Notas iniciais
hahaha menines - me perdoem pela demora, mas como expliquei no video; estava cansada, tensa e não consigo escrever nesse estado.
Não sei oque esperavam, supunham... Mas enfim aqui está o capitulo 38!!!
Acho que vão ... hmmm... não sei digam-me vocês oque acharam!!!
honis :****
Ps: QUEM QUIZER TER UMA IDEIA MAIS CLARA DE QUEM É A jASMIN - EM QUISITO APARENCIA ENTRE NO MEU BLOG, PUBLIQUEI UMA IMAGEM DELA LÁ.
Boa leitura! Menines linds!

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Eu dei passos ligeiros em direção contrária ás espumas geladas que rolavam na areia mesclada a pedrinhas cristalinas.

Bruno que segurava em minha mão, sorriu.

Caminhávamos de volta para casa.

-Hoje eu preparo o jantar – ele disse.

Percebi que ele propôs isso com a intenção de me provocar, aliviar a tensão, e conseguiu.

Ergui as sobrancelhas – não mesmo – eu dei uma risada curta.

-Minha salada é boa – ele garantiu.

-Na verdade eu ainda quero ir ao luau na Mahina.

-Hm, tem certeza?

-Claro, quero muito ver a apresentação da banda The Love Notes – sorri.

Bruno esticou seus avermelhados lábios em um sorriso de covinhas – Tudo bem, vamos lá.

Seria bom nos distrairmos, esquecermos todos e quaisquer pensamentos entristecedores.

Sai do banheiro enrolada na toalha, com os cabelos molhados grudados na pele; neste momento Peter adentrou no quarto.

Ele fechou a porta atrás de si com um clique. Vi seus olhos percorrerem meu corpo de cima a baixo e parando com o olhar fixo em meu rosto ele engoliu em seco.

-O Tommy já foi embora – ele disse. Tommy era o jardineiro, acabara o seu dia de trabalho e Peter estava combinando com ele os serviços futuros.

-As roseiras, ele plantará mais? Minhas voz estava distante, Peter deu um passo a frente sem desviar seus olhos dos meus.

-É, e mais dois coqueiros ladeando o portão – ele passou a língua nos lábios dando mais um passo.

Eu segurava a toalha com os dedos enrijecidos, com as mãos próximas ao peito senti o pulsar acelerado do meu coração, Peter era tão lindo! Seus cabelos estavam cacheados perfeitamente definidos, um pouco desalinhados dando um ar natural e sensualmente menino. Mas seus ombros largos e tórax robusto eram extremamente másculos e descendo aos seus braços fortes e tatuados, as mãos grandes, as veias levemente saltadas nos dedos grossos. Ah, aqueles dedos!

Estremeci.

Nossos corpos agora estavam a apenas um fio de ar de distância, ouvi ao longe o marulho das ondas lá fora.

-Vai ficar lindo – eu disse baixo.

-É... A voz dele soprou como um sussurro macio e ele estendeu a mão ao meu rosto, com os dedos delineou minha face suavemente. O rosto de Peter estava tão próximo, o formato de seu nariz levemente afilado na ponta, o contorno de suas bochechas e as maçãs de seu rosto mais salientes, pois agora ele sorria grandiosamente, enchendo meu coração de admiração e fascínio.

-Você é linda – ele disse contemplativo, mais para si mesmo que para mim. Seus dedos deslizaram até meu queixo e pararam em meu pescoço, segurando atrás de minha nuca em um toque quente que me fez sentir uma onda de calor por todo o corpo.

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-Ah – gemi pela tortura que veio a seguir; Peter roçou muito de leve seus lábios nos meus, instigando-me sem me dar mais e levou-os a pele do meu pescoço, quase não encostando ele desenhou caminhos em minha pele causando sucessivos arrepios em mim, eu tremia, minhas pernas estavam bambas.

Minha parte intima em chamas, pulsando como luzes de Natal.

-Ah, deliciosa – ele sussurrou inspirando o aroma de morango de meu sabonete.

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Sua forte e grande mão encaixou em minha lombar acabando com o mínimo espaço que nos separava. Eu sentia-me embevecida por suas caricias. A ponta da sua língua percorria minha pele do pescoço indo ao meu color, á orelha, mordendo-a e ao pescoço novamente, sua mão em minha nuca dava leves puxões em meus cabelos. Peter deu um passo à frente; eu, dois atrás – seus lábios chegaram ao meu queixo, ele mordeu-o e em seguida invadiu minha boca com sua língua quente. Com um beijo afogueado deu mais passos á frente; eu seguia de costas para onde ele me guiava, até encostar no espelho frio que tomava toda a parede em frente a cama.

