I Put a Spell On You 🔞
24 Capítulo 24 — Contract
Notas iniciais
Pra começar, não me matem. Sei que algumas fics foram atualizadas no final de semana. Eu ainda não tive tempo de ler. Minhas aulas começam amanhã e isso está me causando uma tremenda dor de cabeça!
Anyway... capítulo de hoje todinho dedicado à Hazel Grace Lancaster! A recomendação foi linda, amor! Espero que goste do capítulo tanto quanto eu gostei de ler sua recomendação à fic :D
Perdão por qualquer erro de digitação e aproveitem!
Tradução do capítulo: Contrato

— Problema? Não, não, só que... eu...— O que foi, Natasha?— Nada, nada, só estou com medo de cair. – coro ao ver que Steve ri de mim. — Pare. Não tem graça. Não estou acostumada a andar de saltos!— Não, claro que não. – ele logo se recompõe ficando sério. — Você não vai cair. Eu não vou deixar, vou segurar a sua mão.— Promete? – Steve cerra os olhos enquanto inclina a cabeça levemente para a esquerda.— Claro que prometo! Venha.Respirando fundo, pego na mão de Steve e caminho em direção ao restaurante com ele.— Boa noite, senhor! – deseja um rapaz alto e moreno ao nos ver passar pela entrada. — Senhorita. – acena com a cabeça em minha direção.— Boa noite. – diz Steve. — Temos uma mesa particular. O número da reserva é quarenta e três. Jantar para sete e meia.— Qual o nome do senhor? – pergunta o homem checando algo em sua lista.— Steve Rogers.— Certo. – o maître fita Steve boquiaberto — Está confirmado, senhor. Pode entrar. Aproveitem a noite. — Obrigado. – Steve agradece antes de nos conduzir para dentro.— Nossa! – exclamo completamente encantada por toda a gala do restaurante.— Gostou?— Si-sim. – digo com os olhos arregalados.— Com licença? – chama uma moça baixa e de cabelos chocolate.— Sim? – Steve põe o braço em volta de minha cintura.— Sr. Rogers?— Sim.— Sua sala particular é por aqui, senhor.— Sala? – sussurro para Steve sem entender. — Não vamos...— Pedi um jantar particular. – ele me conduz pela mão enquanto segue a moça morena.— É esta, senhor. – ela abre uma porta preta e comprida para nós. — Obrigado. – Steve agradece antes de empurrar gentilmente à sua frente.— De nada. Tenham um bom jantar! Cuidado com o degrau. – avisa e eu sinto as mãos de Steve em minha cintura.— Certo. Obrigado!A porta se fecha e Steve me pega nos braços andando até a mesa quadricular. A mesma está coberta por uma toalha branca que está por cima de uma outra vinho.— O que está fazendo?— Apenas garantindo que não caia.Ele me leva até a mesa antes de me colocar de pé e puxar a cadeira para que eu me sente. Sorrio por sua gentileza antes de Steve se juntar a mim.— O que vamos jantar?— O que você quer comer?— Hmm... não sei. Não me importo se escolher por nós dois.— Okay. Curte culinária grega?— Culinária grega? – repito com um sorriso. — Acho que nunca comi nada.— Quer experimentar?— Quero!— Certo! – Steve aperta um botão vermelho que tem pregado no porta guardanapos. — O que é isto?— Para chamar o garçom. – responde calmamente. — Quer apertar?— Não, você já apertou. – faço um beicinho involuntário enquanto ergo os ombros.— Você aperta na sobremesa. – Steve ri para mim.— Jura?— Sim, Srta. Romanoff.Acabo corando com sua oferta gentil, mas não evito de sorrir para ele.— Este sobretudo ficou muito bem em você! – comenta ao olhar para a grossa e comprida camada de roupa que cobre meu corpo. — O vestido também! Mas prefiro quando você está sem roupa.Tento ignorar a leve excitação que me atinge enquanto mordo o lábio.— Eu amei tudo! Mas amei ainda mais o sobretudo, porque vi que tem bolsos compridos por dentro.— Sim, tem.— E está sendo útil para mim.— Útil? Por quê?— Precisava de um lugar para guardar isto. – retiro um envelope lacrado de dentro do sobretudo. — E minha bolsa é muito pequena.— Entendo. – Steve assente. — Quer discuti-lo agora?— Sim. – abro o envelope. — Podemos?— Bom, podemos. Só perguntei porque achei que jantaríamos primeiro.— É, estava nos planos, mas estou ansiosa. Quando o jantar chegar, nós podemos fazer uma pausa. – retiro o contrato de dentro do envelope caramelo. — De acordo?— De acordo.Steve assente e, antes que possamos dar início à conversa do contrato, as portas da sala particular são abertas revelando um rapaz de cabelos e olhos castanhos que caminha até nós com bloco e caneta em mãos.
