I Put a Spell On You 🔞
4 Capítulo O4 — Interest
Notas iniciais
Oi, meus amores! Nossa! Morri todos esses dias sem o site hahaha mas que bom que ele voltou!!!!! Vamos ao capítulo?
Aproveitem e perdão por qualquer erro de digitação!
E leiam as notas finais ^^
Ps: obrigada pelos 80 comentários, 60 acompanhamentos, 25 favoritos e 1.101 visualizações com apenas quatro capítulos *u* amo vocês!
Tradução do capítulo: Interesse

Isso ainda balança muito meu coração. Não sei como ou por que nem tenho uma explicação sensata para me permitir envolver tanto assim nos sentimentos por ele. Steve é rico, bonito, galante... pode ter a garota que quiser e a hora que quiser.Estou sendo uma verdadeira idiota por acreditar que possa fazer parte de sua vida, ao menos, como uma paixonite temporária. Mas, caso aconteça, será paixonite apenas para ele. Pois para mim já começo a duvidar de que possa ser uma forte atração o que sinto por ele.Steve desperta coisas em mim que nunca pensei que chegaria a sentir. Ao menos não do jeito que ele me faz sentir. E o que mais me assusta nessa coisa toda é o fato de que Steve nunca me deu reais razões para acreditar que podemos ter alguma coisa. Tudo bem que ontem pude perceber alguns flertes de sua parte, mas... Mas o que é isso, Natasha? Ele é Steve Rogers! Por que diabos flertaria com você? Está louca? Enxergue-se!Balanço a cabeça desviando o olhar do cartão para a janela embaçada. A chuva cai do lado de fora numa temperatura baixa, mas não o suficiente para que chegasse a nevar hoje. Os pingos descem do céu e fazem barulho no momento de colisão com asfalto.Eu gosto de chuva, gosto do frio, gosto do cheiro de terra molhada em dias como os de hoje, mas queria apenas um dia mais quentinho. Ter apenas um dia de sol em Nova Jersey seria interessante, pois Rebby me dera um vestido florido de cor azul escuro no fundo que bate até um pouco acima de meus joelhos.— Que tal você, Srta. Romanoff?Escuto uma voz de longe me chamar, mas continuo a olhar pela janela.— Srta. Romanoff?Pisco calmamente ainda perdida pelo olhar de Steve sobre mim, fitando cada traço de meu rosto enquanto eu corava desconfortavelmente.— Natasha!Dou um pulo da cadeira com o grito da Srta. Caroline, que percebo estar me encarando com as mãos na cintura enquanto os outros alunos me olham com certa desconfiança no rosto, inclusive Rebby.— Si-sim, Srta. Caroline. Ér... desculpe, eu...— Estava prestando atenção na chuva, não?Engulo seco, ajeitando minha postura na carteira e trocando rápidos olhares com Rebby.— Perdão. Eu me distraí um pouco. A senhorita dizia...?— Fique atenta. – Srta. Caroline me repreende após estalar os lábios. — Muito bem, turma! Seus testes finais são daqui a dois dias. Favor se empenharem bem, pois estão a um passo de começarem a verdadeira aventura que é a vida! – a Srta. Caroline sorri para nós com certa doçura nos olhos. — Boa sorte! Dispensados!Assim como os colegas ao meu redor, fecho meus livros em cima da mesa e os guardo na mochila antes de levantar.— Ei, distraída!Rebby me encara com um sorriso travesso nos lábios. Sorrio para ela enquanto coloco minha mochila nas costas após vestir o casaco.— Oi. O que foi?— Como assim "o que foi?", garota? Eu que te pergunto!— Do que está falando, Rebby?— Ah, Natasha, nem vem! Você estava totalmente avoada. Você sempre foi a "cdf" da turma. O que houve agora?Continuo a encarar Rebby enquanto suspiro. Se eu a conheço como penso que conheço, sei que não desistirá tão fácil. Ganho essa certeza quando Rebecca bufa para mim e cruza os braços à altura dos seios.— Não houve nada. – desvio o olhar. — Só estou cansada. Ando me sobrecarregando demais.Passo por ela e começo a andar em sua frente, mas logo Rebby me alcança enquanto saímos da sala.— Isso é verdade! Eu te falo isso sempre. Você mal come, Nat!— Ei, isso é mentira! Eu como, sim.— O que você chama de "comida" são uns biscoitinhos no almoço e um suco de laranja no café da manhã.— Não costumo sentir muita fome, mas eu como quando preciso.— Ah, claro! Deve ser por isso que tem vinte e dois anos e continua pesando quarenta e nove quilos, não?— Isso não tem nada a ver! Não é só porque a pessoa é magra que significa que não se alimenta bem.— Tá, Nat. Para com isso.— Parar com o quê?— Espertinha! – Rebby sorri em minha direção e cerra seus olhos enquanto me encara. — Sei exatamente o que está tentando fazer, mas não vai conseguir.
