I Put a Spell On You 🔞
23 Capítulo 23 — Disturbing Past
Notas iniciais
Babies!!!!! Estou DES-MAI-A-DA! A fic recebeu 2 recomendações!!!!!!! Thanks, petecas amadas *u*
Por ordem, o capítulo de hoje é totalmente dedicado à Lady Romanoff. O próximo será dedicado à Hazel Grace Lancaster ^^
Estou postando mais cedo, hoje, porque tenho dentista. E depois vou resolver umas paradinhas. J Silva sabe o que é u.u
Anyway... perdão por qualquer erro de digitação e enjoy it :3
Tradução do capítulo: Passado Perturbador

— Okay. Eu te vejo à noite?— Sim, pode ser. – Steve me devolve um breve sorriso.— Está bem. Passo na sua casa para irmos jantar. O que acha?— Perfeito! – meu rosto se ilumina e cora.— Também acho perfeito.Steve beija minha testa. Mas, antes que ele possa sair do carro, eu seguro em seu braço e o faço se voltar para mim.— O que foi? Você está bem?— Sim. Sim, eu estou, mas... ér... é muito importante que saia agora?— Bom, eu ainda tenho quinze minutos. – informa após checar as horas em seu caro relógio de pulso. — O que foi, Nat?— Podemos conversar?— Conversar? – ele junta suas sobrancelhas.— Sim. Por favor.— Não pode ser no jantar de hoje?— Até pode, mas eu gostaria de conversar agora. Se puder.— Okay. – assente sem discordar. — Fury, por favor, dê uns minutos de licença para nós.— Sim, Sr. Rogers. Até daqui a pouco, Srta. Romanoff. – Fury abre a porta do banco de motorista ao se retirar do carro.— Pronto. – Steve passa as mãos por meus braços cobertos. — Diga. O que foi?— Por que você é assim?Sou direta, sem pensar em palavras bonitas e bem articuladas. Steve parece se assustar com minha falta de rodeios ao desviar o olhar para baixo.— Steve? Steve, calma. Não me refiro aos seus... aos seus gostos singulares. – digo e ele parece relaxar. — Então se refere a quê?— Às suas repentinas mudanças de humor. – explico. — Parece que... bom, quer dizer, se você fosse mulher, eu diria que vive na TPM.Steve sorri e balança a cabeça negativamente enquanto me fita com os olhos cerrados.— Ah, menina, você é muito ousada. – ele beija minha mão. — O que quer saber?— Eu já disse. – dou de ombros. — Por que muda de humor toda hora? Eu... eu nunca sei quando você vai ficar bravo ou quando vai sorrir para mim. Não sei se o que eu digo te deixará com vontade de me beijar ou de me punir e... enfim, é um campo minado estar com você. — Natasha...— Não sei o que é, mas espero que você possa me dizer, porque as suas constantes mudanças de humor estão acabando comigo.Termino de me expressar colocando tudo que estava me sufocando para fora. Noto que Steve me encara boquiaberto, tão surpreso com as minhas palavras quanto eu. Talvez eu esteja mais do que ele, mas não é isso que importa agora.— Nat... – inicia, mas para e fecha os olhos para suspirar.— Você está bem? – pergunto aflita com sua reação.— Sim. Sim, eu estou. Só estou surpreso.— É, eu também estou. – ergo os ombros. — Nunca pensei que poderia ser tão direta e fria. Inclusive, desculpe se pareço esnobe e fazendo pouco caso dos seus problemas, sejam eles quais forem.— Não, tudo bem. Eu nunca pensei que ouviria tal coisa de alguma mulher em minha vida. – Steve sorri e me encara por um tempo. — Acho que há uma primeira vez para tudo, não?— Pois é. Eu sei que perguntei no intuito de entender, mas você não precisa responder. Digo, eu gostaria que respondesse, mas não é obrigado a isso. Quero que tenha essa noção, okay?— Eu sei. Eu sei e eu tenho. – ele abaixa o olhar até minhas mãos antes de segurá-las. — Mas acho que você merece tal explicação.— Eu mereço? – repito ao corar. — Ér... okay. Eu mereço, então.— É. – Steve sorri. — Bom, eu tenho um passado difícil e conturbado, Natasha. — Como assim?— Passei por coisas que marcaram minha infância e adolescência. Eu cresci e vivi no meio de coisas que gostaria de não ter vivido, mas é impossível mudar o passado.— Eu sei. Sinto muito. – comento após Steve permanecer em silêncio por um tempo.— Não sinta. – diz. — Graças a tais coisas que passei, eu sou do jeito que sou.— E você gosta de ser assim? – não disfarço meu espanto em minha forma de pronúncia. — Ér... quer dizer, você gosta de praticar aquelas coisas?— Bom, não me referi àquelas coisas quando disse sobre meu jeito de ser, mas... sim. Eu gosto.— Posso saber o porquê? – questiono cuidadosamente.— Não. – responde e eu me encolho. — Quer dizer, não há o que saber. Digo, você não sai perguntando às pessoas porque elas gostam de fazer o que fazem. BDSM é uma atividade da qual eu gosto de praticar. Simples assim.— Simples assim? – indago desconfiada.— É. – Steve dá de ombros.
