I Put a Spell On You 🔞
35 Capítulo 35 — Curious Desire
Notas iniciais
Quero dedicar o capítulo à Team Romanogers Ever, que enviou uma recomendação MEGA MARAVILHOSA à fic! Thanks, amor!!!!
Anyway... aproveitem e perdão por qualquer erro de digitação.
Tradução do capítulo: Desejo Curioso

— Bom, eu já fiz uns Stand-Ups em Los Angeles. Fui muito bem aplaudido, para a sua informação. Final de semana passado, inclusive, recebi um convite de um amigo para alegrar a festa de aniversário dele.— Sério?— Não, estou mentindo sobre os meus talentos. – seu deboche me faz revirar os olhos.— Oooookay, continuando, você foi lá?— Não. Eu estava com a Blake. – Sebastian pula para a minha cama novamente.— E...? O que houve? Ela não quis que você fosse e você obedeceu?— Quê? Claro que não, maluca! Pelo contrário. Foi ela quem me incentivou a ir.— E por que você não foi, Sebastian? Poderia ter ganho algum dinheiro.— Natasha...— Ele era o seu amigo, mas ele poderia ter te pago.— Nat...— Eu sei o quanto você quer se mudar daqui, então...— Natasha, eu não podia ir. Blake e eu estávamos comemorando nosso aniversário de dois anos.— Ah... – meu rosto cora e minha boca se abre em um formato de "oh". — Eu não sabia.— Percebi. – murmura mascando seu chiclete. — E aí? Vai ficar na cama o dia todo, preguiça em pessoa?— Eu? Preguiça em pessoa? Ah, você tinha que morar comigo em Manhattan! – bato as costas e a cabeça contra a maciez do colchão e travesseiro novamente.— É? Por quê? O que você fazia?— Tudo! Acordava cedo, ia para a faculdade, trabalhava, estudava, fazia comida...— Sua amiga não te ajudava?— Claro que ajudava! Mas Rebby também tinha faculdade e trabalho. A gente dividia as tarefas. – explico junto de um novo bocejo. — E a gente ainda divide.— Gostaria de conhecer a sua amiga.— Por quê? Está interessado? – sorrio num jeito desafiador para Sebastian, que revira os olhos. — Ela tem namorado, mocinho. E o senhor também.— Eu sei, animal! O que é? Não pode existir amizade entre um homem e uma mulher?— Sim. Sim, claro que pode existir. É que Rebby é muito bonita, assim como você, então a Blake pode...— Blake não tem ciúme. – Sebastian me corta. — E é justamente por isso que gostaria de conhecer sua amiga. Ou você e eu fingirmos que somos primos que se pegam.— Quê? Pode esquecer, seu depravado! – pego o travesseiro que está embaixo de minha cabeça e jogo no rosto de Sebastian, que ri.— Qual o problema? Nós somos...— Primos! – eu o corto com os olhos arregalados. — Aliás, nem somos só primos. Somos primos irmãos. Seria um incesto!— Cruzes, Natasha! Puta que pariu! Você é muito exagerada! – Sebastian se levanta da cama ainda rindo.— Pode esquecer, Sebastian. E pode esquecer também de tentar isso com a Rebby. Não usará nem a ela nem a mim para provocar ciúme na sua namoradinha.— Okay, okay... já entendi. – vejo que ele desvia o olhar por um momento. — Foi mal. Não quis ofender.— Eu sei. – eu me espreguiço uma última vez antes de me levantar.— Priminha, que roupa é essa? – olho para baixo e analiso minhas vestimentas.— O que tem? – dou de ombros. — É só para dormir.— É, mas você poderia dormir com mais estilo.— Com mais estilo? Sebastian, ninguém me vê quando estou dormindo.— É, mas se um assaltante entrasse aqui, ele iria ver.— Okay. Então você... – paro de falar quando bato os olhos no relógio acima da cama. — SEBASTIAN!— Que foi, maluca?— Ahn? Como assim "que foi, maluca"? Porra! Seu doente! – dou um chute em sua coxa, vendo que ele sorri.— Posso saber o que você tem? A sua amiga vermelha veio te visitar cedo?— Cala a boca, cretino! Você é um idiota, Sebastian! – exclamo furiosa. — Por que me acordou tão cedo?— Ahn? Do que você está falando? São...— Sete horas da manhã! – aponto para o relógio pendurado na parede. — Sete horas da manhã, eu estou na casa de minha mãe, curtindo, e você me acorda logo agora?! Doente mental!— Ei, gênio? – Sebastian me faz encará-lo com um olhar diabólico. — Já parou para analisar bem os ponteiros do relógio?Suspirando, cruzo os braços e olho para o objeto com números em romano.— O que tem?— Você olhou direito?Novamente, encaro o relógio na parede e dou de ombros.— Sebastian...— Porra, tu é burra, hein! Olhe direito! Tem algo se movendo ali?Cerro os olhos e analiso o objeto com mais atenção antes de sentir meu rosto esquentar.
