Hunter
5 Hunting (parte 1)
Notas iniciais
então, demorei mais que o normal dessa vez, tinha umas provas pra fazer e tal, mas ta aí, como ficou muito grande dividi em 2 partes, fica até mais fácil de entender hehe
então, aí revelamos um pouquinho de nada sobre a Amy, porém to com altas idéias para o próximo capitulo, para revelar o que ela é de vez, a historia dela e chega de spoiler u.u
Texas, 21 de novembro
POV Sam
Acordei lentamente, ainda restavam faíscas da fogueira de ontem, estava escuro. Amy ainda dormia profundamente em meus braços. Sentia-me mal por ter gastado a gasolina de Dean, mas Amy estava com muito frio, e a lenha não acendia por nada, então peguei o resto da gasolina do galão que estava dentro do carro, porém eu não contava que aquele era a única coisa que nos restava. Não sei, mas acho que aquela garota estranha estava me afastando um pouco de Dean. Eu a amava, não me importava se ela me amava o mesmo tanto, também não me importava que eu a havia conhecido há menos de dois dias, apenas sabia que eu a amava. Amava aquele jeito safado, aquela voz rouca, aquele sorriso e, aqueles olhos... Aquele tom avermelhado que eu desconhecia; um olhar profundo, sincero, misterioso... Aquela mulher já estava começando a me deixar louco.
_ Sammy – ela acordou procurando minhas mãos. Ta vendo, eu até permitia que ela me chamasse de Sammy, que caralho.
_ Estou aqui – disse beijando o topo de sua cabeça
_ Vamos procurar gasolina por aí quando clarear. Fiquei mal por Dean ontem
Surpreendi-me com ela. Dean nunca havia sido simpático com a mesma, sempre eram apenas encaradas, ironias, olhares frios. Ela não tinha obrigação nenhuma com Dean, nenhuma mesmo, e ainda sim ela sentia por ele. Aquela mulher era nada menos que maravilhosa. A abracei forte, como se tudo que eu precisasse estivesse ali, materializado nela. E estava.
_ Calma, Sam, não vou fugir de você – disse rindo
_ Acho bom, porque eu vou até o inferno te buscar se você fugir de mim, Amy
Ela se virou de frente pra mim e tocou meu queixo com seus dedos finos. Em seguida me beijou levemente.
_ Não vai precisar, Sammy, eu te juro.
A apertei mais forte contra meu corpo afagando seus cabelos. E ela ali dormiu, não consegui fazer o mesmo, fiquei ali por um bom tempo olhando pro nada
_ Amy? – chamei
_ O que foi, Sam – disse sonolenta
_ Te acordei?
_ Não, imagina, tava aqui acordada esperando você me chamar – disse com raiva
_ Desculpa, volta a dormir
_ Agora não quero – disse se levantando
_ Hey, volta aqui – disse indo atrás dela
_ Não, filho da puta, ME SOLTA – disse quando pulei por cima dela – Sam, nós vamos cair, seu viado
Sim, nós caímos pouco depois de quando ela disse.
_ Sam, seu desgraçado, sai de cima de mim
_ Não saio, sua ranzinza chata – disse beijando a ponta de seu nariz, fazendo-a sorrir
_ Sam, sai seu enjoado, é serio
_ Ainda ta com raiva? – disse fazendo cócegas em sua barriga
_ NÃO SAM, PARA, POR FAVOR, EU NÃO TO MAIS, TO FELIZ, TO ATÉ RINDO OLHA, AGORA PARA COM ISSO – disse não se agüentando de rir e me empurrando, fazendo-nos rolar na grama já que eu não me soltava dela de jeito nenhum
_ Você é um puto, sabia?
_ Xiu, você adora esse puto aqui
_ Não adoro, Sam, eu amo
Não sabia o que dizer, apenas a beijei, ela correspondia de boa vontade, me abraçando e afagando meus cabelos. Era um gosto de tabaco, nunca pensei que fosse gostar daquilo, mas eu estava cego a ponto de amar até o chulé dela.
