Hunter

3 Evil Planes


Notas iniciais
EAEE, então, a Lilith tá muito 666 from hell nesse capítulo, ela ainda vai complicar muito a vida deles kaka
espero que gostem :3

Flashback Mode Off

_ Que lindo Sam, então você transou com qualquer uma que achou em um barzinho...

_ Epa, qualquer uma não, em cara, quem você acha que é? – disse Amy, com a raiva presente na voz

_ O irmão dele que cuidou dele a vida inteira desde a morte da nossa mãe, e você?

_ CHEGA, DEAN

_ Olha, chega você, vão se vestir vocês dois, eu vou esfriar minha cabeça.

Eu não entendia o motivo da raiva de Dean, se eu jogasse na sua cara quantas vezes o peguei fazendo isso ele calava a boca na hora.

_ Desculpa, Amy, eu não queria...

_ Tudo bem... Eu vou me vestir e... Vou sumir da tua vida, Sammy...

Ela se levantou da cama, ainda completamente nua e desanimada. Puxei-a de novo pra perto de mim, abraçando-a contra meu peito.

_ Você não vai não.

_ Me solta, Sam, tenho que me vestir

A soltei e ela se vestiu com a mesma roupa de antes. Não entendia porque ela não tirava aquela maldita gargantilha.

_ Sam, levanta, quero me explicar com seu irmão...

_ Você não deve explicações ao Dean...

Ela sorriu pra mim e voltou para a cama, me abraçando. E ali ficamos, até dormir novamente, ela aninhada em meus braços e eu afagando seus cabelos

Aquela mulher havia me hipnotizado, não sei se foi seu jeito, sua voz, seus olhos avermelhados, mas havia alguma coisa nela que conseguia me hipnotizar facilmente.

POV Valary

Acordei com a jaqueta de Dean enrolada em meu corpo. Até que ele era cheirosinho...

Olhei ao redor e nada dele, resolvi me levantar e trocar de roupa. Coloquei uma T-Shirt qualquer e um short jeans. Vi uns waffles que Dean não havia comido pela madrugada na mesinha. Estava com fome, e ainda estavam crocantes. Então resolvi comer, e aproveitar a paz e sossego para rever o caderno que guardava comigo, desde sempre. Era uma espécie de diário, pertencia ao meu pai. Ele relatava coisas de sua busca contra o que matou a mamãe. Eu sempre achava que ele estava louco, contava detalhes absurdos, eu dizia que era loucura, até o mesmo acontecer à ele, então eu acreditei, demônios e anjos estão a nossa volta, nem todos percebem, nem todos acreditam, até suas pós-vidas interferirem na nossa.

_ Houston, pai, vou continuar de onde você parou... – disse sentindo meus olhos lacrimejarem. Vou confessar que depois de Dean me salvar daquele suicídio meu ódio estava misteriosamente muito maior. Eu ia encontrar essa coisa, nem que seja a última coisa que eu faria.

Ouvi passos raivosos vindos até o quarto, que merda, sentei em cima do caderno rapidamente e fingi que nada havia acontecido.

_ Que porra ele ta pensando, vai comer todas as menininhas do bar agora né?

Era Dean, com toda sua paciência e delicadeza de sempre

_ Calma, grandão, o que aconteceu

_ Nada, Val, nada

_ Hey – disse eu me levantando e indo na direção dele – Não quer falar sobre isso com ninguém?

Estava tentando provocá-lo. Eu não estava apaixonada. Apenas era divertido. E pelo jeito estava funcionando. Ele se sentou na cama e eu sentei do lado dele.

_ Sabe quando você cuida de uma coisa a vida inteira e sente a sensação de que alguém está tentando tomar?

_ O que quer dizer com isso?

_ Sam estava na cama com uma garota

Juro que tentei evitar de todas as formar possíveis segurar minha crise de riso, mas foi impossível. Eu comecei a rir, depois gritar de rir, depois gargalhar, eu N-Ã-O parava de rir de forma nenhuma.

_ Ah, claro, Val, você me pede pra falar o que está mexendo comigo e depois começa a rir igual uma idiota, valeu mesmo...

Ainda tentando me recuperar da dor de barriga da crise de risos eu tentai acalmá-lo

_ Dean, pelo seu jeitão de “sou super bonitão e gostoso e você sabe disso” você já deve ter pegado muita menininha por aí né?

_ Sim, mas ele...

_ Como você acha que ele se sente sendo a vela master do irmão pegador?

Ele se calou por um momento

_ Val, ele não fica com uma garota faz anos, desde que o amor da vida dele, a tampa da panela dele, a palheta da sua guitarra, o chulé de seu all star, morreu

Não pude deixar de rir com seu ciúme repentino

_ Vai que ele só quis dar um tapa na cara da sociedade... Deixa o menino, Dean, essa fase passa, além do mais, você nem conhece a garota, ela pode fazer bem pra ele...