Beijando-nos alucinadamente, eu ainda segurava a toalha junto ao peito, Peter parou de me beijar aos poucos – Você quer?

-Oh, Peter... – sussurrei e mordi o lábio olhando em seu rosto.

-Você ainda não tomou o anticoncepcional...

Feliz com sua preocupação eu sorri, mas não estava conseguindo raciocinar direito, sentia-me gostosamente tonta – como sempre na presença dele.

-Pílula do dia seguinte – consegui sussurrar.

Bruno gemeu, a testa franzida, levou as mãos às minhas que seguravam a toalha e enlaçou-as em seu pescoço.

A toalha branca caiu ao chão.

-Você é gostosa, maravilhosa demais – exclamou e tomou meus lábios outra vez, agora em um beijo mais calmo, porém forte, com pressão.

Eu já podia sentir sua ereção, pressionando em mim.

Havia uma energia poderosa emanando no ar, flamejante, pulsante, densa, era impossível resistir, impossível controlar. E tanto eu quanto ele não vaziámos a menor questão de tentar.

Eu puxava seus cabelos apertando seus lábios nos meus.

-Isso é tortura. Preciso sentir você, anjo, sua pele quente na minha – Bruno disse baixo. E eu tratei de tirar seu colete jeans enquanto ele abria nervosamente o cinto e os botões da bermuda, a qual caiu aos nossos pés juntamente com a cueca vermelha.

Arfei ao olhar para baixo, sua carrot ereta, avermelhada na superfície e morena na pele do prepúcio.

Arranquei-lhe a camisa azul-claro e Bruno segurou com força em minha cintura, levantou-me em seu colo – agora minha pele estava seca da água do banho, evaporara com o calor do tesão, o mesmo que fizera meu corpo ferver e agora suar – ergueu-me de tal forma que meus pés não tocavam mais o chão. E segurou-me com firmeza fazendo com que eu pusesse minhas pernas em volta de sua cintura, prendendo-o com força.

Gemi mais uma vez quando ele beijou-me a boca.

Aí entregamo-nos sem restrições, paramos de pensar e perdemo-nos em nossa ardorosa paixão.

Peter comprimiu-me contra a parede espelhada, com os braços firmes pegou em minhas nádegas erguendo-me para nos unirmos mais uma vez.

Fechei os olhos, esperando por um violento impacto; mas isso não aconteceu; houve apenas uma deliciosa pressão que se repetiu num ir e vir até eu ficar mais aquecida ainda cheia de desejo. Gemi pedindo mais e quando sussurrei o nome dele, Peter penetrou em mim uma, duas, muitas vezes.

-Aaah! Eu gritei arranhando o espelho atrás de mim, minhas costas batia na parede com o movimento constante que aos poucos se tornou rápido e muito forte. Nesta posição fazíamos amor com muita pressão.

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E oque fazia meu coração mais feliz era olhar em seu rosto, em seus olhos, registrar cada detalhe de suas feições no âmago de minha mente. Peter mantinha seu olhar firme, profundo nos meus, estávamos ligados de uma forma muito impetuosa.

-Jas... Ele sussurrou ao meu ouvido – enlacei seu pescoço, agora quicando em seu colo eu sentia-o fundo dentro de mim, uma pontada muito forte, aguda em meu ventre. Aninhei minha cabeça em seu ombro e enquanto fazia os movimentos com o quadril mordia-lhe o pescoço, o gosto de seu suor me excitou ainda mais; contrai os músculos e senti-o explodir dentro de mim fortemente – Aaarh!,Hmmm... – Peter gemeu alto.

Ele segurou em meu quadril, ergueu-me e arriou-me de encontro a sua carrot com impacto – Aarh! – Arfei enlouquecida pelo prazer.

Bruno respirava ofegante, apoiou as mãos no espelho, seus braços nas laterais de minha cabeça tremiam. Ele andou comigo em seu colo até a parte de vidro das portas duplas, pousou-me no chão lentamente, minhas pernas estavam bambas e para não me deixar vacilar, ele sustentou-me colando seu corpo contra o meu no vidro.

