I Put a Spell On You 🔞
18 Capítulo 18 — Show me
Notas iniciais
Sweets!!! How are you? Anyway... muuuuito thanks de novo pelos 499 comentários, 146 acompanhamentos, 63 favoritos, 5 recomendações e 11.179 visualizações! Vocês são muito nenéns :D
Aproveitem e perdão por qualquer erro de digitação ^^
Tradução do capítulo: Me mostre
Ps: leiam as notas finais, tem um aviso e duas perguntas :3

— Sabe que sim! – reviro os olhos e mexo as mãos sobre as pernas ouvindo Steve inspirar.— Você... você acabou de revirar os olhos para mim? – Steve me olha com certa reprovação. Viro o rosto e fito o seu, pondo a ponta da língua entre meus dentes. — E agora está se recusando a me responder? – ele ergue uma de suas sobrancelhas.— Ér... não, não, eu... – respiro fundo e sorrio, revirando os olhos mais uma vez. — Ah, Steve! Fala sério! – desço do banco e pego meu prato ainda rindo. — E se eu revirei? O que pretende fazer comigo?Não espero por sua resposta, apenas vou até a pia e deposito o prato lá. Lavo as mãos e as seco no pano de prato, logo depois virando e me deparando com Steve em minha frente.— Quer saber o que eu pretendo fazer? – Steve se aproxima enquanto eu recuo, mas o espaço é curto e logo bato com a cintura na altura da outra bancada. — É isso o que quer, Natasha? – seus braços me prendem contra seu corpo. — Responda.— Steve... – pronuncio e ouço sua pesada inspiração.Uma nova sensação começa a surgir em meu peito descendo por todo o corpo e se instalando em um único lugar. Não é medo, desconfiança, nervosismo ou apreensão. É desejo! Ah!Um descontrolável e desconhecido desejo que domina meu âmago de forma inovadora. Nossa! Eu quero que Steve me toque, como eu quero que me toque! Mas ele apenas continua a me fitar ainda me deixando encurralada.— Responda, Natasha. – sua voz me faz reabrir os olhos. — Diga o que você quer, mocinha.Prendo o lábio entre os dentes e sorrio sensualmente. Steve respira lentamente, parecendo estar se controlando para não tomar uma atitude irracional comigo. Ah! Mas eu quero que ele tome!— Eu quero que você me mostre. – mordo o lábio mais uma vez com a ousadia que me atinge.— Quer que eu te mostre? – indaga com a testa franzida. — Como assim?— Quero que me mostre qual castigo eu mereço. – Steve sorri prazerosamente.Ele não diz nada em troca. Apenas suspira antes de segurar meu pulso e me puxar para a sala. Meu coração bate acelerado dentro do peito. Estou assustada, sem saber o que virá a seguir. Sem saber se irá doer, sem saber se irei gostar. E o pior: sem saber por que raios quero que aconteça!— Você está dolorida? – ele espera até que eu assinta com a cabeça. — Certo. Venha aqui.Ele me puxa mais uma vez antes de me beijar. Uma mão passa por meu rosto enquanto a outra volta a segurar meu braço.Interrompemos o beijo e Steve me direciona até o sofá antes de se sentar e me deitar em seu colo apenas com um forte e veloz movimento. Meus seios e barriga batem contra suas coxas e eu enrugo o cenho.Suas mãos levantam a blusa que estou vestindo até a metade de minhas costas antes de suas mãos deslizarem por minhas coxas. As pontas de seus dedos me causam arrepios.Inspiro e expiro o ar pela boca, fechando os olhos e controlando meus protestos interiores. Sua mão ainda alisa minhas pernas macias e delicadas. O atrito de sua pele contra a minha me transmite calafrios e calor ao mesmo tempo. Ah, Steve! O que você faz comigo?— Natasha? – abro os olhos e aperto as canelas de Steve com as mãos. — Pronta? – permaneço em silêncio ainda tentando me preparar psicologicamente para tudo isso. — Responda.— Sim. – minha resposta sai junto de um profundo e rouco suspiro. — Pronta.Espero pelo ato de Steve com meus olhos fechados fortemente. Enrugo o cenho e pressiono os lábios um contra o outro, receosa pelo o que irá acontecer.SLAP!— Ai! – minha pele arde após sua primeira e rustica palmada aplicada em mim, o que faz a dor entre minhas pernas ficar um pouco mais aguda. — Doeu?— Sim!— Perfeito! – exclama ao desferir mais uma, outra, outra, e mais outra, e mais uma outra. Ele não para!— Aaaaai! – ele bate e eu grito, remexendo o corpo para tentar me soltar.— Se deixar o medo de lado, você perceberá que não estou te machucando.Suspiro mais uma vez e fecho os olhos tentando fazer o que Steve me aconselhou. É... é verdade! Sim, sim, sim! Sim, o prazer está em mim. Ele estava apenas escondido dentro do meu medo, mas agora começa a florar.— Aaaai!!!! – a dor aumenta e, desta vez, Steve me machuca, mas o prazer vem junto. Sorrio e mordo o lábio, aproveitando que Steve não pode ver.