— E você não tem nenhum motivo para praticar essas coisas ou me fazer entrar naquele quarto usando um batom?— Natasha...— Só responda.— Não! – ele afirma após suspirar. — Não, não tenho!— Okay. – volto a encarar seus olhos. — Então tudo bem. — Mesmo?— É.— Isso não te aflige?— Não há o que me afligir. – dou de ombros assim como ele. — Se não tem razões específicas para nada disso além do prazer, então não me sinto atacada de nada.— Certo. – Steve balança a cabeça. — Então o meu jeito não te incomoda?— Steve, já conversamos sobre isso. – suspiro em fadiga. — Não quero que mude por mim, só gostaria de te entender. E você já explicou que não tem nada de estranho.— É. – ele parece sem saber o que dizer antes de se recompor rapidamente. — Natasha, eu sei que me aceita do jeito que sou, caso contrário, não estaria comigo quase concordando com ser minha submissa. Mas também sei que não está acostumada com meu mundo.— Não. Nenhum pouco. – eu me sinto um peixe pequeno em um aquário grande. — Mas não é essa a questão aqui.— Eu entendo. Olha, já me aconteceram muitas coisas na vida. Más e boas. Trágicas e maravilhosas. Mas quero e preciso que acredite no que lhe direi agora.— Certo. – confirmo com a cabeça. — E o que é?— De todos os ótimos acontecimentos que já pude desfrutar em meus vinte e seis anos de vida... – Steve solta minhas mãos para poder segurar meu rosto. — ...conhecer você foi o melhor de todos.Perco o ar. Meus olhos ardem. Meus lábios abrem e fecham repetitivas vezes. Sinto meu corpo imóvel, porém minhas pernas tremem como gelatinas.Começo a perceber que estar sentada sobre o banco do carro é uma vantagem, pois não sei se conseguiria me manter em pé após ouvir tal declaração de Steve que, a propósito, continua a me fitar atentamente, com um misto de apreensão e ansiedade no rosto.Tudo que consigo fazer é segurar seu rosto enquanto enrosco meus lábios nos seus, iniciando um intenso e sentimental beijo, depositando todo o meu amor e devoção a ele nesse toque que estamos tendo.Não me importo se Steve me ama ou não, eu sei o que sinto por ele e mais do que tudo sei o quanto é importante para mim demonstrar a paixão que vive dentro de meu coração desde que o conheci.Relutantemente, nós interrompemos o beijo em busca de ar, separando nossos lábios que agora estão avermelhados e inchados. Fito o homem à minha frente diretamente nos olhos enquanto nós dois respiramos fundo pela boca.— Nossa! – Steve me faz rir.— É... – murmuro sem fôlego. — Você ficou surpreso com o meu beijo e eu fiquei surpresa com as suas palavras.— Não. – ele murmura e eu o olho sem entender. — Não foram apenas palavras, Natasha. Pela... pela primeira vez, eu expus algo de verdade.Bum! Mais uma bomba surpresa. É, menina. Desde que conhecera esse rapaz, acabou tendo muitas destas "bombas surpresas".— Primeira? – ele assente. — Bom, mais um diferencial para mim. – Steve sorri.— Está tendo muitos diferenciais, Srta. Romanoff.— Fico contente com isso, Sr. Rogers. – devolvo o sorriso e balanço a cabeça. — Obrigada por me esclarecer algumas coisas.— Não agradeça. Não faço isso para poder ser bem visto.— É, mas talvez você pudesse se abrir um pouco mais comigo. – Steve olha para baixo. — Não que você seja obrigado, só quero que saiba que, se quiser conversar ou desabafar, eu irei adorar te ouvir e ajudar no que puder.