How Do You Say I Love You?
30 Um encontro de Almas
Notas iniciais
honi:*
Yasmine
aaaaaaaaaah vcs vão pirar!
Fechei atrás de mim a porta de minha suíte, soltei um suspiro e sorri. Meu coração batia forte e eu sentia minhas pernas bambas. Como eu uma mulher experiente estava tão nervosa? Ah, essa questão eu já cansara de me responder, Bruno me mudou, aquele homem me faz sentir como uma iniciante. Talvez essa seja a verdade, eu antes não sabia nada, nada sobre o amor. E Bruno como professor… Hm, eu estava ansiosa para ver oque ele tinha a me ensinar!
Fui para o banheiro e abri a torneira da banheira, enquanto enchia eu abri as portas do closet. Procurando por uma roupa ideal eu percorri meus dedos pelos cabides, pelos vestidos de alça, calças — Nem pensar! Nada a ver! – dedilhei os vestidos de tons claros, rosas, azuis… Quando parei em um. Ah, esse! Satisfeita com minha escolha estendi sobre a cama a roupa e fui para o banheiro tirando as roupas pelo caminho.
BRUNO;
Minhas mãos suavam no volante e meus pensamentos estavam a mil. Jasmin me surpreendera, eu não estava esperando por isso, seu convite tão indecente! Enlouquecemos inúmeras vezes a ponto de quase nos entregarmos, mas agora ela estava pronta, iria ser minha. Esta noite. Sorri enquanto costurava pelo transito de Honolulu, tinha de ser tudo perfeito, a melhor noite de sua vida. E eu ia me empenhar nisso, eu tinha três horas e meia para preparar tudo.
-Oi Bruno – ouvi a voz fina de Ever do outro lado do celular.
-Oi Ever, tá de boa?
- To sim e você?
- Preciso de uma ajudinha sua. Tá livre?
- Ah… Ajudinha?- sua voz soou sacana – Tô sim, fala ai.
- Você tá aonde? Posso te buscar?
-Hã? Agora?
-É, só você pode me ajudar Evinha… – eu disse com a voz melosa, ela odiava que falassem com ela feito um bebê.
- Argh, Bruno, para – ela riu irritada – Tudo bem, tô aqui no hotel, pode vir. Mas oque é?
-Ãh, vamos passar em algumas lojas, preciso comprar umas coisinhas pra você usar com seus dotes de decoração.
-Hmm, haha, tá né! Tô te esperando. – ela disse desconfiada, meu tom de voz também não ajudava muito na discrição. Afinal ela iria entender tudo mesmo quando comprássemos as coisas que eu tinha em mente.
Encontrei-a em frente ao hotel e partimos para o shopping da cidade, no trajeto contei a Ever meus planos e ela soltou gritinhos estrangulados e começou a tagarelar sobre ideias e coisas que Jasmin iria amar. Com certeza eu havia convocado a pessoa certa, eu não teria tantas ideias mirabolantes! Em uma hora havíamos comprado tudo de que precisávamos e passamos então no restaurante Kanaloa, vinte minutos após partimos em direção a minha casa de praia com o pedido no porta-malas. Era 20h35min quando Ever me mandou começar a me arrumar, deixei os toques finais com ela e subi pro quarto, ela deixara tudo pronto; minha roupa, sapatos e meu chapéu. Tomei meu banho no quarto de hospedes, vestido com blusa social azul-marinho, calça social preta e blazer cinza gritei por Ever ; “Meu cabelo!” “Que que tem?” ela berrou do primeiro andar. “Ever!” “Ah, to indo! Mas eu sou só uma!” E em seguida ouvi seus passos na escada. “Tudo pronto lá embaixo?” – perguntei – “Tudo perfeito” – ela sorriu e pôs-se a puxar meus cabelos com a escova e secador.
Estacionei em frente ao Aston, a noite estava fresca e havia um fluxo grande de pessoas circulando na rua. Olhei por cima das cabeças mais altas que eu procurando por ela, atravessei a rua e subi a escadaria do hotel, quando vislumbrei uma figura vermelha saindo do elevador. Primeiro as pernas deliciosas, seus pés calçados com sandálias de salto alto cor vinho, e a comtemplei de baixo a cima; o vestido cor carmim por cima de sua pele branca era justo, marcado na cintura delineava seu corpo escultural, com um toque sofisticado seu decote não era muito revelador no entanto eu ainda não a tinha visto de costas; ela virou-se de lado procurando por entre as pessoas e então eu vi o decote sensual nas costas de seu vestido. Meu coração bateu mais forte e fui ao seu encontro.