— Esse está sendo seu castigo por ter revirado seus lindos e maravilhosos olhos verdes para mim. – sua voz sai num sussurro rouco e sensual enquanto ele continua a me bater. — Entendeu? – mais palmadas são distribuídas em minhas coxas. Minha pele queima...— Sim!Mais sete são dadas. Uma atrás da outra. Sem pausas. Foram palmadas cuidadosas e muito, mas muito prazerosas!No total, eu as calculo mentalmente: dezessete. O total foram dezessete palmadas. Dezessete longas e firmes palmadas que me causaram dor e prazer descomunais.Continuo deitada sobre seu colo sem forças para me mover. Steve desce a camisa novamente para o lugar e toca em minhas pernas. O atrito de sua pele com a minha me causa ardência.Ele me segura fortemente ao me sentar sobre suas coxas. — E aí? O que achou?Meu rosto cora e o corpo congela. Mordo o lábio e arregalo os olhos ainda sentindo minha pele queimar contra o tecido de algodão da calça de Steve.— Doeu. – encaro seus olhos sem medo. — Mas... confesso que estava esperando que fosse doer mais.— Eu fui cuidadoso. – sua mão acaricia meu rosto enquanto ele sorri docemente para mim. — Se eu não tivesse sido, você não aguentaria nem ao menos estar sentada do jeito que está.— Está ardendo, Steve. – enrugo o cenho. — Consegue ficar mais doloroso do que isso? – sua expressão convencida é o suficiente para me calar.— Está ardendo? – ele me observa assentir. — Posso dar um jeito nisso.— Um jeito? – seus beijos se direcionam para meu pescoço.— Uhum.— Qual?— Terá que sentir para saber. – Steve para de me beijar para encarar meus olhos. — Quer?— Vai... vai me machucar de novo?— Não, Natasha! – responde sem paciência. — Eu vou cuidar de você. – suas mãos seguram minha cabeça enquanto seus dedos acariciam os lados de meu rosto. — Nunca, nunca, nunca mesmo, irei te machucar de modo que não possa aguentar. Você entende isso?Engulo seco mais uma vez. Meus olhos ardem e pesam. Não quero chorar, não quero chorar, não quero chorar, não... ai, droga!— Shhhhh... – Steve limpa uma lágrima beijando o local pelo qual esta escorreu. — O que foi?— Você é tão... é tão confuso. – tento controlar meu leve pranto. — Gostaria de poder te entender, entender o porquê disso tudo.— Não precisa entender nada. – ele me olha com ternura. — Esse é o meu jeito. Fique calma. — Como quer que eu fique calma com a proposta que me fez ontem à noite?Sinto que o deixei encurralado. Steve suspira, relaxando os ombros e olhando para mim como se estivesse tentando raciocinar uma resposta dentro de sua mente.— Você... você é diferente, Natasha.— Diferente? E por quê? Só porque sou boba, distraída e romântica? – ele retribui meu sorriso. — Ou porque sou desajeitada, ingênua e fraca?— Não! – Steve dá um forte chupão em meu pescoço. — Não, não é nada disso! Você é... você é linda, meiga, gentil e única!— Única?— Também é ingênua e distraída, mas podemos resolver isso. – Steve brinca ao apertar meu corpo em seus braços. — E também permite que eu enxergue e sinta que é apenas minha.— Apenas sua? – corada, olho para baixo mais uma vez antes de reencontrar sua imensidão azul.— Sim. – ele segura meu corpo com mais força ao se levantar do sofá comigo em seus braços. — Apenas minha. – agora beija minha orelha enquanto caminha para o quarto.Sim, Steve. Sim. Sou apenas sua!