I Need Your Love.
28 O pecado mora no 1290.
Notas iniciais
POV'S Percy.
Depois que Jonathan saiu. Annabeth sentou-se na beira da mesa do escritório e seus dedos se apoiaram nas coxas, ela usava uma roupa casual: blusa florida e short jeans e um salto.
–Às vezes, me pergunto por que você passa o dia de salto alto? -Me sentei na cadeira, ficando de frente para ela, encarei suas pernas por um instante até que a voz delicada e calma dela voltou minha atenção ao seu rosto.
–Eu sou baixinha, e pareço uma menininha no meio do pessoal.
Eu ri.
–Nunca achei seu tamanho algo ruim, na verdade, sempre gostei. Assim, pequenininha, cabe perfeitamente em meus braços. -Pisquei meu olho direito, e ela gargalhou. -Desculpe, não ter te atendido as três da manhã... -Falei lembrando-me da ligação dela na madrugada. . -Eu costumo descansar minha beleza esse horário.
Ela levou o olhar para um canto vago da biblioteca, os olhos estavam cansados. O que será que tinha acontecido?
–Eu precisava de alguém para conversar.
–É por isso, que pessoas se formam em psicologia, Annie. -Falei usando e abusando do sarcasmo.
–Você consegue fazer piadinhas de qualquer coisa não é? -Mandei um sorrisinho torto.
–Venha, vamos conversar. -Puxei a cadeira ao meu lado deixando de frente para mim. Ela sentou-se e tirou-os saltos, e colocou as pernas em meu colo e esfregou as têmporas.
–Luke pediu o divórcio, Perseu.
Meu coração parou por um instante, eu sabia que Annabeth estava aguentando aquele casamento com o Castellan há um bom tempo, mas que nenhum deles tinham coragem de pedir o divórcio. Mas, eu pensei que, agora que o filho dele voltou, eles tentariam dá uma chance.
Claro que eu não apoio isso.
Como diria Aphodite quando quando éramos adolescentes. Eu apoio Percabeth.
–Luke? Luke Castellan aquele mala que você chama de gente... Pediu o divórcio?
–O próprio. Lembra Megan Rolen Wilson? Atendente de ortopedia? -Balancei a cabeça, era também conhecida como amante do Luke. -Está gravida. Grávida dele. Grávida de Luke.
Crispei meu lábios de leve e gargalhei.
–Ele engravidou a amante? -Falei. E ela rolou os olhos.
–Cala a boca, Jackson. Deixa eu contar a história do começo. Fique calado.
Assenti.
–Quando o jantar acabou, eu e Luke iríamos para um hotel no centro, quando chegamos lá... no quarto de hotel, ela estava lá. Sentada na cama, com aquelas roupas de grávida, e a mão apoiada na barriga. Encarando-me. Eu me assustei quando vi aquela mulher lá, e ele passou por mim e sentou do lado dela, Perseu. Me deixou ali em pé abismada com aquela mulher e foi abraçar ela. -Ela tinha a voz nitida e clara, com uma indignação óbvia. -Eles explicaram que estavam juntos a um bom tempo, e que ela estava eaperando um bebê. Um filho, Perseu. E... Ele esticou os papéis do divórcio, já estava tudo pronto. E mandou eu assinar. E eu fiz, e falou. "Você está livre." Como assim livre? Eu nunca fui subordinada a ninguém, nunca esperei nada de ninguém, nem dele. Então, eu... Ele falou que queria a mansão. E perguntou, se eu poderia sair hoje antes do pôr do sol. E eu falei que tudo bem. Sair do quarto o mais rápido possível, e entrei no carro. Eu estava com tanta raiva, Percy. Tanto nojo daqueles dois. -As pernas firmes e torneadas delas apertaram meu colo. Ela estava com ciúmes? -Ela engravidou dele...
–O problema é a gravidez, não é? -Eu falei. -Você não consegue engravidar e viu que ela, uma mera e insignificante amante conseguiu... -Adivinhei, tendo a certeza que tinha acertado meu palpite quando ela abaixou o olhar. Eu me lembrava que ela queria ter tres filhos. Um cachorro, e uma cobra. E sorri com a lembrança. -Annie, venha. -Puxei os braços dela de leve, a trazendo para mim. Ela sentou-se no meu colo, e eu sorri quando sua cabeça foi depositada na curva de meu pescoço. -Existe tratamentos, Annie.
