How Do You Say I Love You?
31 Em casa
Notas iniciais
Depois do cap passado fiquei bastante cansada, pois há dias eu estava dormindo tarde porque fiquei escrevendo. Como não gosto de escrever demasiado cansada - porque as coisas não costumam fluir muito se eu forço a barra. Então dei-me uns dias de descanso - esses dias são sempre bons também para reflexão, me vem muitas inspiração sabe? =)
Aqui está o cap 30* - menos um pqorque um deles é o comunicado' Eu achei super gostoso de escreve-lo e espero que vocês concordem. Digam-me oque acharam, aguardo seus reviews.
Mahalo por ler! *-* Big Honi :*
-Yasmine.H
O sol quente na pele de minhas costas despertou-me de manhã. Era o fim da manhã, talvez já tivesse passado do meio-dia, eu não tinha certeza. Mas tudo ao meu redor estava claro – o quarto iluminado com a cama grande e branca, a luz radiante entrando pelas portas e janelas abertas.
Abri meus olhos lentamente, o céu estava serenamente azul, raiado de leves farrapos de nuvens, como quadrados de céu que vi através da porta de caixilhos entreaberta. Estava feliz demais, à vontade, mesmo com o sol escaldante. Os únicos sons eram as ondas do lado de fora, nossa respiração e nossos corações batendo... A sensação de deitar atravessada em seu peito quente, os braços dele envolvendo-me, era muito confortável e natural.
Voltei a fechar meus olhos e com um gelo delicioso em meu coração recordei-me da madrugada passada; Bru dentro de mim e nossos gemidos, nós dizendo que nos amamos... Oh, perdi o folego e toquei meus lábios; eu ainda sentia o cheiro da noite passada em mim.
Seus dedos acompanhavam com suavidade os contornos de minha coluna e eu sabia que ele sabia que eu estava acordada. Mantive meus olhos fechados e envolvi se pescoço com os braços, aproximando-me mais dele. Ele não falou; seus dedos subiam e desciam por minhas costas mal me tocando enquanto traçavam padrões leves em minha pele.
Eu teria ficado feliz se permanecesse ali para sempre, se jamais perturbasse aquele momento, mas meu corpo tinha outras ideias. Ri de meu estomago impaciente. Parecia um pouco sem sentido sentir fome depois de tudo o que acontecera à noite. Era como ser trazida de volta à realidade de uma grande altitude.
– Você está com fome – ele sussurrou.
Abri os olhos. A primeira coisa que vi foi a pele morena de seu pescoço, o arco do queixo acima de meu rosto. Apoiei-me no cotovelo para ver seu rosto – hm... eu gemi e sorri olhando seu rosto lindo e perfeito.
Bruno tocou em meu rosto e deu-me um selinho – aloha, meu anjo.
– Aloha babe – eu disse e olhei em volta; na noite anterior eu não conseguira me concentrar em nenhum detalhe, sentir os lábios de Peter nos meus e suas mãos em meu corpo toldava tudo. O quarto era grande e branco, e a parede do fundo era revestida de madeira com moldura de flores entalhadas. Lá fora, o sol brilhava na areia branca, e a alguns metros da casa as ondas reluziam, mas eu mal percebi esta parte, estava mais concentrada no imenso espelho a nossa frente, que tomava toda a parede. Soltei uma risadinha.
–Que foi? – apoiou-se no cotovelo e sentou-se na cama.
Mordi o lábio inferior sorrindo e apontei pro espelho a nossa frente – imaginei nosso reflexo, se eu tivesse percebido, teria olhado.
Bruno riu gostosamente e me deu um selinho – safadinha – ele disse.
Eu mexi as sobrancelhas com um sorriso sapeca no rosto.
–Bom, eu olhei... E se você quer saber foi lindo, bem sexy! – ele sorriu torto.
–Ah, e eu sou a safadinha aqui? Ele riu e com os braços a minha volta me deu um selinho.