_ Amy, você me disse que cantava, mas nunca cantou para mim.
_ Quer que eu cante pra você? – perguntou divertida
_ Quero – disse fazendo um bico enorme, arrancando sorrisos dela.
Ela se sentou na grama, me colocando em seu colo e afagando meus cabelos, eu podia dormir daquele jeito, sério. Ela começou a cantar uma música que eu desconhecia, era algo muito lento, como uma canção de ninar, puxado para música lírica, um rock mais light com piano provavelmente...
“Angel of mine, can I thank you? You have saved me time and time again. Angel, I must confess: it's you that always gives me strength and I don't know where I'd be without you”
Sua voz era perfeita, nada menos que isso. Uma voz rouca, doce, suave, penetrante. Eu não ia demorar a dormir com essa voz perfeita e suas mãos pequenas mexendo em meus cabelos.
_ Dormiu?
_ Não. Mas vou dormir se você continuar.
_ Quer que eu pare?
_ Não mesmo
_ Seu folgado – Não estava olhando pra ela, mas estava claro que estava sorrindo
“You are everything I need to see. Smile and smilelight makes sunlight to me. Laugh and come and look into me. Drips of moonlight washing over me. Can I show you what you want from me?”
Adormeci ainda nos braços dela, que cantava a mesma música, repetindo até ter certeza de que eu estava dormindo profundamente. Seja lá qual fosse essa música, eu nunca mais ia esquecer.
...
_ Sam?
_ Hmm
_ Sam, acorda, é serio, já clareou.
Abri os olhos e percebi que ainda estava no colo dela. Vi algumas poucas pessoas ao redor, olhando pra gente como se fossemos aberrações. Qual é, será que nunca viram um casal apaixonado? Levantei-me e olhei ao redor, vendo as roupas de Dean e Valary ainda jogadas no chão. Não pude evitar as risadas e os pensamentos idiotas
_ Amy, olha a roupa deles jogada no chão ainda. Ontem teve, danados...
Amy me deu um tapa no braço logo depois começando a rir junto comigo.
_ Acho melhor levar isso aqui pra eles – disse ela pegando as roupas de Valary e Dean do chão
_ Também acho – disse pegando os sapatos deles – Mas cuidado quando chegar no carro, vai que, né...
Ela abriu um enorme sorriso. Só eu sabia o quanto precisava daquele sorriso me atormentando pro resto da vida.
Andamos em direção ao carro, que estava perto de uma árvore robusta. Bem suspeito. Entramos atrás do carro, parece que estavam no banco da frente. Andamos de novo, para o lado direito, depois para a frente. Tive que tampar a boca de Amy, que evitava de todas as formas possíveis não rir. Foi bem engraçado, Dean dormia igual uma pedra enrolado em um cobertor velho agarrado a Valary, que estava com a cabeça em seu peito e uma mão em volta de sua cintura, ambos apenas com roupas íntimas. Só eu acho que esses dois se pegam secretamente? Pelo jeito não.
_ Hey, Dean – bati no carro e Dean abriu o vidro me xingando.
_ Porra, velho, o que você quer?
_ Suas roupas e de Valary, toma aí – disse com um sorriso malicioso no rosto – Ontem teve pelo jeito né?
_ Sai daqui, filho de uma puta
_ Apenas não esqueça, eu e Amy seremos padrinhos – disse rindo e me afastando dele, que deu um dedo do meio e voltou a dormir. Esses dois foram feitos sob medida para o outro, sério, dois ogros com coração de manteiga derretida.
_ Sam, vamos
_ Estou indo, minha linda – disse a abraçando por trás
_ Você tá muito bobão, sabia?
_ Estou? – disse dando beijos em sua bochecha.
_ Muito, MEU bobão
Puxei-a e dei um beijo estalado em sua boca, encostando-a em outra árvore que havia ali perto.
_ Sam, aqui não – disse quando sentiu minha mão dentro de sua blusa
_ Por que não? — Ela soltou um gemido rouco quando me aproximei ainda mais dela e sussurrei em seu ouvido
_ Cara estamos em uma atração turística de Houston, discrição, meu amor.