_ Quem sabe, né... Valeu baixinha – disse me dando um tapa na cabeça

_ Ai, filho da puta, eu te ajudo e assim que você retribui, seu ogro... Além do mais eu quero conhecer o Sam...

_ Ainda deve estar lá comendo a garota, depois eu te apresento.

_ Dean!

_ Ok, parei...

Saímos do quarto rindo, eu ia comprar uns cigarros e Dean, ah, não sei o que ele ia fazer, só sei que foi pro carro dele e ficou lá encarando a “paisagem”, no caso umas dançarinas que saíam da boate ao lado. Não, a galinhice de Dean não tinha cura...

POV Lilith maléfica 666 from hell

Aquela maldita garota... Por que diabos tinha que entrar na vida de Dean? Para foder com meus planos. Eu já estava perto de acabar com a raça dos Winchesters, mas alguma coisa nela me barrou, pequena filha da puta.

Eu estava andando pelo corredor tranquilamente, pensando em uma forma de destruir aquela vaca drogada, quando acho o quarto dela e de Dean aberto. Entro na mente deles, ela estava pensando em seus cigarros importados, drogado que nasce drogado morre drogado. E Dean, há, aquele cachorro safado estava pensando nos traseiros de dançarinas. Ambos não pretendiam voltar naquele quarto, eu entro e fecho cuidadosamente a porta. O quarto parecia normal, vasculhei a bolsa dela, algumas roupas velhas escritas coisas como “Pantera”, “Slayer”, “Metallica”, camisas de banda em geral. Isso não me importava. Havia uns documentos e uma caixa trancada. Quebrei aquele cadeado com apenas uma mão e abri. Havia um punhal de prata, sem vestígios de sangue. Bela pista, um punhal de prata maciça. Coloquei no lugar e comecei a vasculhar a cama. Nada. Olhei à minha volta e me deparei com um caderno na poltrona, parecia um diário. Bem velho, que pista perfeita. O abri e sentei na poltrona, começando a ler. Algumas coisas estavam em maia, havia umas figuras com pentagramas, orações, rituais, relatos de experiências, era uma letra bem masculina, não era letra dela com certeza

_ Te peguei, Valary...

Fechei o caderno depois de examiná-lo perfeitamente e saí do quarto discretamente. Fui para o bar, ela ainda estava lá com seus cigarros. Me sentei ao lado dela e chamei o bar man.

_ Moço, tem alguma coisa no banheiro – disse passando a língua nos lábios

Ele arqueou as sobrancelhas e sorriu maliciosamente, me acompanhando até o banheiro do andar de cima

_ O que tem aí? – disse pegando em minha cintura.

_ Sangue – pus as mãos em seu pescoço e fui subindo para seus cabelos loiros.

_ Onde? – disse beijando meu pescoço, oportunidade perfeita

_ Aqui, desgraçado.

Com apenas um movimento, retirei meu punhal da cintura e o degolei. Ele ofegou um pouco e em seguida caiu no chão sangrando.

Peguei meu cálice dourado de dentro da bolsa e o posicionei em seu corte no pescoço, apanhando quantidade suficiente de sangue para meu ritual.

Pronunciei o ritual e o sangue começou a se formar com a imagem de meu mestre

_ Mestre, ela é uma caçadora...

_ Até que a cachorrinha fez um bom trabalho, parabéns Lilith

_ E o que eu ganho com isso?

_ Acabe com a raça dos Winchesters, acabe com a raça dessa vadia e você terá o que merece...

Ele desapareceu. Eu lavei o cálice ali na torneira mesmo e o guardei na bolsa. Lambi o resto de sangue que estava no punhal, aquilo me dava forças. Saí do banheiro com um sorriso vitorioso, o corpo já havia desaparecido devido a uma mãozinha de meu mestre. Desci as escadas, minha futura vítima estava me encarando. Como seria gostoso cortar aquela pele branca em mil pedacinhos... Saí da pousada, minha outra futura vítima ainda estava no carro, só que dessa vez com uma arma na mão. Bati no vidro

_ Olá, Dean

_ Olá, vadia, fazendo o que por aqui?

_ Nada, por enquanto, e você?

_ Selecionando a melhor arma pra matar uma vadia

_ Sugiro a Colt...

_ Não, não vou gastar minha melhor arma com nenhuma vadia.

_ Que menino mais esperto, boa sorte, Dean, você vai precisar...

_ Obrigado – disse ele piscando

_ Que gracinha, se você não fosse um menino tão malvado eu juro que eu beijava essa boquinha

_ Aproveita e me passa o número dessa garota que você está possuindo, posso até ligar pra ela depois que você já estiver no inferno, gostosinha ela...

_ Que engraçado você, Winchester

_ Eu sei...

_ Então, tenho mais coisas pra fazer, tipo planejar sua morte...

_ Agora é minha vez: Boa sorte, Lilith, você vai precisar...

_ Obrigada...

