I Need Your Love.
27 Senhora Olympus Chase.
Notas iniciais
POV'S Jonathan Castellan.
Quando os primeiros raios solares invadiram o quarto obrigando-me a forçar meus olhos à abrir. Resmunguei algo sobre nunca me lembrar de fechar as cortinas. Mas, logo isso saiu da minha mente quando olhei para a garota a meu lado, enrolada naqueles lençóis negros da minha cama. A cabeça dela estava apoiada em meu peito e ela ressonava baixinho ao meu lado. Os cabelos negros e grandes estavam perdidos e espalhados pela cama enquanto o braço direito dela apertava meu peitoral.
Passei minhas mãos pelos meus cabelos bagunçando-os. Beijei a cabeça dela e vi um pequeno sorriso surgir em seus lábios, antes mesmo de abrir os olhos, ela apertou ainda mais seu braço em meu peito. Olhou ao redor, e pareceu pensar aonde estava, os olhos dela se arregalaram, sorri com a reação dela. E ela fez cara de entendimento. Pegou o celular que estava no canto superior da cabeceira da cama e viu algo. Seus olhos se arregalaram ainda mais, pareciam que sairiam da órbita. Resmungou algo e voltou-se para mim.
–Já são sete horas... -Ela pareceu pensar algo, já que apertou seus lábios em um bico rosado, e os olhos se apertaram. -Estou quatro horas atrasada. -Ela sorriu e levou sua boca até meus ombros, dando pequenos selinhos ali. Ela subiu em cima de mim, e me encarou com aqueles olhos felinos. Era tão verdes. Mas, não era aquele verde calmo e tranquilizante. Era elétrico, felino. Sexy.
Ela roçou meus lábios no dela, ela ainda estava nua, nada excitante -Espero que entenda o sarcasmo-, então, eu aprofundei os lábios dela no meu, intensificando o beijo. Nossas línguas batalhavam, em busca de espaço e reconhecimento da boca do outro. Minhas mãos automaticamente foram para a bunda dela, apertando com força, e ela gemeu na minha boca.
–Já quer mais? -Ela questionou, sua voz rouca e calma soou no meu ouvido. Não me lembro se a voz dela é assim, ou se efeito da ressaca.
–Não me nego os melhores prazeres da vida. -Falei mordendo o lábio superior dela. Ela rebolou levemente encima de mim, me fazendo suspirar com o atrito do sexo dela no meu. Olhei para o pescoço dela, havia pequenas manchas de mordidas, mas nenhuma de chupão.
Passei ela para baixo na cama, deixando o peso do meu corpo em meus cotovelos. Passei minha boca pelo rosto dela e dando uma mordida na boca dela, beijei seu queixo. E cheguei ao pescoço dela. Beijei lá com força e abri minha boca dando um chupão forte. O corpo dela que estava embaixo de mim, deu um salto em baixo do meu e ela deu um gemido.
–Sabia que você queria iria me marcar... -Ela sussurrou. As pernas dela passaram na minha cintura e com uma súbita força ela passou para cima de mim, comprovando minha teoria que Sophie Jackson era boa de cama, ela voltou a se sentar em cima de mim, e deu pequenos beijos em todo o meu peitoral definido.
–É uma pena que você não passe o ano aqui. E sim, la na Suíça...
Sorri torto, e me sentei, fazendo com que ela caisse na cama e suas pernas ficassem abertas. Foi para cima dela, e comecei a dá beijos na barriga lisinha e bronzeada dela.
–Esse ano, eu não vou voltar para o Internato.
Meus dedos passaram pela intimidade molhada e quente dela, fazendo-a gemer baixinho.
–Sério? -Ela sorriu maliciosa. -Posso ter ótimos planos para você, Jonathan Christopher... Mas, por agora. -Ela disse, gemendo quando eu beijei a intimidade dela. -Só me chupe, okay?
Assenti, e obedeci. Passei minha língua quente por toda a intimidade dela, sentindo os quadris dela se levantarem e abaixerem lentamente, acompanhando meus movimentos. Rodei minha língua em seus clitóris, e ela gemeu alto. Suguei o pequeno botão dela, e as mãos dela foram para meu cabelo, me forçando a fazer mais. A cabeça dela mexia incansavelmente a procura de algum conforto contra os choques de prazer, e eu ria. Estoquei a minha língua na entrada dela e ela urrou, enquanto meus dedos apertaram seu clitóris.
