I Need Your Love.

26 O melhor presente de aniversário.


Notas iniciais
Apenas agradecendo a Luana que recomendou a fic e que sempre comenta e me dá opiniões e que me elogia- quando eu mereço-, ela me deu meu 100° review e minha 4a recomendação. Luh, você tem sua entrada garantida no Céu. Obrigada. E voce pegou o capítulo mais adolescente da fic, mas obrigada. Postei rapidinho, quem não comentou ainda o passado... Ainda pode. Boa leitura.

POVS Jonathan

Como definir aquele jantar da gloriosa família Olympus em comemoração do meu décimo sétimo aniversário? Ridículo? Tosco? Hilário? Um pouco dos três. Apenas duas coisas valeram a pena: os adoráveis cheques recheados de zero dos meus parentes e Sophie Jackson.

Sophie. Sophie. Sophie.

Dizer que ela estava linda, seria apenas arranhar a superfície de um iceberg. Alta, morena, olhos esverdeados e lábios carnudos.

Pecado tem nome, e atende por Sophie Jackson.

Mas, o pior foi a incansável discussão de Afrodite e Artemis sobre homens. A primeira dizia, que quanto mais melhor. A segunda, disse que se somar todos os homens juntos nenhum presta. Enfim... Quando meus amigos, chegaram e meus parentes foram embora, ja se podia ouvir a música ensurdecedora.

–Jonathan... -Chamou minha mãe. Com certeza me daria uma serie de avisos e dicas. -Regras. -Não disse. -Não quebrem nada dentro da casa, meus quadros são mais caros do que a vida de voces juntos, quebrem um, e eu acabo com todos. -Falou minha mãe. -Fique de olho em Sophie, ela é uma boa menina, mas é uma desconhecida pra esses seus amigos. Olho nela. O primeiro andar, está com seguranças e a entrada e liberada apenas para você, Sophie ou aquela amiga dela. O segundo andar é para seus amigos... A casa da piscina está liberada, mas nada de sexo lá.

–Okay, mãe.

–Eu e sua mãe iremos para um hotel no centro, qualquer problema os empregados nos ligaram. Boa festa filho. -Falou meu pai, ele estendeu a mao e eu bati. E ele riu.

–Ah, as câmeras estão ligadas. Todas. -Avisou minha mãe. -Voltamos amanhã cedinho.

–O.K

Sorri, e fui para a piscina. Essa noite seria a melhor. Definitivamente.

POVS Sophie Jackson

A festa já estava bombando. Uma música desconhecido, mas contagiante, tocava em um volume estrondoso nas inúmeras caixas de som, espalhadas pela extensão da piscina. Apesar de não ter mais de cem pessoas, parecia que estava lotada. Pessoas estava se apertando para dançar nas pistar de dança. A luz clara e brilhante entrava em colapso com o globo espelhado que emitia luzes coloridas por toda a área e saia aquelas fumaças do chão, sabe se lá como. O DJ ficava ali perto da pista de dança, nem dei atenção, me encantei pelo bar.

Andei em direção dele com Lizzy a minha tira colo, ela era minha melhor amiga, e eu a obriguei vim já que eu não conheço ninguem aqui fora os Castellan's.

–Vodka e energéticos. Duas e com gelo. -Pedi ao barman, que me encarou. E eu sorri. Meus pés estavam batendo no ritmo da música. E meus quadris rebolavam lentamente enquanto eu esperava a bebida.

–Aqui, docinho.

Ri e bebi. Olhei para Lizzy, no momento que Your Body, da Christina Aguilera começou a tocar. Fomos pra pista e sorri. Comecei a dançar, e me apertar com as pessoas que estavam lá e sorri quando um garçom passou com Red Bull, peguei um e dividi os goles com Lizzy.

Meus quadris mexiam no ritmo da música, e a cada gole eu sentia mais vontade de dançar. Dançar. Dançar.

Eu ja rebolava ao lado de minha amiga, quando a tequila chegou junto com um outro garçom, eu peguei. Meus braços ja estavam elevados pra cima, enquanto minhas pernas suportavam o salto e rebolava cada parte do meu corpo.

Então, quando a música parou. Eu pensei em sentar, e beber. Mas, Like A G6 do Far East Movement começou. E eu amo essa música.

Mais um pouco de tequila. E eu ja rebolava exageradamente, mas não se tornou ridículo, porque eu tenho ritmo. Eu ia até o chão com Lizzy me acompanhando, e subia rebolando, eu sabia que todos estavam me encarando, mas eu cresci assim. Sendo os centro das atenções.

Então, uma mão firme puxou minha cintura e eu sorri, fui puxada de encontro ao corpo do indivíduo e antes mesmo de ver o rosto, sussurrei.

–Jonathan...

