Hunter

23 My heart Is Back


Notas iniciais
EU VOLTEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEI AGORA PRA FICAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR PORQUE AQUIIIIIIIIIIIIIIIII AQUI EU SOU UMA FILHA DA PUTA QUE NÃO VAI MAIS ENROLAAAAAAR
OI GALERE, COMO VAI A FAMILIA? BEM? OK.
É, consertei meu pc, agora ta tunadão rs, o melhor, dentro do MEEEEEEEEEEEEEEEEU quarto onde ninguem me perturba, HAAA
Enfim, minhas viadage a parte, ta aí, eu gostei desse capitulo, confesso, talvez o proximo saia até hoje *uuuuuu*
Ah, uma foto de como eu imagino a Amy: http://3.bp.blogspot.com/-y6KPTZyP6wo/UJeEFQLoYpI/AAAAAAAAAQY/CiJYurr16S8/s1600/226150_137034146388478_5948216_n.jpg (quando eu animar ponho na descrição)
Apreciem sem moderação BECAUSE I'M BACK IN BLACK, ÁU

POV Sam

_ Sam, onde você vai, dá pra me explicar? – Dean havia conseguido finalmente me barrar em um lugar onde eu não podia fugir. Pelo que eu conheço ele não vai me deixar em paz.

_ Eu preciso resolver umas coisas. Dá pra largar do meu pé? Eu não vou fugir, Dean, que porra.

_ Você não vai não. A não ser que você me dê uma explicação.

_ Dá pra você parar de me tratar feito uma criança? Eu já sou adulto, sei muito bem o que é certo ou não.

_ ONDE VOCÊ VAI?

_ Eu já disse, resolver umas coisas. Agora dá pra me soltar?

_ Vai Sam, mas se você for não precisa mais voltar.

_ Você tá me obrigando a tomar uma decisão que eu não quero mas... Que assim seja.

Me soltei dele com um puxão e saí dando completamente as costas para ele, ignorando completamente suas tentativas de me convencer que ele era o dono da razão. É meu irmão, eu sinto muito, mas vai ter que ser assim. E Valary, sua... Aaaargh, sua... Eu não sei. Olha o que você tá fazendo sua anã do capeta. Me fez separar do meu irmão pra ir atrás de você, sua irresponsável do caralho, eu te disse, se precisar de qualquer coisa me liga, me bate, volta pra cá e me mata, não sei, mas não desconta em você mesma. E foi justamente o que você não fez. Percebi uma lágrima rolando pelo meu rosto e continuei meu caminho, mas pera, que caminho? Pra onde diabos eu estava indo? Parei, joguei minha mochila na estrada fria e me atirei ali na esperança de que algum carro me atropelasse, ou um animal selvagem me devorasse, ou pelo menos eu morresse de frio. Eu não fazia idéia de onde eu estava, ou para onde eu estava indo. Se Valary estivesse aqui com toda certeza eu ia bater nela, mas pera... Ela me fez estar desse jeito, eu vou atrás dela, não por mim, mas por ela. Ela precisava de mim. Me levantei do chão com muito esforço, porque naquele frio de fim de ano meus ossos poderiam se partir a qualquer momento. Olhei para cima, o tempo não estava muito convidativo e com ameaça de chuva. Não havia nada nem ninguém naquela estrada, apenas uma placa que dizia “Houston 5km”. Otimo, Texas. Foi lá que tudo começou há mais ou menos um mês. Sorri ao lembrar do tanto que eramos felizes. Eu não vou desistir, não agora que cheguei até aqui. Tinha um pouco de comida e água na minha mochila, ótimo, pelo que eu sei dessa estrada vai dar mais ou menos no fim do mundo de Houston. De lá eu gasto tudo que eu tenho para a passagem, pego o voo pra Paris, descubro onde Valary esta, a parte mais difícil, dou umas porradas naquele Evan, vejo como ela está e... E agora? Não é tão ruim. Ok, é tão ruim, mas alguma coisa nela me dizia que valia a pena todo o esforço. Bela virada de ano, em Sam?