–Vamos comer alguma coisa? – ele propôs e me passou uma camisa sua xadrez que estava no cabideiro ao lado da cama. Peguei-a e vesti, levantei-me da cama espreguiçando-me e fui até as portas de madeira com frestas, que se abriam diretamente para a praia; o ar salgado e abafado entrou no quarto, inspirei fundo e virei-me para Peter. Sorri. Ele uniu as sobrancelhas e semicerrou os olhos em fendas – passei envolta da cama e fui em direção à porta do banheiro, desabotoei o único botão que eu fechara e deixei a camisa dele cair no chão; recostei-me no portal de madeira; “Quer comer ?” Senti uma onda elétrica atravessar pelo meu corpo.
Bruno ofegou, ele me olhava apetitoso; mordeu o lábio inferior com a testa franzida eu virei-me e entrei no banheiro. O banheiro era revestido de mármore branco e havia duas paredes paralelas tomadas por espelho. Espiei pelas longas janelas que se abriam para a mesma praia que via pelas portas do quarto, fui até a bancada; peguei um pente que encontrei numa das gavetas e passei pelos nós de meu cabelo escovado. Abri a torneira da banheira e adicionei essência de espuma com perfume de morango que encontrei no suporte de mármore branco.
Eu terminava de escovar meus cabelos e ia fechar a torneira da banheira quando Bruno apareceu no espelho atrás de mim, sem roupa alguma, ele cheirou meu pescoço; eu me arrepiei; senti-o encostar-se a mim; algo me cutucou entre as pernas. Uma lufada de calor percorreu minha pele novamente. Peter segurou-me pela cintura e alisou suas mãos até minha barriga, acabando com meus seios em suas mãos. Ele roçou a língua em meu pescoço e entorpecida eu olhei para o espelho a nossa frente; encontrei seu olhar no reflexo excitante de Bruno atrás de mim, o contraste de minha pele muito branca com sua pele morena e quente; vi sua carrot entre minhas pernas; nós trocamos um sorriso indecente, Bruno aumentou o aperto de suas mãos, em seguida desceu-as ao meu quadril e virou-me para ele.
Senti seu peito em minhas mãos; ele fitou-me nos olhos e segurou nos cabelos de minha nuca, com um puxão safado ele levou nossas bocas a se encontrarem. Bruno envolveu-me em seus braços, nossos corpos nus colados; ele me pegou no colo e pôs-me contra a parede; deslizei no mármore frio encaixando em Peter. “Hmm” ele gemeu ao meu ouvido.
∞
Eu vesti uma camisa de Bruno e como suas calças ou bermudas ficariam largas em mim eu peguei uma de suas cuecas boxer. Terminei de secar meus cabelos na toalha e olhei no espelho imenso do banheiro; dobrei as mangas até o cotovelo e dei um nó na bainha, a cueca parecia-me um short super justo de malhar; joguei o cabelo para o lado e descalça desci em direção de onde vinha o cheiro de ovos e queijo cheddar.
Peter estava parado em frente ao fogão de aço inox, deslizando uma omelete para o prato azul-claro que aguardava na bancada. O cheiro de comida me dominou. Achei que seria capaz de comer também o prato e a frigideira; meu estomago rosnou. A me ver Bruno sorriu; ficou bem em você – ele disse olhando pra minha bunda.
–Seu bobo – eu ri e alisei sua barriga dando-lhe um selinho.
Peguei uma uva do cacho que compunha o café da manhã à mesa; Bruno cortara mamões papaia, preparara suco de laranja e havia mais uma variedade de frutas tropicas na bandeja. Peguei mais algumas uvas e comi, observando Bruno fritar os bacons – você cozinha, geralmente? – coloquei uma uva em sua boca.
Mastiga.
– Quando não incendeio o fogão consigo fritar alguns ovos... – eu ri – Geralmente saio pra comer ou peço fast food.
