Notas iniciais
Amores, antes de tudo, muito obrigada pelo número de reviews do capítulo passado!!! Eu amei! Muito obrigada mesmo! Espero que continue no mesmo ritmo hahaha ^^ Aliás, obrigada por todos os 467 comentários, 144 acompanhamentos, 61 favoritos, 5 recomendações e 10.489 visualizações :D E obrigada também à Caroline Barnes, pela LINDA recomendação que deu à fic! Muito thanks, bonequinha! Este capítulo é TODINHO seu :3 Anyway... perdão por qualquer erro de digitação e aproveitem ( ͡° ͜ʖ ͡°) Tradução do capítulo: Riscos do Amor

Nesse momento, estou parada, de costas para a cama de Steve Rogers, que fecha e tranca a porta de seu quarto antes de se voltar para mim. Seus passos são lentos e firmes, típicos passos de homem. Ele percebe meu nervosismo e excitação ao me ver morder o lábio.
Finalmente, suas mãos me tocam começando pelo rosto e descendo para os lados de meu pescoço. A textura de sua pele é quente e macia. Seu perfume me embriaga e eu me perco em seu toque, fechando os olhos e pendendo levemente a cabeça para trás.
Steve aproxima o rosto do meu e toca em meus lábios com os seus, beijando-os delicadamente. Tento aprofundar nossa junção, mas fico imóvel ao sentir suas mãos descerem por meu corpo. Seus dedos passam por meus braços cobertos pelo casaco, o que me causa um delicioso arrepio pelo corpo.
Steve começa a retirar meu casaco antes de jogá-lo para o lado. Lentamente, levanta a barra de meu suéter ao subi-lo pela cintura e o puxando por minha cabeça.

— Vamos ter que nos livrar de todas essas camadas de roupa, Srta. Romanoff. – sua voz está carregada de luxúria enquanto ele abaixa a cabeça e beija meu pescoço.

Tremo em excitação sentindo seus dedos curiosos e ágeis trabalharem em erguer a barra de minha camisa branca.
Apenas de calça e sutiã, estremeço ao me encolher e abraçar meu tronco. Steve suspira antes de jogar minha camisa no chão e puxar meus pulsos para baixo. Ele nota minha timidez ao descer seu olhar atento e faminto ao meu busto coberto pelo sutiã.

— Calma. – sussurra. — Serei gentil com você. – seus olhos sorriem para mim. — Não vou te machucar, tudo bem?
— Eu sei. – digo sem nem ao menos pensar. — Mas... você disse...
— Estou abrindo uma exceção para você, apenas para você.
— Como assim?
— Farei amor contigo, Natasha. – ele entrelaça os dedos nos meus antes de roçar a boca em minha orelha. — Não tenha medo de mim, coisinha linda!
— Já disse que confio em você, Steve.

Ele torna a sorrir antes de beijar meu pescoço e me empurrar para trás.

— Bom. – Steve tranca o maxilar antes de me encarar.
— O que foi? – noto sua brusca mudança de comportamento.
— O que é isso? – seus dedos raspam no colar em volta de meu pescoço.
— Um presente de Clint. – respondo. — Ele me deu de Natal.
— Você já usou o que eu te dei?
— Ainda não tive uma oportunidade para usar um colar daqueles. É de ouro e com pingente de rubi, Steve. Esse aqui é simples, de prata.
— Eu sei.
— Steve... – toco em seu rosto e o olho com ternura. — Clint é meu amigo. Somente isso. Nunca passou nem perto de ser algo a mais.

Steve suspira ao absorver minhas palavras antes de tornar a empurrar meus ombros para trás.

— Deite na cama.

Minhas costas repousam no colchão macio e grande abaixo de mim. Steve puxa minha calça preta para baixo enquanto seus dedos acariciam minha barriga e coxas no processo.
Quanto mais desce a peça de roupa, mais Steve beija minhas pernas, o que me faz gemer e remexer na cama.

— Quietinha, Srta. Romanoff. – sua língua rodeia a parte interna de minha coxa antes de pressionar um chupão na área.