— Ér... bem, eu...— Pois é. Está parado. Ele quebrou na semana passada.— Ahn? Semana passada? – arqueio uma de minhas sobrancelhas ruivas. — E vocês não conhecem uma coisa chamada "pilha"? Já existia quando eu nasci. – cruzo os braços novamente ainda zangada.— Hmmm... gostei dessa! Vou guardar para a minha próxima apresentação de Stand-Up! – o sorriso de Sebastian me enfurece ainda mais.— Sebastian...— Okay, okay. Vamos tomar café e depois a gente sai para comprar as pilhas. Tudo bem?— Tá. – disfarço um sorriso. — Eu vou tomar um banho antes. — Tá bom. Não demora, estou com fome.— E...? Você come com a minha boca, por acaso?— Grossa!Sebastian arregala seus olhos com uma careta no rosto enquanto abre a porta do quarto.— Também te amo. – murmuro sorrindo para ele, que sorri de volta.— Eu não disse isso. – rebate antes de se afastar.▪️▪️▪️— Filha?Termino de passar o secador por meus cabelos e o tiro da tomada antes de responder.— Sim, mãe?— Venha até aqui, por favor!— Okay.De frente para o espelho do banheiro, dou uns últimos ajustes em meus cachos ruivos antes de deixar o secador esfriando em cima da pia e seguir até a sala.— Oi, mãe.— Querida! Quero que conheça uma pessoa!Meus olhos se movem de mamãe para um rapaz que está sentado no sofá. Ao me ver, ele se levanta e lança um luminoso sorriso em minha direção.— Querida, este é Nathan Banner, filho do doutor que te ajudaria.— Ajudaria? – indago sem entender. — Como assim?— Ér... senhorita...— Natasha. – eu o interrompo com um sorriso tímido. — Desculpe. Sou Natasha Romanoff, mas apenas Nat está ótimo!— Certo. Bom, meu pai disse para eu vir no lugar dele. Ele tem trabalhado muito. — Ah, sim. Claro, eu entendo. Você também é psicólogo?— Não. Eu sou médico. Quer dizer, estou na faculdade de Medicina. Residência em Psiquiatria.— Puxa! Que legal! Meus parabéns!— Obrigado! Olha, eu aprecio muito sua fome por ajudar as pessoas. E é claro que estou disposto a ajudá-la nisso.Mais uma vez, seu gentil e bonito sorriso me encanta. Balanço a cabeça negativamente afastando tais pensamentos de minha mente.— Eu agradeço, Sr. Banner.— Não. Não. Pode me chamar de Nate.— Certo. Bom, eu agradeço, Nate. O que eu mais quero é ter um consultório, mas também penso em algo maior.— Algo maior? – mamãe me encara com curiosidade. — Como assim, filha?— Bem, não que eu esteja... ér... negando a ajuda de vocês, mas eu quero muito entrar para a Minds Manhattan. – meus olhos brilham em faíscas de esperança. — É o meu sonho desde que eu era menina!— A Minds Manhattan é um longo obstáculo! – Nate sorri para mim. — Mas não é impossível.— Então...?— Podemos conversar sobre as possibilidades.— Sério?— Claro, Nat!Coro quando ouço que ele me chama pelo apelido. Acabemos de nos conhecer. Você disse para que ele te chamasse de Nat. E também o chamou de Nate, palhaça! Mas foi em pensamento, Little Red.— Nat, querida, se queria a Minds Manhattan, por que me fez...— Desculpe, mãe. Você me disse que seu amigo, pai de Nathan, tem contatos importantes. Imaginei que ele pudesse ter algo na Minds Manhattan também.— Na verdade, ele tem. – Nate atrai minha atenção. — E está para começar as aberturas de estágio, se quer saber.— Oh, sim! Estou sabendo! Já estou de olho nesses editais há meses. – admito junto a uma risada.— Sim. Mas, se você quiser, apenas para ter outras oportunidades e maiores chances de escolha, até mesmo quanto a local e estilo de trabalho, podemos estudar outros consultórios. Particulares ou em empresas também, como a Minds Manhattan.