Vendo-o se aproximar, coro, pegando o envelope e o contrato para colocá-los por cima das pernas, que estão embaixo da mesa.— Com licença? Boa noite, senhor e senhorita. Já escolheram o que vão querer comer?— Boa noite! Sim. – Steve responde.— Certo. E quais são seus pedidos?— Ahn... por favor, iremos querer dois pratos de Moussaka.— Sim, senhor. – o garçom anota. — E para beber?— Por favor, traga um Vin de Constance para nós.— Está certo. Voltarei logo com seus pedidos. Com licença.O garçom se afasta da mesa, abrindo a porta da sala e se retirando.— E então? – indaga Steve. — Onde estávamos?— Espera! – ergo uma mão sobre a mesa. — O que é Moussaka?— É uma espécie de lasanha grega.— Lasanha?— Sim. Mas não se preocupe. Não levará massa, então será uma refeição leve.— Ah! Parece saborosa!— E é! Bom, então, onde estávamos?— No início da discussão do contrato. – volto a colocar o papel sobre a mesa. — Já tomou alguma decisão, Srta. Romanoff? – Steve também pegando seu contrato.— Sim, Sr. Rogers. – respondo sem emoções em meu rosto. — Logo no início, onde temos "DISPONIBILIDADE DA SUBMISSA PARA COM SEU DOMINADOR:", por favor, peço que retire a parte que diz que terei que prestar ao Senhor durante toda a semana. – digo e Steve enruga o cenho. — Posso saber por quê?— Eu pretendo começar a trabalhar, portanto irei precisar de tempo para mim.— Entendo. – assente. — Então, quais serão os seus dias disponíveis, Srta. Romanoff?— Bom, eu concordo em prestar ao Senhor das quintas aos domingos, Sr. Rogers.— E segunda, terça e quarta?— Não. – respondo friamente. — Podemos nos ver, mas não serei obrigada a prestar suas atividades físicas nem eventuais. – explico e Steve sorri.— Okay. Pode riscar esta parte do contrato, Srta. Romanoff.— Certo. – pego uma caneta dentro da bolsa e realizo a mudança no contrato.— E agora? – indaga riscando algo em seu contrato.— Ahn... agora, na parte que diz " CLÁUSULAS DA SUBMISSA:", na nona cláusula.— Sim. – Steve lê o contrato junto comigo sobre a mesa. — O que tem?— Bom, eu não aceito receber castigos físicos com o uso de cera de velas, agulhas, varas nem cinto de castidade. – Steve arregala os olhos. — E quero saber o que seriam estes "outros".— Bem, seriam... palmadas, chineladas, cintadas...— Okay, okay. Entendi. – suspiro ao corar. — Eu... eu posso aceitar as palmadas e cintadas. Acho que posso experimentar. – um arrepio percorre meu corpo.— Só?— Por enquanto. – eu me remexo na cadeira.— Está certo. – Steve concorda. — Risque o que não quer e escreva o que aceita.— Está bem.— O que mais, Srta. Romanoff?— Na décima primeira cláusula, na qual diz que aceito a introdução de brinquedos em minha... ér... parte íntima.— Sim. Prossiga.— Retire.— Retirar?— Sim.— Aceita o uso de vibradores, consolos, dedos, mas não aceita brinquedos?— É. – afirmo. — Não quero.— Okay. Risque.— Certo. – pego a caneta e risco mais uma vez.— Mais alguma coisa?— Ainda na mesma cláusula.— O que tem?— Ér... o que são bolinhas de pompoarismo? – meu rosto enrubesce e Steve sorri docemente para mim.— Antes de tudo, você deve saber que lhe darão prazer.— Tá bom, mas o que são?— São bolinhas para estimular os músculos vaginais. — Ahn?— Você deve colocá-las dentro do órgão sexual e se esforçar para mantê-las lá dentro. – Steve finaliza sua explicação rindo da expressão que eu formo no rosto.— Nos-nossa! – exclamo surpresa. — Como você... como você sabe de tantas coisas?— Sou experiente.— Experiente? Mas... – suspiro e desisto de falar. — Okay.— Okay?— É. Eu aceito as bolinhas. – Steve sorri satisfeito. — Agora, na décima segunda cláusula.— Estou vendo.— Bom, aceito os prendedores para mamilos, mas não quero brincos genitais nem plugues anais. — Tem certeza?— Absoluta! – movo a cabeça para cima e para baixo positivamente, vendo Steve suspirar.— Certo. Retire.— Com certeza. – seguro a caneta mais firmemente entre os dedos e risco essa parte do contrato. — Ahn... ainda nesta cláusula, o que são... bolinhas tailandesas? – fico brava quando Steve começa a rir. — Você vai se esbaldar em risadas a cada pergunta que eu fizer?