Ele riu na minha orelha, o halito de vodka e tequila era claro. Continue mexendo, e ele me acompanhava, mas suas mãos empatavam meu rebolado exagerado, então tive que ficar apenas com os quadris, as mãos deles ocupavam minha cintura enquanto as minhas iam para o pescoço dele.

Há alguma criatura no mundo mais linda que Jonathan Castellan?

Não. Não. Não.

Os olhos eram azul, mas pareciam uma tempestade quando ficava com raiva. Os cabelos loiros eram lisos e sedosos, e seu físico, nunca vi sem roupas, mas com ela eu posso te dizer que é... Divino.

Eu tentei rebolar mais, mas não consegui. Não sei se foi o efeito do álcool ou as mãos de Jonathan estarem muito firme. Por favor, eu ao estou sóbria suficiente para tirar esses tipos de conclusão. Quando a música acabou, ele me beijou. E eu correspondi de bom grado.

–Vamos lá, Sô... O que você quer? -Ele sussurrou em meu ouvido e eu arfei quando a língua dele passou pelo lóbulo da minha orelha.

Dessa vez, eu beijei ele com urgência e intensidade. Minhas mãos estavam o couro cabeludo dele, enquanto a mãos deles subia minha cintura até apertar meus seios. E eu gemi.

Não sei se ele escutou, mas eu mordi o seu lábio inferior e ele colou ainda mias nossos corpos. Creio eu, eu que ele estava tentando quebrar aquela lei da física de dois corpos não ocupam o mesmo espaço... Foda-se.

Não, espera. Me foda.

Deuses, eu sou Sophie Jackson. Não posso se assim.

Então, algo interrompeu nossos beijos. Um cara puxou ele e sussurrou algo no ouvido dele e eu suspirei frustada. O amigo saiu e eu voltei minha atenção a boca dele.

–Sô... O pessoal tão me chamando para brincar de um jogo idiota, vamos... Chame sua amiga. -Eu fechei a cara e ele mordeu minha boca. -Depois, eu te recompenso.

Sorri. Ele me puxou e procurei Lizzy e q encontrei desentupindo a boca de um cara, puxei ela. Quando entramos na casa perto da piscina, o barulho da música era mais baixo e havia umas dez garrafas de bebida. Sorri.

–O que vamos brincar? -Perguntou Jonathan. -Olha se for Sete Minutos No Céu, lembrem que da ultima vez tivemos uma denúncia de estupro.

Eu olhei para ele e ri, e os outros me acompanharam.

Estupro em Sete minutos no céu?

–Verdade ou desafio? -Falou uma ruiva que esta ficando na casa de tia Annie ela tem nome de pedra rara. Sei lá.

–Vocês não conhecem Sophie e a Lizzy suficientes. -Falou Jonathan.

–Então, a gente vai conhecer. -Falou o cara que puxou Jonathan. -Olá, sou o Steven, essa é a Margareth, Dylan , Crystal...

–Ei ei... -Chamei ele. -Não fala assim, eu tô quase bêbada, não adianta de nada. Mas, vamos brincar.

–Regras verdade ou desafio, se não quiser responder a pergunta é beber um gole de vodka. Desafios tem que cumprir, mas sem exagero. -Falou jonathan. Ele girou a garrafa e deu no Steven. -Steven, e verdade que você transou com a sua a filha da sua madrasta férias passadas?

–Aquela que é... Homem? -Falou uma morena. Jonathan assentiu todos riram.

–A vodca, por favor. -Ele pediu e eu passei. Ele tomou um gole e girou a garrafa. Bateu na menina ruiva e em mim.

–Eu não sei o que perguntar... Ela falou. -Desafio você a passar duas rodadas apenas sutiã.

A única coisa se passava pela minha mente era... tomara que eu esteja da sutiã. Quando tirei a fina blusa branca, deixei meu sutiã preto rendado a mostra. Todos os homens estavam me encarnando, menos Jonathan que estava do meu lado, ele babava.

Rodei a garrafa. E bateu em Steven.

–Te desafio a beijar a ruiva ali. -Ele riu e a ruiva rolou os olhos e me olhou indignada. Eles se beijaram.

Do Steven para Jonathan. Ele sorriu malicioso.

–Te desafio a ficar com a filha do governador que esta sem blusa bem ali, naquele sofá. Sentado. Oito minutos -Ele exigiu.

–Em pé? Por favor? -O cara negou. Sério Steven?

Ele negou e Jonathan levantou, e rolou os olhos.

–Vamos Sô. -Dei a mão e ele me puxou. Ele sentou no sofá, que ficava contra a roda. Agradeci mentalmente. Ele bateu no assento para mim sentar do lado dele. Mas, eu queria provoca-lo. Neguei com a cabeça e sentei no colo dele. Arregalei os olhos, quando me sentei sobre ele. Ele tava excitado.

