I Need Your Love.

15 Alguns problemas que ainda não serão resolvidos.


Notas iniciais
SOCORRO!! Duas pessoas recomendaram a fic!! Quero agradecer e mostrar meu imenso amor á Juuh Lerman e a Sra DiAngelo, meninas voces estão no meu caderno de pessoas que eu mais amo, serio. Enfim, esse capitulo quase não saiu. Porque o capitulo passado mudou toda a história que eu tinha planejado e.e, mas eu acho que esse dá pro gasto. Também quero agradecer ao pessoal que sempre tá comentando e as minha não muito adoráveis amigas que leem a história e me faz contar spoiler pra elas.. Essa escola realmente existe, porem a Senhora Gilbert não. Tava sem ideia e coloquei o sobrenome da Elesma de The Vampire Diaries. Boa leitura.

Povs Annabeth.

Meu corpo todo se arrepiou quando Percy disse aquilo, era como se milhares de borboletas voassem dentro de mim. Deuses, eu me sinto com uma adolescente. Nunca na minha vida, eu sorri tanto com um ‘’ Eu te amo.’’

Eu não tinha controle nenhum sobre o meu corpo, por isso eu ataquei a boca dele, e eu não me arrependo. Mas, Percy logo me afastou, e segurou meus braços com suas mãos fortes causando atrito em minha pele. Seus olhos verdes estavam confuso, não era para menos.

–Annabeth, vá embora. –Ele sussurrou, a voz era áspera e firme.

–Percy... –Minhas mãos foram para o rosto dele e a barba por fazer, tocou minha pele e eu sorri. Até um simples toque dele me faz feliz. –Você sabe como eu me sinto... Você sempre soube. Afinal, não diria que me amava assim em vão... Somente você consegue me decifrar, Perseu.

Ele me olhou e sua expressão continuava firme de modo que eu sabia que aquilo não iria acabar bem.

–Eu entendo que você passou por coisas horríveis, também entendo que você tenha afastados todos de vocês... Eu entendo, mas eu não perdoo, Annabeth. Sim, eu disse que te amava, mas e daí? Você me ama? Eu quero ouvir de você e não dos seus olhos.

Saí do apartamento com meu celular na mão direita, fiz o mesmo percurso para sair. Cheguei no carro, e me lembrei de uma promessa que eu tinha feita a Percy ao dezesseis anos, eu prometi a ele meu amor eterno, e Annabeth Chase nunca quebra suas promessas.

Cheguei em casa, meia hora depois. Não havia ninguém, apenas os empregados. Almocei sozinha, já que Luke deveria estar no hospital e Jonathan na escola. Comer sozinha é a pior coisa do mundo...

–Senhora, seu marido pediu que te dissesse que você deveria ir para o escritório dele, e por favor com roupas profissionais. –Disse a empregada que eu nunca me lembrava o nome. Será Maria? Eu não me importava com o nome dela nesse momento. Minha cabeça pensava em Percy.

–Tudo bem. –Disse sem nenhuma emoção, direcionei-me ao quarto, e fui para o banheiro. Despi-me e tomei um banho. O que Luke queria?

Coloquei minha saias negras e blusas brancas sócias. Um salto médio para tentar ficar ao menos mais alta. E fui. Aproveitaria e iria para a empresa depois. Eu conhecia todo o trajeto do hospital, inclusive o próprio hospital. As recepcionistas já me conhecia, passei por um monte de corredores, subi escadas rolantes e Luke me esperava na porta do escritório dele. Era um pouco menor que o meu, as cores brancas entravam em destaque com algumas peças coloridas, havia um computador e papéis em cima da mesa com duas cadeiras no oposto da dele. Reparei que havia alguém ali. Uma mulher, morena de meia idade, quem era ela? Tentei ao máximo reconhece-la, mas não conhecia. Luke me levou até ela.

–Annabeth querida, essa é senhora Gilbert. A diretora da melhor escola do mundo. Le Rosey. O melhor e mais caro internato da Suíça

Reconheci, mas não entende o que tipo de conversa teria com uma mulher daquelas. O colégio dela era renomado, todos os alunos dela haviam se tornado alguém publicamente: políticos, empresários e até mesmos Primeiros Ministros ingleses. Sorri, a abracei e beijei sua face formalmente e me sentei ao lado de lado no sofá azul piscina que havia na sala, enquanto a mulher ficou na nossa frente.

–Então, seu marido veio a minha procura disse que o filho de vocês de quase oito anos, cursa uma escola tradicional americana... –Assenti. –Senhora Chase-Castellan existe muitas possibilidades pelo mundo, e tenho certeza que de acordo com o que seu marido falou, vocês não pretendem ter outros filhos. Mas, o menino de vocês assumirá sua empresa, na qual admiro imensamente, e além disso a empresa do pai, a rede de hospitais; é muita coisa para um menino que pode colocar tudo a perder. Nosso internato tem uma infraestrutura excelente: sala pequenas para no máximo e 16 alunos, salas pequenas, aulas em inglês, laboratórios como em campus universitário, programas de esporte, esqui, corpo docente internacional e todo o tipo de atividade cultural: nada é poupado para formar os líderes do futuro. E seu filho, Tem tudo para ser um líder com a sua empresa ascendendo cada vez mais.

Sorri admirada e agradecida. Eu conhecia essa escola era esplendorosa, e caríssima. Ela tinha um tom de voz imperialista e eu olhei para Luke.