–Eu sei. -Ela disse baixinho. -Olha, eu sei que não há a menor possibilidade de eu voltar com Luke... Nem quero mais. Mas, eu quero você. Você me prometeu a felicidade, e eu não vou te cobrar... Eu sei que as eleições serão na próxima semana, e que falta pouco pro seu mandato acabar. Falta o que seis semanas? -Ela perguntou.
–Annie. -Puxei seu rosto.
–Eu preciso de algo certo, Percy. Não quero passar a vida toda te esperando sabendo que você nunca vai passar uma noite toda comigo. Ou dormir comigo. Eu não quero apenas transar com você. Eu quero você. Inteiro. Completo. De malas e pranchas de surf. Eu me livrei de Luke, posso muito bem cuidar de Jonathan. Mas, esperar você por mais um ou dez anos? Não dá... -Ela deu um sorriso lindo, mostrando os dentes brancos perfeitamente alinhados. -Eu preciso de você, Perseu Jackson. Eu quero morar em uma casa com você. Dormir todos os dias da semana com você. Sentir teu cheiro de maresia ao acordar. -Ela passou o nariz pela minha pele. -Sabe porque eu? Eu te amo, Percy.
Os lábios dela invadiram o meus sem nenhum aviso ou previsão, a língua dela afundou dentro da minha boca e eu correspondi. Ela se levantou um pouco deixando uma perna de cada lado do meu corpo. Então, ela se separou.
–Eu te amo tanto... E a única coisa que eu queria ontem quando sai do quarto era você. Saber que você estaria comigo. Que você ficaria comigo. -Eu beijei o pescoço dela.
–Aonde você foi?
–Casa de Clarisse. Quando eu contei que tinha assinado os papéis do divórcio, ela abriu um champanhe as três da manhã. — Elanriu e eu acompanhei.
– Sabe, Annie... -Eu destruí qualquer espaço que havia entre nós, colando ainda mais nossos corpos. -Eu também te amo. E eu quero te amar até o fim dos meus dias. -Um sorriso surgiu nos lábios dela, e sua mão foi para meu cabelo. -Eu quero que hoje mesmo você dê entrada nos papéis do divórcio. O meu e o de Thalia.
Ela afastou com um súbito, eu a encarei e ela estava surpresa. Alegria. Felicidade. Eu amava demais aquela mulher para deixar espacar ela por entre meus dedos mais uma vez. Eu amava Annabeth Chase, e precisava expressar isso. Me livrar de Thalia, dá a ela rios e rios de dinheiro para que ela me deixasse em paz com Annie.
–Está falando sério?
Assenti. A testa dela encostou na minha e eu puxei o rosto dela, trazendo de volta para meus lábios.
–Eu queria te colocar em cima dessa mesa e te foder até o pôr do sol. -Sussurrei.
–Mas, não pode. Tenho que arrumar minhas coisas e sair daqui. Ir para meu apartamento, arrumar as coisas e... Dá entrada no seu divórcio.
Esfreguei meus lábios no dela.
–Sobre filhos... -Comecei a conversa. E ela me interrompeu.
–Percy... Por favor. Você sabe tanto quanto eu que é uma chance em duzentas tentativas de engravidar.
–Podemos transar quatrocentas vezes e ter duas chances, pode fazer tratamentos ... Ou adotar, existe milhares de criança abandonadas e carentes. Precisando de uma mãe -Ela sorriu mais uma vez.
–Você adotaria?
–Uma, duas, sete, dez crianças pra ficar correndo pela casa e quebrando os móveis... Quantas você quiser. Eu te amo, Annabeth.
–Eu acho que... Se você for ao meu apartamento as seis, eu posso despachar Jonathan e... Quem sabe deixar, você poderia me amar.
–Amar... Ótima ideia. Agora, tenho que levar uma mocinha para casa.
*** *** ***
Quando a noite caiu, e o Sol se pôs. Mandei uma mensagem para Annabeth.
Está só? Posso ir?
Ela respondeu dizendo que sim. Fui até o endereço que ela havia passado para mim. Era no centro de Nova York, em um prédio. Deixei meu carro no estacionamento, aparentemente ela já havia liberado minha entrada e a permissão para estacionar.
O andar dela era o 11°. Entrei no elevador, as paredes da cor prata reluzia brilho e o espelho permitia ver meu adorável refelexo. Apertei o botão respectivo ao do andar de Annabeth, e voltei minha atenção ao espelho. A blusa social azul marinha e as calças sociais, me deixava com um ar mais sério e respeitoso. Qual é? Eu sou Governador de Nova York.