-Jas — eu aproximei-me por suas cosas.
- Bruno – Jasmin virou-se com um sorriso matador, seus lábios estavam levemente rosados e úmidos. Não pude conter-me, toquei em seu rosto e beijei-a. Saboreando seus lábios delicados. Tão perfeita, ela estava exuberante! Seus longos cabelos estavam com cachos ondulados penteados para o lado, seus olhos eram sedutores e desconcertantes. Pela primeira vez em muito tempo eu estava nervoso ao lado de uma mulher. Peguei em sua mão sem me importar com quem via e conduzi-a até o carro.
JASMIN;
Percorremos ruas e estradas ladeadas por palmeiras e conversamos sobre assuntos diversos, ouvimos música. Por coincidência ou não tocou no rádio ‘Our Firts Time’; trocamos um sorriso cheio de significado. Peter estacionou em frente a um imponente portão de madeira, “Chegamos” disse ele e desceu do carro, abriu o portão e voltou ao volante. De inicio vi apenas escuridão, mas logo distingui as formas de vários pontos de luz em fileira; archotes de fogo serpenteavam a trilha de pedras da entrada até a porta – a qual era muito além do gramado imenso – ao adentrarmos no terreno da casa de Bruno eu vi o jardim impecável; inúmeras rosas vermelhas e rosas, e nas bordas do canteiro pedras cinzas contornavam as plantas. Havia também uma fonte entalhada de pedra, eu ouvi o barulho cristalino da água que fluía.
Bruno parou o carro, meu coração bateu mais forte, eu o observei dar a volta pela frente, seu rosto de perfil, usando seu chapéu Fedora. Desci do carro segurando sua mão, a brisa que a pouco era fresca soprou quente em meu rosto fazendo meus cachos esvoaçarem de leve. Ouvi o marulho de ondas e aproximei-me da cerca de arbustos a minha frente, uma extensa praia começava a poucos centímetros da casa. Naquela noite a lua estava cheia, refletida no mar agitado e tingia tudo de prateado. “Querida” Bruno sussurrou ao meu ouvido, ele contemplava a noite ao meu lado. Virei-me e vi seu rosto, seu olhar era intenso, Bruno estendeu-me sua mão e conduziu-me para dentro de casa. Ele abriu a porta dupla e fez uma reverencia elegante tirando o cahpéu para que eu entrasse, olhei em seu rosto e sorri, dei um passo à frente; a porta deu direto na sala de estar, meus olhos arderam e ao piscar uma lágrima escorreu por meu rosto. Eu vi as inúmeras lanternas vermelhas em forma de coração serpenteado todo o cômodo e nos degraus da escada circular de madeira, o ambiente era dourado pela luz das velas e um caminho de pétalas de rosas vermelhas abria-se a minha frente. Virei-me para Bruno e ao ver seu rosto meu coração revirou na caixa torácica, uma emoção muito aguda tomou conta de mim, ele aproximou-se e senti seu braço a minha volta, a minha frente ele fitou-me nos olhos tão profundamente que fiquei tonta, seus lábios macios tocaram os meus suavemente e beijaram minhas lágrimas. Ele pegou em minha mão e levou-me a mesa de jantar.
À mesa estava posto um banquete; comida típica do Hawai’i, com moluscos frescos, peixes e saladas, lagosta, frango banhado a uma mistura de vinho e temperos havaianos misteriosos. Sentamo-nos nas cabeceiras da mesa, á luz de velas deliciamo-nos com a comida e os vinhos antigos, pudim cremoso de chocolate e sorvete. Senti meu rosto corar inúmeras vezes pois Bruno esquecia-se de comer e me observava. “Ah, você é um sacaninha Bruno…” ele riu “Por quê?” “hmm – dei uma colherada no pudim – todos os meus pratos favoritos, isso é golpe baixo.” Ele sorriu aquele sorriso de covinhas, mais uma vez meu coração descompassou. “Você quem cozinhou?” fingi realmente acreditar que sim, ele ergueu as sobrancelhas “Oh, então eu não poderia ser um ótimo cozinheiro?” fingiu-se de ofendido “Hm hm, depois daquele desastre na cozinha da sua mãe” eu ri “Ah, er, ok, me rendo. Mas quem ia imaginar que não se pode apagar um incêndio com água” eu ri “Não em uma panela com gordura pegando fogo” gargalhamos. Bobos por estarmos juntos, à vontade e a leve dose de álcool em nossas veias fervia.