–So com os meus seios... -Sussurrei no ouvido dele. -Você é doente.

–Pode marcar o tempo... -Ele disse antes de atacar minha boca. O beijo era de tanta luxúria que eu arregalei os olhos. Ele apertou minha bunda e eu gemi. Ouvi o risos dos outro, mas nem me importei.

Rebolei lentamente encima dele e ele revirou os olhos.

–Não dá, Sophie. -Ele sussurrou. E eu ri. -O que você quer, Sophie?

–Sair daqui, que tal você me apresentar seu quarto, Castellan?

–Seria um prazer. -Ele me beijou com força e se levantou e saiu.

–Jonathan, seu bastardo... Falta tres minutos. -Falei Steven.

Peguei minha blusa que estava com Lizzy.

–Vou ficar.. com o Jonathan? Vai ficar ou ir embora?

–Ja traí meu namorado com um beijo, vou antes que eu faça mais besteiras.

–Meu motorista tá la fora, va com ele e depois mande ele voltar. Depois eu vou pra casa. -Eu sai. A última coisa que vi foi ela pegar uma garrafa de vodka e sair.

***

Quando eu cheguei no segundo andar, ele estava a minha espera, no topo da escada. Ele esticou a mão para mim. E eu sorri.

–Vamos?

Eu não sei quanto tempo demoramos para chegar ate o quarto dele, mas durante todo o período minha boca fico colada na dele, e suas mãos seguravam as minhas. Quando entrei no quarto, nem me importei com nada além dele.

–Da última vez, fomos impedidos... Mas, hoje você é minha, Sophie. -Ele sussurrou e eu me senti atraída e excitada.

Minha saia e minha blusa já estava em algum canto do quarto, enquanto eu estava sendo prensada na parede com o corpo de Jonathan. Tirei a blusa dele e desci a calça, o deixando apenas de box verde, passei a mão pelo peitoral dele e cada músculo era deliciosamente definido, passei minha boca pelo peitoral dele, e ele apertou minha bunda e atacou meios seios. Primeiro o direito, lambeu, chupou, mordeu. E depois, ele foi para o esquerdo onde repetiu os mesmos gestos, gemidos baixinhos escapavam da minha boca e ele parecia amar.

Eu abaixei a box dele, e o membro dele estava totalmente disposto para mim, sorri. Quando minha mão pasou por toda a extensão dele e apertei de leve.

–Cansei. -Ele disse.

Ele tirou minha calcinha preta fina, e me jogou na cama, passou um dedo pela minha intimidade fazendo eu gemer.

Ouvir ele mexer no criado mudo, e ouvi o barulhinho da embalagem da camisinha sendo rompida.

–Me dê. -Pedi, ele riu.

Ele me deu, eu coloquei camisinha no membro dele.

–Eu até me faria de difícil, mas a minha vontade de te fuder é ainda maior. -Ele disse e me penetrou, fazendo um gemi escapar minha boca, ele começou a estocar e eu a rebolar contra o membro dele.

Agora, ele que passou a gemer junto comigo. Minhas pernas estavam nos ombros dele, e minha mão entrelaçada na dele. Meus quadris se contorciam se encaixando com o membro dele, então quando o orgasmo estava chegando ela aumentou as estocadas, e apertou meu clitóris, me fazendo contorcer e gemer algo desconexo.

Era incrivel, como ele sabia o que como fazer, não era como aquele maldito do Daniel que tinha que ralar muito para me fazer gemer. Meu corpo explodiu de prazer e eu o arranhava para valer mas, ele queria mais. E eu não sairia dali quando ele gozasse.

Ele me apertou na cabeceira, tão forte que meu corpo amoleceu, ele continuava me penetrando e gemendo junto comigo. Então, quando ele entrelaçou nossas mãos uma última vez e beijou meus lábios com intensidade e luxúria. Chegamos ao ápice juntos, ele se jogou do meu lado. E sem nem me importar com nossos corpos suadose meu estado físico, me deitei em cima do peito dele juntando nossas pernas.

–Feliz aniversário que foi ontem, mas o presente só chego agora.

–Mas, antes tarde do que nunca. -Ele respondeu.

(...)

O cheiro de sexo era claro no quarto, quando eu forcei minhas pálpebras as se abrirem, percebi que aquele quarto não era o meu. E quando olhei para o meu lado e vi que estava aninhada ao corpo de Jonathan, um susto percorreu meu corpo.

Apenas rezando para que a noitedde meus pais tenham sido tão boa quanto a minha, porque eu realmente não quero levar sermão.

Olhei meu celular. Cem ligações perdidas.

Eu estava ferrada.

E barulhos de vozes eram claras e baixas, definitivamente todos ja haviam acordados.

Notas finais
Obrigada Luana ; Que tal deixar uma review? Ou recomendação?