— Do que você está falando, sua doida?— Sabe muito bem! Está tentando mudar de assunto para não me contar o que está havendo.— Eu já te disse o que está havendo: estou cansada.— Natasha, deixa de besteira!Eu me preparo para descer os últimos degraus da escadaria, mas Rebby puxa a alça de minha mochila e nós duas ficamos encurraladas no canto da escada enquanto os outros universitários passam por nós.— O que você quer, Rebby?— Quero que seja minha amiga.— Mas eu sou sua amiga!— Amigos confiam e contam seus problemas uns para os outros.— E por acaso eu não divido minhas alegrias e tristezas com você?— No momento, não.— Rebby, não somos casadas.Rebecca e eu acabamos rindo de minha resposta espontânea.— Tá, tá... – ergo as mãos e suspiro antes que ela torne a insistir. — Eu... eu realmente estou me sentindo sobrecarregada, mas esse não foi o real motivo de eu estar distraída na aula da Srta. Caroline hoje.— Sabia! – Rebby bate as palmas de suas mãos uma na outra. — Vai, desembucha! O que te fez ficar perdida?— Steve. – eu mesma me surpreendo e me repreendo mentalmente por minha resposta sair de primeira. — Ér... Steve Rogers.Rebby congela ao me encarar com seus lindos e grandes olhos azuis, que no momento parecem estar ainda maiores devido ao fato de estarem arregalados.— Como é?Mordo meu lábio inferior.— Você perguntou e eu respondi! Steve Rogers está me deixando assim... – aspiro o ar ao mesmo tempo em que ergo os ombros tentando encontrar as palavras certas. — ...assim... assim...— Apaixonada?Dessa vez mordo o lábio com mais força, sentindo minha respiração falhar diante da acusação de Rebecca.— Não! – nego. — Não, apaixonada, não!— Ah, não?— Não, Rebby. Eu... eu nem o conheço direito. E seria muito cedo para isso também.— Para quem não o "conhece direito ainda", está toda vermelhinha só de mencionar e escutar seu nome. – Rebby passa os dedos por minhas bochechas.— Paixão é algo muito forte e sério, Rebby. Mas confesso que Steve está mexendo comigo, sabe? Com... umas coisas... aqui dentro... – levo minha mão esquerda até o peito.— São os primeiros sinais da paixão.— Paixão? Rebby...! – choramingo em frustração e pendo minha cabeça para trás.— Mas eu não entendo. Você não disse que só trocaram umas palavras no elevador? Só isso já te deu combustível para sonhar acordada com ele?Volto a encará-la rapidamente antes de desviar o olhar e correr para descer os últimos três degraus da escada. Ignoro os protestos de Rebecca atrás de mim e me concentro em continuar minha rápida caminhada para fora do prédio da Universidade.Atravesso o portão, que é aberto para mim por um dos seguranças, e continuo andando até o estacionamento ainda com Rebby atrás de mim.— Ei, Natasha! Pare de me ignorar! Não finja que não está escutando!— Desculpe, Rebby. – viro rapidamente para ela. — Tenho que trabalhar hoje e ainda estudar para as provas.— Dane-se!Ela corre até mim e puxa meu rabo de cavalo com força para trás. Eu me esforço para me soltar, mas Rebecca para irredutível em arrancar alguma coisa de mim. Resta saber se é uma explicação ou meus fios ruivos. Ou as duas coisas!— Rebby! Solta meu cabelo!— Quando foi que viu Steve Rogers de novo? Voltou ao trabalho dele?— O quê? Não! Ai!— Quanto mais você mentir, mais eu puxo!— Rebecca, para! Eu não estou mentindo, eu nem disse nada!— Exatamente! Você não tem me dito nada! Vamos, Natasha! Você e ele voltaram a se ver? Responda!Suspiro, desistindo de lutar e fechando os olhos mais uma vez antes de responder:— Okay! Eu te conto tudo o que quer saber, mas solta a porra do meu cabelo!Sinto o aperto de Rebby afrouxar e, logo em seguida, minha cabeça está livre. Viro para ela enquanto refaço meu rabo de cavalo.— Nunca mais faça isso. – suspiro mais uma vez. — Depois dessa eu nem devia te dar carona! Você tinha que ir a pé para casa já que resolveu quebrar o carro de novo!Rebby revira os olhos antes de rir e me seguir até o fusca. Jogo a mochila para trás assim como Rebby antes de afivelar o cinto e girar a chave na ignição.