Steve termina de retirar minha calça apenas para jogá-la no chão e antes de partir para as botas e meias. As vestimentas recebem o mesmo destino das outras coisas.
Quando estou apenas em minhas peças íntimas, Steve trata de cuidar de si mesmo: seus dedos desabotoam sua camisa social branca lentamente. A todo momento seus olhos não se desviam dos meus.
Seu peitoral definido por músculos muito bem trabalhados é exposto em minha frente. Eu arfo surpresa e excitada quando sua roupa recebe o mesmo destino do que as minhas.
Agora, suas mãos trabalham na fivela de seu cinto, soltando-o e o retirando pelos cós de sua calça cinza. A própria vai ao chão junto de sua cueca e percebo que Steve ri da expressão assustada que formo no rosto ao notar o tamanho de seu conteúdo. Céus, menina! Mande-o ser gentil e cuidadoso! Ele será, Little Red. Eu sei que será.
Steve caminha até o criado-mudo do lado esquerdo da cama, abrindo a gaveta e retirando algo de lá. Ele volta a ficar parado em minha frente e eu consigo enxergar o objeto que segura nas mãos.
Cuidadosamente, ele apoia as mãos nas pontas da cama após descansar o pacote de camisinha ao lado do travesseiro. Seu corpo engatinha pelo colchão até Steve estar colado em cima de mim. Seu nariz se esfrega afetuosamente contra o meu, o que me faz sorrir.

— Tudo bem? – ele acaricia meu rosto.
— Si-sim. – minha voz falha e Steve aperta os olhos em direção a mim.
— Certeza? – ele chega mais perto e inala meu perfume para então depositar um suave e estalado beijo em meu pescoço. — Certeza de que está bem? – mais beijos se espalham por meu colo e clavícula.
— Absoluta... – levanto os braços e toco em seus ombros, mas Steve ruge e segura meus pulsos.
— Deixe que eu toque em você.
— Eu não posso te tocar?
— Não.
— E por quê?
— Porque eu disse que não, Natasha! – eu me encolho com sua rispidez. — Não quero brigar com você. Apenas... não... não toque em minhas costas. – seus olhos se fecham com força acima de mim.
— Suas costas? – ele assente ainda sem me olhar. — Então eu... e-eu posso tocar em outros lugares? – Steve reabre os olhos com minha pergunta.
— E quais seriam esses outros lugares, Srta. Romanoff? – ele sorri maliciosamente antes de beijar meus ombros.
— Qualquer outro lugar. Desde que eu possa te sentir também.

Ele não me responde em palavras. Apenas roça os dentes contra minha orelha antes de soltar meus pulsos e abraçar minha cintura. Oh, meu Deus!
Seus lábios voltam a passear por minha pele, indo de meus ombros para o pescoço. Suas mãos sobem novamente, apertando cuidadosamente meus seios e indo para minhas costas. Suspiro e mordo o lábio inferior, sentindo os dedos de Steve soltarem o fecho do sutiã.
Ele puxa as alças por meus ombros e as desliza por meus braços, jogando a peça para trás e fitando meus seios nus. Meu rosto enrubesce sob seu sensual e intenso olhar. As pílulas negras de desejo se dilatam tanto a ponto de cobrirem quase todo o infinito céu azul de suas íris.
Steve sorri passando os dedões por minhas aréolas rosadas e enrijecidas. Mordo o lábio com mais força, tentando controlar um gemido involuntário enquanto pendo a cabeça para trás fechando os olhos pela sensação que me atinge. Quando torno a abri-los, vejo o rosto de Steve se afundando em meu peito.
Ele beija meu seio esquerdo enquanto massageia o direito. Levanto as mãos e as levo até seus cabelos loiros, puxando os fios fracamente enquanto Steve continua a tocar em meus seios. Sua língua rodeia meu mamilo e seus dentes raspam vagarosamente na pele sensível. A boca úmida e quente suga a ponta enrijecida ao puxá-la levemente com os lábios. Steve termina os beijos em meu seio esquerdo e passa para o direito repetindo a mesma tortura prazerosa.
Suas mãos exploram meu corpo enquanto sua boca continua a se deliciar com meus seios. Seus dedos se enroscam nas laterais do tecido de minha calcinha e a puxam para baixo. Na ação de facilitar a saída da peça, abro as pernas e ergo a cintura.
Steve sorri novamente contra a pele de meu peito, o que me arrepia mais uma vez. A calcinha desliza por minhas pernas e o atrito do fino tecido de renda em minha pele causa ainda mais calafrios por meu corpo. Assim que a peça está pendurada nos dedos de Steve, ele a joga para trás antes de focar sua atenção em minha virilha lisa.
Seus beijos se espalham por meu tronco antes de descer para minha barriga, onde Steve deposita mordidas e chupões intercalados com os seus beijos estalados. Suas mãos apertam minha cintura e nádegas enquanto ele se concentra em lamber meu umbigo.

