I Need Your Love.
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Notas iniciais
POV'S Annabeth.
Eu estava tão feliz. Tão alegre. Tão excitada. Ter Percy ali comigo depois de tantos anos, dizendo-me que largaria Thalia para ficar comigo deixou meu ego inflado.
Mas, eu sabia o que ele faria comigo. E eu não queria não agora. Aquele Percy estava possessivo, excitadíssimo. E iria me foder com tanta força que eu provavelmente desmaiaria.
Não que eu não queira, óbvio. Mas, eu quero guardar esse momento.
Quando eu me levantei da cama, nua. Olhei para Percy e ele estava furioso. Os lábios finos crispados, e as sombracelhas franzidas de tal modo, que quase se uniram. Os punhos fechados.
–O que você está fazendo, Annabeth?
Sorri para ele, e atravessei o quarto. Fui até o frigobar que estava ali. Eu tinha colocado algo especial. Abri o refrigerador e minhas mãos quentes foram tomadas pelo frio excessivo do aparelho. Peguei o chantilly e agitei.
–Annabeth... -Ouvi Percy chamar. Voltei para a cama rapidamente e me joguei na cama. Ficando do lado dele, estendi a lata para ele.
–Você é a visita... -Sussurrei no ouvido dele. -Faça as honras.
Ele sorriu para mim com uma malícia tão medonha, que eu tive medo. Ele deu um tapa em minha coxa fazendo eu gemer baixinho, e ele jogou me na cama.
A boca dele entrou em contato com minhas pernas, enquanto os dedos dele apertavam com força minha cintura. Ele foi beijando toda a extensão de minhas duas pernas, fazendo que eu me arrepiasse todinha. Dava leves chupões ate que ele chegou perto da minha intimidade. Ele espalhou o chantilly por ali, a substância estava tão gelada que eu gemi.
–Abra as pernas para mim, Annie. -Ele falou, a voz tão rouca e excitante. Eu obedeci. Apoiei meus pés no chão deixando toda minha intimidade exposta para ele. Vi um sorriso malicioso se formar em seus lábios, mas logo fechei meus olhos quando o chantily entrou em contato com minha intimidade. Meus quadris levantaram com aquilo. Mas Percy prendeu meu corpo.
A língua quente dele passou por toda minha extensão, me fazendo urrar. Os dedos dele apertavam minha coxas com força. Eu rebolava lentamente no rosto dele, enquanto ele tirava todo o excesso de chantily.
Meus deuses, aquilo era bom demais.
Eu não conseguia pensar em nada. Se duvidar, nem sei mais qual é o meu nome. Mas, foda-se.
Ele me penetrou com a língua uma unica vez, e colocou mais chantily encima de meu clitóris, fazendo um gemido alto escapar de minha boca. A língua dele girou em meu botão, mas ele estava fazendo aquilo tão lento que era quase uma tortura.
Socorro.
Antes mesmo que eu pudesse pensar em algo, o chantily voltou para minha pele. Agora era na minha barriga, ele subiu aos poucos e encheu meus seios daquilo. Era tão gelado e eu estava pegando fogo.
–Puta que pariu. -Gritei quando a lingua dele tirou o chantily do meu estômago.
–Você é tão deliciosa. -Ele falou apertando com brutalidade minha cintura. Ele abocanhou meu seio direito, a língua dele lambia todo o meu mamilo e ele chupava aos poucos, fazendo-me gemer cada vez mais alto.
–Oh céus... -Abri minha boca em um perfeito "O" quando ele a encheu de chantily sem nem pensar se talvez eu fosse me engasgar. Então, ele me beijou.
E eu me levantei sem separar nossos lábios, fazendo meu corpo sentar no colo dele. Eu esfregava sem pudor minha intimidade no membro dele e ele gemia em meus lábios.
Deuses, como aquele homem é tão deliciosamente gostoso!
Então; eu derrubei ele.
Espalhei chantily por todo o peitoral e em especial cada gominho de seu peitoral. Se o peitoral de Perseu Jackson já é delicioso, imagine com chantily?
Passei minha língua por todo o lugar, mas ele não gemia do modo que eu queria. Chegando próximo de seu membro -no qual eu passei alguns minutos encarando aquela ereção gigante, sério, aquilo ja tava doendo em mim-, eu espalhei chantily sem pensar se acabasse. Todo o pênis e testículos dele estava cheios de chantily e eu passei a lingua como se chupasse um pirulito.
Que comparação mais tosca. Deuses!
Agora, ele gemia. Dei chupões leves por todo o membro dele. Era tao delicioso.
–Ann..beth. -Ele gemeu meu nome, o que me deixou incrivelmente feliz e ainda mais excitada. Abocanhei o membro dele na minha boca, masturbando-o. As mãos deles puxaram meus cabelos acelerando ainda mais o ritmo. Minhas mãos massageavam os testiculos dele. Até que ele gozou na minha boca. E eu sorri satisfeita.