— Eu sei. – ele volta aos meus olhos. — Mas, se descobrisse sobre meu passado... ér... esquece.— Co-como? – o susto me pega desprevenida. — O que quer dizer, Steve?— Não é nada. Esqueça.— Não, não me esqueço. O que foi? Por que ficou estranho?— Não fiquei estranho.— Ficou, sim! O que aconteceu?— Não aconteceu nada, Natasha! – afirma. — Está tudo bem.— Não, não está. Por que ficou diferente de repente?— Porque... – ele para e suspira pesadamente antes de responder. — ...caso eu te contasse algumas coisas sobre mim, eu não aguentaria ver que já não me olharia mais do mesmo jeito.— Steve...— Acabaria fugindo de mim e eu não poderia fazer nada para trazê-la de volta.— Como assim?— Iria acabar te perdendo, Natasha.Respiro fundo ainda absorvendo todas as falas de Steve na minha cabeça e no meu coração. Ele tem medo de me perder? Ele deveria saber que eu jamais teria coragem de deixá-lo. Eu te amo, Steve. Shhhiu! Segure a língua, menina! Aliás, após um mês, ele irá te perder.— Olhe para mim. – ele acata ao meu suave pedido. — Eu jamais, jamais, jamais terei coragem de fazer mal a você.— Natasha...— Eu realmente não sei sobre o seu passado. E eu entendo que não queira me contar. Respeito sua decisão e não vou pressioná-lo a fazer diferente. Mas, por favor, confie em mim. Confie no olhar que eu te direciono. Leve isso em consideração e acredite em mim.— Nem se você não concordar com minhas ações do passado?— Eu não sei quais foram, mas não cabe a mim julgá-las. – digo sinceramente. — É impossível mudar o passado, como você mesmo disse. Mas podemos consertar algo de errado que ainda esteja no presente, para poder se ter um bom futuro. – acaricio seu rosto enquanto o vejo sorrir tristemente para mim. — Não é isso que você quer, ter um futuro feliz?— Não sei se mereço.— Preste atenção, Sr. Rogers! Não foi essa a minha pergunta. – brinco e ele ri.— Okay, Srta. Romanoff. – Steve suspira. — Eu gostaria de ter um futuro feliz.— E você pode. – afirmo categoricamente.— Obrigado por estar presente em minha vida, Nat.— Eu te digo o mesmo. – ergo os ombros num sorriso. — Podemos ir ao restaurante que você quiser hoje. — É?— Quero que você escolha.— Por quê?— Ah, não sei. Só quero que você escolha. E leve o contrato.— O contrato?— Sim. Iremos discuti-lo.— Tem certeza? Está preparada? Você estudou bem?— Sim, sim e sim. Para todas as suas perguntas.— Está bem. – Steve sorri e checa seu relógio. — Preciso ir agora. Eu te vejo à noite, okay?— Okay. – seus fortes braços me envolvem enquanto ele me deita sobre o banco do carro e beija meus lábios. — Steve!— Eu ainda tenho dois minutos, Srta. Romanoff. Em dois minutos, nós podemos fazer muita coisa.— Não dentro de um carro, em plena luz do dia e com Fury podendo entrar aqui a qualquer momento! – empurro seu peito para poder me levantar. — Vá. Iremos nos ver à noite.— Okay. Até mais, linda.— Até. – Steve abre a porta para poder sair do carro.— Natasha?— Sim?— Ponha o cinto de segurança!▪️▪️▪️— Nat, chegueeei!!!Ponho o vestido de qualquer jeito e corro até a sala, corando ao notar o olhar de Rebby sobre mim.— Nat?— Oi. – olho para baixo para checo as roupas que uso. — E aí? O que acha?— Ér... va-vai sair com Steve? – ela segura o riso enquanto pendura as chaves.— É. Vamos jantar.— E eu posso saber a qual bar?— Vamos a um restaurante, Rebecca! Steve vai escolher. Então, provavelmente deverá ser caro e elegante.