Notas iniciais
Ok, ok, eu amo escrever frerard sim como vocês já perceberam.
Essa fic eu dedico a a Amanda-oneechan
Espero que gostem!
;)
Olá, bom antes de começar a história, devo me apresentar, meu nome é Gerard Arthur Way, e vou narrar a vocês a história de minha vida. Tudo começou em um dia em que nada parecia dar certo: Logo de manhã eu estava tomando meu banho para ir à escola quando o chuveiro quebrou, depois disso desci atrasado e meu irmão me fez o favor de espirrar em cima da minha tigela de cereais (que nojo), bom, mas isso foi só o começo do dia, graças a gripe do Mikey — este é o nome de meu irmão — nós perdemos o ônibus para a escola, e chegamos atrasados levando muitas chamadas de atenção da maldita Miss Hilary. Tá, até aí tudo bem né, o que poderia piorar? Um F de biologia, cheguei em casa e graças a tal nota levei uma surra de meu pai. Ora, que dia ruim! Parecia até uma história de comédia tipo debi loyde, em que os dois só se metem em roubada e se ferram. A única diferença é que não tinha graça nenhuma! De noite para afogar as mágoas eu resolvi encher a cara, e usei a desculpa que iria estudar com um amigo, como se eu tivesse algum. Entrei no primeiro boteco que encontrei, um bar imundo, intitulado \"Bar do Pereira\", nome ridículo. Mas enfim, entrei, me dirigi ao balcão e já fui tomando vodka pura para começar a noite. O bar estava agitado, bom, todo bar é agitado. Aquele cheiro de álcool no ar, pessoas com um bafo insuportável gritando palavrões e afogando suas mágoas, alguns até faziam uma aposta aqui e outra ali, e outros riam de algo que só eles enxergavam. O mesmo tédio de qualquer bar normal. Eu estava alto já, não sabia mais quem eu era. Porém vi muito bem quando um baixinho mais do que bêbado, trêbado, subiu em cima do balcão pegou uma garrafa para fazer de microfone e começou a cantar e dançar ao estilo Marilyn Morroe. Era a visão escrota de um bêbado idiota, mas eu não sabia o que aquele garoto tinha que o fazia se destacar no meio dos outros. Inexplicavelmente, aquilo — ou melhor ele — me atraía. No dia seguinte fui de ressaca para a escola, tudo girava, mas meu dia começou bem, pude tomar meu banho tranqüilo e a gripe do meu irmão não me fez perder o ônibus... nem meus cereais. Em algum momento pensei ter visto o garoto do bar... \"Ah, mais deixa disso\" falei para mim mesmo \"deve ser bobagem da minha cabeça\" As aulas naquele dia até que foram boas, quero dizer, não foram tão ruins, e tudo estava correndo bem, até a hora do intervalo. Quando bateu o sinal do intervalo, a \"gangue\" mais temida da escola veio para cima de mim, me bateram e roubaram o meu lanche, eu odiava isso, eu podia com eles, porém não podia com seis ou sete pessoas de uma vez. A gangue do Nelson, era composta por garotos fortes e burros, como o Nelson era o mais forte e o mais burro ele era o líder. Eu estava esticado no chão, com minhas costelas doendo muito, mesmo com um de meus olhos roxo e inchado, eu pude ver claramente outra atrocidade da gangue: Eles batiam em um garoto baixinho que parecia novo na escoal, e também lhe roubaram o lanche. Fiquei assustado ao ver, que o novo aluno era nada mais nada menos que o \"bêbado dançarino\" que vi no bar. Eu não podia fazer nada, cada centímetro do meu corpo doía por isso esperei baterem nele, e fui falar com ele depois de ter apanhado. — Humm... — falei sem jeito — você está bem? — Como espera que eu esteja bem? — respondeu bravo — eu acabei de apanhar, e me roubaram a porra do lanche. — Acalme-se — falei, sem saber direito o que falar, já que não costumava conversar com ninguém — levante-se, irei ajudá-lo nesta escola. E estendi minha mão para ele, que a segurou e se levantou. — NOOOOOSSA — exclamou, me fitando — te vi ontem, caindo de bêbado, naquele bar, o bar do Pereira. — Opa! Também te vi — fingi surpresa — cantando e dançando como se estivesse em um bordel. O garoto riu. — Sou Frank Iero, prazer, você é? — Hum... Gerard Way, mas prefiro que me chamem de Gee, se não for incomodo. — Okay, humm.. Gee. Mas diga-me, havia algum motivo para aquela babedeira toda? — Sim, tive um dia péssimo, e você? — Briguei com meu pai, e ele quebrou minha guitarra! ERA ISSO! Estava explicado por que havia me interessado naquele garoto tão estranho. Ele seguia o mesmo estilo que o meu, talvez nossos quartos fossem até iguais, cheios de posteres e desenhos (se bem que eu não sabia se ele desenhava), com uma guitarra no canto, e uma estante cheia de cds. — Humm... acho que temos estilos meio parecidos — falou o Frank, tímido. — É também acho. — Talvez nós não apanhássemos se não usasse essas roupas. — É, talvez... — Sei lá, acho que prefiro manter minha essência. — Acho que o Nelson é um idiota.
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