I Need Your Love.
31 Yo soy la princesa.
Notas iniciais
Povs Sophie.
Aceitar o divórcio de meus pais foi até fácil. O ruim foi na hora da partilha de bens, minha mãe como não é idiota explicou logo para vovô Zeus sobre o motivo que meu pai iria se divorciar dela. Esse motivo tem nome e sobrenome, e atende por Annabeth Chase.
Reuniões eram marcadas para dividir tudo desde ações na Jackson’s Global até hectares de uma fazenda na Toscana.
Eu estava deliciando um saboroso café da manhã sozinha enquanto eu ouvia gritos e xingamentos vindo do escritório do meu pai. Meu suco de laranja feito na hora deixava minha boca cítrica que parecia arder um pouco quando eu misturava o pão francês com presunto e queijo. Havia tanta comida naquele mesa que talvez pudesse tirar toda a população dos Bronx da miséria, mas se meu pai que é o governador não se importa quem sou eu?
Enquanto eu mastigava calmamente meu pão francês ouvi uma Annabeth furiosa sair do escritório batendo os pés firmes no chão. As bochechas estavam vermelhas e com a mão direita mexia o cabelo. Ela me encarou e esboçou um sorriso, e eu mandei um de volta.
–Oi, querida. Tudo bem?
Sorri novamente e disse que sim. Não ousei perguntar se estava tudo bem com ela já que sua cara respondia minha pergunta não feita.
–Sabia que eu sou neta de Zeus? E sabe do que ele está me chamando? –Neguei com a cabeça enquanto ela se sentava no sofá cruzando as pernas. –De vadia. Sabe o quão horrível é ver seus avós te chamando de vadia?
–Não, mas de louca serve? –Perguntei referindo-se a minha fase depressiva e agressiva. –Se você é neta de meus avos isso te torna o que? Minha prima.
–Sim. Os Olympus são uma família complicada. –Ela falou e eu fui até o sofá me sentando ao seu lado. –Durante muito anos, irmãos se casavam para manter o sangue puro. Dizem que somos descendentes dos primeiros gregos, dos primeiros deuses e é por isso que quase sempre sentimos atração por algum familiar. –Ela explicou enquanto esfregava as têmporas, ela era aquele tipo de mulher que gostava de saber de tudo, mas também de explicar. –Como Zeus e Hera, irmãos de criação. Hades e Persefone, tio e sobrinha. Aphodite e Hefesto, tia e sobrinho. Entende? Como eu sou filha de Athena que é irmã de sua mãe isso te torna minha prima.
–Então... Você é sobrinha do meu pai?
–Sim. Percy é meu tio. É confuso, eu sei.
Ouvi passos vindo até aqui e vi meu pai vindo. Usava roupas formais. E os cabelos bagunçadas. Quando ele me viu, sorriu.
–Bom dia, princesa. –Ele falou me abraçando e beijando meu rosto. –Seus avos estão lá no escritório, caso não tenha escutado os gritos. –Ele falou ironicamente. Dei de ombros. –Annabeth você se irrita muito fácil, deuses!
–O problema não é se irritar ou não. Ou eles me chamarem de vadia ou não. Mas, a partir do momento que eles duvidam da minha capacidade profissional eu me estresso. Eu trabalho a mais de dezoito anos com advocacia. Esse não vai ser o primeiro e nem o ultimo divorcio que eu vou trabalhar, mas eles me tratam como se eu fosse um nada, uma estagiaria. Toda vez que eu proponho algo, eles não querem. Dizem que eu estou te favorecendo, que eu sou uma vadia, que eu destruo os casamentos alheios, que eu não sou um nada.
Dei de ombros me levantando e indo até a mesa.
–Eu sou Annabeth Chase, e não existe nenhum advogado vivo melhor que eu.
Quanto convencimento para uma pessoa só, essa aí é minha futura madrasta?
–Eles estão com raiva, só isso. Querem ações na Jackson Global e eu não vou dá mais do que 7%.
Ela voltou a posição em que estava, mas agora suas costas apoiavam-se no sofá. Pegou um ultrabook na bolsa e o abriu. Enquanto eu continuava comendo um delicioso iogurte de chocolate, ouvia meu pai falar baixinho algo perto de Annabeth o que a fazia soltar um sorriso de uma vez ou outra ou batia de leve nos ombros dele.
–Annabeth onde está Jonathan tentei falar com ele e não consegui.