— Steve... – gemo com os os olhos fechados e os lábios entreabertos.
— Shhhhh...

Sua respiração quente se desenha por toda região de meu ventre enquanto ele desce a cabeça. E então...!
Ah! Eu sinto...! Sua língua desliza para dentro de mim de modo calmo e devagar. Arqueio as costas e procuro desesperadamente pelos travesseiros ou lençóis com as mãos trêmulas, tendo onde fincar as unhas. Meu Deus! Que coisa mais maravilhosa!
Steve beija minha intimidade com fervor e dedicação total ao meu prazer. Suas mãos apertam minhas coxas fortemente enquanto sua língua rodeia meu clitóris com avidez. Nunca pensei que poderia ser tão bom, tão gostoso! Seus lábios se juntam em meu clitóris mais uma vez, beijando-o e o sugando firmemente.

— Ah, Natasha...! – o calor de sua voz se junta ao calor de minha excitação. Meu corpo já está todo trêmulo e suado. — Você está tão molhada, minha linda!
— Steve... – mordo o lábio e esfrego os quadris contra seu rosto. Steve parece interpretar de uma forma ainda mais sensual e excitante, pois sinto seus beijos e chupões se intensificarem ... — Oh, meu Deus! Steve!

Sua língua passa pelo meio de meus lábios vaginais, abrindo-os prazerosamente. Eu me sinto no alto de um abismo e estou pronta para cair quando noto a ponta do dedo indicador de Steve passear por minha entrada junto de sua língua.

— Oh... o que você... ah!
— Quieta... – ele chupa meu clitóris com mais força enquanto introduz um dedo dentro de mim.
— Au!

Isso dói e queima. Mas, ao perceber seu revezar entre a introdução de seu dedo e a massagem em meu ponto pulsante, acabo relaxando, pois seus movimentos labiais também ajudam.
Meus dentes se pressionam contra o lábio inferior com mais força a cada vez que Steve intensifica seus toques em minha feminilidade. Ele é muito bom no que faz, não entendo o porquê de precisar usar jogos sádicos para alcançar e dar prazer a alguém.
Com mais de suas investidas físicas e orais, chego a um limite que nem mesmo eu sabia que existia dentro de mim. Minhas pernas tremem e minha cabeça queima assim como todo o meu corpo. Eu afundo no colchão e sinto o suor empapar minhas costas.
Seus beijos vão subindo lentamente por meu corpo, passando novamente por minha barriga, costelas e seios, onde Steve beija cada um demoradamente, logo depois chegando ao meu colo e ombros.
Seu rosto fica em frente ao meu. Sinto sua respiração quente e calma contra meus lábios, o que me faz mordê-los.

— Seu gosto é incrível! – sua fala me faz corar e morder o outro lado de meu lábio. — Quando você morde essa boca... – Steve suspira e segura meu queixo. — Você é linda, Natasha!

Recebo o contato de seus lábios nos meus me beijando ardentemente. Sua mão passa pela minha entrada e eu me mexo inquietamente com a sensação que me domina. Steve morde meu lábio e o puxa levemente nos dentes enquanto encara meus olhos.
Seus dedos passeiam por minha intimidade e, quando menos espero, eu os sinto entrar em mim mais uma vez. Agora, Steve me penetra com dois. As pontas massageiam novamente meu clitóris, que ainda se encontra sensível pelo meu recente ápice.