–Eu realmente não quero goz... -Ela não conseguiu completar a frase, já que esparmos de prazer indicaram que ela estava gozando, na minha boca. Tirei minha lingua da entrada dela e passei novamente por toda a vulva dela, a fazendo gemer incansavelmente, e eu adorar aquilo.
–Deliosa. -Sussurrei, me levantando.
–Eu sei. -Ela falou convencida. E eu ri. -Agora, venha. -Ela se aproximou de mim e jogou-me na cama. Piscou para mim, e sorriu. Sinceramente, eu não sei onde havia mais malícia, se era em seus olhos ou em seu sorriso. Talvez a pessoa. Sophie Jackson era a malícia em pessoa.
Só se lembrar que fazíamos juntos castelinhos de areia na casa do pai dela em Montauk...
Não pude continuar pensando, ja que a garota passou a língua pelo meu membro me fazendo gemer, da base até a glande a língua dela percorria. Então, ela abocanhou o máximo que conseguiu e começou a fazer o movimento de vai e vem.
Puta que pariu.
Com as mãos ela apertavam meus testículos, me fazendo revirar os olhas. Eu olhei para ela, e percebi que ela me encarava com aqueles olhos felinos, provalvemente adorando ver aquilo. O que ela estava proporcionando para mim. Quando eu percebi que ia gozar, ela também entendeu. Tirou meu membro da boca, e o apertou em seus seios. Como se eu estivesse fodendo eles. O movimento de vai e vem era o mesmo, e eu gemia. O orgasmo veio, e o que ela não engoliu do gozo , passou para o redor da boca dela, e em seus seios.
–Desculpe... -Rosnei baixinho. Ela sorriu para mim, e passou o dedo indicador onde estava sujo limpando e levando para a boca.
–Eu sou uma boa menina, Castellan. -Ela sussurrou. -Eu engulo tudo.
Gargalhei. Ela se levantou e foi até o banheiro, ouvi o chuveiro ser aberto. Olhei ao redor do quarto. Parecia que havia passado um furacão, sorri. E fui até o banheiro.
O box transparente estava cheios de pequenas fumaças por causa da agua quente, fui até ele. A água passava por todo o corpo dela, e os cabelos caiam até a cintura. Ela olhou para mim, e sorriu.
–Só uma coisa, Castellan. -Entrei no box junto com ela. -Eu não faço anal...
"Por enquanto." Pensei encarando a bunda dela.
***
Quando eu desci para tomar café com Sophie ao meu lado, so havia umas sete pessoas ali. Minha mãe, tia Clarisse, Steven, Crystal, Margareth, Patrick e o filho de tia Clarisse, Josh, que se lambuzava com o suco e as torradas.
–Bom dia. -Falei.
Quando Sophie viu minha mãe, deu um sorriso e corou. O que eu achei estranho, e fofo.
–Eu ja vou indo... -Ela sussurrou.
–Sophie, não precisa. Tome café conosco. -Falou minha mãe. -Apesar de seu ter me ligado hoje de madrugada e neste instante, eu falei algo sobre você ter dormindo junto com Crys e Jace na casa da piscina. -Falou minha mãe mordendo uma torrada. Ela aparentava cansaço e bolsas roxas estavam embaixo de seus olhos.
–O que claramente não aconteceu...-Falou Steven. Minha mae sorriu, e eu bati na cabeça dele.
–Babaca.
–Sophie, querida. -Falou minha mãe. -A Goode ainda tem vagas para o próximo ano, não é?
–Sempre tem. É muito caro, então nem todos podem pagar. Ouvir dizer, que pro último ano até agora só teve oitenta matrículas.
–Se Jonathan não encher muito meu saco nas férias, provalvemente ele ira para lá...
Sophie me encarou sorrindo.
–Provalvente. -Falou tia Clarisse. -Annabeth este teu filho, nem fala mais comigo.
Eu a abracei, sabia que ela odiava abraços.
–E aí, Josh? Já tá pegando muitas gatinhas? -Falei com o filho de Clarisse. Ele tinha três anos.
–Babaca. -Ele falou.
–Tão manso como a mãe. -Completei.
Me servi de café, torradas com geléia. Enquanto, Sophie tomava suco de laranja.
–Jonathan... Eu e o pessoal vamos embora daqui a pouco. -Falou Crys. -Mas, eu volto daqui a uma semana ou mais.
–Levo vocês ao aeroporto... -Me ofereci.