– -É o melhor para o garoto... A educação que ele terá lá, será a melhor. Falará fluentemente várias línguas, praticará esportes e tudo. Annie ele poderá criar um grupo de amigos influente... –Eu estava com raiva, mas não expressava nada. –A educação de Jonathan precisa ser preparada desde já.

–Ele é tão pequeno... Apenas oito anos, Começou novas amizades agora, acabou de chegar em um país novo. Ainda não está na hora. –Eu não permitiria que meu único filho fosse morar do outro lado do mundo, não.

–Esse é bom. Quanto mais cedo melhor, Senhora Chase-Castellan. –Ela falou formalmente, poucas pessoas me chamava de Chase Castellan. –Pela manhã, ele terá aulas normais, como uma criança de oito anos, e a tarde irá ter aulas de cultura: arquitetura, pintura, teatro, dança. Línguas: chinês, japonês, francês, espanhol e português. Aulas de economia, matemática avançada, conhecer empresas, e tudo. Ler livros de grandes escritores. Seu filho terá um futuro esplêndido. Sei que a distância é difícil. Mas, visitas são permitidas. Não sempre, duas vezes no mês, ou e caso de urgência.

–São tantas coisas... Não sei.

–Temos educação rigorosa, coisas que poucos pais fazem com seus filhos. Ele primeiro obedecerá para depois mandar.

–Ele irá... O bimestre acaba esse mês, terá as férias de outono e ele irá.

A mulher olhou para mim, e eu abri a boca, mas Luke cortou.

–O deposito será feito em breve, quando podemos conhecer a escola? –Ele sorriu para mim, que emburrei a cara.

–Daqui a uma semana.

–Ótimo. Tenho certeza que iremos adorar. –Falei ríspida e olhei para ele.

–Essa é minha deixa, Castellan’s. Não tenho a menor dúvida que seu filho será bem recebido em minha não tão humilde escola. –Ela sorriu. –Até breve, mandaremos um e-mail. –Luke a levou até a porta. Coloquei as mãos no pescoço. Mostrando cansaço.

–Luke... Aqui mesmo em New York existe internatos excelentes. Melhores do mundo. Não há nenhuma necessidade de você mandar nosso filho com menos de dez anos para nove mil quilômetros de distância da gente. –Falei com um tom elevado.

–Annabeth, é necessário. O menino tem que estar preparado. Assumirá duas empresas, tem que ter uma educação digna... Podemos pagar.

–Olhe para mim, se você está realmente achando que eu vou pagar pro meu filho estudar lá no internato, está enganado. Luke, você sabe o quanto eu sou apegada a Jonathan Christopher... –Falei.

–Annabeth...Existe coisas acontecendo. Coisas realmente complicada para nós. –Ele mordeu o lábio.

–Luke estou tendo um dia realmente chocante, poderia ser mais claro, antes que eu enfie a mão na sua cara...

–Annabeth, não está na hora de você saber... –Ele falou com o corpo bem próximo do meu. Dei um passo para trás, e minhas costas se encontraram na parede. –Não ainda.

–Então, você mandará meu menino para a Suíça é não vai explicar?

–Eu não posso. É o melhor para mim... Para nós três. Annie, só te direi uma coisa, May está louca. Fala coisas com coisas, não é Alzheimer, ela está piorando na depressão, já é insanidade. Lembra o jantar que ela ficou te elogiando a noite toda, é a loucura.

Fiquei de queixo caído, bem que eu tinha percebido que May estava estranha, ela tinha depressão desde que Luke havia ido para Londres... Mas, insanidade. Deuses!

–Mesmo assim, Luke. Não é motivo para você mandar Jonathan para a Suíça.

–Annabeth, durante anos eu ouvi você dizer o que fazer ou não. Aceitei o que você queria sem nem sequer pestanejar. Jonathan irá para a Suíça e acabou-se. E próxima semana, você irá comigo conhecer as dependências da escola.

Bufei. Minha raiva estava aumentando cada vez mais. Eu queria dá um tapa em Luke por tudo que ele tinha falado, mas eu estava estática. Raramente, Luke falava assim. E eu tinha nojo desse lado prepotente dele.

–Tenho certeza que que você adorará o quarto de hospedes. Mande, pode mandar Jonathan para Suíça, mas eu não te ajudarei em nada Luke Castellan, nada. Nem minha empresa, e nem a minha pessoa.

Ele me olhou, os olhos azuis pareciam cansados, eu senti uma vontade de abraça-lo carinhosamente, e dizer que tudo estava bem. Mas, não estava. Eu estava com raiva dele. Queria quebrar um pote de porcelana na cara dele.

–Esse é um risco que vou ter que correr.

–E quanto tempo durará? –As palavras travaram. –O internato?

–Até ele completar todo o ensino.

–O melhor é o desprezo que eu te darei Luke. Isso vai ser o melhor.

Peguei minha bolsa e ajeitei minha saia.

–Tudo bem... Mas, lembre-se, você irá me pagar Luke Castellan da pior maneira possível.

–Deixe de ser idiota Annie. – Ele esbravejou.

–E Annabeth Chase nunca quebra uma promessa. –Sai pisando firme e não olhei para trás.

Notas finais
Comentem, favoritem, acompanhem e recomendem. Bjos e até..