▪️▪️▪️— Vem!Steve me estende a mão ao notar que a água da banheira já a encheu até a altura certa. Ele diz que está morna e irá acalmar a pele avermelhada de minhas coxas.— Certeza? – brinco com a barra da camisa que bate abaixo de minha cintura. — Certeza de que... de que é uma boa ideia, Steve?— Como assim?— Eu vou ter que me sentar. – aponto para a banheira ainda nervosa. — E pode doer. Não?— Disse que confiava em mim. – Steve enruga a testa.— Eu confio, mas não foi você quem levou palmadas. Então...— Não?Eu me calo vendo Steve massagear as têmporas com as pontas dos dedos da mão esquerda enquanto fecha os olhos e respira fundo.O quê? Ele também apanhou? E como acha que ele poderia ter entrado para esse mundo, menina? Alguma influência deve ter tido.— Steve? – chamo e ele me olha. — Está tudo bem?— Sim. Vamos para o banho.— Tem certeza?— Tenho, Natasha. Vamos. – Steve anda até mim e pega minha mão, mas eu continuo desconfiada.— Verdade? Pode me...— JÁ DISSE QUE ESTÁ TUDO BEM!Meus olhos se arregalam ao ouvir seu grito. O corpo de Steve se vira de frente para mim enquanto ele me responde rispidamente, com o ódio apresentado em seu semblante.Levo as mãos para trás ao me soltar. Encaro seu rosto, mexendo os lábios para segurar o nó que está em minha garganta. Meus olhos estão ardendo e ficando pesados como quando Steve estava me estapeando na sala. Só que a dor física passa, a da alma, não. E a minha não passará tão cedo. Esse grito que ele direcionou a mim machuca mais do que qualquer tapa que eu possa levar.— Natasha... – ele suspira e mexe nos cabelos. Lentamente, eu vou me afastando enquanto continuo a encará-lo. — Natasha, não fique assim.Steve apressa os passos até mim, o que me faz recuar ainda mais. Sei que estou com os olhos arregalados e agora já não consigo controlar saída de lágrimas. Droga!— Natasha, não tenha medo de mim. – suas mãos acabam me alcançando. Tento me soltar, mas Steve me prende contra seu corpo com cuidado. — Não chore. – sussurra ao limpar minhas lágrimas.— Você gritou. – acuso com a voz embargada. — Eu só tentei te ajudar, mostrar que pode confiar em mim.— Sinto muito. – Steve beija minhas mãos e meu rosto. — Não quis te assustar.— Eu sei que não devo perguntar nada. Desculpe.— Não. – Steve me faz erguer o olhar para encontrar o seu. — Não se desculpe, Natasha. Nunca. Não por isso. Você é tão... tão doce e... e tão gentil que penso que não serve para mim.— Estarei sempre com você. – toco em suas mãos. — Nunca estará sozinho, se depender de mim.— Vamos tomar um banho e depois cuidar dessas pernas? – ele solta um sorriso nervoso com minha declaração.— Ai! – seu toque me pinica. — Está sensível aí!— Shhhh, calma. – Steve beija meu rosto delicadamente. — Vamos tomar um banho, mocinha?— Vamos. – pego em sua mão e deixo que me conduza até a banheira.— Fique aqui.Steve para em minha frente antes de se abaixar e passar a mão na água da banheira. Continuo o observando até vê-lo virar seu rosto em minha direção e sorrir.