–Então eu cozinho o almoço – eu disse. Peter sorriu ternamente e eu pensei em quanto tempo alguém cuidava dele assim.
–Pronto – disse ele. Bruno se virou com um sorriso e acrescentou o bacon ao omelete e pôs o prato na mesa pequena ladrilhada.
Sentei-me em uma das duas cadeiras de metal e comecei a comer os ovos quentes. Queimavam a minha garganta, mas eu não me importei. Bruno sentou-se a minha frente. Tomamos nosso café da manhã-almoço; lembramo-nos dos acontecimentos nos shows e rimos juntos do nosso nervosismo na hora; ah, quando ele disse que me observou o tempo todo, gritando e cantando. Eu corei, sorri e baixei a cabeça, percebi que ao fazer esse gesto Bruno sorri de uma forma diferente, as covinhas mais pronunciadas.
∞
O sol estava glorioso como todos os dias, ele queimava em nossa pele exposta. Bruno segurou em minha mão e nós caminhamos pela praia ao lado de sua casa.
A areia era branquíssima e muito fina; milhares de conchas coloridas misturavam-se aos grãos e às pequenas pedras marinhas.
Ouvia-se o marulho das ondas e próximo à costa havia a vegetação tropical, composta por coqueiros e palmeiras; pássaros sobrevoavam por dentre as arvores frutíferas.
“Olha, olha!” sorri apontando para o pássaro Pikake – lembrei-me de meu primeiro passeio com Bruno, quando eu o ouvi cantar e percebi quem ele era. Ele sobrevoou um ramo de flores e beijou-o, extraindo sua essência; voltou ao galho grosso onde seu ninho o esperava. Uma meia dúzia de filhotes emergiu aos pios. “Outro! Tá vendo?” disse Bruno. Olhei em volta a procura; “Ali, Jas!” ele sussurrou animado. Ouvi então o canto suave e agudo do Pikake (Jasmin) macho que trazia um farto gafanhoto em seu bico. Pousou ao lado da fêmea e entregou o alimento aos filhotes; a fêmea aproximou-se e encostou o bico na lateral de sua cabeça. Eles tinham diferenças sutis; a Fêmea de um tom lilás-claro nas penas e o macho tinha a coloração mais arroxeada, o porte mais altivo.
Peter e eu trocamos um sorriso; sentamo-nos em um tronco de arvore tombado. Ficamos ali por horas, observando a família de Pikakes. E de onde estávamos, era possível ver o mar, a luz do sol brilhava na água azul-elétrico que marolava tranquilamente.
∞
–Bru, você tomates aqui?
–Hã, não sei. Peraí que vou ver – Bruno fechou a torneira da pia e pôs o recipiente com as batatas cozidas e lavadas encima da bancada.
Eu peguei o vidro de azeite e vinagre no armário; a tabua de cortar e uma faca na gaveta para cortar os temperos, pus encima da bancada.
–Tá bom? – Bruno voltou da geladeira com meia dúzia de tomates grandes
Eu ri – Hã, tá. Tá bom. – Bruno sorriu – Só me traga mais um pimentão e uma cebola. Peguei os tomates e fui lava-los na pia. Peter voltou com oque pedi e ajudou-me a pica-los.
–Assim? – Bruno disse, mostrando-me como estava cortando as duas cebolas, ele insistira que eu deixasse essa parte com ele. Cavalheiro! Mas a cebola estava sendo triturada e não fatiada. Eu ri, ele tinha uma cara de bobo, perdido na cozinha – eu larguei os tomates que picava e fui para o seu lado.
–Primeiro segure a faca meio inclinada – segurei em sua mão e mostrei-o como fazer, mas minha posição não estava favorecendo muito. Afastei-o para trás e me pus a sua frente, Bruno encostou-se a mim e senti meus batimentos cardíacos se alterarem. Respirei fundo tentando manter o controle e me agarrar ao único fio de concentração que me restava. Mas foi difícil, porque Peter inspirou meu perfume no pescoço e me deu um beijo próximo a orelha.