Bruno levantou-se da mesa com os olhos em mim, dirigiu-se ao aparelho de som a minha esquerda – um aparelho antiquário, com porta fita, vinil e CD – apertou alguns botões e uma canção lenta e envolvente soou pelo cômodo. Peter virou-se para mim e ofereceu-me sua mão, eu sorri indecente – a música era um clássico de Bob Acri, um de meus musicistas favoritos – peguei sua mão em convite para dançar, descruzei as pernas e ele olhou-me com os olhos desejosos, seguindo de minhas pernas até meu rosto e parou ali, me olhando fixamente. Levantei-me avançando dois passos a frente fazendo bruno recuar três atrás, iniciando uma dança; Peter pôs uma mão em minha cintura enquanto a outra segurava a minha, segurei em seu ombro e deslizamos suavemente pela sala dourada e vermelha. Ele me rodou amenamente e meus cabelos balançavam, aproximei meu corpo do seu e tão juntos o ouvi sussurrar ao meu ouvido “Aloha Ai Ia O’e” calmamente e doce. “Bruno…” sussurrei de volta, nessa hora ele soltou uma de minhas mãos, pôs seu corpo contra o meu descendo-me até o chão, senti meu cabelo encostar-se ao piso de linóleo, ele respirava ofegante e a música mudou; sensualmente ele pôs-me novamente de pé e em seguida girou-me com as mãos em minha cintura “Ar” eu arfei. Peguei em suas mãos e de costas para ele mexi meus quadris e dancei a sua volta jogando suavemente meus cabelos, que roçou em seu rosto então ele puxou-me pela cintura e colidi com o peito contra seu corpo, com as mãos e seu peitoral eu respirei ofegante, provocante ele me beijou.
Com uma batida forte e latina uma nova música começou, Bruno afastou-se de mim de modo que eu pudesse vê-lo, seus pés batiam no assoalho em passos rápidos, seus braços erguidos batendo palmas. Observei seus passos e comecei a imitá-lo, entregamo-nos ao embalo da salsa, nossos sapatos batiam no piso. “Tac tac tac toc toc tac” Rodei batendo os pés e palmas com as mãos pro ar, Bruno me acompanhava nessa dança maluca e sem regras, em seu rosto radiante vi meu próprio reflexo, uma excitação incontrolável ferveu em minhas veias, gargalhávamos ao som da música.
De repente eu parei, estendi a mão para Bruno sinalizando que me observasse; tirei os brincos e joguei-os encima dum estofado, ergui a perna exibindo o cumprimento de meu vestido curto e tirei os sapatos e joguei-os de lado, tirei a presilha de meus cabelos e joguei-o livremente. Com o olhar sedutor vi o rosto de Bruno suado e sua testa franzida, ele tinha os lábios comprimidos. Levei as mãos à cintura e desatei a dançar com movimentos soltos do quadril, fuzilei-o com meus olhos e mordi meu lábio. “Ah” Bruno voou em minha direção, enlaçou-me pela cintura seus lábios quentes roçaram meu pescoço, subindo à minha orelha, estremeci ao sentir ele sussurrar “Você me deixa louco, louco, louco, gostosa.” Eu gemi e sorri com malicia, levei minha mão à sua bunda e apertei-a com gosto. Ele pôs-se a dançar atrás de mim, segurando meus quadris que rebolavam frenéticos. Senti-o colado em mim roçando deliciosamente.
A batida aumentava; “BAM BAM BAM!” Joguei meus braços pro ar, dando socos no vento, Bruno me girou virando-me meio de lado e deslizou suas mãos de minha barriga até minha bunda, e alisou minhas cochas voltando a minha bunda ele apertou-a avidamente pressionando-me contra sua carrot, eu arfei sem folego. Segurando em minha cintura Bruno levou uma mão a minha perna e levantou-a entrelaçando-a em sua cintura. Agarrei-lhe as costas , mais um giro, vi os quadros nas paredes passarem em um borrão colorido. Antes que eu me desse conta, eu estava no colo dele. Nossas respirações ofegantes se tornaram uma, os seus olhos fincados nos meus, segurei seu rosto entre minhas mãos, nossos lábios colaram-se, senti o molhado de sua língua na minha, Bruno apertou os braços a minha volta. Eu pegava fofo! Levei minhas mãos ao seu blazer deixando-o cair ao chão, quando senti o balanço de seu andar , tateando até a escada na sala de estar ao lado. Bruno pôs-me no chão lentamente dando-me selinhos, trocamos um sorriso safado, peguei em sua mão e puxei-o escada acima. Quase não me dei conta ao subir os degraus, paramos em um corredor parcialmente iluminado. Bruno subiu o ultimo degrau um segundo após mim, ele agarrou-me pelas costas, soltei um gritinho agudo, virei-me e joguei meus braços em seu pescoço, beijando-o loucamente enquanto ele avançava á frente me pondo contra a parede, suas mãos exploravam todo o meu corpo.