— Também parece ser bom para mim!— Ótimo! Então estamos de acordo? – ele estende sua mão para mim e eu a aperto.— Claro que sim! – um estonteante sorriso se abre em meu rosto. — Muito obrigada, Nathan!— Nate.— Nate. – digo com os olhos vidrados em seu azul colorido e suave. — Obrigada!— De nada, NatComeço a querer me afastar de seu toque, mas por algum motivo não consigo soltar minha mão da sua. Não por ele estar me prendendo, mas sim porque eu não quero. Seu toque é quente e gentil. Doce e delicado. Este rapaz possui um carinho no olhar. Algo diferente.— Então...A voz de mamãe provoca o despertar de meu transe. Pisco soltando minha mão da de Nate.— Nat, seu primo está te esperando lá fora. Parece que vocês dois vão sair, não?— É. É, sim. Vamos. Bom, obrigada, mais uma vez, Nate. E me desculpe ter que ir assim, mas...— Tudo bem. Não se preocupe. Podemos nos ver mais tarde, certo?— Ér... cla-claro! Claro que sim! — Um jantar?— Um jantar? – repito com os olhos assustados.— É. – Nathan coça a cabeça. — Ér... para... discutirmos melhor. Um jantar profissional.— Ah! Claro! – assinto um pouco mais aliviado. — Tudo bem.— Perfeito! Eu venho te pegar às oito?— Sim! Sim, sim! Podemos conversar mais sobre o trabalho. Irei adorar! Um jantar de negócios! – exclamo na sutil tentativa de especificar que será estritamente um encontro de trabalho.— É. Jantar de negócios. – ele concorda ao disfarçar um sorriso tenso.— Certo. Até mais. Tchau, mãe.— Tchau, querida.▪️▪️▪️Perdida em um outro lugar e com um outro alguém. Envolvida por braços fortes e acolhedores que me protegem e me aquecem. É assim que eu me sinto. Ou é assim que eu gostaria de me sentir no momento. Desta forma. Mas, ao abrir os olhos e fitar o ambiente ao meu redor, eu vejo que fora apenas um desejo. Mais um frustrado desejo.— Pronto!A voz de Sebastian chama a minha atenção. Viro o rosto em sua direção suspirando para disfarçar o incômodo que sinto por não estar com Steve.— Conseguiu?— Sim. – ele olha para mim em expectativa. — Tudo bem?— Tudo. Ér... podemos ir? – acaricio minha barriga por cima da roupa. — Estou com fome.— Fome? Garota, acabamos de comer! Está com verme? – Sebastian solta uma risada debochada. — Sebastian!— Tá... foi mal. Algum desejo em especial, madame?— Bom, não. – alterno o olhar para os lados tentando pensar em algo. — Talvez tacos.— Tacos? Natasha, a última vez que comemos tacos foi quando éramos crianças.— Eu sei. E é por isso mesmo que eu quero comer. Quero matar as saudades e a vontade.— Nat... uh...— Sebastian, o que foi? Por que tantas perguntas assim? É tão estranho eu sentir fome e querer comer tacos?Meu primo ruivo e maluco suspira me deixando perceber que ele segura uma risada junto de uma fala travessa.— Se você... se você me dissesse que está namorando, eu suspeitaria de que estivesse grávida.— O quê? Grávida? Como assim?Meu rosto queima e meu coração acelera. Não! Isso é impossível! Eu não estou grávida. Steve sempre usou preservativos!Natasha! Respire! É apenas seu primo querendo te pregar peças como sempre. Respire. Respire. Sua menstruação desceu por esses dias. Está tudo bem. Está tudo bem. Okay, Little Red.— Sebastian, não tem chance alguma de isso ser verdade.