Ele não me pareceu amedrontado, coitado, mal sabia ele o que o esperava, aquele plano que eu estava pensando era melhor que qualquer coisa que eu já havia feito na vida, estava mais forte, mais poderosa, e o ódio pelos Winchesters corria solto em minhas veias...

POV Dean

Nem eu entendia como não me amedrontava com ela, sei lá, sempre conhecia aqueles truquezinhos baratos típicos daquela espécie: Possuir alguém, mentir, fazer pressão psicológica, usar minha mãe para isso... Cansei daquela vadia, não me preocupo mais, não ia usar minha última bala nela, e sim em quem comandava aquilo. Guardei minhas armas e saí do carro. Valary estava fumando no balcão do bar, absurdamente sexy com aquelas roupas do tipo “nem me arrumei”

_ E aí, ciumentinho?

_ Fumando, não é garota? Já não bastou quase morrer de overdose não?

_ Dean, por favor, para de falar nisso...

_ Desculpa – disse eu fazendo biquinho. Eu gostava de provocá-la...

_ Para com isso, que viadagem

Apesar de eu não gostar de vê-la fumando, vê-la reter a fumaça depois soltá-la fazendo círculos era bastante provocante

_ Como você faz esses círculos?

_ Anos de prática...

_ Me dá um também, vou aprender a fazer

_ Pensei que não fumasse.

_ Você não sabe metade sobre mim

_ Então ta, vamos ver se consegue. Eu não vou te dar, vai lá e compra

_ Ta me desafiando, Valary Baker?

_ Com certeza Dean seja lá qual for seu nome...

_ Winchester

_ Com certeza, Dean Winchester

_ US$30,00 que eu consigo fazer um círculo perfeito que humilha esse seu projetinho aí?

_ 30? Ta fraco demais, cinquentinha.

_ Você joga duro. Gosto disso.

Ela sorriu e deu uma tragada, fazendo três círculos perfeitos.

_ Vai comprar ou desistiu, Winchester?

_ Nunca, Baker

Chamei pelo barman umas cinco vezes, nada

_ Melhor desistir, Dean, ele foi pro banheiro com uma loira de preto faz um tempo.

_ Loira de preto?

_ Sim, loira, cabelo curto, maquiagem forte, pinta de roqueira...

_ Nossa aposta fica pra depois, Valary, fica aí, pelo amor de Deus, que merda.

Eu saí correndo, com a sensação de Val estar me olhando sem entender nada. Corri até o segundo andar e arrombei o quarto de Sam, que já estava vestido conversando com a garota.

_ Porra, Dean, já e a segunda vez hoje, não sabe bater não?

_ Lilith

_ O quê???

_ Você está surdo, Sammy? Lilith

Ele deu um beijo na garota e veio correndo. O segurei e me dirigi a ela.

_ Você, você tranca essa porta e não sai daí. Pelo seu próprio bem, menina.

_ O que aconteceu, cara?

_ FICA AÍ

Ela me olhou com cara de preocupação e fechou a porta. Não pareci ver perigo naquela garota, mas vai saber...

_ Onde ela está?

_ Foi Val que viu...

_ Val?

_ É, Sam, Valary, a garota que achamos ontem

_ Uau, fica falando de mim, mas já está a chamando por apelidinhos

_ Não tem comparação você chamar uma garota que conheceu ontem por apelidos e transar com ela como você fez não é Sammy?

_ Para de me chamar de Sammy

_ Ela pode, mas eu não posso né?

_ Dean, chega...

_ Agora chega não é garanhão?

_ É, agora chega. Você aceitando ou não Amy agora é minha namorada

_ Deixa de ser ingênuo Sam, pelo que eu conheço essa sua habilidade fatal com garotas você não pediu nada pra ela, então ainda não são namorados porra.

_ Dean, pelo amor de Deus...

_ Chega. Estamos aqui pra caçar, não pra discutir sobre a namorada alheia.

_ Então, na paz?

_ Por enquanto, pelo menos até acharmos Lilith.

Ele me olhou com um ar de concordância e fomos para o banheiro do andar de cima. Um cheiro forte de enxofre tomava conta do lugar

_ Ela esteve aqui.

_ Mas não tem nada, nem sangue, nem o corpo, nem nada...

_ É, a vadia usou feitiçaria brava, irmãozinho.

_ O problema agora é onde ela está, pode estar em qualquer lugar.

_ Na pousada ela não está, saiu agora a pouco, fazendo suas gracinhas de sempre de tentar me provocar...

_ Otária...

_ Apenas temos que conseguir arrancar informações dela pra achar a coisa que comanda essa legião.

_ Vai ser difícil, Dean, ela é muito esperta, você conhece...

_ Já conheço aqueles truquinhos...

_ De qualquer jeito, fica esperto com essa coisa.

_ Pode deixar, agora vamos descer, destrancar sua namoradinha do quarto, vou te apresentar a Val, e por enquanto nada de brigar por causa da...

_ Amy

_ Sim, por causa da Amy.

Sam sorriu e me abraçou

_ Sem boiolagem, Sammy, sem boiolagem