~Dê play em Walking After You e continue lendo: http://www.youtube.com/watch?v=TNwkN9vrUYY ~

10 dias depois.

Paris, 10 de janeiro

_ Bom dia, por acaso aqui se encontra Valary Katherine Baker? – Eu perguntava, não sei bem, acho que ao 24º hospital de Paris com meu Francês horrível.

_ Não senhor.

_ Obrigado.

Eu não sabia mais o que fazer. Eu gastei TODO o meu dinheiro na passagem, não me lembrava muito bem da última vez que dormi e agora não faço idéia de onde estou.

_ MERDA – Gritei chutando uma lata de lixo que eu achei pelo caminho, fazendo todos aqueles franceses metidos a grão fino me olharem com expressão de medo. Sentei-me em um banco qualquer e abaixei a cabeça afundando as mãos em meus cabelos sujos. 10 dias atrás eu minha vida estava quase normal, ah, olha o que eu fui fazer com minha vida, merda, Valary.

Levantei a cabeça e olhei para cima, o céu me encarava sarcástico, o tempo não mudou muito desde que eu deixei o ônibus. Sempre tirando com minha cara.

_ Miau! – Percebi um gato qualquer se esfregando em minhas pernas.

_ Agora, não bichano. – Peguei o gato no colo, cocei sua cabecinha por alguns segundos e o coloquei no chão novamente. O gato voltou a se esfregar em minhas pernas. – Mas o que você quer? – Peguei o gato no colo e olhei para ele. Tinha uma pequena coleirinha com algumas coisas gravadas. O pior era que aquele gato não me era muito estranho... Não pode ser.

— John? – Sim, era ele, o gato da Valary, bem que eu achei que aquele miado fino e irritante era conhecido demais pro meu gosto, e também reconheci aquele “bigodinho do Hitler”. – John, meu querido, cadê a Valary? Eu falei pra você cuidar dela. – Eu acariciava o gato e ainda podia sentir o cheiro de Valary se me concentrasse por alguns segundos. Peguei sua coleira e li o que estava escrito:

Rue monde, 54, centre, Paris, France

BINGO!

_ AH SEU GATO FEDORENTO EU TE AMO! – Dei alguns beijos no gato, ok, eu sei que é estranho mas porra, finalmente eu tenho alguma pista de Valary. Agora eu só precisava ir até lá e descobrir o hospital em que ela está.

Li em alguma placa qualquer “centre” ÓTIMO, ESTAVA NO CENTRO DE PARIS!

_ Obrigado, pai! – Disse sorrindo olhando para cima. Eu so precisava achar a droga da rua e da casa. Beleza. Saí andando rápido pois já estava anoitecendo. Ok, o centro de Paris não poderia ser tão grande assim. Ou poderia?

_ Com licença, senhor. – Disse barrando um homem que passava por ali. – O senhor sabe onde fica a Rua Monde?

_ Você está nela, rapazinho.

_ Obrigado!

Ah, que ótimo! Olhei para uma casa na minha frente, número 43. Ótimo, estava perto, já que aquelas casas eram tão ordenadas e organizadas que até me dava agonia. 51, 52, 53, 54, é aqui. Vamos lá Sam, é agora ou nunca. Bati na porta três vezes seguidas, alguns segundos depois uma mulher me atendeu, esbranquiçando ainda mais as faces quando me viu. Meu deus, não pode ser!

_ Posso ajudar? – SIM, ERA ELA! A MESMA VOZ ROUCA, A MESMA PELE CLARA E CABELOS NEGROS, AMY!

_ Então, eu... Encontrei esse gato perdido e a coleira dele estava com este endereço.

_ John! Você voltou, seu fujão! Obrigada mesmo, moço, tenha uma boa noite. – A mulher deu um sorriso amarelo para mim e fechou a porta como se estivesse com pressa de algo, quer dizer, tentou fechar a porta, antes de eu barra-la com o pé esquerdo.