— Steve... – arquejo com sua intrusão em mim.
— Você é apertada! – comenta com os dentes cerrados. — Está doendo?
— Queima um pouco. – seguro seu pulso e o faço ir mais devagar. — Mas continue.
— Estou machucando você?
— Não. Só vá com cuidado.
— Está bom? – ele abaixa a cabeça e beija meu rosto.
— Sim... Steve. Oh! Por favor...
— Por favor o quê? – lábios quentes e gentis se arrastam em meu pescoço. — O que você quer?
— Eu... eu quero... ér... eu preciso que você... que você... Steve...
— Eu sei. Eu sei. – agora seus beijos alcançam meus seios. — Você está prontinha para mim. – ele intensifica os movimentos com seus dedos, o que me fez gemer e arfar ainda mais rápido.
— Ah! Ah! Eu vou... v-vou...
— Sim. Vai. – Steve me incentiva antes de me beijar. — Goze para mim de novo. Só para mim. Vamos!

Engulo seco e suspiro novamente, vendo-o sorrir para mim antes de abaixar mais uma vez seu rosto e beijar meus seios.
Fecho os olhos e sinto a garganta seca. Steve aperta minhas nádegas e impulsiona os beijos em meus seios. Seus dedos param de me tocar antes de deslizarem para fora de mim. Eu estava no ápice de meu limite e Steve tirou isso de mim.

— Por que parou?
— Você precisa estar pronta para mim.
— Achei que seria melhor se eu gozasse.
— Se você gozar de novo agora, antes de eu entrar em você, seus músculos vão se contrair ainda mais. – Steve explica enquanto abre a camisinha. — Preciso que relaxe para mim. Okay?
— Okay.
— Está tudo bem. – ele veste a camisinha em seu membro e beija minha testa. — Eu estou aqui. Confie em mim. Shhhhh!

Seus dedos circulam minha clitóris sensível enquanto Steve beija novamente meu pescoço. A mão livre passeia por meus seios trêmulos e puxa os mamilos enrijecidos.
Steve se aproveita de meu momento vulnerável e prazeroso enquanto me distrai para poder deslizar para dentro de mim. Estou com a cabeça nas nuvens aproveitando a massagem em meu ponto pulsante quando algo pegajoso e duro se empurra para meu interior.
A intrusão é quente, profunda e dolorida. Eu levo um susto com o desconforto que atinge todos os meus músculos. Puta que pariu!

— Ai, Steve! – empurro seu peito para longe de mim, sentindo minhas paredes internas em brasas.
— Shhhh shhhh, calma. – Steve tenta me tranquilizar ao segurar meu rosto. Eu noto que ele está parado, sem nem ao menos mover um centímetro sequer. — Calma. Já vai passar.
— Steve... – choramingo ainda sentindo doer.
— Eu sei. Eu mudaria isso para você se pudesse. – seus dedos afagam minhas bochechas. — Sinto muito. Vou ser o mais gentil que puder.

Suspiro, mordendo o lábio e assentindo com a cabeça. Ficamos um tempo parados e abraçados. Steve não move um músculo contra meu corpo. Ele aguarda pacientemente até que eu me acostume com seu tamanho e largura.
Acho que nós dois temos fé de que meu corpo aceitará sua intrusão latejante para dentro de mim, mas a verdade é que estou tensa demais para conseguir relaxar. Estou tendo minha primeira vez de sexo e está doendo! Não tem como eu conseguir me acostumar com essa queimação em meu canal. O melhor é que Steve se mova logo, assim ele poderá deslizar para fora de mim rapidamente.

— Steve?
— Sim?
— Pode se mexer.
— Certeza? Espere mais um pouco...
— Steve! Por favor! – imploro agitada. — Mexa logo.
— Cutuque meu braço se estiver doendo muito.

Aos poucos, ele vai investindo ainda mais, com calma e delicadeza. Dói. Tenho vontade de empurrá-lo de novo, mas também sei que essa dor é inevitável.
Fecho os olhos com força e tento me concentrar nas pequenas sensações de prazer que ainda consigo sentir.

— Tudo bem? – pergunta com a respiração acelerada e a voz começando a ficar ofegante.
— Mais ou menos. – meus músculos se contraem e a dor ainda é presente em meu corpo, mas pequeninos lampejos de desejo começam a estalar dentro de mim quando seus dedos escovam meu clitóris.
— Eu sei que está doendo, mas estou sendo o mais gentil que consigo.
— Sim, eu sei. – concordo tensa. — Por favor, só continue.
— Eu sinto muito. – sua boca descansa beijos por todo meu rosto.
— Eu sei.