— Por quê? Você... já...? Sebastian faz um gesto nada delicado com as mãos, que só piora o rubor em meu rosto. Desvio o olhar ao morder o lábio na recusa de um retorno a ele.— Okay, acho que a sua atitude me responde. – ele suspira novamente. — O cara é seu namorado?— Sebastian, por favor, eu não quero falar sobre isso. Não é o tipo de assunto que eu queira conversar aqui. Principalmente com você!— Nat...— Eu e o cara estamos juntos. Mas não somos namorados. – ergo os ombros num sorriso tenso quando Sebastian me olha em descrença. — Por enquanto.— Ele pretende ter algo sério com você?— Bom, já estamos tendo. Mas é complicado. Chega de perguntas! Vamos comer os tacos!Sebastian sorri antes de pegar minha mão e me puxar para fora da loja na qual compramos as pilhas para o relógio.Mas, ao passarmos pela porta e começarmos a andar pela calçada, a figura morena e esbelta — que invade meu campo de visão — me faz ter vontade de sair correndo dali.— O que foi, Nat? – o sussurro de Sebastian adentra meu ouvido esquerdo.— Na-nada. Vamos só sair logo daqui!— Como assim? – Sebastian enruga a testa e ameaça soltar um sorriso. — É foragida da polícia e eu não sei, priminha?
— Sebastian, não faça perguntas! – eu o puxo para trás de uma árvore.— Sério, está começando a me assustar, Nat. – ele me encara perplexo. — Vou ser acusado de cúmplice?— Sebastian, não é hora para as suas graci...— Ei, Natasha!Oh, merda! É tarde! Calma. Respire fundo, menina. Mantenha a pose de madura.— Natasha!— Uh... – Sebastian olha por cima de minha cabeça. — Tem uma morena linda atrás de você. É ela a agente do FBI te caçando?— Natasha! – novamente sua voz me chama atenção.— Eu até preferiria que fosse. – sussurro para Sebastian antes de me virar com um sorriso forçado. — Oi, Peggy.— Oi! – ela chega até mim e me abraça. — O que está fazendo por aqui?— Bom, eu disse que viria visitar minha mãe.— Ah, sim! – sua mão sobe à sua cabeça. — Eu me esqueci. É que pensei que viesse com o Steve.— Não. – meu rosto cora e eu evito retribuir ao olhar que Sebastian me lança. — Não, não, ele precisou ficar e trabalhar.— Ah! É verdade. – ela assente e logo escutamos o pigarreio nada sutil de Sebastian.— Bo-bom, ér... desculpe não te apresentar antes. Este é Sebastian Ryland, meu primo. Sebastian, esta é Peggy Carter... uh...— Amiga. – Peggy completa a frase por mim antes que eu possa dizer algo. — Sua prima e eu nos conhecemos de Manhattan.— Olá! Muito prazer! – meu primo a cumprimenta simpaticamente.— Igualmente! – ela aperta a mão de Sebastian. — Nossa! Aqui é tão diferente de Nova York! O tempo quentinho e gostoso até nos faz ter vontade de morar aqui. Nem parece que estamos no inverno tenebroso de janeiro!— Verdade! Mas eu também amo Manhattan, apesar de não morar lá. – Sebastian comenta naturalmente. — Você nasceu aqui e está em Nova York ou ao contrário?— Ao contrário. – Peggy responde numa risada. — Minha vida toda é em Manhattan, mas resolvi tirar uns dias para aproveitar minha casa de praia aqui. Acabou coincidindo em ser no mesmo tempo que Nat viria visitar a mãe.— E veio sozinha?— Sebastian! – repreendo vendo que ele me interroga com o olhar.— Ahn... tudo bem, Natasha. Eu posso responder. Não sou uma foragida. – ela ri. — Vim com meu marido. Decidimos nos afastar um pouquinho do trabalho cansativo e da cidade que nunca dorme! — Entendo. Bom, Nat e eu estávamos indo almoçar. Quer vir conosco?