Eu peguei a faca e coloquei em sua mão, pus minha mão sobre a sua e juntos fatiamos e picamos aas cebolas; até começarmos a fungar com os olhos ardendo. Bruno deu um passo atrás; “Droga, isso arde muito!” eu ri secando os olhos na manga da camisa. “Não esfrega que arde mais.” Eu disse e aos pulinhos, agitando as mãos eu ui até a pia e lavei o rosto. Bruno me acompanhou e lavou-se também. Os as mãos apoiadas no metal da pia ele olhou para mim e riu. “Que foi?” disse eu já rindo. Bruno apertou os olhos e sorriu, as covinhas pronunciaram-se.
Voltamos para a bancada e dessa vez mais prevenidos; “Ah, peraí.” Bruno deu seu sorriso torto. “Hã, tá.” Segundos depois ele voltou com dois de seus Wayfarer. “Rá!” disse ele com o ar de ; Tive uma ótima ideia! Eu ri.
Próximo ao micro-ondas havia uma TV e um rádio portátil. Liguei-o e passei por algumas até encontrar uma que toava “True Love” da SOJA. Virei-me para Bruno e a passos de Reggae voltamos a nossa tarefa culinária. Eu cantei; “I need– Bruno completou; (True love) Eu; Do you know what a what you mean to me Bruno;(True love) Eu; Does it show as I live and I breathe Bruno;(True love) Ambos; In the valley of the shadow, I know that you'll be. (True love)!!! (8 Berramos no refrão!
Cortei ao meio as batatas e as temperei com azeite, embrulhei no papel aluminio e levei ao forno; nesse meio tempo eu já havia fritado o frango – com inúmeros pulinhos assustados quando o óleo espirrava e Bruno rindo de mim. ¬¬ Peter ajudou-me com a salada, temperou com vinagre a azeite enquanto eu fazia o arroz.
Coloquei a tampa na panela e virei-me para Bruno que colocava as fatias de tomate por cima da salada na tigela. Sorri boba, observando-o, seus cachos estavam desalinhados e a camisa branca completamente suja de tomate e espirros de vinagre. Os braços dele moviam-se exibindo as veias sobressaltadas. Suspirei. Ele ergueu a cabeça. Seus olhos encontraram os meus. Ele susteve meu olhar. Sorri e baixei a cabeça enrubescida e sem folego.
Perguntei-me se nunca me acostumaria com sua beleza e intensidade; a cada olhar, beijo ou toque mínimo era como a primeira vez eu perdia o ar e sentia-me em orbita.
“Quer ir tomar banho? Deixa que eu limpo tudo.” – disse Peter.
“Hã, ok. Vou ter que pegar mais uma cueca sua.” Levantei o dedo indicador tomando nota, sorri e subi as escadas aos pulos. Ouvi a risadinha de Bruno ao longe.
As batatas no forno cheiravam deliciosas, assadas já no ponto eu as retirei da quentura e pus o refratário em cima da pia; acrescentei o frango frito no meio e cobri-o com molho; Soltei o arroz na panela e separei uma porção na tigela de vidro. Quando virei-me para leva-los a mesa sobressaltei-me; Peter estava parado a porta, com as mãos nos bolsos da bermuda azul-marinho, observando-me distraído. Ele também se sobressaltou e então sorriu. Eu entendi. Sentia-me em casa, completamente à vontade. Pensei na cena; eu preparando o jantar e Bruno chega em casa surpreende-me e me dá um beijo... Voltei ao presente – que também estava sendo perfeito – e levei os pratos à mesa, Peter adiantou-se a pegar a salada e o suco na geladeira. O almoço virou jantar, pois já eram 19h:46min quando sentamo-nos a mesa e começamos a comer.