— E então?— Pergunte.— Quando foi que viu Steve Rogers pela última vez?Eu me concentro em sair da vaga e dirigir para fora da Universidade antes de responder à Rebecca.— Ontem. – digo num sussurro. — Ele foi à livraria.— Ele foi?— Sim.— O que ele queria?— Comprar livros, ora! Acha mesmo que foi até lá só para me ver?— Bom, minha amiga, livrarias boas são o que não faltam em Nova York, principalmente no lugar em que ele mora. E sinceramente, Nat, sabe muito bem que a livraria de Clint está longe de estar incluída nessa categoria.— Não fale assim, Rebby! – eu a repreendo com peso na consciência. — A livraria não tem fama e coisas modernas como algumas outras têm atualmente, mas é uma boa loja! Tanto que Steve encontrou lá todos os livros que estava procurando.— Tá, tá. Mas a questão aqui não é essa.— E qual que é?— Você sabe! Steve foi até lá para te ver, bobona!— Nada disso! Ele estava em Nova Jersey a trabalho. E, sinceramente, Rebby, não quero acreditar no que você está dizendo.— E por quê?— Porque não quero me iludir.— E por que você estaria se iludindo? Qual é?! Okay, digamos que ele realmente estivesse na cidade a trabalho. Você acha mesmo que não teria livrarias melhores para ele visitar ainda que estivesse em Nova Jersey? — Rebby...— Nat, eu sei o que estou dizendo. Eu tenho experiência nisso, já fui muito cantada, baby.— Hmmm... nada modesta, hein! – Rebby ri.— Olha, não foi você quem foi atrás dele. Ele quem foi atrás de você, sendo que ele é o tipo de homem que tem todas as mulheres aos seus pés num estalar de dedos.— Sei disso.— Que bom! Isso prova que está realmente interessado em você!— E por que diz isso?— Como assim por quê, Natasha? Não ouviu nada do que eu acabei de dizer? — Explique melhor, por favor.— Steve está interessado em você porque, de todas as mulheres que já deve ter conhecido, você é aquela purinha e inocente que ele gostaria de ter. Você é diferente.— Então eu devo me sentir feliz e especial porque sou uma... uma variedade?— Não veja num modo negativo. Você é doce, gentil, respeitosa, independente. Tem vinte e dois anos e é virgem. Quem sabe ele não seria o cara certo por quem você tanto espera?Sorrio para Rebby, dirigindo apenas com uma mão enquanto aperto a sua com a outra.— Obrigada! Mas, apesar de tudo, ele apenas me ofereceu um estágio em sua empresa. E falou até para eu te avisar. Se estiver interessada no setor de Moda, precisa correr, pois os cargos são bem disputados. Ele me deu seu cartão. O que acha?— Oh, meu Deus! É claro que eu aceito! Vamos lá amanhã depois da faculdade?— Não posso. Tenho que trabalhar e estudar para as provas.— Ah, Nat. Só um dia. Peça ao Clint e diga que é importante. Ele vai entender e te dispensar.— Vou pensar. Mas não prometo nada!— Certo! Mas e você? Vai aceitar algum estágio?— Não, não. Vou só te acompanhar mesmo.— Por quê?— Prefiro continuar na livraria por enquanto.Rebby abre a boca para rebater, mas desiste quando seu celular apita no bolso da calça. Quando ela sorri para tela e começa a digitar algo, já sei que é algum convite para festa ou uma conversa com um garoto.▪️▪️▪️— Estudando para as provas, Nat?— Clint! – sorrio para ele e fecho o livro. — Sim. Últimas provas. Desculpe, eu...— Pode parar. Não tem que se desculpar de nada. Aliás, Rebecca me ligou e perguntou se você poderia sair mais cedo amanhã. Parece que essas provas estão que estão, hein!— Rebby te ligou? – eu me irrito quando Clint confirma com a cabeça. — Ela não devia ter feito isso. Eu lhe disse para não fazer! Desculpe, Clint. Não vou precisar de sair cedo.— Nat, calma. Está tudo bem, pode ir. Eu dou conta.— Mas ela não...Minha frase é quebrada com o telefone da livraria tocando. Suspiro, olhando para Clint mais uma vez antes de atender. Ele apenas sorri e volta para os fundos da loja.— Boa tarde! Livraria Barton's!— Srta. Romanoff!Sinto o rosto queimar e as pernas ficarem completamente bambas. A sorte é que estou sentada no banco. Caso contrário, acho que cairia.