Já se podia notar os cabelos ralos em certo ponto, mas algo facilmente ignorado quando se olha meu rosto. Quando cheguei ao andar, fui em direção ao apartamento 1290. Era o único do andar. Toquei a campainha, e uma mulher negra de meia idade surgiu abrindo a porta.
–Deve ser o Senhor Jackson né?
–Em carne e osso. Beleza e gosto. -Sussurrei.
–Obrigada, Roza. -Falou Annabeth surgindo atrás de mim, ela estava linda. -Você pode ir, eu cuido do senhor Jackson.
–Tudo bem, menina Chase. Amanhã de manhã cedinho, eu volto. -Ela beijou o rosto de Annabeth e a loira sorriu. Me deu um olhar mal encarado e saiu.
–Quem é? -Perguntei.
–Roza. Era minha babá, e trabalhava para minha mãe na Inglaterra, como ela eata morando aqui, Roza veio.
–Tem uma babá agora? Menininha Chase?
–Cala a boca. -Ela me puxou para dentro do apartamento. Era lindo. Moderno, colorido. Mas, nada mais bonito que Annie de pijama. Que era tão curto que mostrava um pedaço da bunda.
–Belo pijama.
–Obrigada. Estava estudando.
Uma vez nerd. Sempre nerd.
–Onde está Jonathan? -Perguntei apertando ela por trás.
–Onde está Sophie? -Ela falou com sorrisinho no rosto. Rolei os olhos, mas preferia Jonathan do que o maldito do Daniel.
–Thalia não... -Ela colocou a mão na minha boca, interrompendo.
–Não fale dela agora, amanhã levarei os papéis. Se você ainda quiser, é claro.
–Eu quero.
–Ja que é assim... -Ela desabotoou a minha blusa com cuidado e a jogou fora, arranhando meu peitoral em seguida. -Venha.
Ela puxou meu corpo até um elevador, entrou dentro dele, me arrastando.
–Pra onde vamos?
–Pro meu quarto, ou você prefere subir três lances de escada.
Beijei ela atacando a boca dela com voracidade. Quando o elevador abriu no 13° andar, passamos por um corredor até um quarto. A porta cinza foi aberta pela mão de Annie e ela fez sinal de que eu deveria entrar. Ela tirou o pijama de uma vez, a deixando apenas de calcinha, com seus seios a mostra.
Como uma mulher daquelas pode nascer?
Joguei minha calça, e subi na cama de casal gigante, posso assim dizer. Meu corpo foi encontro com o dela assim que nossos corpos se coloram. Os seios dela batiam em meu peito. As unhas dela destruía minhas costas, mas eu não me importo. Passei as pernas dela entre minha cintura. Ataquei o pescoço dela, sem me importar com a força do chupão. Ela gemeu baixinho. E suas pernas cairam na cama. Ela me virou, secolocando por cima de mim, os olhos cinzas estavam negros. E os seios rígidos.
A boca dela passou por todo o meu peitoral, e a mãos arranhava meus ombros sem piedade. Ela se abaixou ainda mais e acariciou meu membro por cima do tecido. A ereção que antes ja incomodava, agora estava insuportável. Mas, eu queria mais.
–Eu quero que você grite meu nome, Annabeth. -Eu sussurrei quando a mão dela apertou meu membro com mais força, eu a vireicom brutalidade. -Você me deixou na mão por sete anos. Agora vou me vingar.
Ela me olhou assustada, e quando minha língua atacou os seios dela com força, mordendo e chupando. Ela gemeu.
–Você é terrível, Annabeth. -Encaxei meu membro na entrada dela, mas não podia penetrar. Por causa da calcinha dela e a minha box. Rasguei a calcinha dela de uma vez com minha boca, e ela já estava totalmente molhada. Eu fingia estocar nela, e ela rebolava no tecido da minha box. Então, quando ela percebeu que eu não iria foder ela agora. Ela se levantou como uma leoa e tirou minha cueca de uma vez. Tão rápida ne ágil. Tão sexy.
–Não me faça implorar, Percs.
Eu continuava movimentos, apenas de encostar o membro na entrada dela e tirar. Minha mãos apertavam com força os.bracos dela, e minha boca o seios.
–Mas, é isso que eu quero, Annabeth. Eu quero que você implore.
Estoquei nela com brutalidade, e um grito saiu da boca dela. E saiu mais rápido ainda.
–Até parece que não me conhece, Jackson. -Ela me virou e foi pra cima de mim. Passou a mão por meu membro e beijou a glande. Aumentando ainda mais a tortura. Então, ela se levantou e saiu da cama.
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