Peter pegou-me no colo sem quebrar o beijo e abriu a porta às minhas costas, fechando-a atrás de si. Meu coração martelava em minhas têmporas toldando tudo, eu não conseguia ver, ouvir ou sentir nada além de Bruno, ele estava em toda a parte.
Afundei calorosamente no colchão fofo, Bruno pôs-me na cama, por cima de mim ele beijava meus lábios.
- Você é linda – ele disse com a voz rouca deslizando o dedo pelo contorno de meu decote.
- Bruno… eu…- um dedo penetrou no decote de meu vestido e roçou meu mamilo, causando-me um sobressalto e uma onda de prazer. Senti seus lábios úmidos descerem o lóbulo de minha orelha a meu pescoço beijando-me; sala respiração quente a rápida soprava em minha pele, arrepiei-me o corpo inteiro com um tremor ardente, senti os lábios de Bruno esticarem-se em um sorriso contra minha pele. Ele segui um caminho de beijos por todo o meu corpo; beijou meus seios por cima do tecido do vestido, meu coração enlouqueceu metralhando em minhas costelas, eu estava completamente em um envoltório de excitação e desejo! Os lábios quentes e úmidos de Peter chegaram à minha virilha (!) ele roçou sua língua e desceu até meus pés; passou suas mãos em minhas pernas deixando as sandálias caírem com um baque surdo encima da tapeçaria.
Ergui-me um pouco na cama, apoiando-me com as mãos no colchão, sentada olhei para Bruno; decididamente ele ainda estava vestido demais! Inclinei-me um pouco para frente e puxei-o pela gola da camisa azul-marinho, abri seus botões nervosamente querendo rasga-la; abro então o ultimo botão, aliso seu abdômen com as mãos em um movimento deslizando pelo seu peito até seus ombros, deixando-a cair por seus ombros. Senti meus olhos encherem-se, meu coração inflou-se de admiração; sua pele morena queimava sob a palma de minhas mãos, os ombros largos, levei minhas mãos aos seus braços grossos, musculosos e tatuados; imaginando-o mais jovem, irresponsável, e olhando para o homem a minha frente, gostoso, romântico, maravilhoso!
Fitei-o nos olhos por segundos que couberam em uma eternidade, tão lindo,! Tão presente,! Eu o sentia com o olhar. Desci novamente o caminho de seu peito passando minhas mãos por seus músculos proeminentes, então senti seu coração, martelava loucamente sob minha mão, continuei descendo até sua carrot e apertei-a de leve; um gemido escapou dos lábios de Bruno e um arfar de excitação escapou de minha boca. Bruno aproximou-se e seus lábios voltaram a tocar os meus, suas mãos me seguravam nas cochas.
BRUNO;
Puxei-a para meu colo e com o impacto senti seu ponto de prazer tocar no meu, abri o zíper da lateral de seu vestido, descendo-o devagar, eu queria apreciar aquele momento magnifico; Jasmin ergueu os braços e despi seu vestido, seus cabelos caíram em suas costas nuas, olhei-a com adoração, seus seios pareciam enormes peras, branquinhos com os mamilos claros e grandes, peitos tão suculentos, na medida certa; meu corpo estremeceu; senti vontade de gritar, de mordê-la, chupa-la! Mordi meus lábios e peguei em seus seios, eles encaixaram em minhas mãos, apertei-os e eu a ouvi gemer. Tomei-a em meus braços e nossos peitos nus colidiram, explorei seu pescoço com avidez, cada parte de seu corpo eu queria provar!
