I Need Your Love.

36 A dor da perda.


Notas iniciais
MILLLL DESCULPAS! Aconteceu tanta coisa me impedido de escrever. Desde brigas, computador quebrado até preguiça. Gente, sinceramente, eu não consigo mais escrever I Need Your Love, juro para voces. Eu não sei o que isso, eu tenho a história pronta. Mas, me desanima. Porque eu já não tenho pique para escrever e mal tenho comentarios. Enfim, não vou largar INYL, mas pretendo encurta-la. Sinto muito. Capitulo minusculo, e prometo que apos a semana de prova postarei o proximo.

Annabeth’s Povs.

Eu sentia minhas pernas bombearem por alguns instantes quando a boca de Perseu atingiu meu pescoço. Eu estava prestando contas no hospital, algo inútil já que aparentemente já que Jonathan havia gritado para os Setes ventos que era o herdeiro da família Castellan.

–Falei com o filho da mãe do maldito motorista, tomou glicose no sangue, chorou e disse que iria bancar as despesas, não deixei, era uma besteirinha. –Comentei. Ele passou os braços pela minha cintura e deu um pequeno sopro em meu ouvido.

–Adoro o pouco descaso com que você fala de dinheiro... –Ele comentou, fazendo-me rir.

–Agora, Sophie por um triz não se ferra, hein? –Perguntei, ao contrário do que tínhamos dito a ela. Sophie tinha sido irresponsável, provavelmente bêbada havia colocado o cinto de segurança de modo que ele acabou se enroscando, e impedindo-a de sair. Sorte que a emergência chegou rapidamente, se demorasse alguns segundo... Ela teria explodido junto com o carro.

Deuses me livrem!

–Annabeth Chase, quando duas pessoas se divorciam e tem um filho, obrigatoriamente a pessoal a qual o filho está deve comunicar o outro quando o filho sofre um acidente de carro e não pelo noticiário matinal. –Rosnou Luke Castellan ao meu lado, ele não havia mudado nada. Mesmo físico, mesmo sorriso, mesmos olhos. Como o de Jonathan.

–Um instante, você assisti o noticiário? –Questionei, ele rolou os olhos. E eu sorri.

–Perdoe-me não ter te avisando, mas seu filho saiu gritando para todos que estavam no hospital durante a noite que era o futuro herdeiro dos hospitais e blá blá... Imaginei que algum funcionário te ligasse.

–E ligou. Peguei o helicóptero e vim ver essa criatura sem juízo que você trouxe da Suíça.

–Ele foi expulso. –Falei em tom sugestivo. -Queria que eu deixasse o menino lá, hein, se esbaldando na farra da Suíça? –Então, ela chegou. Usava um vestido longo e rasteiras, já havia um pequeno volume na barriga onde o feto se abrigava, olhei para o chão e depois encarei seus olhos. –Olá, Wilson.

–Senhora Chase... –Ela se pronunciou e eu sorri, amigavelmente. –Senhor Jackson. –Ela continuou, Perseu como um bom diplomata, decidiu ir até ela e abraçar dando em seguida um aperto de mãos.

–Wilson, não é? –Percy falou. –Ouvi dizer que você se aperfeiçoou em áreas plásticas, poderia por gentileza me informar, quando Botox uma mulher pode utilizar, sabe eu estou bastante preocupado com Hera Grace, eu mantenho uma enorme preocupação e cuidado com minha ex sogra. -A mulher riu, e ela tinha um ar doce e angelical. Seus olhos brilhavam e uma vez ou outra ela levava uma mão ao ventre e acariciava.

–Annabeth... –Chamou Luke. –Pode vim por um momento. –Assenti indo em direção a Luke e não me envolvendo nas conversas de Botox-Rugas-Cirurgias criadas por meu Cabeça de Algas, Luke ao contrário do que eu esperei não ficou parado, decidiu sair andando sem informar-me nada. Entrou em um corredor a esquerda e eu logo o acompanhei. O hospital era sempre o mesmo, parecia que todas as sedes eram iguais, mesmo azulejo, mesmos enfeites, mesmas doenças. Ele me indicou um elevador e eu entrei.

–O que você quer? –Ele sorriu e respondeu:

–Quando a doutora MontGomery me avisou sobre a sua dificuldade em permanecer com as gravidez, eu me senti mal... Culpado, eu era o pai que via a aos poucos o filho se transformar em sangue que espalhava pelos lençóis. Tua dor era a minha Annabeth, a cada gemido de angustia e agonia eu também sentia, era meus filhos... E a minha dor de médico, eu via a dor, via a doença, via o problemas e não podia fazer nada. Além de tentar mais uma vez...

–Tentamos tanto que destruímos nosso casamento. –Comentei.

–Cada um tem sua culpa. Mas, voltando ao ponto... –O elevador se abriu e passamos por um grande corredor, podia ouvir os barulhos das enfermeiras sorridentes, o choro de bebes, os gritos, as cores vivas. Era a Neonatal. Fomos até uma sala no fim do corredor e Luke destravou uma porta, o frio percorreu todo o meu corpo saindo da sala. Luke abri um armário e me entregou roupas brancas. –Vista isso. –Eu obedeci. Era um jaleco forrado evitando o frio, havia uma mascaras e um par de luvas brancas. –Está vendo esse monte de caixinhas, Annabeth? Dentro da parede como se fosse cofre embutidos? –Assenti. –São fetos em desenvolvimentos, Annabeth. Pegamos o espermatozoide unimos com os óvulos e formamos embriões onde, os mais propícios tendem a gerar uma gravidez quando depositada de volta no seu útero.

–Dá certo?

–Fizemos em 500 mulheres, apenas dez não engravidaram... É a única chance de você poder engravidar, você e eu sabe a fortuna que gastamos para ter outros herdeiros e só ganhamos sofrimento. A doutora Montgomery e o Foster desenvolveram a pesquisa financiada pelo hospitais. Existe dois modos, e para você eu asseguro o primeiro. Injeções.

–Luke... Eu aprecio bastante o fato de apesar de tudo que nosso casamento passou, você ainda se manter firme na busca de meu problema. Mas, eu vou me casar com Percy. Eu já tenho mais de trinta anos, e eu não vou arriscar o meu casamento com o homem que eu amo por uma gravidez que só trará dor. Eu sempre quis ter mais filhos, mas não é necessário. Eu tenho Jonathan Christopher, Percy tem Sophie. Não preciso torturar meu casamento, que nem começou ainda, com uma falsa expectativa de algo que pode ou não acontecer.

–Annabeth, é algo cientificamente...

–Luke. Pare! Eu não posso perder mais um filho, eu não vou suportar perder mais um filho. Eu quase enlouqueci quando o hospital me ligou dizendo sobre o acidente dos meninos, eu quase enlouqueci por pensar em perder meu menino, eu não vou superar perder outro filho. Eu não conseguirei.

Notas finais
Perdões por essa bosta de capítulo, mas a situação é complicada. Leitores de Ultraviolence to adiantando capitulos, em breve vou postar. Perdões novamente. Reviews?