Arregalo os olhos e prendo a respiração sem conseguir responder.— Srta. Romanoff?Ainda me encontro em total estado de pânico e apreensão. O que eu devo fazer? O que eu devo falar? Steve me ligou! Por quê?— Natasha? Natasha, responda agora mesmo!Novamente, seu tom autoritário e firme me deixa ainda mais nervosa e receosa.Ainda não consigo processar palavras para lhe responder. Eu quero e muito falar com Steve, mas minha garganta está simplesmente se fechando e me sufocando. Puta que pariu!— Natasha, já mandei responder! Sei que está aí, posso ouvir sua respiração.Pode? Eu estou respirando? Como?— Natasha!Eu me concentro em respirar fundo para acalmar meus batimentos cardíacos e o nervosismo que arrepia minha pele.— Pe-perdão, Sr. Rogers. É que eu... eu... não estava esperando que... que fosse me ligar e... estava ocupada.— Entendo. – diz após um tempo em silêncio. — Não faça mais isso. Responda quando eu falar com você. – Steve suspira e mais uns segundos de total silêncio se passam pela ligação até ele completar. — Por favor.— Certo. Perdão, mais uma vez. Como disse, o senhor me pegou de surpresa.— Tudo bem. Ahn... me chame de "Steve", Nat.— Okay. – sorrio num suspiro. — Então, o que deseja, Steve? Algum pedido espe...— Sabe o que é. Meu pedido é uma cobrança a você.— Uma cobrança a mim? Como assim?— Você me prometeu uma resposta sobre a oferta de estágio em minha empresa.— Ah... ah, sim! Nossa! Ér... é que eu... e-eu ainda não tive tempo para analisar bem.— São as provas?— É! Estão de matar. Estou estudando sem parar. Mal tenho tempo de comer ou dormir. – começo a rir, mas Steve me repreende seriamente.— Isso é uma total tolice! Precisa se alimentar. E bem! Do que adianta ser inteligente em estudos e burra em atos?— Como é?— Perdão, Srta. Romanoff. Não quis ofendê-la, mas precisa se alimentar. Ter uma boa saúde. Quer ficar doente?— Steve... – inicio, mas me perco em meus pensamentos. Steve se preocupa comigo? — Ér... okay. Está certo. Eu realmente preciso me cuidar.— Prometa que vai comer e dormir.— Eu prometo. – sorrio para mim mesma, de repente me sentindo num filme adolescentes dos anos 80.— Prometa sério! Pare de rir.O quê? Como ele sabe? Minha voz está tão abobada assim?— Eu não estou rindo!— Valeu a tentativa. – mesmo sem poder ver, sei que Steve acabou de sorrir, pois sua voz ficou relaxada. — Mas é sério, Natasha. Prometa que vai chegar à sua casa e comer, logo depois indo descansar.— Posso te perguntar uma coisa?— Prometa primeiro.— Prometo e cumpro depois que responder à pergunta que quero lhe fazer.Aguardo exatamente por sete segundos no telefone até Steve voltar a falar. Mas antes consigo ouvir sua pesada inspiração.— Okay. O que quer saber?Sorrio, mordendo meu lábio inferior de forma travessa antes de assumir coragem.— Bom, com todo respeito, Steve, por que quer que eu coma e durma bem? Você por acaso se importa com isso?— Srta. Romanoff, eu me preocupo com as pessoas que conheço. Não todas, admito. Mas, algumas, sim. E não gostaria de vê-la doente ou com outros problemas.— Então é um "sim", Sr. Rogers?— Bom... – Steve suspira. — Sim. Sim, isso é um "sim", Srta. Romanoff.— Obrigada! – sorrio vitoriosamente.— Agora é sua vez.— Minha vez? De quê?— Sabe de quê! – Steve praticamente grita ao telefone. — Fizemos um acordo. Aliás, você fez.— Okay, okay. Eu prometo que vou me alimentar e dormir melhor. Feliz?— Muito! E por favor venha amanhã à empresa se candidatar aos estágios.— Eu vou pensar, Steve. Não sei se terei tempo. — Estarei esperando por você, Natasha.— Tentarei ir.— Ótimo! Espero que consiga.— É... – sorrio para mim mesma. — Eu também.
Notas finais
E aí? O que acharam? Será que a Nat vai à empresa? Como vai ser???? *0*
Amores, pedi para virem até aqui porque estou com um big problem e vocês podem me ajudar a resolvê-lo.
Eu sei que não são todos que leem minha fic EVANSSON no Spirit, mas sei que tem uma boa parte daqui que lê. Portanto, é o seguinte: as ideias não estão vindo, então, conto com as suas ideias para formar o próximo capítulo. Digam o que querem no capítulo, seus desejos e tals... que então, poderei formulá-lo!
Enviam nos reviews, e para quem ainda não conhece, aqui a fic: https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-chris-evans-evanssons-life-3476044
Ps²: o que acharam da capa nova? ^^
Acompanhem, favoritem e comentem, amores! Até os reviews ou.. até a próxima :3
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