–Pra você chorar como uma marica? Poupe Cris. -Falou Steven.
A sala foi invadida pela empregada se aproximando de minha mãe.
–A sua mala é pra quantos dias, senhora? -Ela sussurrou.
–Todos, arrume minhas roupas todas, coloque nas malas. Tire qualquer objeto meu desta casa. Os quadros da sala, perfumes, vasos, livros, documentos.. Tudo. -Minha mãe falou.
–Por que, mãe? -Perguntei.
–Ja terminou? -Eu assenti. -Vamos a meu escritório. Sô, seu pai esta vindo pegar uns papéis e pediu para você esperar ele.
–Vou esperar na sala. -Ela falou.
Acompanhei mimha mãe, até o final da escada no terceiro andar. O escritório dela era último cômodo da casa. Entramos nele e eu pude entender o porquê. A vista era linda. Podia se ver a área da piscina e toda a cidade. Mas, não se ouvia um barulho. Nada de vozes, gritos, barulhos da cidade.
A sala era enorme e a parede rodeada de livros. Ela sentou se na borda da mesa de madeira negra. E se serviu de Whisky.
–Eu queria que se pai estivesse aqui. Mas... -Ela pareceu pensar por um instante e os dedos pequenos tamborilavam na cadeira. -Seu pai tinha dando entrada nos papéis do divórcio à uma semana sem me consultar, eu não sabia disso. Soube ontem, quando fomos ao hotel...-E aparentemente pela primeira vez na minha vida, Annabeth não sabia explicar algo. -Jonathan, existe uma outra mulher na vida de seu pai, Megan Rolen. Cirurgiã atendende em um dos hospitais de seu pai. -Ela pareceu pensar um pouco mais, e respirar. Não ousei interrompê-la. Ela bebeu um gole do Whisky. -Ela está grávida dele. De três meses, e... Seu pai quer viver com essa nova família dele, então... Decidi abrir mão desse casamento fodido como voce chamou outro dia. Ele a ama, Jonathan. Ela o ama. Eu não vou me meter no amor de ninguém. Ele levou os papéis para o advogado dele e provavelmente já está tudo ok.
–E você? E a sua felicidade não conta mãe? -Questionei, sempre soube que o casamento de meus pais era só dinheiro e sexo. Mas, agora acabou. Acabou.
–Pode ter certeza, querido. Minha felicidade não é ao lado de seu pai. -Ela falou dando ultimo gole na bebida.
–Tudo bem.
–Você tem que decidir com quem quer morar? Eu irei para uma cobertura no centro... Três andares, caso queira saber. Com piscina e tudo. -Eu ri. -Ou pode ficar com seu pai. Na mansão.
–Essa Megan vem?
–Provavelmente. Mas, você deve dá uma chance a ela.
–Se eu for morar com você posso receber visitinhas de Sophie?
–Pode. -Ela falou rindo.
–Será uma honra morar com você, senhora Chase.
Minha mãe estava aparentemente triste, mas não como uma mulher que foi traída e ainda por cima a amante está grávida. Era como se ela estivesse e esperando isso há um bom tempo. Mas, Annabeth Chase nunca se deixaria abater, eu sei disso.
Fui até ela e a abracei, ela apesar de estar com saltos continuava baixa, e era engraçado. Me lembro de uma vez na aula de administração quando estudamos os maiores empresários do mundo e foi genial ver minha mãe ali. A única mulher que havia sr tornado bilionária no ramo da advocacia, a dona da maior empresa judicial do mundo, e minha mãe.
Annabeth Olympus Chase, ex Castellan. Aparentemente, acho que minha mãe tem outros planos. Outros planos que tiveram ocultados, que não envolvia Luke. Porque quando ela me soltou, eu vi esperança nos olhos cinzas.
Como se ela esperasse que a felicidade viesse agora.
Sem Luke Castellan.
Ouvi batidas na porta, e ela disse um "entre", entrou um homem de roupas sociais, mas um empresário, supus. Então, me lembrei dos olhos dele, iguais ao de Sophie.
–Percy Jackson... -Falei.
–Jonathan... Espero realmente que você não tenha tocado em minha menininha. -Ele falou me encarando. E eu sorri.
–Precisamos conversar Percy. -Falou minha mãe. -Pode ir Jonathan.
E eu percebi que não faria parte daquela conversar, mas...
Mal sabia que minha vida estava para dá um giro de 360°.
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