_ Tem certeza que quer que eu pare? – Minhas mãos subiram ainda mais, apertando suas costas e fazendo seu corpo colar cada vez mais no meu.
_ Não...
_ Foi o que pensei – sussurrei em seu ouvido, fazendo-a arrepiar.
Eu senti que estava a provocando, fazendo-a perder os sentidos, enlouquecendo aquela branquela de olhos avermelhados
_ Sam, por tudo que tem de mais sagrado, vamos procurar essa gasolina, depois você me beija, me abraça, me ama, me come, mas vamos, pelo amor de Deus
_ Por que quer que eu pare? Não consegue se soltar de mim sozinha, Jay?
_ Não consigo...
_ É mesmo? – Olhei no fundo dos olhos dela e ela perdeu a reação por alguns segundos.
_ É mesmo, Sam, não consigo
_ Então vou ser bonzinho com você, Jay, dessa vez vou ser, mas é bom você se comportar, por que da próxima vez não vou ter essa piedade de você não.
Soltei-me dela e pude vê-la sorrindo. Andei na frente, quando senti seu corpo gelado em minhas costas
_ Amy!
Segurei as pernas dela, ela estava me fazendo de cavalinho na cara de pau
_ Você foi mau, Winchester, agora vai ser meu cavalo. Cale essa porra de boca e para o alto e avante, cavalo!
Eu ri e comecei a correr e pular com ela em minhas costas, que gritava de medo
_ Você me mandou cavalgar, agora eu estou cavalgando.
_ Mais devagar, garanhão, não se esqueça que estamos em busca de gasolina
_ Devagar, é?
Acelerei ainda mais a velocidade, desconsiderando o fato de que tinha uma pedra enorme na frente. Tropecei e Amy caiu em cima de mim. Fiquei muito feliz por ter amortecido a queda dela, mas bati com a cabeça no chão.
“Lilith, o demônio de olhos brancos e seu amigo infernal de olhos amarelos estavam com a pobre garota transformada em suas mãos, que chorava desesperadamente, enquanto a mesma desaparecia como uma miragem junto com a garota aos prantos deixando o jovem amado abraçado a uma linda morena e um rapaz alto de olhos verdes”
_ Sam? Sam? Saaaaaam, acorde
_ Amy? – Estava confuso, ela acabara de desaparecer em frente aos meus olhos
_ Não, Sam, Branca de Neve. Você ta bem seu bobão?
_ Acho que sim – Minha cabeça doía e estava cada vez mais confuso por causa daquela visão
_ Avisei pra você parar de correr, seu retardado
_ Devia me agradecer por ter amortecido sua queda
_ Levanta e vamos
_ Não Amy, acho melhor não.
Eu estava com medo daquela visão. Vi a morte de Jessica, vi a morte de várias pessoas ao redor de nossa jornada, e agora não vou suportar a morte de Amy de novo.
_ Seu irmão vai nos matar.
_ Não vai não, eu apenas não quero te perder
_ Dean, a gente só vai buscar gasolina, eu não vou fugir de você.
Ela não entendia nada, não podia revelar a ela o que se passava em minha mente. A abracei forte, pela milésima vez naquele dia. Eu já perdi minha família pra aquele bando, já perdi minha namorada, e não vou perder mais ninguém. Não mesmo.
POV Dean
Acordei, olhei no celular do lado, já eram quase 08h30min. Valary estava praticamente em coma abraçada comigo. Sei que já mencionei o quanto ela parece um anjo dormindo, e realmente, parecia. Ela murmurava coisas fora do sentido, que não dava pra compreender. Vi que ela começava a se desesperar. Toquei seu rosto levemente na tentativa de acalmá-la.
_ Christo, scio que sis, scio qui feceris, monstrum
Ela estava falando latim? Que porra é essa?
_ Valary!
_ Regna terrae, cantate deo, psallite dominio...
Tribuite virtutem deo.