JASMIN;
De joelhos na cama Bruno levantou-se comigo em seu colo, cai sobre ele, sentindo suas mãos grandes de grossas pegarem em minhas cochas com tanta avidez e desejo que doía, desci as mãos pelo seu corpo acariciando seu peito, alguns minúsculos pelo envolta de seus mamilos, os quais eu mordi e rocei a língua; senti sua carrot latejar sob mim; querendo perfurar a calça, rebolando encima dele peguei o botão de sua calça e puxei-o, abri lentamente o zíper de sua calça. Bruno rapidamente pegou-me nos braço e já estava por cima de mim (!)
BRUNO;
“Você é tão frágil. É sempre tão decidida e determinada comandando seus negócios. Mas não esqueço o quanto é delicada.” Sussurrei ofegante “Não vai me ferir” sussurrou ela “Quero vê-la,. Quero senti-la nua e tremula sob meu corpo.” Um tremor convulsivo a sacudiu “ Eu já estou tremendo” toquei seu rosto “Quero você Peter” a certeza em sua voz! Ela beijou meus lábios acariciando eu corpo me tocando, gemidos de prazer eu deixei escapar. Ela inclinava seu corpo, pressionando o quadril contra o meu. Com urgência inquieta, ela me tocava com avidez…
JASMIN;
…Enquanto sentia o caminho de fogo que sua língua deixava sore minha pele. “Bruno” gemi, sem saber por que ele prolongava a doce tortura. “Devagar, anjo. Há muito sonho com este momento. Quero que ele seja perfeito” as mãos dele moviam-se, puxando os laços de fita vermelha de minha calcinha fio dental, que se desfez e perdeu-se em meio aos lençóis brancos de cetim. Os dedos de bruno acariciavam minhas coxas, buscando o calor entre elas, eu gritei excitada quando Bruno afagou aquele ponto de intenso prazer. “Quente e doce” disse ele baixinho “Ah, Peter…” ele segurou minha mão e levou-a à cintura de sua calça, senti o volume rígido e não hesitei em toca-lo diretamente, afastando o tecido que impedia o contato real. Toca-lo realmente era um experiência gloriosa! Bruno gemeu, pressionando o copor contra o meu. De repente ele se levantou e terminou de despir a calça. “Você vai ser minha morte…”
BRUNO;
Delicadamente pus-me sobre Jasmin, ela estava completamente nua sob meu corpo. Meu coração pulsava forte em minha cabeça.
JASMIN;
Eu sentia total confiança nele, mas, aquele momento grandioso arrebatara-me de tal modo, que a expectativa do que viveríamos me acelerava o coração deixando-me tonta. Bruno tinha esse efeito sobre mim. Nossos olhos encontraram-se, ele acariciou minha face e meus cachos, a outra mão nos travesseiros apoiando seu peso. “Jas, aloha au ia o’e” sussurrou ele mais uma vez, seu hálito quente soprou em suave em meu rosto fazendo-me sentir-me mole. Eu sorri, sabia oque aquilo queria dizer, no fundo eu sabia. Eu o abraçava, passei ua de minhas mãos por baixo de seu braço e toquei seus lábios com o dedo indicador “Você ainda me traduz essa frase” “Jas, está traduzida em meus olhos” “Bruno… “ “Mesmo que você ainda não esteja pronta pra falar, olhe eu meus olhos, você pode sentir.” “Eu vejo. Olhe em meus olhos Bruno, eles dizem o mesmo” ele sustentou meu olhar e senti o doce úmido de seus lábios em minha boca. Sua língua entrelaçando na minha, em sincronia intensa, suplicantes um pelo outro!
BRUNO;
Em nosso abraço puder sentir nossos corações batendo juntos, nossos peitos colados, nossa canção tocando, as batidas de nossos corações em um só compasso. Nossos lábios se afastaram, chupei seus seios lindos e então ergui meu tronco “Arh” ela arfou quando minha carrot roçou na parte superior de sua jasmin, sua linda flor branca (!)
JASMIN;
Senti o contato da pele dele contraa minha, a urgência de sua ereção pressionando meu ventre.
BRUNO;
“Não quero feri-la Jas” “Não pare. Bruno, por favor não pare” ela suplicou com urgência.