— Exatamente! E você pretende ir assim? – Rebby estica seu dedo indicador para mim.— Está muito ruim? – mordo o lábio apreensiva.— Não se vocês forem se sentar para uma cerveja. – debocha enquanto anda para perto. — O que acha de usar uma roupa minha?— Sua? É que... tenho medo de Steve me achar muito...— Natasha, pode parar! Não tem que se arrumar para agradar aos homens, tem que se arrumar para agradar a si mesma. Não gosta de se sentir bonita?— Sim. – respondo sem pensar. — Sim, gosto. Claro que gosto! Mas também quero que Steve me ache bonita.— E ele acha! Por que ele estaria com você se não houvesse uma atração em primeiro lugar? – Rebby rebate com as mãos na cintura. — Vamos! Eu vou te arrumar.Começamos a seguir para seu quarto, mas o toque da campainha me faz trocar rápidos olhares com Rebby antes de me virar e ir abrir a porta.— Sim? – um homem de terno e gravata para em minha frente. — Fury? O que houve?— Boa tarde, Srta. Romanoff!— Boa tarde.— Entrega para a senhorita. – ele estende uma caixa retangular feita de papelão branco. — Ér... o que... o que é isso?— Um presente que o Sr. Rogers me mandou entregar. – responde. — E por quê?— Hmmm... uma gentileza do Sr. Rogers.Enrubesço ainda segurando a caixa nas mãos. Será que é o que estou pensando que é? Será que Steve sabe que eu sou tão péssima assim com moda para precisar me dar roupas?
— Obrigada, Fury!— Tenha uma boa tarde, Srta. Romanoff. Nós nos vemos à noite.— Certo. Ér... quer dizer, igualmente. – fecho a porta e me viro para Rebby, que me encara curiosa.— Outro presentinho? Sério? – sua acidez é uma cutucada ao Iphone caro que Steve me deu. — O que aconteceu com as flores e os chocolates?— Steve é um pouco extravagante. – ponho a caixa sobre o balcão da cozinha. — O que será?— Talvez devesse abrir para descobrir. As pessoas costumam dizer que funciona. – Rebecca sorri de modo debochado.— Ha ha! Não sabia que estava com um extra de comediante!Viro de frente para a caixa antes de puxar o laço e me desfazer da tampa.— Oh, Deus! – exclamo totalmente surpresa com o conteúdo.— O que é? – Rebby para ao meu lado. — Puta merda, Natasha! Que roupas mais lindas!— É... – passos os dedos pelo tecido caro do vestido.— Ele... ele te deu esse presente para hoje à noite?— Provável. – respondo com um sorriso tenso. — Acho que devia saber que eu não teria nada para vestir.— Que horas são?— Ahn... quase seis da noite. Por quê?— Vá se vestir! Eu vou te ajudar com a maquiagem depois.— Rebby...— Sem discussão. Vá.— Okay. – pego a caixa e sigo para seu quarto com um sorriso triunfante no rosto.▪️▪️▪️— Ahn... Rebby?— Sim? – ela põe meus fios ruivos soltos para frente.— Não acha que estou arrumada demais para um jantar?— Como é? – Rebby se faz de chocada e leva as mãos à cintura. — Que história é essa, Natasha?— Eu reconheço que estou muito bonita e que foi você que fez isso, mas nada disso aqui sou eu. – faço um gesto com as mãos apontando para meu corpo, que está vestido com roupas que eu sei que jamais usaria.— É um jantar, Natasha! Com certeza, num restaurante fino. Não pode ir com suas botas e calça jeans.— Não, não. Eu sei que não, mas...— Não se preocupe. Está linda e Steve irá adorar! Ele te deu as roupas, então ele quer que você as use. – Rebby descansa as mãos sobre meus ombros. — Vai dormir fora?