–Dormindo, dizendo ele que ainda não se acostumei com o horário.
–Certeza? –Perguntei sorrindo. E ela deu de ombros.
–Absoluta.
–Acho que eu vou dá uma passadinha lá.
–Faz assim, leve essa chave reserva. O quarto dele é no terceiro andar do meu apartamento, então é impossível dele ouvir a campainha.
Ele esticou a mão com as chaves e eu pude ver uma pequenina tatuagem no pulso. JC. A letra era caprichada e bem no centro em cima da veia. Era Jonathan Christopher.
–Jonathan Christopher? –Perguntei passando o dedo pelas letras.
–Eu nunca tinha visto. –Falou meu pai tomando o braço dela para si.
–Sério? –Ela perguntou. –Fiz há uns oito anos atrás quando fiz aquela viagem.
Meu pai fechou a cara e Annabeth gargalhou baixinho. Fechei a chave em meus punhos sentindo o metal gelado.
–Que tal voltar? –Meu pai perguntou a ela.
–Fazer o que sou paga pra isso. –Ela respondeu. –Não se preocupe comigo Sophie só vou voltar para casa à noite e Roza vai estar lá. –Ela sorriu maliciosa. –Ah, uma última coisa. Percy, venha cá. –Ela puxou ele que ficou ao seu lado. Apesar de usar saltos enormes Annabeth ainda era baixa bem mais baixa que meu pai, e um pouco mais baixa que eu. –Daqui a alguns dias eu e Jonathan iremos para a Califórnia passar uns dias lá na minha casa. Fazemos isso todos os anos e seria bem legal se vocês pudessem ir. Estão convidados.
Quando cheguei ao apartamento de Annabeth, peguei rapidamente o elevador até o andar de Jonathan. O chão era de madeira lustroso e as paredes brancas com detalhes pretos, e todos os enfeites coloridos. Aproximei de uma porta, estava entreaberta e me senti tentada a olhar. Abri a porta e havia um escritório enorme ali. Maior que o de meu pai. As paredes eram cobertas de vários exemplares de livros e atrás de uma enorme mesa de madeira havia uma janela gigantesca mostrando quase toda Manhattan. Havia um prateleira com dezenas de troféus de advocacia e eu sorri ao ver o nome Annabeth Chase em todos. Voltei para a mesinha e havia várias fotos de Annabeth e Jonathan juntos. Ou só dela. Olhei para cada um dos portas retratos. A maioria das fotos era de Annabeth em diferentes cidades: Paris, Roma, Grécia. Los Angeles, Rio de Janeiro, Moscou... Havia também uma foto dela quando pequena e eu pude perceber que ela havia mantido os mesmos traços. Olhos cinza, boca carnuda, cabelos loiros. Ao seu lado havia um garotinho de cabelos negros todo despenteados, magricela e olhos verdes. Era meu pai.
Então, havia uma foto escondida de trás de uma enorme papelada, não estava em um porta retrato, mas solta em meios aos papeis. Peguei e olhei. Sorri ao saber o quão familiar era essa foto, lembro que minha mãe tinha uma e meu pai também. A paisagem da fotografia era uma praia. Havia cinco pessoas. Annabeth e meu pai, ela ficava entre as pernas dele com um violão na mão, sorrindo para a câmera. Havia minha mãe com um cara loiro, estava na mesma posição que Annie, entre as pernas dele, como não havia um violão com eles, o garoto estavam com os braços envolto do pescoço da minha mãe, ela sorria largamente. O garoto loiro era familiar, mas eu não reconhecia. E havia tio Nico ali só, como se fosse a vela do grupo segurando uma garrafa de vodka e sorrindo.
–Seu pai não te ensinou que é feio mexer nas coisas alheias? –Me assustei quando uma voz rouca falou isso no meu ouvindo em um sussurro.
–Ah, Jonathan. Você quase me matou de susto. Estava vendo essa foto.
Ele olhou para a foto em que estava em minhas mãos e seus braços passaram pela minha cintura me abraçando.
–Annabeth, Percy, Nico, Thalia, Luke. Essa é a ordem. –Ele falou.
Aquele era Luke Castellan? O pai de Jonathan agarrado com minha mãe? Eles namoravam?
Minha expressão deve ter sido uma careta já que ele riu.