— Desculpa. – ele tampa o rosto e suspira para se recompor antes de voltar a me olhar. — É um cordão de bolinhas com pesinhos no interior. Também serve para estimular a musculatura vaginal. Ah! E também pode ser introduzido no ânus durante a penetração. — Ér... certo. Ahn... posso concordar com isso, mas sem introdução no ânus. Só na... ér.. pela frente. Ao menos por... por enquanto.— De acordo, Srta. Romanoff. – Steve sorri rapidamente. — Mais alguma coisa?— Ah! Sim! Eu pedi para retirar, mas gostaria de saber. O que são plugues anais?— Bem, pode ter formato cônico ou cilíndrico com estreitamento na base para ser inserido no ânus.— E para quê?— Para dilatação, treinamento ou castigo. – responde com suas pupilas dilatadas enquanto tenta disfarçar um sorriso.— Okay, entendi. Eu não vou querer por enquanto.— Tem certeza?— Toda! – faço a anotação no contrato.— O que mais, Srta. Romanoff?— Na décima terceira cláusula.— Sim.— Retire como as formas de castigos o uso de fraldas quando impedida de ir ao banheiro, ficar presa em uma gaiola, cera quente, ajoelhar no milho e suspensão por cordas.— Mesmo?— É. Fiz a pesquisa que me pediu e não me agrada nada ficar suspensa por cordas que machucarão meu corpo. Garanto que não me dará prazer.— Garante?— Sim, eu garanto. – afirmo com convicção.— Está equivocada. E sobre as fraldas...— Muito menos isso!— Natasha...— Irei ao banheiro quando eu quiser, por favor! E cera quente e ajoelhar no milho? Estamos em tempos de tortura? Retire isso imediatamente!— Okay.— Certo. Ahn... o que seria arreio de tronco?— São mais usados pelos homens submissos, mas as mulheres também podem usar. — E como eu faria isso?— No seu caso, você ficaria sem roupa e eu colocaria em você. Tem tiras de couro tacheadas com argolas para a colocação de correntes.— Nossa! – exclamo assustada.— Vai querer?— Ér... não sei. Dói?— A posição pode ser desconfortável se aplicada em forma de punição. Mas é óbvio que não vou causar nenhum dano físico ou permanente a você. — Okay. Posso considerar experimentar.— Certo!— Ahn... uma curiosidade.— Sim?— Ainda na décima terceira cláusula, o que é "Cruz de Santo André"?— Nunca ouviu falar? – Steve ri ao me ver negar com a cabeça. — É uma cruz de madeira em formato de X. Prendemos a submissa na cruz para que fique com mãos e pés afastados.— Céus... como Jesus Cristo?— Natasha! – Steve me repreende seriamente. — Não diga isso.— Mas...— É blasfêmia! Isso não aplicado nesse... nesse intuito!— Certo. Desculpe. – a culpa me provoca uma risada nervosa. — Eu... eu topo.— Okay. Combinado. Continue.— Na décima quinta cláusula.— Sim?— Esqueça!— Como?— Irei comer o que eu quiser.— Mas, Natasha...— Sem discussões, Sr. Rogers.— Eu poderia aceitar, caso você se alimentasse bem.— Eu vou. – engulo em seco. — Prometo que vou me esforçar a comer bem. Mas será o que eu quiser.— Natasha...— Podemos ir para o próximo? – ignoro sua tentativa de discussão.— Você não entende, né?— O quê?— Isso!— Isso o quê?— O contrato!— Ah! Não mesmo! — Percebe-se.— O que você quer que eu entenda? Eu estou me esforçando. Estou abrindo mão de muitas coisas para me permitir isso com você.— Natasha, eu escolhendo o que você deve comer, poderá ser tanto para recompensá-la quanto para castigá-la.— Castigar? Como se eu fosse uma criancinha que fez coisa feia e fica sem sobremesa?— Ou então que é forçada a comer algo que não gosta. – rebate com a voz rouca e sensual.— Isso é infantil!— Okay. Então me deixe apenas cuidar de sua alimentação pelo seu bem. Refeições saudáveis que contenham ferro, vitaminas, reforço ao sistema imunológico. Você já me disse o que costuma comer e eu não gosto nada disso!— Okay. – eu me dou por vencida novamente. — Se é em prol de minha saúde, eu aceito.— Ótimo! – Steve parece aliviado ao fazer a anotação em seu contrato. — O que mais?— Na décima sexta.— Diga.— Sobre manter uma boa aparência física... – olho para Steve e vejo que ele cerra os olhos. — O que quer dizer?