Um cacho de meu cabelo caia em meus olhos e outros estavam colados em meu color e seios, molhados de suor; Peter afastou-os para trás – meu anjo – ele sussurrou. E abraçou-me, em seu corpo forte e suado eu repousei minha cabeça, acalmamos nossas respirações.

Minutos depois ele desceu uma mão à minha barriga, descendo à virilha, eu tremi; Peter colou seus lábios nos meus e sorriu safado contra eles quando acariciou minha intimidade úmida e latejante, eu mordi o lábio dele – Hmm – gemeu franzindo o cenho, eu senti sua carrot em minha perna a qual ele segurou com uma mão e ergueu no alto enquanto a outra mão bronzeada pressionava a pele alva de um seio.

-Você é linda – murmurou ele novamente.

Extasiada com o contraste das peles, eu disse;

-Como “nós” somos lindos!

Ele beijou meus seios, dando leves mordidas, apertou-os em movimentos intermitentes que provocavam sensações violentas dos mais secretos recessos do meu corpo.

Bruno observava-me atenta e cuidadosamente.

-Beije-me – eu pedia – Mais uma vez, mais uma vez.

Peter sabia onde tocar-me para provocar o máximo de prazer; sabia quando aumentar a pressão dos lábios; quando diminuir.

Ajeitou seu corpo ao meu e devagar deslizou dentro de mim – Oh, Bruno...

E fizemos amor outra vez; ali em pé recostados na porta de vidro.

A brisa que vinha do mar refrescava-nos, banhando-nos com o bálsamo marinho.

Outra vez sentimos nossas almas entrelaçadas, como uma só; enternecidas, em paz plena e felicidade primorosa.

Eu era a sua mulher; ele meu homem.

-Oh, Bruno! Ele penetrava em mim com entusiasmo violento, deliciosamente – eu pedia mais. A respiração dele soprava em meus ouvidos – Aarh! Gritava rouco.

Explodimos um após o outro, depois de uma sucessão de movimentos loucos e fortes.

BRUNO;

Conclui que jamais experimentara tamanho prazer, um prazer que estourou dentro de Jasmin com força de milhares de fogos de artificio, de milhões de estrelas candentes, de centenas de astros que explodiam.

Finalmente pousei-a no chão, mesmo com a respiração ofegante e exausto, peguei-a em meu colo, ela aninhou–se em meu peito, sua respiração soprando em meu pescoço. Deitei na rede da varanda, pondo-a sobre mim.

A lua estava ausente, mas as estrelas resplandeciam belas, só não mais que a minha pequena Jas.

Jasmin surgiu à porta, deslumbrante!

Semelhante a um raio de sol.

O vestido que usava esvoaçou de leve com seu movimento, de tecido fino como véu, na cor creme, alças finas. Longo atrás, na frente era do cumprimento dos joelhos. Contrastava com seu cabelo de fogo, o leve bronzeado de sua pele alva, os acessórios dourados; percebi que eu a olhava com cara de bobo.

Apressei-me a estender-lhe a mão e guia-la até o carro; ela sorriu, senti um impulso insano de beijá-la e faze-la minha outra vez e a noite toda, mas respirei fundo. Uma coisa que eu adquirira era o controle. Só que com Jasmin era muito mais difícil, abri a porta do carro e ela sentou-se no banco do passageiro.

Na Green Street podíamos ouvir o som da música, nas ruas havia animado movimento, as esquinas boates e clubes estrondavam luzindo cores, pessoas conversavam na orla do litoral.

-Não chegamos muito tarde... Comentou Jas.

-Não, ainda são 23h33min. Ainda tem muita festa – sorri estacionando há poucos metros da praia Mahina.

Jas pegou em minha mão, sorriu e abaixou o olhar, provavelmente enrubescida. Eu adorava esse sorriso bobo.

Quando ergueu os olhos, ela então viu a nossa frente as tendas e os tocheiros do luau, olhou para mim com os olhos brilhantes, sorriu, eu ri. Ela estava feliz!

JASMIN;

Meu Deus! Eu nunca vira coisa igual! O caminho do calçadão abria-se a nossa frente ladeado pelas Palmeiras e tocheiros acesos, pétalas de flores coloridas estavam espalhadas pelo chão.