Continuei bombeando o membro dele. E ele veio para cima de mim. A respiração quente dele bateu em meu rosto e eu sorri. Ele se aproximou ainda mais, sua mão tocou minha bochecha levemente, acariciando.
–Você é linda, sabia? -Ele disse no meu ouvido e eu corei. Assim de pertinho eu pude ver a barba rala preta dele, era tão sexy. Eu tinha fetiche por homens de barba. Passei a mão em seu rosto e beijei os lábios de leve e ele sorriu. Havia duas covinhas em seu rosto, mostrando que até aquele poço de malícia tinha algo realmente fofo. Ele beijou meu queixo de leve.
–Hoje eu te devoro todinha.
Nunca na minha vida. Uma frase foi tão excitante a ponto de me deixar em chamas.
Em poucos movimentos ele me colocou de costas, e as mãos dele passaram por toda as minhas costas e ele bateu em minha bunda com agressividade. Eu gemi e empinei ainda mais minha bunda. Ele a apartou com tanta força que eu acho que ele estava com medo que eu me levantasse e saisse de novo.
Antes eu estava deitada na cama de costas, mas ele puxou meu cabelo com tal força que me fez ficar de quatro na cama. Dois tapas foram dados na minha perna e eu as abri.
–Vamos logo, amor.
Arregalei meus olhos quando a última palavra saiu da minha boca. E eu ouvi ele rir. Ele estocou dentro de mim com brutalidade.
–Eu sou seu amor é? -Ele perguntou, eu rebolava no membro dele, mas ele não mexia. E eu ja estava me agoniando. -Como você quer, amor? Rápido e forte. Lento ou...
–Eu só quero que você me foda. Só isso. -Gemi.
Ele riu e começou a estocar dentro de mim. Firme, forte e bruto. Eu rebolava ainda mais e com a mão esquerda ele segurava meu corpo e a direita, esfregava meu clitóris sem dó nem piedade.
Aquilo era tão bom.
Eu e ele estávamos sicronizados. Era como uma dança do prazer. Quando o espasmos de prazer correram pelo meu corpo, eu me agarrei aos lençóis. Meu corpo caiu quando eu cheguei ao orgasmo. Mas, Percy me segurou e continuou estocando até chegar ao orgasmo.
Quando chegamos ao ápice juntos, eu cai na cama desfalecida e sastifeita. E Percy ao meu lado.
–Quando eu te chupei... Você não gozou e nem disse meu nome.
Eu sorri e assenti. Não tinha fôlego pra falar.
–Senta aqui. -Ele deu duas batidinhas nos lábios o que me fez corar. -Vamos.
Engatinhei na cama e me sentei na boca dele, os lábios dele lambia toda minha intimdade e eu levava meu corpo pra frente para trás. Minhas mãos de apoiavam na madeira da cabeceira da cama, e eu rebolava. Aquilo era indescritível. Ele penetrava a língua na minha entrada e depois rodava em minha vulva, passando pelo meu clitóris e chupando ele.
–Per.. cy. -Gemi sofregamente que ele riu na minha intimidade, eu gozei na boca dele. Mas, continuava rebolando. As mãos deles apertavam minha cintura com muita força. Eu me joguei na cama ao lado dele, fazendo um estrondo urrar. E eu rir. -Satisfeito?
–Completamente. -Ele me virou e agarrou pela cintura me abraçando por trás, como uma conchinha. E eu sorri. Ele afastou meus cabelos e beijou meu pescoço e colo.
Eu poderia muito bem me acostumar com aquela vida... Com Percy Jackson. Algum tempo passou, enquanto eu sentia a respiração dele no meu ombro.
–Annabeth... Eu tenho que ir. -Ele falou algum tempo depois.
–Eu sei. Já é quase onze horas. Vamos.
Rapidamente nos vestimos. Mas, Percy parecia procurar algo.
–O que está procurando? -Perguntei.
–Minha blusa.
–Lá embaixo. Vamos pegar. Jonathan deve voltar so depois de meia noite.
Entramos no elevador que ficava no corredor do terceiro andar. Era simples. Quem vinha do estacionamento ou do térreo so poderia ir ate o 11°. Ja quem estava no 11 podia ir ate o 13°.
Trocamos alguns beijinhos ate chegar ao andar. E quando chegamos eu tomei um susto. Sophie estava deitada no colo de Jonathan chorosa. Eu tentei fechar o antes que eles nos visse, mas a garota viu e arregalou o olho.
Olhei para Percy que me encarou, mordi o lábio inferior. Percy estava sem camisa e eu apenas de vestido simples. Era só juntar dois com dois.
A garota se sentou e os olhos estav inchados. E me olhou furiosa.
–E ela, papai? Tia Annie é sua amante? Você vai trocar a mamãe por ela? -Ela gritou brava.
Uma palavra.
Fudeu.
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