Como diabos ela sabia daquilo?
_ VALARY! – Segurei suas mãos que estavam inquietas por todo lugar. Ela abriu os olhos assustada
_ Dean, onde ele está?
_ De quem você está falando, Valary?
_ O cara de olhos amarelos
Meu coração gelou. Ela começou a olhar para os lados, seus olhos azuis agora se inundavam em lágrimas, que de repente banhavam todo seu rosto. Vai entender essa garota.
_ Calma, Valary, foi só um sonho – disse a abraçando
_ Não, Dean. Foi um pesadelo. E esse pesadelo é mais real do que você pensa
_ Calma, Val. Agora veste suas roupas por que se alguém nos vir aqui desse jeito vão pensar muita merda.
Ainda assustada, ela foi para o banco de trás e se vestiu, enquanto eu me vestia no da frente. Fiquei me perguntando por um bom tempo como ela sabia o ritual romano, e como ela sabia da existência de Azazel, segundo ela “o cara de olhos amarelos”. Foi lá que eu percebi que havia muita coisa por trás da história de Valary, e eu precisava descobrir.
_ Quer ir comigo procurar gasolina? O viado do Sam gastou ela toda ontem
Disse abraçando-a pela cintura, minha voz soava como se estivesse falando com uma criança. Eu queria animá-la de todo jeito daquele pesadelo.
_ É bom você conhecer esse lugar aqui, não vou ficar andando o igual uma escrava – disse abrindo um imenso sorriso. Isso era bom.
_ Sou Dean Winchester, gata. Conheço essas bandas melhor que a palma da minha mão – Ela riu. Aquela risada escandalosa e fina que eu tanto adorava
Andamos um pouco e vemos a dupla de apaixonados abraçados um pouco a frente, como é bom ficar sobrando, mas não vou ser o irmão-vela por muito tempo até Valary ceder aos charmes do gostosão aqui.
_ Olá, garanhão pegador master 666 from hell. Olá, Amy. Interrompi os pombinhos?
_ Nada, Dean, não interrompeu NADA – disse Sam ironizando.
_ Então, pegações interrompidas a parte, vamos comer alguma coisa e comprar gasolina?
_ Eu não – disse Valary, abraçando Amy – Amy e eu vamos ficar por aqui passeando, curtindo esse lago, o quiosque não é Amy?
_ Já que você quer Val, eu topo, tudo bem por vocês? – perguntou Amy
Apesar de tudo, o jeito extremamente rebelde e do contra de Valary me irritava.
_ Tudo ótimo – disse franzindo o cenho
_ Então, não saiam de perto nenhuma das duas, responsabilidade, crianças – brincou Sam
_ Ta bom, mamãe – respondeu Valary rindo
_ Então, vamos Sam antes que eu pegue a Valary e a afogue nessa porra de lago
_ Me ama demais pra isso, Vamos Amy antes que eu deixe esse cara biologicamente incapaz de se reproduzir.
Valary e Amy saíram, enquanto Sam e eu caminhávamos para um posto de gasolina que tinha há mais ou menos 1 km de lá
_ Você gosta dela não é?
_ O quê?
_ Você gosta da Valary não é?
_ Que? Sam eu conheço a garota faz pouco mais de um dia
_ Dean, meu querido, eu sei, você sabe, o jeito que você olha pra ela, suas ironias fazendo contraste com as dela, você ta até menos pé no saco desde que ela se juntou. Admita Dean
_ Qual é, Sam, você sabe muito bem que meu amor tem nome, sobrenome, apelido e placa: Chevrolet Impala modelo 1967, ou motel sobre rodas, como você quiser.
_ Claro, seu carro
_ Não fala assim dela, ela fica magoada
Vi Sam suspirar fundo e continuamos andando. Chegamos a um posto de gasolina, onde na frente havia uma lanchonete.
_ Cara, eu to com uma puta de uma fome, vamos comer antes que eu morra
_ Drama. Vamos, Dean...
Entramos lá, uma lanchonete simples como qualquer outra, exceto pela atendente gostosa que estava por lá.