— Ainda está quente.Seu corpo volta a ficar atrás de mim após Steve se levantar. Beijos preenchem minha nuca e pescoço enquanto suas mãos fortes e grandes passeiam por minhas pernas, subindo vagarosamente pelo tronco e levantando a camisa.Dedos ásperos e curiosos começam a soltar os botões que ficam na parte de frente. Gemo, mordendo mais uma vez o lábio enquanto Steve continua a me beijar e despir. O último botão é solto e o frio me arrepia. Olho para baixo e vejo meus mamilos enrijecidos. Ui...!Suas mãos deslizam pela pele quente e macia de minhas costas. Beijos são depositados no mesmo lugar, fazendo com que meu corpo se delicie sob seu sutil e sensual toque. Minha calcinha é puxada para baixo também e eu movimento as pernas e pés para retirá-la. Voilá! Estou inteiramente nua! Steve tira sua calça bem atrás de mim e logo está tão nu quanto eu. Sua mão pega na minha e nós dois entramos na banheira juntos, fazendo a água elevar alguns centímetros. Steve se senta primeiro, fazendo um gesto para que eu me vire e faça o mesmo.Enrugo o cenho ao sentir meus quadris baterem contra o chão da banheira. Au! Isso incomoda um pouco. Steve passa os braços por minha cintura e me puxa sutilmente para trás, encostando minhas costas em seu peito. Oh! Minha bunda repousa em seu membro. E digamos que o próprio está bem acordado!— Feche os olhos. – diz Steve ao pé de meu ouvido, passeando com os dedos por meu peito e barriga.— Por quê? – encosto a cabeça em seu ombro.— Apenas obedeça.As mãos de Steve deslizam por todo o meu corpo. Sinto uma textura parecida com gel ser aplicado em meus braços e peito, mas ainda não abro os olhos. A textura gelada começa a ser espalhada por meu corpo. O cheiro de ervas e amora invade minhas narinas. Sabonete! Steve espalha o sabonete por meus braços, axilas, seios, barriga, pernas, partes íntimas. Um verdadeiro e intenso banho, como se estivesse tirando todas as impurezas da noite anterior.
O passar do sabonete cria espuma. Sorrio ao me sentir uma verdadeira criança brincando na banheira. A diferença? Bum! Eu a noto assim que abro os olhos sob a ordem de Steve.— Prontinho. – sussurra perto de meu ouvido. — Está limpa, Srta. Romanoff.— Okay. – murmuro. — Agora eu posso... posso fazer o mesmo com você?— Não! – viro o rosto e o encaro com uma expressão nada satisfatória, que só piora ao vê-lo rir.— Do que está rindo?— De você. – responde sem hesitar. — Fica ainda mais linda quando está brava. – explica ao pegar meu braço. — E isso só aumenta meu tesão, Srta. Romanoff. – sussurra com a voz rouca antes de beijar meu pescoço.— Ér... mas eu... eu não entendo por que eu...— Você está dolorida, Natasha. – inicia com um suspiro. — E essas suas lindas e delicadas mãozinhas esfregando meu peito, braços, pernas e outras partes não irão prestar. – sua observação me faz engolir seco e corar. — Não vou conseguir me segurar, vou precisar te foder. E posso acabar te machucando. Entendeu agora?Oh...!— Sim – respondo ainda um pouco conturbada. — Ér... sim. Sim, eu entendi. Ahn... bom... eu... e-eu... então.. o que eu faço?— Pegue o roupão e se vista. – ordena após dar uma audível e demorada risada. — Sairei logo.— Okay. – levanto e coro ao notar seu olhar estudar cada centímetro de meu corpo.Esfrego as solas por cima do tapete a fim de secá-las. Ao terminar, ando até a pia e pego um dos roupões brancos, vestindo-o e amarrando a corda em minha cintura.Viro o rosto e olho para Steve mais uma vez, que sorri docemente ao pender a cabeça para o lado. Meu rosto enrubesce enquanto devolvo o gesto e saio do banheiro.Deus! Não estou mais em sua companhia e o fogo começa a deixar meu corpo. Fecho os olhos e inspiro o ar com força antes de soltá-lo lentamente. Respire, Natasha. Respire.Deus! Deus! Quem é esse homem e o que fez comigo? Qual feitiço