Steve impulsiona o quadril mais vezes. Ainda dói, mas não tanto como nas primeiras investidas. Está ardendo, mas não tanto quanto antes.
A mão direita de Steve desce circulando meu clitóris com os dedos. Mesmo que de maneira muito leve, consigo sentir lampejos de prazer estalarem por meus sentidos. A quantidade é mínima perto da intensidade de dor, mas ao menos consigo obter um pouco de distração.

— Uh! O que está... ah... fazendo?
— Enganando o seu corpo. – explica com mais um beijo em minha boca.
— Ahn... uh... Steve, eu... – começo a formular uma frase, mas fecho os olhos e solto um gemido rouco. Oh, isso ainda dói, mas está... está diminuindo.
— Tudo bem? – ouço sua voz perguntar, mas estou deliciada num momento meu. — Natasha? Ainda dói?
— Sim. Mas continue. – suspiro e sorrio ainda de olhos fechados. — Continue.
— Tem certeza?
— Por favor, continue, Steve. – seguro seu rosto e beijo seus lábios. — Continue...

Lonely float got in the way
Um barco solitário ficou no caminho
You are the feel, and knew it anyway
Você é o sentimento, eu sempre soube disso
Take a chance, it wasn't what you know
Arrisque, não era o que você esperava
Take my hand and don't let go
Pegue minha mão e não solte


Woah
Woah
And you can do it
E você consegue
Don't break
Não caia
Yeah, you'll pull through it
Sim, você sobreviverá
You're safe
Você está a salvo

Steve aperta minha cintura possessivamente com a mão livre e me puxa ainda mais para ele, prendendo meu corpo entre seu peito.

— Está tudo bem?
— Sim.
— Posso me mexer mais rápido?
— Apenas seja cuidadoso.
— Não se preocupe, linda.

Vagarosamente, seu membro começa a entrar e a sair com mais velocidade e força de mim enquanto seus dedos mantêm o mesmo movimento em meu clitóris.
Steve mantém um ritmo intenso e profundo. A massagem em meu ponto pulsante serve para me distrair um pouco. Não o bastante para que eu consiga atingir um novo orgasmo junto com ele, mas o bastante para ao menos mascarar a dor ardente que ainda lateja em meu canal.
Sua mão direita segura meus pulsos com mais força acima de minha cabeça. Seus lábios beijam e mordem a pele sensível de meu pescoço. Enrosco as pernas em sua cintura e o puxo ainda mais para cima de mim. Oh, meu Deus! Até que não está tão ruim quanto no início!

— Céus, Natasha!

Steve fecha os olhos com força e ergue o tronco acima de mim. O suor descendo por seu corpo. As gotas — algumas foscas e outras brilhantes — escorrem por seu rosto, pescoço e peito. Algumas até pingam contra mim, já que estou por baixo e tão suada quanto Steve.

— Oh, Deus! Você é tão... você é tão apertada e macia! Jesus!
— Oh – meus gemidos se misturam com os seus.
— Você é uma maravilha, garota! – ele torna a esfregar o peitoral contra meus seios a cada investida.
— Steve...
— Estou quase lá! – seus lábios iniciam um novo beijo com os meus. — Porra!

Seus dedos botam mais pressão em meu clitóris inchado e dolorido de tanto prazer. Meu corpo convulsiona cada vez que Steve esfrega mais rápido.
Os movimentos ficam mais rápidos e intensos. Deus, sinto que irei explodir e me dividir em pequenos e flutuantes pedaços. Será mesmo que conseguirei atingir um novo orgasmo?

Tell her on how you feel
Diga a ela como se sente
Give her every say she needs to hear
Fale tudo o que ela precisa ouvir
Give your heart and say, "Come take it"
Dê o seu coração e diga, "Venha pegar"
And she will see you're a good man
E ela verá que você é um bom homem

— Oh, Steve!