— Não sei. Acho que sim. – meu rosto queima. — E como vai você e Samuel?— Pode chamá-lo de "Sam". – ela anda até sua cama e se senta na beirada. — As coisas vão bem.— Mesmo?— É.— Verdade?— É, Natasha. – Rebby sorri nervosa.— Rebby, sabe que pode me contar...— Okay, okay. – ela prende seus fios lisos e morenos em um coque alto. — Nós... brigamos.— Brigaram? Por quê?— Acho que estou com ciúme.— Como assim? – eu me sento ao seu lado.— Sam está trabalhando com uma nova sócia em seus negócios. E ela... não sei... estou percebendo uns olhares.— Você a conheceu?— Sim. Ela é linda! Toda loira, alta e... com uns... ahn... uma excelente saúde, sabe? – Rebby faz um gesto com as mãos à altura dos seios, o que me faz assentir.— Oh! Mas e quanto a Sam?— O que tem?— Ele está dando... combustível?— Não sei. Estou com uma sensação. – Rebby remexe os braços aflita. — Eles estão trabalhando até tarde da noite.— Rebby, não pense nisso. Sam adora você! – afago seu ombro. — Por que não pergunta logo? Você vai perceber se ele estiver mentindo. As mulheres têm esse dom.— Não sei se estou pronta para a resposta.— Ah, Rebby! – eu abraço de lado. — Por que não me disse antes? Eu não teria combinado de sair com Steve hoje se soubesse. Não quero te deixar sozinha.— Eu vou ficar bem. Já sou uma menina grandinha.— Mas também é bom as grandinhas ganharem colo às vezes. – beijo sua bochecha. — Você é linda! E Sam está caidinho por você! Ele não vai fazer nada para te magoar. — Eu espero. – Rebby comenta assim que o interfone toca. — Vou tomar um banho.— Okay. Fique bem. E me ligue qualquer coisa. Amanhã vamos dar uma saída para muitos drinques.— Drinques? E vamos brincar a quê?— A tudo! – pego suas mãos na minhas. — A nós, ao trabalho, à nossa... saúde! – fico feliz quando consigo fazer Rebby rir.— Tá bom! Aproveite a noite!— E você fique bem, menina saudável!Rebby se afasta com mais uma risada enquanto eu corro até a cozinha e alcanço o interfone.— Alô?— Srta. Romanoff?— Boa noite, Alejandro! – um enorme e luminoso sorriso se forma em meu rosto.— Sr. Rogers está aqui para recebê-la.— Já estou descendo!Volto ao quarto e pego os sapatos, sentando na cama e os calçando agilmente. Levanto um pouco zonza pela ansiedade antes de ir até o banheiro bater os nós dos dedos na porta de madeira.— Estou indo, Rebby.— Okay. – ela responde com a voz abafada pela porta estar fechada e o barulho da água do chuveiro caindo.— Não me espere.— Eu sei. – Rebby ri. — Divirta-se!— Certo. Qualquer coisa, ligue para mim.— Valeu, Nat. Pode ir tranquila. Eu vou ficar bem. Aliás, eu estou bem.— É, eu sei que sim. – afirmo sorrindo. — Tchau, Rebby. Eu te amo.— Eu sei. Também te amo. Tchau!— Tchau!Pego o envelope do contrato e visto um casaco de tecido menos grosso. Apanho o sobretudo e o ponho por cima do casaco, guardando o envelope dentro de seu bolso interno.Suspirando para criar coragem, caminho até a porta de casa pronta para meu jantar com Steve, no qual discutiremos esse bendito contrato!
Notas finais
Ihhhhh... eles vão discutir sobre o contrato! Maaaaas, o que acharam da conversa deles no carro? O que terá acontecido com Steve? Hmmmm O.o
Obrigada pelos 662 comentários, 161 acompanhamentos, 8 recomendações, 68 favoritos e 14.469 visualizações ^^
Please, acompanhem, favoritem, recomendem e, acima de tudo, comentem :3
Beijocas!
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