aplicou em mim? Como? Por quê? O que eu faço? O que preciso fazer? Balanço a cabeça e fecho os olhos, tentando limpar meus profundos e problemáticos pensamentos. Está aí o motivo de minhas constantes neuras: penso demais!Passo as mãos pelos cabelos soltando meu coque e introduzindo os dedos entre os fios ruivos. Continuo a desembaraçar os nós com as mãos enquanto caminho até a cama e pego o sutiã. Retiro o roupão e visto a peça agilmente. Coro ao notar que não tenho calcinha para usar. Oh, que vergonha...! Mordo o lábio e visto minha camisa branca, calçando os sapatos em seguida.Ouço um clique e me viro lentamente. Steve anda até mim com uma única toalha enrolada em sua cintura, deixando à mostra os músculos perfeitamente trabalhados de seus braços, peito e ombros.— Chuva? – sua pergunta me desperta de meu rápido devaneio.— Sim. E forte. – olho para o céu mais uma vez através do vidro transparente da janela, vendo a neve cair em abundância. — Como irei para casa?— Vai para casa?Sem pensar, viro o rosto e encaro o de Steve. Seus olhos estão cerrados assim como os punhos. Oh, ele está com raiva. Mas o que eu fiz agora? Não disse nada de mais! Eu realmente tenho de ir para casa!— Sim. Preciso resolver umas coisas. Tenho que ir, Steve.— Tem? – ele respira fundo ao me fitar atentamente. — Ou quer?— Steve, para! Eu tenho que ir para casa. – ergo as sobrancelhas e respiro fundo assim como ele. — E sim! Eu quero. – cruzo os braços e saio de perto da janela.— Natasha...— Você é tão... tão autoritário! Sabe, eu entendo que goste de ser assim e que tenha todo um propósito nisso, mas eu realmente não consigo entender o porquê. Eu... eu não sou nada sua, ér... ao menos, não ainda. E eu realmente tenho e quero ir para casa!— Natasha! – Steve aumenta a voz e chama minha atenção. — Não estou dizendo que está presa aqui! É óbvio que pode ir!— Eu sei que posso. – afirmo indignada com seu controle. — Não. Não me responda. – ele caminha até mim e pega minha mão. — Não discuta comigo. — E por que não? Eu ainda não assinei nada. Ainda tenho meu direito de livre arbítrio!— Natasha! Por favor!— Se não quer que eu discuta com você, então não diga essas coisas. É abusivo!— Como eu te expliquei ontem, eu sou Dominador.— E...?— Se discutir comigo, isso me fará ter vontade de agir como um.— Como assim?— Eu sentirei a necessidade de te castigar. Mas, como acabou de dizer, você não é minha. Não vou poder... não... isso acaba comigo!— Eu não quero te testar ou... ou te provocar. Apenas preciso ir para casa. E sim, eu também quero. A casa é minha, afinal! Mas, por favor, não pense que... que quero discutir com você, porque isso é a última coisa que quero no mundo, Steve. E não por medo de seus castigos e gritos. – minha declaração o faz sorrir. — Mas por medo de não poder fazer mais isso. – aponto para seu rosto. — Fazê-lo sorrir, poder beijá-lo, abraçá-lo.Steve apenas sorri e assente assim como eu. Seu rosto se aproxima do meu e Steve beija meus lábios em um gesto profundo e demorado.— Vamos. – ele interrompe o beijo. — Vou te levar para casa.— Vai?— Sim.— Hmmm...— O que foi, Natasha? – Steve cerra os olhos para minha.— Es-estou sem... sem calcinha. – meu rosto explode em infinitos tons de vermelho.— Não se preocupe. – ele sorri maliciosamente. — Melhor para mim. – murmura perto de meu ouvido.Oh... como assim?— O quê? – indago sem entender.