Mesmo sem perceber, meu corpo obedece aos estímulos de Steve e eu gozo contra seu membro ainda dentro de mim.
Ele grunhe e se aperta mais vezes contra minha entrada enquanto treme e arfa em meu pescoço. Oh, meu Deus! Mesmo com a dor e a queimação latejando em meu canal, Steve conseguiu enganar meu corpo o suficiente para que eu atingisse um novo orgasmo. E com ele ainda dentro de mim!
Apesar de molhados e com a pele fria, o atrito de nossos corpos colados me causam arrepios e queimaduras internas. Steve levanta o rosto de meu peito e me fita após beijar novamente meus seios.

— Você está bem? – ele volta a perguntar e eu não posso evitar de sorrir. — O que foi?
— Eu estou bem. – ele sorri de volta antes de acariciar meus dedos dormentes. — Foi incrível!
— Você é linda! – Steve suspira e admira meu corpo com desejo estampado em seu rosto.
— Você também. – meu rosto esquenta enquanto mordo o lábio.

Steve puxa para fora de mim de maneira gentil e cuidadosa, a todo momento observando o desconforto se expressar em meu rosto. Ele se desculpa com o olhar e beija minha bochecha úmida antes de se deitar ao meu lado.
Minha intimidade lateja de dor. Parece estar em brasas enquanto algo parece escorrer de dentro de mim e atingir a cama. Não dou importância. Meu corpo está cansado, suado e dolorido.

— Venha cá. – Steve me puxa para seu peito suado enquanto acaricia meus cabelos. — Quer alguma coisa?
— Estou cansada. – um bocejo escapa de minha boca. — Dormir.
— Boa ideia, minha linda! Vamos dormir.

Woah
Woah
You can do it
Você consegue
Don't break
Não caia
Yeah, you'll pull through it
Sim, você sobreviverá
You're safe
Você está a salvo
Yeah, you can do it
Sim, você consegue
Don't break
Não caia
Yeah, you'll pull through it
Sim, você sobreviverá
You're safe
Você está a salvo
Yes, you can do it
Sim, você consegue
Don't break
Não caia
Yeah, you'll pull through it
Sim, você sobreviverá
You're safe
Você está a salvo



⚫⚫⚫

Quieta! – mais uma aguda e profunda dor me atinge nas costas.
Pare, Steve!
Quieta! Eu mandei ficar quieta, Natasha!mais uma vez, as pontas do chicote feitas de couro queimam minhas coxas. — Sem chorar ou reclamar, caso contrário, apanhará mais!
Por favor... – sussurro quase sem forças até mesmo para falar. — Por favor, Steve, por favor, pare. Eu não aguento mais.
Não aguenta? ele me bate mais uma vez. — Pensasse nisso antes de ir se encontrar com seu amiguinho...

As pontas do chicote me atingem novamente. Arqueio o corpo na inútil tentativa de fugir de seus frios e violentos golpes, mas Steve segura minha cintura e me puxa de volta para o lugar, apertando minhas costas contra seu peito nu.

Quanto mais tentar evitar, mais você apanhará. – sussurra em meu ouvido antes de beijar meu pescoço. — Tem que entender uma coisa, Natasha.

Steve passa os dedos por minha intimidade e aperta meus seios com sua outra mão livre. Durante tais ações, ele permanece segurando o chicote, pois continuo a sentir as pontas finas e longas de couro passearem por meu peito.

Você é minha!
Steve...
Quieta!os fios de couro me batem novamente e novas lágrimas escorrem de meus olhos. — Só eu falo, entendeu?
Si-sim. – soluço, sentindo seus dentes fincarem na pele de meu ombro com força. — Ai!
Como é?
Des-desculpe.
Desculpe? Só?
Desculpe, Capitão.
Bom... – Steve beija meu pescoço enquanto me agarra por trás. — Como eu dizia, você precisa entender que é minha, Natasha. – seus lábios trabalham na ação de me darem mais um chupão. — Inteira e unicamente minha. Ninguém além de mim pode te tocar, beijar, olhar ou te ter. Entendido?

Suspiro, querendo descansar os braços e corpo, pois os mesmos estão esticados há mais de uma hora. Meus pulsos estão presos em correntes que descem do teto até o chão e meu corpo está em pé devido ao fato de eu estar suspensa pelas correntes.

Okay... – arfo e mordo o lábio inferior ao sentir mais um forte tapa em minha bunda. — Entendido, Capitão.