JASMIN;
Centímetro por centímetro e com lentidão Bruno penetrou em mim. Ele olhou-me nos olhos por cima. Agora, ele era meu, eu era sua. Senti como se tivesse me rasgando por dentro; por mais que Bruno estivesse sendo delicado, houve um certo desconforto inicial, pois sua carrot era demasiado grande e grossa. E eu adorei; a dor leve e deliciosa que me proporcionou. Bruno esava dentro de mim e eu não podia imaginar coisa melhor! Então, aos poucos foi conquistando terreno, penetrando mais fundo, mais fundo Como será possível! Aain… eu gemi, sua carrot chegou ao meu útero! “Ah” eu gemi com a voz melosa e aguda; Bruno aos poucos aumentou ritmo, eu ouvia o estalar de sua carrot em mim e isso me dava mais prazer ainda! Ele pôs as mãos atrás da cabeça, cada vez mais rápido ele entrava e saia de mim intensamente! “Ah, hmm, hmm” ele gemia; seu peito musculoso movia-se acima de mim, suado e com a testa franzida de prazer Bruno olhava seu pênis entrar e sair de mim! “Ah!” eu quase gritava, e gemidos doces saiam de meus lábios!
BRUNO;
Eu não conseguia me conter e os gemidos e gritos roucos escapavam por entre meus dentre trincados de prazer explosivo, deliciosa! Deliciosa! “Ah” Ela ergueu o tronco, apoiando-se com os cotovelos no colchãoe contraiu os músculos de sua vagina, apertando-me dentro dela “Aaa! Gostosa, delicia tá bom assim? Oh, isso” “Ain, Bruno, como isso é bom!” Enlouqueci ela pressionou-me mais dentro dela, apertando! “Aaar! Aaar!” Solei gritos roucos de prazer; meu corpo foi tomado pela adrenalina e eu aumentei a força dos movimentos, olhei para Jasmin, tão linda, gostosa, sob meu corpo ela estremecei, franzindo o cenho ela gemia manhosa; “Aaain, aarr! BRUNO!” ooh, quando ela gritou meu nome!
JASMIN;
Bruno agarrou minha cintura puxando-me contra sua carrot, com força; mordi os lábios quase os rasgando com os dentes! “AAAAH!” eu senti como se fosse explodir! Arqueei minhas costas para trás “Ah!” eu nunca gemera tanto em minha vida; Peter entrava e saia, movia-se com movimentos circulares, tocando-me no mais profundo e roçando na superfície; cada vez mais rápido e enlouquecido, quase violentos! Eu gritava arqueando minhas costas pra trás e encaixava mais perfeito (!) eu agarrei os lençóis contorcendo-me de prazer na cama! “AAAAAAAR!” gritamos em uníssono, muito profundo, senti Bruno tocar minha alma; quanto mais um gritava o outro gemia de prazer! “JASMIN!!” Bruno gritou com a voz rouca; “Aaar” eu grite; agora bruno penetrava em mim mais lentamente com força; “Buno! Aaar”
BRUNO;
Eu a senti estremecer convulsivamente embaixo de mim, nua, linda, se entregando a mim, de corpo e alma, assim como eu me entregava a ela, eu ali naquele momento entreguei-lhe tudo oque tinha. Meu coração, senti nossas almas entrelaçadas. Revirando os olhos ela cravou suas unhas em minhas costas e braços; com uma sucessão de movimentos fortes e fundos a senti desfalecer em meus braços “Aaaaaaaaaa!” revirei os olhos desfaleci em êxtase chegando ao clímax do amor!
JASMIN;
O colchão afundou de leve a minha esquerda, Bruno deitou-se ao meu lado puxando-me para seus braços, ainda mole e ofegante aninhei-me em seus braços fortes e suados. Ouvíamos as nossas respirações rápidas e nossos corações acalmarem-se depois da explosão.
Peter começou a acariciar-me no ombro, sua respiração agora mais calma soprava em meus cabelos. Apertei de leve meu braço em sua cintura ; “Bru” falei baixinho “Amor?” – meu coração ardeu em meu peito, levantei meu rosto em busca de seus olhos; encontrei-os. Castanhos ferventes perfuravam os meus e senti como se pudesse enxergar sua alma. Cheio de doçura e ternura, ele olhava-me com adoração, como se pudesse ver a minha alma também e gostasse do que via. Toquei sua face, como se para provar se aquele ser em meus braços era real. “Eu te amo” sussurrei “Eu te amo, muito” ele sussurrou. Entrelacei meus deodos em seu topete intacto, Peter cobriu-nos com os lençóis de cetim alvos.
“Never believed That things happen for a reason
But how this turned out
Removed all my doubts so believe that for you
I’d do it All over again Do it all over again” Bruno cantou aos sussurros ao meu ouvido, senti as lágrimas quentes rolarem me meu rosto, “Removed all my doubts so believe that for you” me dei um beijo e sussurrou novamente.
*Continua!
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