–Foi um troca troca. Por algum motivo, minha mãe que namorava com seu pai foi embora para a Inglaterra e Luke, meu pai, dizendo que a amava foi atrás dela, deixando sua mãe. Ou Seja, conclui-se que seus pais se pegaram e ficaram juntos. E Nico, esse continuou só.
Olhei com os olhos arregalados.
–Antes eles eram melhores amigos, entende? Agora seu pai não suporta o meu e sua mãe odeia a minha. –Falou ele colocando a foto aonde eu havia pegado.
–Mas, em compensação meu pai ama a sua mãe, e se o acaso não me engana o sentimento é reciproco. Quando descobriu isso? –Falei me referindo a adolescência de nossos pais.
–Férias passadas depois de irmos para California fomos ao Caribe, e minha mãe ficou bêbada e eu perguntei, e ela me respondeu claramente.
Gargalhei.
–Agora, senhorita Jackson qual é a honra da sua visita? Por que eu sou um homem apenas de cueca pela minha casa, e normalmente não costumo receber visitas com essas vestes.
Eu juro que não tinha nenhuma malicia em ir ali, só queria conversar. Mas, quando eu olhei para o corpo dele. Ele estava apenas de cueca box branca. Não há nada mais excitante que box branca. Encarei o corpo dele por alguns segundos. Os músculos eram definidos, mas nada exagerado. O peitoral era completamente excitante, parecia ser desenhado a mãos por Deus. E no fim do estomago havia uma fina linha de pelos que levavam até o caminho do Paraiso que estava guardado pela fina camada de tecido.
Minha boca se abriu e minha língua tocou o céu da minha boca junto com uns olhos arregalados. Apesar de já termos transados não dava para apreciar tão bem.
–Por favor, Sophie... Tem baba escorrendo da sua boca.
Rolei os olhos e ele riu. Seu dedo contornou toda a minha boca enquanto sua outra mão puxava meu corpo para si. Ofeguei com o choque corporal e sorri.
–Você já quer me seduzir? –Falei baixinho enquanto sua boca era esfregada em meus lábios.
–Esse é o problema, Sophie. Você já está seduzida.
Como um passe de mágica minha boca já estava beijando os lábios dele. Era tão bom sentir a boca quente dele em contato com a minha, suas mãos grandes e fortes apertaram minha bunda me fazendo suspirar e gemer baixinho.
–Vamos para o quarto? –Sussurrou enquanto chupava meu pescoço.
–Pensei que não ia me convidar.
O corpo dele passou para trás do meu enchendo meu pescoço de beijos e abraços enquanto me guiava até o quarto. Era uma porta depois do escritório de Annie, a porta preta foi aberta e ele me empurrou para dentro. Ele se encostou na pequena mesinha que havia ali e me colocou na frente dele, enquanto nos beijávamos senti a mão dele tirar meu short, deixando-me só de fio dental. Ele puxou o elástico e depois soltou de uma vez fazendo-o estralar na minha pele. Desci minha boca para o peitoral dele dando beijos e pequenos chupões. Minha blusa foi puxada por entre meus braços enquanto ele observava meus seios, e tirou o sutiã. Seus dedos massageavam de leve meus seios até que ele se abaixou e sua boca deu lugar a seus seios. Aquilo era lento e bom.
A língua dele percorria toda a formação do meus seio e então ele começou a chupar no mamilo, o que me fazia gemer prazerosamente. Os mesmos gesto foram repetidos nos dois seios. Então, minha mão entrou dele da boxa dele sentindo o membro pulsar por entre meus dedos, sorri com malicia. Minha intimidade estava encharcada, mas hoje eu iria fazer aquilo vagarosamente aproveitar cada pedacinho dele.
Enquanto eu acariciava o membro dele, as mãos dele apalpavam minha bunda e dando leves tapas. Meus seios encostavam no dele e eu ria com a excitação.
–Por quanto tempo essa tortura irá continuar? –Ele sussurrou passando o dedo indicador em minha vulva. Rebolei no dedo dele, e olhei em volta procurando a cama que estava no meio do quarto. Me soltei dele e fui até lá, arranquei o edredom jogando em algum pedaço do chão e me espalhando nos lençóis escuros. Ele veio até mim sorrindo jogando o peso do seu corpo em cima de mim, me fazendo gemer. Minha boca e a dele colaram e começaram um beijo tão saliente e apaixonado que eu senti minhas pernas cederem. Sentia o membro dele se enrijecer ainda mais entre meu sexo, as mãos dele percorria as curvas de meu corpo. Então, ele se sentou na cama e eu continuei deitada, senti a minha calcinha descer pelas minhas pernas.
