Notas iniciais
Hey Holies! o Mahalo nui loa por acompanharem minha fanfic, a qual escrevo com muito carinho, paixão e dedicação. é um honra compartilhar com vocês!
Dedicada a todas vocês, Hooligans!
Honis :*** Boa leitura!
Yasmine.H'

Eu não sabia o que pensar. Senti meu coração descolar do peito quando Bruno dissera que teria uma reunião de trabalho hoje. Encima da hora... Terá acontecido alguma coisa? Fez-me pensar que um dia eu também teria de voltar a trabalhar, no Brasil.

Respirei fundo e afastei aqueles pensamentos de minha cabeça. Fui até o closet e passei a carteira e celular de uma bolsa à outra mais leve.

“Nina?”

“Oi, Flor!”

“Tá livre? Vamos fazer umas comprinhas?”

“Hã... Mas e o Bruno?”

“Ah, teve de ir a uma reunião.”

“Hã, então já é! To há uns 10 minutos do hotel, só preciso entregar uns documentos à gerente e te encontro no café.”

“Não demora.”

“Pó deixar!”

“Honi.”

“Honi.”

Desliguei.

À frente do espelho apliquei o filtro solar, eu estava consideravelmente mais bronzeada, um contraste bonito com a cor de meus cabelos. Os quais eu prendi em um rabo de cavalo e alto e frouxo, meus cachos volumosos recaíram em minhas costas. Passei um pouco de gloss e rímel, pus o gêmeo colar de pedras marinhas que Bruno e eu montamos e sai.

Fiz tudo tão rápido que parecia apressada, na verdade não queria ficar sozinha pensando besteiras.

“Buongiorno” um homem gordo de pele muito branca desabituada ao sol, avermelhada e cheia de sardas cumprimentou-me sorridente quando sai do elevador. “Buongiorno signore” eu disse, ele acenou de dentro do elevador pouco antes das portas fecharem. Sorrindo, achando divertido; cada turista figura que aparece... Interrompi meu andar de súbito.

De testa franzida analisei a cena a poucos metros de mim.

Na escadaria de mármore três pessoas conversavam alegres a intimamente. Bruno segurava na mão de uma mulher, ela tinha os cabelos curtos, pele morena. A outra mulher era de idade mais avançada, aproximadamente a mesma que Berny – minha sogra. Não absorvi muitos detalhes, fiquei cega de súbito ciúmes! As fuzilei com os olhos, condenando cada detalhe mesmo não tendo conhecido. Mulherzinha! Foi o meus instinto.

Respirei fundo – Não, eu não sou ciumenta! – repeti para mim mesma. Afinal, Bruno é um homem publico, tem fãs, as quais são apaixonadas, o desejam e enlouquece quando o veem, querendo abraça-lo, beijá-lo e por que não pegar na mão? Eu já havia presenciado o tratamento dele com as fãs, tão amável!

Lembrei-me de mim mesma, desejando um Bruno Mars para mim. Eu não tinha de ter ciúmes de suas fãs, pois eu sou uma delas!

Só que eu não esperava ver Peter segurando na mão de outra mulher, essa visão após eu sair do elevador,! Logo após eu estar com ele.

À frente de Bruno a mulher falava animadamente e ele ria, as mãos unidas eram balançadas por ela. Então eles abraçaram-se, não muito brevemente, ela lhe deu um beijo no rosto. Bruno despediu-se da outra mulher com dois beijos na face, fez um meneio de cabeça com a mão na aba do chapéu e desceu as escadas.

Com a cabeça mais fresca e pensamentos menos homicidas, decidi não me pronunciar, mas a impressão de intimidade não me saiu da cabeça.

As duas mulheres pararam na recepção e eu fui direto para lá. Parei ao lado delas, fingindo esperar ser atendida.

“O quarto já está pronto. Aqui está sua chave. – Ashley estendeu um brilho metal dourado para ela – Mahalo pela preferência e tenham uma boa estadia. Aloha! – Ashley sorriu.

“Mahalo” disse a moça, pegou a mala de mão que jazia encima do balcão e nossos olhos se encontraram, ela então sorriu.

“Aloha” eu disse com um sorriso dissimulado. Ela virou-se e sumiu de vista entre os hospedes que circulavam no salão.

“Hey, Ashley!” sorri alegremente.

“Aloha, Jasmin!” – e sorriu sacana – Você não é boba hein! – disse ela.

“Haha! Só vim te dar um oi.” Eu disse dando de ombros. Ashley riu.

Sai em direção à área de lazer do hotel, mal me sentei e dei o primeiro gole no coquetel e Nina chegou.

Fomos em meu sedã preto até o shopping, deixei o carro no estacionamento do prédio e por preferencia fomos primeiro em direção à feira de Waikiki.

Havia grande movimento de pessoas indo e vindo, com sorvetes, câmeras fotográficas ou sacolas de compras nas mãos. Na maioria morena de cabelos escuros e lisos, olhos levemente ou muito puxados nos traços havaianos. Entre eles, os turistas de diversas raças e etnias.