Abro os olhos e inalo o ar profundamente ao me deparar com um sereno rosto à minha frente: Steve! Ele... ele dormiu comigo, em seu quarto, depois da noite de amor que tivemos. Amor, não, Natasha! Ele já avisou! Não... ele disse que estava abrindo uma exceção, Little Red.
Mordo o lábio e olho ao redor do quarto quando uma dor se instala em todos os meus músculos e se concentra em meus quadris. Enrugo o cenho e reprimo um gemido de desconforto quando me sento na cama e vejo nossas roupas jogadas pelo chão.
Flashbacks começam a ser reprisados em minha mente, o que me deixa tonta e feliz ao mesmo tempo. Sorrio novamente ao passar as mãos pelo pescoço. Ainda posso sentir os beijos e toques de Steve por todo meu corpo.
Reconheço os riscos que corro ao estar me metendo nisso. Não penso nos riscos dos chicotes e cintadas assim como em meu sonho. Penso nos riscos de dor mais profundos, daqueles que me marcariam para sempre e que não estão explicados em uma folha de papel. Penso nos riscos dos sentimentos, do coração. Nos riscos que vivem para sempre dentro de nós.
Mas será que vale a pena? Por ele? Por mim? Por nós? Pelo o que estamos a descobrir? Sim...! Sim, vale. A vida inteira sonhei com o príncipe encantado e, de um jeito ou de outro, ele chegou. Natasha, pare! Ele não te ama, ele não é o príncipe que você sempre sonhou! Isso não existe! Ao menos não com Steve. É apenas um contrato de um mês!
Arrisco um novo olhar para Steve. Ele está dormindo de barriga para cima, com os braços sobre o peito desnudo e o rosto virado para sua esquerda. Ah, Steve! Meu querido!
Sorrio com a imagem à minha frente, pois a fantasia que crio de poder tê-la todas às manhãs me faz sentir uma boa queimação se espalhar por meu peito. Esqueça. Não pense em um futuro, menina. Não crie idealizações.
Precisando espairecer minha cabeça, afasto as cobertas de meu corpo e descanso os pés no chão. Meus quadris protestam quando eu fico de pé, mas nem tenho tempo de me concentrar na dor. O que me chama mesmo atenção e me faz gelar da cabeça aos pés é a mancha num tom de marrom em destaque bem no centro do colchão. Puta merda! Sangue seco!
Olho para minha intimidade e noto um pouco da mesma textura presente lá. Cuidadosamente, vou até o banheiro e fecho a porta atrás de mim. Arde um pouco quando eu faço xixi. O mesmo incômodo continua presente quando passo papel higiênico e dou descarga.
Em seguida, lavo as mãos e jogo água fria em meu rosto. Okay, Natasha. Você perdeu sua virgindade. É isso.
Sorrio para meu reflexo e suspiro aliviada. Steve Rogers me fez mulher. Ele tirou algo de mim que, em meu interior, parece sempre ter sido seu para tomar. Parece que sempre estive esperando por ele sabendo que um dia viria me reivindicar. Não me arrependo de nada.
Ainda que nada disso dê certo, ainda que eu me machuque além dos castigos físicos do contrato, estou feliz. Estou feliz porque confiei a Steve algo precioso que jamais confiei a nenhum outro homem. E eu fiz isso porque quis!

▪️▪️▪️

Estou terminando de retirar a comida que preparei para nosso café da manhã do forno quando braços fortes e acolhedores pressionam minha cintura. Em seguida, beijos ternos e gentis estalam meu pescoço.

— Bom dia! – sua voz rouca me arrepia da cabeça aos pés. — Você tem um cheiro maravilhoso! E um corpo melhor ainda!
— Bom dia! – após descansar a forma na bancada e retirar as luvas, eu me viro nos braços de Steve e circulo seus ombros.
— Essa roupinha ficou muito bem em você! – ele aperta a pele macia de minhas nádegas, o que me faz gemer de dor e enrugar o cenho. — Desculpe.
— Tudo bem. – aprecio seu carinho e cuidado comigo. — Já vai passar.
— O que andou aprontando por aqui, Srta. Romanoff? – Steve arrisca um olhar para o que acabei de retirar do forno.
— Fiz nosso café.
— Hmmmmm!
— Está com fome?
— Muita! – seus olhos me estudam de cima a baixo. — E você?
— Faminta.
— Nossa! – Steve me faz rir. — Vamos cuidar desse apetite todo!