— Almoçar? Claro! Estava fazendo umas comprinhas e, pensando bem, a fome apertou. – Peggy ri novamente. — Aonde estavam indo? Vocês têm algum restaurante em especial?— Sim. O que fica no final do quarteirão. Queremos comer tacos. – respondo, mas Sebastian intercede.— Na verdade, ela quer comer tacos! Está com desejo de infância!— Desejo? – uma sobrancelha fina, morena e perfeitamente desenhada de Peggy sobe por sua testa em sinal de dúvida.— É... quer dizer, não! Não, não! Eu... e-eu apenas tive vontade de comer uns tacos porque... por-porque faz tempo que eu não como, então... – ergo os ombros tentando transparecer simplicidade.Mas que porra! Afinal qual o problema de que querer comer tacos? Será que todo mundo vai implicar com isso agora? Puta merda!— Ah, sim. Entendo. Bom, também faz tempo que não como tacos. Vocês se importam se eu for junto?SIM!— Não, claro que não! Eu que te chamei! – exclama Sebastian simpaticamente.— É, eu sei. Mas eu vou inverter os papeis.— Ahn? Como assim? – sorrio junto de Sebastian vendo Peggy fazer o mesmo enquanto morde seu lábio rosado sem o uso do batom escaldante.— Bom, eu sei que seu primo me convidou para almoçar, mas serei eu quem irá pagar.— Beleza! – Sebastian bate palmas ao meu lado e eu o fuzilo com o olhar.— O quê? Não! Sebastian! – ele urre de dor quando eu belisco sua mão.— Ai! Por que fez isso?— Nossa, você ainda pergunta?! – novamente, eu o alvejo de tiros apenas pelo olhar. — Ér... Peggy, por favor, ignore o que meu primo sem noção disse! – olho para Sebastian com raiva, que ainda acaricia a mão. — Eu não posso...— Ah, Natasha, pare! Não tem problema algum. Eu quero fazer isso. Na verdade, acho que é o mínimo que posso fazer por você.— Por mim? – indago confusa. — Como assim?— Sei que tivemos um mal começo no jantar na casa da mãe de Steve. E também sei que esse mal começo foi graças a mim. Não fui simpática com você. E quero que me desculpe.— Ah. Não, não, está tudo bem. Não se preocupe com isso, esqueça. – abaixo o olhar corada. — Mas você não precisa pagar o meu almoço para ficar tudo bem entre nós. Já está.— Obrigada! Mas eu realmente quero fazer isso. Por favor.— Mas, Peggy, eu fico sem jeito de...— Oh, Natasha, deixa de ser imbecil! Tem alguém querendo bancar a sua comida e você vai ficar fazendo doce?— Sebastian! Por favor! – não é possível! Parece que ele resolveu tirar o dia hoje!— Ahn... galera, galera, calma. Natasha, seu primo está certo. Vamos!Derrotada por duas cabeças teimosas, suspiro e demonstro minha desistência.— Okay. Mas será só desta vez.— Hmmm, nunca se sabe o dia de amanhã. – Peggy sorri. — Vamos logo!
Notas finais
Eu sei que o capítulo não teve muitas emoções, mas eu lancei um "misteriozinho" pra vocês. E aí? Nat tá ou não tá grávida? Façam suas apostas :D
Bom, anyway, obrigada pelos 1.037 comentários, 203 acompanhamentos, 92 favoritos, 14 recomendações e 25.780 visualizações.
Por favor, acompanhem, favoritem, recomendem e comentem ^^
Beijocas!!!!
Ps: é nós no CIVIL WAR dia 28!!! Bem, eu não irei à estréia, mas irei no dia 30. Peço que, quem assistir antes, me conte. Não ligo pra spoilers. Realmente, NÃO LIGO!!!! Podem me falar TUDO :3
E quem for assistir, aproveitem!!! Engulam staron assim como engoliram hulktasha. Afinal... Chris Evans shipa ROMANOGERS, então... EVANSSON é real. Sim, é. E não discuta comigo u.u
Ps²: consertei o endereço de link do questionário da fic. Podem responder agora: https://pt.surveymonkey.com/r/7PGH3VQ
Fale com o autor