— Que foi? – Steve puxa a toalha de sua cintura.— Ér.. eu... e-eu... não entendi o que... o que quis dizer. – desvio o olhar de seu membro para o chão. Meu rosto está num verdadeiro incêndio.— Bom, eu preciso cuidar dessas suas pernas.— Como assim? – pergunto e Steve enruga seu cenho. — Ér.. digo, eu... eu pensei que... que o banho teria sido...— Não, Natasha. – ele veste uma cueca. — O banho foi apenas uma etapa, mas o que irei fazer vai ser melhor.— Ah. – assinto mesmo que ainda sem entender.— Vem cá. – Steve me puxa pela mão ao se sentar na cama. Mais uma vez, eu me deito sobre suas pernas enquanto ele acaricia minhas coxas.— Steve, o que você...— Calma. – ele levanta minha camisa até os ombros. — Hmmm... está tão cheirosa, Srta. Romanoff. – a ponta de seu nariz passa pela pele alva de minhas costas.— Steve, para. – sinto cócegas com seus beijos. — Steve! – quanto mais tento fugir, mais ele me aperta. Continuo em meu momento de lazer e felicidade rindo como uma criança até sentir algo que me fez corar.Steve deposita um beijo em minha nádega direita. Mais flashes da noite anterior são repassados.— O que está fazen...— Beijando você. – ele desfere beijos cada vez mais intensos e estalados ao descer para as coxas.Uh... isso doeu! Ai!— Ai! Você me mordeu!— Desculpe. – murmura ainda beijando minha bunda. Isso é tão... esquisito! — Não resisti, Srta. Romanoff.— Okay, Sr. Rogers. – decido entrar em seu jogo e, de certa forma, sei que também está surpreso com minha atitude.— Você é tão macia... – aperta minha cintura com suas grandes e fortes mãos. — Você é linda, Srta. Romanoff!— Obrigada, Sr. Rogers. – meus olhos se fecham e eu sorrio timidamente ainda sentindo seus beijos. — Ér... pretende fazer isso até quando? – ele morde novamente. — Ai!— Tenha só mais um pouco de paciência. – algo parecido com um óleo é despejado na parte de trás de minhas coxas, local onde ele estapeou.As mãos grandes e fortes de Steve massageiam a pele de minhas pernas e nádegas espalhando o óleo. O aroma de frutas frescas invade minhas narinas e eu me delicio com a sensação.— Isso é para aliviar a ardência. – Steve explica. — Acho que já está bom. – ele me ajuda a levantar — Aliviou?— Um pouco. – sorrio ao olhar seus olhos. — Obrigada, Sr. Rogers.— De nada, Srta. Romanoff. – ele me beija ao ficar de pé também. — Vou vestir uma roupa e te levar em casa. Quer comer alguma coisa antes?— Não. – digo ainda sorrindo. — Não, não, obrigada. — Certeza?— Sim.— Quer fazer alguma coisa?— Hmmm... não.— Vai fazer alguma coisa hoje?— Não sei. Acho que sim.— Tipo...?— Passear com o meu carro. – Steve franze a testa, mas eu continuo. — Sinto falta de...— Nada disso!— Por que não?— É velho e perigoso. – ele me corta firmemente. — Precisa de um novo.— Um novo? – rio em descrença. — Ficou doido? Não tenho condições de comprar! Já estou cheia de dívidas!— Como assim? – Steve me encara de modo atento.— Ér... hmm... empréstimos estudantis. – revelo timidamente.— Precisa de ajuda?— Não! – minha voz sai alta e desesperada. — Não, Steve! Não! Jamais deixaria que fizesse isso por mim!— Natasha...— Não! – volto a teimar. — E não precisa se preocupar com nada. Meus pais já estão cuidando disso. E eu já estou bastante desconfortável por depender deles. Imagina se fosse com você!