Ele me conduz até os banquinhos que ficam em volta de meu balcão marrom. Fico sentada enquanto Steve pega o prato com as luvas e o deposita em minha frente. Seus olhos encaram a comida com certa curiosidade, o que me arranca mais uma risada.

— É Oladi. – ele ergue os ombros ainda confuso. — Um prato russo.
— Ah, ér... eu... eu tinha os ingredientes? – Steve aponta para o prato e me faz rir de novo.
— Meu Deus, Steve! Não sabe o que tem de comer em casa? – sorrio incrédula.
— Agora eu sei. – fico na dúvida sobre a quais sentidos ele quis se referir.
— Ér... é que... eu achei que gostaria de provar algo diferente, algo russo.
— Já fiz isso ontem à noite. – suas palavras fazem meu rosto queimar fortemente. — Tímida?
— Um pouco. Talvez.
— Não fique. Terá que se soltar e ter confiança em si mesmo para o que podemos acabar tendo entre nós. – logo constato o que quer dizer. O contrato, relação Dominador e submissa. É apenas isso que ele quer, menina.
— Steve, eu... eu te pedi um tempo para...
— Sim, sim, eu sei que pediu. E eu respeitarei isso, mas não sabe a vontade que eu tenho de apressar as coisas. – sua mão acaricia meu rosto. — Com você, fiz coisas que nunca havia feito antes com nenhuma outra mulher.

Sua revelação me faz sentir borboletas no estômago. Até então não sabia se isso realmente era possível, mas Steve realiza o despertar de sensações dentro de mim que jamais imaginei ter. Ou ao menos jamais imaginei que seriam tão intensas.

— Nunca? – ele assente sem desviar sua atenção de meu rosto. — Como o quê?
— Nunca fui atrás de uma mulher por vontade própria. Nunca passei Natal e Ano Novo com alguém, nunca me preocupei tanto com uma outra mulher, nunca dormi com alguém na cama nem deixei que dormissem em meu quarto junto de mim, nunca... – ele suspira ao me assistir fazer o mesmo. — ...nunca cuidei de alguém, Natasha, assim como cuido e sinto que devo cuidar de você.

Quero retribuir todas as suas palavras com sorrisos e carinho. Quero beijá-lo e abraçá-lo com força demonstrando todo o meu amor por ele. Mas não posso. Não posso assustá-lo desse jeito. Não posso pressioná-lo. Steve foi bem claro e específico em seus objetivos ontem à noite.
Steve fez coisas comigo e por mim que nunca fez antes com ou por nenhuma outra mulher. Ele pode estar mentindo, menina! Steve não precisa disso, Little Red. Um homem como ele não precisa usar tais artimanhas mesquinhas para conseguir o que quer.

— Diga alguma coisa, Natasha. – ele segura meu rosto com suas duas mãos.
— Apenas me beije. – peço sem nem ao menos pensar.

Agora, eu sei. Por ele, faço qualquer coisa. Por ele, eu topo qualquer coisa. Por ele, eu arrisco qualquer coisa. Por ele, eu...
Não, menina, não diga isso! Sim, Little Red, eu digo. Digo e afirmo. Por Steve Rogers, eu aceito ser sua submissa.

Notas finais
Não se assustem pelo sonho da Nat. Ela ainda não sabe como são os jogos de Sadomasoquismo, então, para ela, é só dor, por isso ela teve o sonho. E aí? O que acharam do capítulo? E do hot? Compensou a demora? ( ͡° ͜ʖ ͡°) Sorry pelo tamanho do capítulo. Ah! Tem uma fic que é MA-RA-VI-LHO-SA! Leiam, essa mina arrasa: https://fanfiction.com.br/historia/650858/Give_Me_Strength_to_Press_On/ *u* Anyway... é isso! Espero que tenham gostado, babies! Próximo capítulo sai na segunda :3 Please, acompanhem, favoritem, recomendem e comentem :3 Beijocas!