I Need Your Love.

24 Senhor governador de New York.


Notas iniciais
Voltei. Nem venha dizer que eu demorei haha... Estava pensando em como continuar I need your love. Mas, espero que tenha ficado bom. Meu pc ainda não ajeitou, então postei pelo celular... Qualquer erro, me diga e eu corrigirei. Beijinhos e até.

POVS Annabeth.

Olhei para o andar ao meu redor, vendo a minha secretária falar no telefone com alguém. Esperava o elevador que insistia em demorar, me deixando impaciente. Olhei para meu celular, a tela bloqueada mostrava o horário 10:30 e uma foto minha com Jonathan nas férias passada na Costa Rica. O elevador finalmente, deu o ar de sua graça, e abriu suas portas metálicas para mim, adentrei dentro dele, aproximei-me do espelho, e vi meu reflexo, ao mesmo tempo que a porta se fechava. O andar em que meu escritório ficava era o 14° andar, o topo do prédio. Assim, que cheguei de viagem à oito anos atras, decidi derrubar todo o prédio e reconstruir-lo novamente. Agora, ele tinha catorze andares, cada andar era repleto de pequenas salas com um advogado pronto para o trabalho.

Agradeci mentalmente por ter negado a opção de músicas de elevadores, com a minha atual irritação seria preferível descer até a recepção pelas escadas. O elevador parou no 6° andar, onde havia advogados para causas domésticas: briga conjugal, guarda de menores, impostos, divórcio. Entrou um grupo de quatro pessoa, todos homens usando roupas serias, com ternos e sapatos lustrosos.

–Bom dia. -Anunciei, me mantendo em meu canto. Eles me cumprimentaram formalmente e continuaram alguma conversa boba na qual para mim, não havia nenhuma importância.

Quando chegamos a recepção, minha vista entrou em contato com uma das melhores obras da maior designer de NY. A recepção era a porta de entrada de minha empresa, ou seja, deveria ser impecável. Toda extensão era em cores claras. O piso de mármore negro se chocava violentamente com as paredes brancas nas laterais, mas enfrente a porta de entrada a parede era cinza, onde havia uma cachoeira/fonte que permitia que a água caisse por todo a sigla do meu nome AC. Havia prateleiras com enfeites coloridos de diversas partes do mundo, e sofás com pilhas de revistas empilhadas arrumadas em cima de uma pequena mesa de vidro. Entre a porta havia doze recepcionistas trabalhando com o seu uniforme pretos com o slogan da empresa AC, elas falavam no telefone ou mexiam no computador a sua frente.

–Bom dia, senhora Chase. -Falou todas elas, deixando de lado seus afazeres anteriores para me cumprimentar. Sorri e respondi elas.

Eu não comprava essa seriedade de meus funcionários, mas desde meu incidente com Luke a dois anos atrás, elas me tratam como se eu fosse a rainha que salva a vida deles todos os dias. O que pode até ser verdade, já que... Graças ao emprego dado a eles pela minha empresa, eles se sustentam.

Sai do predio, descendo as escadas de mármore negro, indo em direção ao estacionamento, fui ate minha vaga e entrei em meu carro. Coloquei minhas pastas no banco do passageiro ao meu lado e liguei o carro, e automaticamente o som ligou. Enquanto tirava o carro da vaga, tocava The Call, de Regina Spektor.

O trânsito estava relativamente calmo para Manhattan, eu iria para uma reunião com o governador. Então, quando ja tocava The Doors, a música foi interrompida por um telefone. Na direção do carro, eu atendi.

–Annabeth Chase.

–Mais conhecida por mamãe.

–Olá, Jonathan. Que honra receber uma ligação sua. -Falei séria, mas eu estava zoando a cara dele.

–Sabe não é, mãe? Provas finais, frio da Suíça. Isso tudo me impede de ouvir sua voz. -Ele falou charmoso.

–Espero que só tire notas boas, não pago o olho da minha cara nesse internato para você ficar brincando.

Ele ousou rir.

–Daqui a uma semana estou chegando, a tempo de pegar o meu anoversario de 17 anos, senhora Annabeth. E você sabe que seu filho adora uma festa então... Queria saber se a vossa digníssima pessoa aceitaria organizar uma festa para o filho.

–Festa... Você sabe que terá que ter um jantar, mas... Como eu sou a melhor mãe de todo o mundo, faremos um jantar cedo. E depois, voce poderá ter a festa no jardim da mansão. Sim, Jonathan Christopher nos jardins... Não quero ninguém transando em meus quartos de hóspedes.

–Okay, mãe. Vou chamar o pessoal do internato, e voce convida a família. Com álcool né?

–Claro, acha que eu vou aguentar essa familia por um jantar sem álcool?

–A familia ou meu pai? -Ele falou, tirando todo o tom de brincadeira da conversa anterior.

–Jonathan... Por favor. Eu convidarei ok? Chame Crystal. -Falei.

–Não se preocupe, tia. Eu ja vou chegar aí com Chris.. Espero que não se importe. -Ela falou, com certeza ouviu toda a conversa.

–Tudo bem. E esse namoro de vocês? Rola ouainda enrola? -Perguntei, Crystal era a melhor amiga de Jonathan e viviam juntos, se pegavam sempre que pudessem, mas não rolava nada sério.

–Enrola, tia. -A garota repondeu e eu gargalhei.

–Okay, crianças. Tenho que ir a uma reunião. Beijos. Te amo, Jace.

–Também te amo, mãe.