— Tudo bem. – ele ergue as mãos em rendição. — Mas não seria incômodo algum para mim. E nem teria motivos para você se sentir humilhada. Não é vergonha alguma pedir ajuda quando necessário.— Eu sei. – cruzo os braços um pouco mais calma. — E eu agradeço a gentileza, mas não precisa. E eu estou bem também com meu fusca. Eu curto os clássicos! – bato a perna contra a dele para brincar, mas Steve continua sério.— Natasha...— Você não vai me dar um carro novo!— Veremos. – ele cerra os olhos e sussurra em meu ouvido.— Como é?— Vou me vestir. Está ficando tarde. Sente-se, Srta. Romanoff. – Steve aponta para a cama. — Vou pegar uma cueca para você.▪️▪️▪️Toda a viagem para casa é confortável e calma. Steve e eu trocamos algumas palavras junto de olhares, sorrisos e beijos quando parados no semáforo.Ao virar mais uma esquina, noto que chegamos à rua onde moro. Droga... tinha de ser tão rápido?— Chegamos. – Steve para o carro e puxa o freio de mão.— É, eu sei. – murmuro a contragosto ao soltar o cinto de segurança.— Algum problema? – ele me estuda com atenção.— Não. – digo frustrada. — Só estou um pouco cansada.— O que fará mais tarde, sem ser andar com seu carro? – Steve sorri interessado.— Não sei. – respondo também sorrindo. — Acho que talvez alguma saída com Rebby e Miguel. – Steve emburra o rosto e tranca seu maxilar. — Talvez ajeitar as últimas coisas para a mudança. Por quê?— Eu tenho uma outra ideia.— Uma outra ideia? – repito rindo junto com ele. — Qual?— Leia e estude o contrato.— O contrato?— Por favor. – ele pega minha mão e beija todos os meus dedos. — Quero muito que aceite, Natasha. Pense.— Eu vou pensar. – afirmo com convicção em minhas palavras e vontade. — Eu prometo que irei ler e estudar. Prometo mesmo.— Okay. Espero sua resposta por mensagem. Você tem meu número, então pode falar comigo pelo Whats App. – Steve sorri ao notar que eu rio de sua fala. — É, meu irmão me convenceu de criar. Ah! Também tem meu e-mail. Enfim, você escolhe.— Ahn... okay, acho melhor o e-mail.— Por quê?— Meu celular está muito antigo e travando. Sem espaço para mais nada. – balanço a cabeça em descrença. — O e-mail é melhor.— Sem problema! Podemos nos falar por e-mail. E você me manda uma mensagem por Whats App depois.— Depois? – eu rio confusa. — Mas eu já disse que não tenho...— Apenas isso. – ele beija minha mão mais uma vez antes de soltá-la. — Está livre, Srta. Romanoff. – Steve aproxima o rosto do meu enquanto me puxa para um intenso beijo. — Por enquanto. – diz após separar nossos lábios.
Notas finais
É, neste capítulo, Nat já teve uma pequena amostra do mundo de Steve. E ela pareceu gostar... ( ͡° ͜ʖ ͡°)
E vocês? Gostaram? ( ͡° ͜ʖ ͡°)
Aviso: Então, gente, para quem lê a fic EVANSSON, não sei quando sairá o próximo capítulo. Eu tinha um foco para a fic, mas vou ter que mudar, então... isso vai mexer um pouquinho na história. Vou fazer o máximo para não demorar ainda mais, mas... sinceramente, não sei quando sai o próximo. Sorry :/
Pergunta 1: Gente, acalmem os corações. É uma pergunta simples, e eu não prometo nada, okay? Então... caso a fic tivesse uma 2ª temporada, vocês leriam?
Pergunta 2: Algum de vocês, costuma ler fics originais? Estou com uma ideia de história em mente, e gostaria de saber se... já teria alguns leitores garantidos :3
Era isso, amores. Please, acompanhem, favoritem, recomendem e comentem :3
Beijocas!
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