais solta e perguntava coisas da menina.

– E a escola?

– Eu sou a melhor da turma, mas tem uma menina lá que me odeia e sempre tenta me sabotar – disse cruzando os braços.

– Por que?

– Porque uma vez eu disse que todos eles, do grupo dela, iam trabalhar pra mim – e Quinn riu um pouco alto.

– Sério, mas por que disse isso?

– Porque eles são todos uns idiotas, ficam me zoando porque uso óculos e sento sozinha.

– Eles um dia verão que não podem fazer isso com você, mas você não pode destratá-los, só tenha paciência, que um dia eles aprenderão a lição.

– Droga Brad! – diz Emma olhando para o celular e todos se assustaram.

– O que foi Em? – perguntou Quinn.

– O Brad, meu motorista novo, entre aspas porque já é um senhor, não está atendendo o telefone e eu estou sem carro aqui.

– Eu to com carro, vamos no meu – diz a loira.

– Tem certeza?

– Claro Em.

Todas elas saíram e foram em direção ao carro de Quinn, a loira no volante, Emma ao seu lado no banco do passageiro, Beth atrás de Quinn na janela esquerda, pois fez questão de ir na janela, Shelby no meio e Mercedes na janela direita. Quinn rodou bem em alguns lugares bem conhecidos de Nova York e Beth apreciava a paisagem empolgada, sempre falando em Homem Aranha. Até que Quinn se manifestou.

– Em que restaurante nós vamos?

– Não sei, a Beth que escolhe hoje, né querida? – diz Emma se virando.

– Eu realmente não sei onde ir Quinn, poderia indicar um bom lugar que você já tenha influência – diz a menina e Quinn sorri.

– Nossa, como ela fala bem – diz a loira – Sei de um lugar perfeito, mas Shelby não iria gostar.

– Por que? – pergunta a menina.

– Porque é uma lanchonete e eles não servem coisas saudáveis.

– Poxa, eu gosto de coisas não saudáveis – diz cruzando os braços, o que fez todas rirem.

– Mas prometo te levar lá um dia escondido – diz Quinn olhando pelo retrovisor para a menina.

– Shiiiuuu, assim não vai ser segredo, falou na frente da minha mãe – disse Beth.

Elas conversaram bastante a caminho de um restaurante simples que Quinn conhecia ali perto, o dia seria bem animado e Quinn iria conhecer melhor uma parte sua que deixou em Lima- Ohio há 10 anos.

Notas finais
E aí? Comentem, beijos e até o próximo.