Seguimos em frente, em direção à música havaiana que ressoava ao som de Ukelele; um instrumento de cordas beliscadas, geralmente com quatro cordas de tripas. Feitas de material sintético como o nylon. Tendas laranja-claro estavam armadas, ainda não era possível ver oque ou quem estavam em seu interior, pois foram posicionadas de frente para o mar.

Descemos os degraus de pedra e caminhamos na areia, a música era tranquila, um ritmo alegre e gostoso. O espaço estava dividido em três; o palco feito de madeira envernizada, como um coreto erguia-se quatro colunas que sustentavam a tapagem de folhas de bananeiras. No fundo, arranjos de folhas selvagens e muitas, muitas flores decoravam com muita cor. A frente do palco um espaço entre as mesas de vime destinado a dança e mais perto do mar as esteiras e tendas cheias de almofadas coloridas onde os convidados podiam relaxar. Contornando o ambiente, muitos tocheiros e figuras de pássaros selvagens, sempre muito coloridos.

Bruno e eu caminhamos entre as pessoas e a decoração a procura de um bom lugar para ficarmos. O luau estendia-se em grande parte da praia, parecia que quase todo o bairro estava presente. Um grupo de rapazes dançavam Hula no palco, vestidos com adereços coloridos, usavam leis – como também são chamados os colares havaianos – feitos de penas, os quais representavam poder. Os convidados estavam distribuídos pelas esteiras, almofadas no chão ou tendas e nas mesas, muitos outros dançavam ou espalharam-se ao redor, perto ao mar. O banquete repleto de frutos do mar e arranjos de frutas estava posto em um grande espaço em vários pontos do local.

-Maravilhoso! – exclamei para Peter.

-Myn¿ — alguém tocou em meu braço esquerdo, virei-me.

-Nina! – sorri contente em vê-la – Hey, Josh!

Ele fez um meneio com a cabeça e não conseguiu disfarçar o olhar interrogativo e surpreso para Peter – Iae Jasmin – sorriu.

-Caramba! Pensei que não viessem mais – disse Nina.

-Tivemos um imprevisto – falou Peter envolvendo minha cintura com um braço e sorrindo torto. Só nós entendemos, eu reprimi uma risadinha. E fiz nota mentalmente para não esquecer-me de tomar a pílula do dia seguinte.

-Nós estamos lá – Nina apontou para frente que era as nossas costas – naquele grupo de esteiras. Mas, acho que a sua família está ali – indicou a nossa frente que era à esquerda dela, percebi que falava com Peter – próximo ao palco. Apareçam por lá depois – piscou.

-Ah, tá! Mais tarde chegamos lá – eu disse sorrindo. Peter sorriu-lhes também e fomos em frente, para onde já havíamos avistado a D. Berny.

A bainha do meu vestido prendeu-se a algo, Peter não percebeu, pois um homem parara para cumprimenta-lo. Virei-me para me libertar e vi um par de mãos brônzeas segurando meu vestido preso à coroa de um dos abacaxis que decoravam a mesa. Meu coração bateu forte quando ergui meu olhar pelos braços até o rosto de Santiago.

Sorria divertido e quase pervertido eu diria. Ele desprendeu a coroa do abacaxi do tecido com cuidado especial para não danificar e soltou-o. Meu vestido esvoaçou levemente ao voltar para o lugar.

Fitei-o nos olhos verdes de vidro, hoje seus cabelos estavam penteados repartidos para o lado, estilo anos 80, o rosto de feições levemente encovadas e o ar arrogante e... Sensual¿ Vestia camisa verde-claro de botões, combinando com a cor de seus olhos.

-É bom vê-la também – disse em português, o sotaque marcante na voz grave, ele sorriu.

Não consegui proferir uma palavra. Santiago continuava a me fitar. Virei bruscamente – Vamos¿ Sussurrei ao ouvido de Peter, ele beijou minha testa e virando-se novamente disse ao homem com quem conversava – Nos vemos por aí, John!

Seguimos em frente e foi impossível não dar uma rápida virada para trás, um olhar de relance. Santiago bebia de seu coquetel, olhando-me fixamente.

*Continua!!

Eai? Eai? *u* reviews pleas!

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Notas finais
Para que não viu aqui estão os links dois meus dois videos "para vocês leitores"; 1º http://www.youtube.com/watch?v=sJM50DH2Mqo&feature=youtu.be
2ºhttp://www.youtube.com/watch?v=buX4uDFZ7Kk&feature=youtu.be