Após o jantar ficamos namorando algumas horas na varanda, a lua hoje estava crescente. Crescente, muito apropriado. Pensei – meu amor estava crescente.
∞
Eu ligara para Nina, pedindo que ela me esperasse na escadaria do hotel e estivesse atenta quando um Hyunday vermelho estacionasse em frente. E que ela fosse ao nosso encontro, levando-me um short jeans. Eu não podia subir até minha suíte vestindo cuecas vermelhas podia?
Peter dirigia atento, pois esta noite o transito estava intenso e peguei-me babando por sua cara concentrada, a testa levemente franzida e os lábios firmes. Lembrei-me da nossa noite novamente, do nosso encontro na escadaria na noite anterior até a madrugada e nosso dia juntos.
Como um balde de água fria uma visão fez meus pensamentos darem um nó. Ao viramos a esquina do Aston Waikiki Beach Hotel, vi Santiago acendendo um cigarro sentado à mesa de um bar. Ao passar tive tempo de ver a garçonete servi-lhe um copo de bebida. Perguntei-me se deveria contar a Bruno, Santiago dissera que eu ia mudar de ideia, disse em tom de promessa ou seria ameaça? Senti um pouco de temor, ele não tentaria nada não é? Oh... Mas então olhei para Bruno que estacionava em frente ao hotel, do outro lado da rua e senti uma onda de segurança e paz percorrer meu corpo. Não, não ia estragar as coisas com uma coisa boba dessa. Ele, Santiago era só mais um cara maluco que não tem vergonha na cara. Resolvi esquecer isso.
Peter virou-se para mim e sorriu, senti o toque de sua mão quente em minha perna; inclinamos um para o outro e nossos lábios acariciaram-se.
Ouvi o “toc toc” no vidro do carro, e quando olhei Nina olhava pra dentro com uma cara de maluca. Nós rimos – havíamos esquecido que ela nos esperava – desci então o vidro da janela.
– Oi, Nina! – eu disse sorrindo.
– Oi, Myn! – ela dei uma risadinha aguda – Iae Bruno!
– Hey, Nina! – Bruno disse, fazendo o gesto Hag Loose.
–Mas que pedido maluco o seu – disse ela ainda com a voz meio amalucada – toma seu short. Nina enfiou a mão pela janela entregando-me uma bolça de papel de loja.
–Cara, fico te devendo essa – eu disse.
–Ah, é só o Bruno desenrolar uns ingressos grátis pra mim e pro Bane que estamos kits – ela deu de ombros.
Bruno riu e eu fiz uma cara de censura brincalhona pra Nina.
Subi um pouco o vidro da janela e vesti o short, com certa facilidade, pois o carro era bem espaçoso – tanto que imaginei eu fazendo outras coisas ali. “Aloha, meu Bru.” Dei-lhe um selinho “Aloha, anjo.” Nos beijamos “Eu ... amo... você... amo... você... meu anjo.” Ele disse entre beijos. Meu coração inflou-se e derreteu no carpete de couro do carro. Eu sorri dei-lhe mais um selinho e abri a porta do carro. Do lado de fora pus minha mão no vidro e acenei com os dedos, vi a mãos de Bruno deslizar pelo vidro fumê.
BRUNO;
Afastei as cortinas da porta do quarto a fim de ver a noite enluarada e assim viajar em pensamentos. Não digo que me magoa não ouvir ‘eu te amo’ de volta de Jasmin quando eu digo que a amo. Sei, pois vejo em seus olhos e sinto em seus beijos, e ela correspondeu-me, em meus braços, ela também me amava. Tê-la em minha casa, rindo e cozinhando ao meu lado, sentada a mesa comigo e brincando boba; deliciei-me com esses momentos e agora em minha cama recordo-me desejando tê-la aqui ao meu lado. Necessidade. Eu precisava dela aqui todos os dias. Sorri pensando na proposta, sim eu ia propô-la. E pensando em ouvir seu ‘sim’, adormeci.
*Continua!
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