_ É você? – Eu a olhava no fundo dos olhos, que agora estavam em um tom de azul esverdeado, mas começaram a revelar seu tom de vermelho aos poucos. A tatuagem continuava no mesmo lugar, estava BEM mais magra e os cabelos maiores. Mas eu tinha absoluta certeza que era ela.

_ Sammy... – Ela colocou o gato no chão e se jogou em meus braços chorando. Eu mal conseguia acreditar, meu amor estava de volta! A abracei com toda a energia que podia e em seguida a dei um selinho demorado.

_ Como você escapou daquele desgraçado?

_ Eu aperfeiçoei minha esperteza com o tempo. Mas foda-se, só me beija. – Disse ela e agarrando mais uma vez e me puxando para dentro de casa sem desgrudar sua boca da minha. Que saudade daquela boca tão... tudo! Ela desgrudou nossos lábios e me abraçou. – Senti sua falta.

_ Eu também, você não sabe o quanto.

_ Agora eu vou matar aquele desgraçado e... Sam, faz quanto tempo você não toma banho? – Diz se afastando.

_ Eu não sei.

_ Olha, vá lá em cima e tome um banho, apenas não repara na bagunça porque digamos que... – Ela fez uma cara como se tivesse se arrependido do que disse e mordeu os lábios.

_ Que o quê?

_ Olha, antes de tudo não se desespera ok?

_ Amy, me fala! – Eu já começava a transparecer preocupação.

_ Olha, quando eu fugi do inferno eu já sabia perfeitamente tudo que acontecia com vocês, e aquele demônio não quer nada além da Valary. – Meu coração gelou quando ouvi o nome dela. – Então eu vim atrás dela pra evitar que qualquer coisa mais grave acontecesse e...

_ Não...

_ Olha, ela quase foi estuprada naquele banheiro mesmo, mas matou o cara antes e fugiu. Alguém deu drogas para ela e agora ela está...

_ Coma. Dessa parte eu sei. Mas quem está lá com ela?

_ Evan. Ele não sabe da história toda de Azazel porém as energias positivas dele podem muito bem proteger a Valary até ela acordar do coma. Humberto já se livrou do corpo, então vai tomar banho e fica comigo hoje. – Ela se recostou em meu peito. – Por favor. – Não tinha como dizer não.

_ Fico. – Beijei sua testa e me levantei. Fui até o banheiro, que estava realmente em um estado deplorável, e tomei um longo banho. Vesti um samba canção qualquer que estava na minha mochila e me enrolei em um roupão.

~Dê play na música I miss you e continue lendo: http://www.youtube.com/watch?v=s1tAYmMjLdY ~

Me virei, lá estava Amy me olhando com aquela carinha que me fazia querer mordê-la. Fui até ela e a abracei.

_ Sabe que eu te amo?

_ Eu tamb...

_ Cala a boca que eu ainda não terminei. Eu senti sua falta, Amy. Procurei refúgio em tudo que você pode imaginar. Tudo mesmo. Mas nenhuma das coisas que eu experimentei durante esse tempo todo, nenhuma boca, nenhum tipo de álcool ou aroma de cigarro fez o gosto da SUA boca sair da minha, o cheiro do SEU cigarro sair do meu nariz e a SUA bebida preferida era a que eu mais bebia e... Eu não vou conseguir ficar sem você de novo. – Terminei de dar aquele discurso muito hétero e a beijei. Dessa vez foi bem calmo, sem pressa.

_ Eu não vou deixar vocês de novo, Sam. A gente vai matar aquele desgraçado. Nós quatro.

Me deitei na cama e abri espaço para que ela se recostasse em meu peito. Beijei sua testa e a abracei. Fazia tempo que eu não dormia, e dessa vez eu dormi com chave de ouro. Agora nada nem ninguém vai poder mais nos separar. Nada.