_ Vão querer o que rapazes?
_ Seu número de telefone serio muito bom
_ Dois mistos, por favor – disse Sam me cortando, qual é, será que ele não sabia se “divertir” um pouco?
_ Ta aí
Sam pagou a mulher e fomos nos assentar em uma mesa que havia lá perto, enquanto eu dava uma piscadela disfarçada para a mesma.
_ Qual é Sam, que porra, você nunca me deixa curtir minha gostosura em paz
_ Aqui não, estamos aqui pra caçar coisas, o negócio da família, não lembra? Você mesmo que disse, Dean.
_ Uma folga de vez em quando é bom maninho – disse de boca cheia, dando minha primeira mordida no sanduíche — Hum, isso aqui ta bonzão velho – disse ainda mastigando.
_ Menos, Dean, quase nada
Caralho, aquela garçonete além de gostosa cozinhava bem. Me toquei que ainda não havia tido oportunidade de ficar sozinho com meu irmão, para falar sobre aquela vadia de olhos brancos que tanto me incomodava.
_ Sam, sério agora, preciso falar com você, sobre Lilith.
_ O que tem ela?
_ Acho que ela está atrás de Valary. Ela anda aparecendo no hotel, tentando me provocar, fazendo umas chantagens indiretas. Valary tem alguma coisa interligada nessa história, Sam, Lilith falou algo do tipo “Valary é tão amaldiçoada quanto seu irmão” e hoje do nada ela dormindo começou a mencionar o ritual romano, e o homem dos olhos amarelos
_ Azazel?
_ O próprio... Será que ela está atrás do desgraçado também?
_ Vai que foi só um pesadelo provocado pela invasão de Lilith na mente dela.
_ Não, Sam, não foi. Ela começou a falar que aquele pesadelo é mais real do que eu pensava. Tem alguma coisa errada com ela, e nós vamos descobrir
_ Você e Valary não são os únicos. Hoje tive uma visão. Ela levava Amy direto para o inferno junto com ela. Amy estava diferente, transformada... Tipo uma...
_ Vampira. Sim, Amy é uma vampira, Sam
_ O quê?
_ Ah, Sam, vai me dizer que você está tão cego de amor ao ponto de não perceber aqueles olhos vermelhos, nem aquela pele gelada.
_ Não é possível.
_ Você confia em suas visões, Sam, por que não confiar agora?
_ Vai saber, agora vamos pegar essa gasolina e vazar daqui.
Saímos daquela lanchonete e fomos pegar gasolina no posto à frente. Enchemos dois galões e pagamos o cara, começamos a andar quando Sam se paralisou e franziu o cenho.
_ Dean
_ O quê
_ Se minhas visões realmente não mentem, deixamos Valary e Amy sozinhas
Não pode ser, não pode e não vai. Levantei daquela mesa correndo, com Sam atrás de mim. Só de pensar em algo de ruim que acontecia a Valary eu já morria por dentro, já estava envolvido demais com ela. Cada passo que eu dava parecia que era um segundo a menos na vida de Val. Eu não me importava com a gasolina que estava segurando, nem com nada, apenas com minha morena de olhos azuis.
Depois de 5 minutos que mais pareciam um ano correndo incansavelmente, chegamos aonde o Impala estava. Gritei por Valary umas dez vezes, enquanto Sam gritava por Amy. Nada. Meu celular toca
_ Alô
Aquela voz fina de vadia atendeu do outro lado da linha.
_ Deram falta de suas vadias?
_ Solta elas, vagabunda
_ Não, Dean, agora estou com um aliado muitíssimo importante, com lindos olhos cor de fogo.
Meu coração gelou. Com Azazel do lado ia ser bem difícil libertar Amy e Valary sem machucar ninguém.
_ Foda-se. Solta elas.
_ Estamos na parte norte de Houston. Venha buscar suas vadias em uma hora, ou então ambas estarão no inferno junto comigo
Notas finais
A parte 2 sai no máximo até quarta :3
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