–Vou beijar cada pedacinho seu... –Ele sussurrou e eu sorri. Seus beijos começaram em meu tornozelo e foi subindo em minhas coxas, quando chegou perto de minha intimidade sentia mordidas e chupões, o que fazia meu corpo pular na cama. Ele depositou um beijo saliente em meu sexo e eu vi estrelas, a língua dele girava meu clitóris e os lábios menores.
Ah, deuses. Sexo é tão bom...
Os dedos deles entraram dentro de mim dois de uma única vez, rodando dentro de mim me fazendo gemer loucamente. Um terceiro dedo foi colocado dentro de mim, então ele os curvou, e meus quadris se inclinaram. Aquilo era tão bom, tão gostoso e prazeroso.
–Quando você for gozar... Me avise. –Ele mandou e eu assenti enquanto rebolava em seus dedos. As estocadas dos dedos estavam firmes e então eu sentia os esparmos vindo em meu corpo.
–Jon... Oh. –Não pude completar a frase pois a língua dele começou a lamber toda minha vulva, e quando passava pela minha entrada estocava. Meu orgasmo veio como correntes elétricas e senti a língua de Jonathan ’’limpar’’ tudo.
–Gostosa. –Ele sussurrou lambendo os lábios.
Passei por cima dele, e minhas unhas arranharam todo o peitoral dele. Aquilo era um crime contra a humanidade. Passei meus dedos pela fina linha de pelos e tirei a box dele com os dedos. O membro dele saltou.
Totalmente completamente disposto a mim.
Minha língua percorreu toda a base do pênis dele enquanto minhas mãos massageavam o testículos dele, o som que saia da boca dele me fazia gemer, subiu até a glande dele onde dei um leve chupão.
–Deuses... So. –As mãos dele estavam fechadas em punhos e o rosto para trás rígido. –Eu vou...
Antes que ele pudesse terminar a frase, me sentei em cima do membro dele sem nenhum aviso prévio. Sentindo o pênis dele me completar, rebolei um pouco enquanto ele tentava se levantar, mas então tive uma ideia.
Levei meus braços até os ombros dele, impedindo-o de se levantar. Mexia meus quadris, subindo e descendo em seu membro, gemendo bainho. Enquanto sentia o corpo de Jonathan estremecer. Ele queria fazer mais, mas eu estava no controle.
–Relaxe e goze... –Provoquei ele. –A vida é bela e eu sou maravilhosa.
Então por um descuido meu, ele trocou as posições. Agora Era as suas mãos que seguravam meu braço impedindo-me de me mover, as estocadas estavam fortes e brutas, fazendo-me gemer relativamente alto. A boca dele passou para meu pescoço enchendo-o de chupões fortes. Então, eu gozei.
Mas, ele não. Meus gemidos com o dele continuaram e as minhas pernas se abriram ainda mais para ele. Sentia minha intimidade pulsar e rebolar mais e mais para ele.
Eu não sei como Jonathan estava se aguentando porque eu já tinha gozado três vezes com alguns gemidos ou melhor gritos antes de chegamos ao clímax. E ele cair ao meu lado.
–Minha mãe falou com você sobre a viagem para California?
Eu realmente queria responder, mas minha respiração era tão sofrida... Assenti.
–Você já decidiu? –Ele perguntou se aproximando de mim.
–Acho que vou. –Respondi olhando para o teto branco. –Mas, ainda continuo sem fazer anal.
Ele me olhou com desdém.
–Continuo achando que você é muito preconceituosa com o anal. É uma coisa maravilhosa. Agora, vem cá, minha princesa.
–Princesa é? –Fui para cima dele e encostei nossos lábios. –Se você me largar durante esse ano, eu vou mandar meu pai quebrar a sua cara. –Falei rindo, mas querendo que Jonathan estivesse sempre ao meu lado.
–Tudo bem, filhinha do papai. Eu nunca vou deixar você. Tudo bem? –Ele aprofundou o beijo e passou as mãos por minha cintura.
O resto do dia se resumiu em sussurros baixinhos, promessas que provavelmente seria, esquecidas, dezenas de sorrisos apaixonados, suor, vários orgasmos e talvez quem sabe... Uma nova chance para um amor.
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