Desliguei a ligação, já eatava perto da mansão do governador e até que ele tava colocando NY nos eixos, quando passei pela portaria mostrei meu crachá para o porteiro que permitiu minha entrada. Continuei dirigindo por alguns metroa até estacionar meu carro debaixo de uma árvore, arrumei minha coisas e meus documentos e coloquei tudo em meus braços, e sai do carro.

Olhando ao redor dava para perceber o quanto a casa tinha mudado, a piscina era a mesma de sempre, mas creio que o gocernador não tem mais tanto tempo para nadar como antes. A gramada aparada e perfeitamente verde, era trilhada por um caminho de pedras. E por todo a extensão era possível ver câmeras de segurança e homens de vigia. A cor branca da casa cheia de janela dava um ar de pureza e simplicidade, algo contrário ao que se via na entrada.

–Bom dia, senhora Chase. Reunião com o governador não é? -A secretária sorriu para mim, ja era conhecida por ali. Afinal, a oito anos perambulo pela aquela casa. Assenti e ela me falou que ele estava no segundo andar.

Caminhei pela área até chegar a escada de mogno escuro lustroso, havia ali dois seguranças conversando, subi calmamente fazendo meus saltos ecoarem ao redor. Quando cheguei ao segundo andar, vi uma cena nada tipica na minha vida pessoal. Uma família ria, e conversava sobre alguma besteira. A filha tinha a cabeça apoiada no ombro do pai, a mãe contava algo que os divertia. A adolescente ria contagiando a todos.

–Desculpe incomodar... -Falei anunciando-me. -Mas, ja incomodando.

–E verdade Annie que você e minha mãe ficaram tão bêbadas na Califórnia que ao invés de surfar na água ficaram na areia?

–Isso minha querida. Se chama Tequila, muito usada na minha adolescência. Fora que quando Thalia caiu de algum jeito na areia ficou gritando algo sobre: "vou me afogar... Algum britânico gostoso apareça."

Todos riram.

–Eu amava Califórnia. -Falei pensantiva. -Faz um tempo que não vou lá. Você ja deve ter ido, não é Sô? -Perguntei a garota. -As melhores festas são de L.A.

–Annabeth adolescente seria uma péssima influência para Sophie.

–O que? Eu sou a realização de muitas adolescentes californianas. Fiz tudo que não prestava, e ainda to viva. Viva, rica, loira...

–Casada. -Completou Thalia. Rolei os olhos.

–Não se pode ter tudo nesta vida. -Falei. -Agora, seu pai que se deu bem... Passa o dia aqui olhando para a cara de Thalia sem fazer nada pra Jackson's... Enquanto eu e o chato do DiÂngelo leva aquela empresa nas costas.

–Deixe de mentir, Chase. -Falou Percy. -Trouxe os documentos?

–Você acha mesmo que eu ia deixar a minha empresa para vim fazer nada aqui? Por favor. Aqui estão... Resolvemos aqui mesmo?

–Vamos a escritório. -Ele falou.

–Ah, deixa eu convidar vocês para o jantar na minha casa no sábado, aniversário de jonathan dezessete anos. E terá uma festa para os amigos deles depois do jantar, Sô. Caso você queira ficar... Sabe. -Completei.

–É uma festa, Annie. Eu não perco festas...

–Continue assim. -Falei.

Eu Percy fomos até o escritório dele, ele abriu as portas de correr, havia estantes com livros sobre leis americanas, e lovros importantes. Como se ele lesse algum... Havia um mapa mundi e ao lado o mapa de new York. Cheios de fitas vermelhas, azuis e amarelas. Vermelhas obras. Azuis policiamento e amarelas, distribuição monetária.

Aproximei da mesa dele, o computador estava desligado e havia fotoa dele com a filha e a esposa quando ele assumiu o poder a alguns anos atrás.

–Nico pediu para que voce declarasse o imposto de renda da Jackson's em seu nome, junto com todos os seus bens. Ele também quer sua assinatura nesses documentos. -Coloquei a pilha na mesa dele, e ele gemeu frustado. -Seu imposto seria uma fortuna se não tivessemos aquelas leis empresariais que seu pai colocou anos antes de você. Mas, será uma moleza... Como meu. -Ele riu, eu conseguia me controlar na frente de outras pessoas, mas... Assim, ele rindo na minha frente era o limite máximo.

–Quanto será? -Ele perguntou.

–Eu sou sua advogada e não sua contadora, porém sou uma mulher eficiente... E aqui está. -Estiquei minha mão passando um papel com o valor, suas mãos firmes tocaram as minhas, e eu me arrepiei. Tirei mão rapidamente, antes de algum comentário dele.

–Delicioso. -Ele falou quando viu o preço, acompanhei o movimento da língua dele batendo nos dentes perfeitos.

Sexy.

–Mandarei minha secretária vim buscar os documentos mais tarde... -Falei.

–Por quanto tempo você vai continuar fugindo de mim, Annabeth?

–O tempo que for preciso... É melhor para nós. -Falei. -Você é o governador e eu sua advogada, um escândalo desses em um partido conservador seria o caos na política. Seria o fim...

–Mas, esse é o meu último ano de mandato, Anns. Não poderei me reeleger.

–Eu sei, Pers. Eu te prometi que não te deixaria e estou cumprindo.

–Se não fosse por você e por Nico... euestava perdido.

–Você sempre está perdido, Jackson. -Completei, ele sorriu torto. E eu me derreti toda.

–E você é minha ajuda. Meu socorro.

–Eu sei. Te espero no jantar em minha casa, governador Jackson.

–Adeus, senhora Castellan.

Notas finais
E ai? Ficou bom? Review?