Nina e eu entramos em uma loja de cosméticos, levamos dali duas ou três sacolas contendo; loções, hidratantes, sabonetes, esfoliante, shampoo e no meu caso mais protetor solar volume 40. Tenho gosto especial por aromas tropicais; frutas, e achei um sabonete liquido incrível com a combinação de morango e chantilly!

No caminho para o shopping passamos por uma loja de artesanato local. Havia encima do balcão de madeira uma variedade de quadros com pinturas havaianas como o vulcão Kilauea pela rota Crater Rim. Canecas de porcelana e copos decorados com pinturas de paisagens. Pergaminhos de madeira entalhados com mensagens em havaiano – comprei um par de cada íten. Os preços são bons além de o dólar ajudar.

O Shopping Center Of Waikiki é um prédio extensor e todo revestido de mármore e vidro, com arquitetura panorâmica, dentro dos elevadores de vidro tínhamos a visão de toda a cidade. Nina comprou dois pares de sapatos – seu vicio – e alguns acessórios. Eu comprei um par de vestidos e saias longos, veronis.

A meu pedido entramos numa livraria do outro lado a rua, em frene ao Shopping. Fiquei tonta com a variedade de livros, comprei dois exemplares de livros da história havaiana e dois romances; “O segredo de Coralina” e “Querido John”.

BRUNO;

Despedi-me de Sidny e de sua mãe, a senhora Davis e corri até o carro. Costurando pelo transito da cidade e de olho no relógio lembranças vieram á minha mente.

Há anos atrás quando eu ainda estudava, Sidny fora minha namorada. Lembrei-me de como eu a esperava após a aula e íamos depois para a casa dela, onde a senhora Davis nos aguardava com um delicioso almoço. Tudo isso parecia-me ter sido em outra vida. Nós terminamos poucos antes de eu me mudar para Los Angeles e encontrar com meu irmão, Erick.

Sidny estava tão mudada, não mais uma garota de 16 anos, uma mulher. Seus cabelos que outrora eram longos e negros hoje traziam uma luz dourada na altura do queixo. Surpreendi-me de encontra-las aqui no Hawai’i, já que um dos motivos de nosso termino fora sua mudança para Carolina do Norte com a família de seu pai.


“Eai Phil! – bati na mão dele em um cumprimento descontraído.

“Olha quem tá aqui também!” eu disse “Ari!” – apertamos as mãos e com um abraço dei uns tapinhas em seu ombro.

“Surpreso?” Disse ele rindo.

“Hm, eu não.”- balancei os ombros.

“Haha!” Ari fez um aceno com a cabeça e sentamo-nos a mesa. Dando por falta deles logo perguntei; “ Cadê o Ryan e o Nathan?”

“Estão a caminho. Ryan foi busca-lo no aeroporto” Disse Phil.

Karen – uma de nossas assessoras – nos pôs a parte das novidades no mundo da musica, próximos lançamentos, eventos e Grammys que estariam por vir. Comentávamos sobre Rita Ora – uma amiga minha a qual admiro muito — e seu single quando Nathan e Ryan chegaram.

Depois brincadeiras e risadas eu quis saber; “E então Nathan. Vai nos contar qual é a novidade?” disse brincalhão enquanto bebericava meu Wiskey. Nathan riu e pôs-se a falar; dentro de um mês aconteceria o Grammy MTV, para o qual fui indicado e convidado, mas houve uma mudança inesperada na data da apresentação no Today Show em Nova York que agora seria dali a uma semana.



Nathan passaria mais dois dias no Hawai’i e em seguida voltaria à Los Angeles para assinar o contrato, pois já havia confirmado a mudança na agenda por telefone.

Imerso em pensamentos embaçados, estacionei em um posto de gasolina e entrei na loja de conveniências para comprar uma carteira de cigarros. O relógio do posto mostrava que eram 21h06min. Peguei uma garrafa de cerveja no frigobar e fui ao caixa. “Uma carteira de Marlboro, por favor.” “Dinheiro?” – perguntou a atendente – assenti com a cabeça. Não pude deixar de reparar na agitação da moça, após me dar o troco ela disse; “Pode me dar um autografo?” Sorri. “Claro!” Rapidamente a moça pegou a prancheta e ofereceu-me juntamente com uma caneta. Assinei dedicando-lhe um beijo e, lembrando-me de Jasmin, um “Aloha”. Um grupos de 4 garotas e 3 caras ajuntaram-se ao redor e reversei também fotografando com os poucos clientes que haviam ali aquela hora.

Estacionei na esquina do Aston, da janela do carro vi as janelas do alto do prédio acesas, imaginando Jasmin me esperando.

–Jasmin – eu pensei em voz alta. Soprei a fumaça do cigarro e em seguida dei mais uma tragada longa e forte.

Today Show adiantado uma semana – refleti – por essa eu não esperava. Minhas férias teriam de ser reduzidas. Eu não sabia ao certo quanto tempo Jas pretendia permanecer no Hawai’i, pois evitávamos falar sobre esse assunto. Desci do carro guardando o celular, a carteira de dinheiro e cigarros no bolso da bermuda, queimei mais um cigarro antes de subir.

*Continua!


Notas finais
Iai? Tenso? Suposições? