I Need Your Love.
33 É você, é tudo por você.
Notas iniciais
POVS Percy.
Depois de ter pedido Annabeth em casamento, um pânico devastado havia assumido meu peito. Todas as consequências que eu não havia sequer pensado havia sido jogada em minha mente como uma onda em tempestade ataca uma rocha. Mas, meus devaneios foram levados para longe quando senti a boca de Annabeth em meu queixo.
Ela cheirava a morangos. Minhas mãos foram para os cabelos dela, os prendendo no começo da coluna, e eu beijei o seu pescoço com luxúria, vi os olhos cinzas brilhantes de tão modo que poderia facilmente substituir a Lua. Ela sorria com os meus toques, e então se levantou, o que fez eu imita-la.
Virei seu corpo, mostrando suas costas para mim. E vendo o zíper do vestido dela, afastei seus cabelos e dei um ou dois pequenos beijos na pele nua, em seguida descendo o zíper fazendo a pele bronzeada ficar a mostra. Ela rosnou de frustação, pois eu fazia questão de descer a peça com calma e destreza. Minhas mãos começaram a descer a pele nua dele, fazendo os pelos de seu corpo eriçarem e eu sorri.
–Vamos Percy... É uma simples roupa, basta tirar. –Essa mesmas palavras saíram da boca de minha futura esposa, mas quem disse que meu cérebro ou qualquer pedaço de meu corpo entendeu desse jeito? Foi mais algo ‘’ Vamos logo Perseu, arranque a roupa, foda-me forte e me deixe sem andar até o Natal.’’.
Quando o vestido chegou aos quadris de Annabeth ele emperrou. As curvas sinuosas dela haviam prendido o tecido, seria cômico... Se ela não estivesse começando a se irritar. Mas, nada que um pouco de força bruta não resolvesse. Um único puxão fez a roupa se partir em dois pedaços, ela rosnou como uma leoa.
–Você acabou de rasgar meu vestido? –Antes que eu respondesse, virei novamente o corpo dela, a puxando a meu encontro. Como Annabeth não era a mulher mais alta do mundo seu queixo mal encostava em meus ombros. Mas, ela sussurrou... –Quantas vezes, eu vou te dizer...
–Calada, Annie... Sch.... –Falei e ela bufou. Enquanto, eu esperava ela tirar os trapos do vestido chutando, ela simplesmente começou a rebolar na minha frente. Me fazendo sorrir com uma malicia do tamanho do Sistema Solar, como uma mulher daquela pode nascer? Ela tirou botão por botão de minha blusa fazendo uma angustia crescer dentro de mim, e então finalmente tirou a peça. Suas unhas grandes arranharam meu corpo, e sua boca enfim chegou ao encontro da minha. Quando eu ia aprofundar o beijo ela não deixou, suas mãos desceram pela minha calça e apertou meu pênis por cima do tecido, me fazendo gemer.
–Que lindinho. –Ela disse com um tom carregado de malicia. Ela mordeu o lábio, fazendo eu aperta seu corpo ainda mais sobre mim. Sua fina calcinha dava perfeitamente para eu apertar sua bunda com força, e ela gemeu.
–Que lindinha. –Provoquei e ela riu e tirou minha calça com rapidez. Chutei a peça para algum canto do quarto e apertei as coxas de Annabeth trazendo-a para minha cintura e a beijando seus lábios. Arrastei seu corpo na parede com força, mesmo sabendo que talvez tenha doído, e com uma mão segurava sua bunda e com a outra abria o fecho de seu sutiã. Ela conseguiu se soltar do meu aperto e voltou para o chão, se livrando do sutiã.
Os seios delas tocavam em minha pele com uma sensação insanamente prazerosa, ela passou a mão boba pela minha cueca, e eu delirei. Então, ela abaixou minha box me deixando nu, e ela estampava um sorriso brincalhão.
Eu não respondia mais por mim.
Ela estava apelando, e eu iria ceder... Derrubei ela na cama, sem sequer pensar no estrondo, e ela demonstrou surpresa, agarrei pela cintura e a beijei. Um beijo perturbadoramente apaixonado e insanamente malicioso. Sentia que as mãos delas acariciava meus testículos e que o ar em meus pulmões já estavam ficando escassos. Mas, Annabeth provocou, não é mesmo?
Ela que aguente as consequências, ué. Então, ela tomou o controle, porque eu permiti é claro. Passou por cima de mim, me arranhando e rebolando em cima de meu membro. Ela voltou a me beijar, mas... Eu prefiro ficar por cima.
Rapidamente coloquei ela para baixo antes mesmo que a loira percebesse. Suas pernas ficaram inclinadas e eu dei um forte tapa em sua bunda, sabia que só ali mesmo na cama, que eu conseguiria ‘’ domar’’ aquela fera. Sua calcinha fora arrancada logo em seguida, e ela fez cara de brava.
–Para, ok? –Ela disse. Mas, eu não me importei. Eu já estava excitado suficiente, e cada gemido ou movimento de Annabeth Chase, futura Jackson piorava as coisas, eu passei minha mão pela intimidade dela e com certeza, Annabeth ou estava tão excitada quanto eu, ou até mesmo pior. Introduzi dois dedos dentro dela o que fez seu corpo saltar na cama, e um grito perpetuar no quarto. –Você vai se...
Então, eu girei os dois dedos dentro dela, rodando sem piedade enquanto ela gemia e se agarrava aos lençóis, a respiração desregulada dela dava um sinal claro de que o orgasmo dela estava vindo, mais dois dedos foi acrescentado dentro da intimidade da loira. Outro grito. Meus ouvidos eram preenchidos pelo gemidos e pequenos gritos de Annabeth.
–Quanta cru-crueldade... –Ela balbuciou, então um suspiro saiu da boca dela enquanto o orgasmo vinha. O corpo dela se contorcia pela cama se enrolando nos lençóis, na imagem mais sexy da minha vida minha boca entrou em contato com a intimidade dela, minha língua fria em sua vulva quente. Deuses!
Eu sugava toda sua intimidade com rapidez, dava uma leve chupada em seu clitóris e penetrava sua entrada, e ela gemia. Meus cabelos eram arrancados e minhas costas destruídas, repetia o processo e ela parecia se segurar para não gozar. Que mulher era essa?
Ela gozou na minha boca, gritando meu nome, e eu sorri. Boa mulher.
Ela arfava baixinho, suas bochechas estavam vermelhas, suas coxas roxas e seu cabelo bagunçado. Os olhos estavam cinzas com um brilho tão intenso que parecia uma felina preste a atacar sua presa.
–Você é um filho de uma puta mesmo? Me faz gritar pelos sete ventos... Mesmo com meu filho quase adulto lá embaixo. –Ela falou baixo com o tom de voz ameaçador.
–Não me chame assim, Annie... Sou seu futuro marido. O homem da sua vida.
–Meu homem. –Ela murmurou, e sorriu sentando-se na cama. –E eu faço com você o que eu quiser... Espero realmente que os meninos tenham saído, porque você vai gritar, gemer, e implorar meu nome... Porque você é meu. É eu faço o que eu quiser com você, meu bem.
Ela passou por cima de mim, e me derrubou rapidamente, sorte minha que a cama era gigante. Ela sorriu e veio engatinhando até mim e passando por cima de meu corpo. Ela sentou em ou incansavelmente, mas não havia nenhuma penetração Era simplesmente o ato de rebolar, os seios dela balançavam e a cabeça estava inclinada para trás. Era o ato de me torturar.
Ela me beijou. Um beijo de tirar o folego, suas pernas prendiam meu corpo na cama, e suas mãos meus ombros. Sentia que ela arfava aos poucos e uma vez ou outra impulsionava seu corpo para frente, enfim... O ar acabou. Mas, ela não. Sua boca desceu por todo meu peito, passava a língua pelo meu peitoral e arranhava as laterais, me fazendo ficar com raiva. Ela passou os dedos pela fina linha de pelos que havia do meu umbigo para baixo e eu sorri. Então, ela começou a me masturbar.
Mas, não do jeito normal. Era lento, ela apreciava cada som que saia da minha boca e meus pulsos estavam fechados e ela percebeu. Então, sua boca beijou a cabeça de meu membro me fazendo gemer baixo, então ela gemeu. E eu ri, ou gemi. Ela abocanhou o membro de uma única vez, fazendo o caber todo dentro de sua boca, a língua dela esfregava lentamente e chupava. Suas mãos desceram para meu testículos, me fazendo suspirar.
–Ann... –Eu ia falar, mas ela se separou de mim e foi em rumo até a cabeceira da cama. Suas costas de apoiaram na madeira, e abriu suas pernas me dando ampla visão de sua vulva. Ela fez sinal com o dedos para eu ir até ela, e eu obedeci é claro.
Eu praticamente pulei em cima dela, o que fez a cama ranger. Mas, eu não estava nem aí. Minha única preocupação estava ali, de pernas abertas, implorando para que eu a fodesse e deixasse por um bom tempo sem andar...
Eu fui a seu encontro, e a deitei, fazendo meu corpo ficar por cima. Olhei em volta, apenas o abajur estavam acesos, as velas já tinham apagados. O cheiro de morango, maresia havia acabado. Era o cheiro de sexo que impregnava o local.
Eu a penetrei com força bruta, e senti o corpo dela pular. E um gemido longo escapar de sua boca, de novo eu estoquei. E fazia os movimentos, as mãos dela se agarraram as minhas e eu estiquei nossos braços. As pernas dela se agarraram a minha cintura, fazendo a penetração ser ainda mais profunda.
–Eu te amo. –Sussurrei no ouvido dela enquanto estocava. O corpo dela rebolava em baixo de mim, e ela acompanhava. –Eu te amo, Annabeth Chase.
Ela não respondia, estava segurando o orgasmo. Os lábios crispados que deixava escapara penas pequenos gemidos, então ela e eu chegamos ao ápice no mesmo momento, com um único gemido. Ela voltou a atacar meus lábios, e então se aproximou de meu ouvido.
–Eu também te amo, Cabeça de Algas. E tenho certeza que você me fará a mulher mais feliz do feliz do mundo.
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