— Bom, eu posso recomendar um Personal Trainer para...— Ahn? Não! Nem pensar!— Srta. Romanoff...— Está decidido. – risco mais essa parte do contrato.— Não estamos discutindo.— Bom, é o meu corpo, portanto...— De acordo, Srta. Romanoff. É o seu corpo. Mas quero que saiba que, ao assinar o contrato, seu corpo será tão seu quanto meu. – sua fala me faz corar.— Entendo sua posição. E é por isso que estou fazendo tais mudanças antes de assinar. – explico e Steve sorri para mim. — Mas só uma coisinha.— Diga.— Está certo que irei assinar e concordar com os termos que estou assinando, mas não pense que essa folha de papel te dará direito algum de fazer o que quiser comigo. O corpo, em qualquer circunstância, Steve, é unicamente meu.— Eu sei. E eu nunca pensei diferente, Natasha. – admite tenso. — Em hipótese alguma vou usar esse contrato contra você para te submeter a qualquer espécie de dor, desconforto ou humilhação. Isso é apenas um termo entre nós dois. Mas você jamais será coagida a nada por isso!— Ótimo! Ahn... na décima oitava cláusula, eu concordo em cuidar da pele, cabelos, aparência, mas unhas dos pés e das mãos? É realmente necessário?— Bom, sim. O que tem de mal?— Nada, mas eu não tenho saco para isso. – respondo e Steve ri. — Certo. Mas, caso tenhamos um evento, poderia abrir uma exceção?— Okay. – concordo após suspirar. — Somente em casos assim.— De acordo.Sorrio, fazendo a anotação no contrato ao lado da décima oitava cláusula.— Mais alguma coisa?— Sim. – digo com um suspiro.— O que foi?— Posso... posso te perguntar uma coisa?— Fale.— Por que não quer que eu corte meu cabelo? – os músculos de Steve se enrijecem. — Ér... desculpe, eu não... eu não...— É apenas uma preferência, Srta. Romanoff. Prefiro cabelos compridos. Só isso.— Okay. – concordo desconfiada.— Mantenha seus cabelos como são. No seu caso, eu acredito que não precisará do uso de perucas.— Fico mais confortável com isso.— É, suponho que sim. Algo mais?— Não. – suspiro e olho para Steve. — Então...— Estou pronta para assinar. – aperto a caneta mais uma vez entre os dedos ao mesmo tempo em que direciono a ponta marcada de tinta preta para o final do contrato. — Natasha...— Hoje mesmo... – começo a escrever. — Eu me torno sua submissa. – encaro meu Natasha Mitchell Romanoff escrito num preto forte e marcante ao final da folha branca.
Notas finais
Link que não abriu no capítulo:
Moussaka --> https://www.queroviajarmais.com/wp-content/webp-express/webp-images/uploads/2016/11/o-que-comer-atenas-grecia.jpg.webp
Sim. Na minha fic, Nat assinou o contrato. Sei que, no livro, Ana não assinou. E não coloquei a Nat assinando aqui pra poder ficar diferente. Não é isso. Mas, achei importante colocar na fic, até por causa de capítulos futuros. Na verdade, não tem nada de extravagante, mas achei interessante ela ter assinado.
Obrigada por todos os 690 comentários, 164 acompanhamentos, 68 favoritos, 8 recomendações e 15.268 visualizações!
Por favor, continuem acompanhando, favoritando, recomendando e comentando ^^
Beijocas!
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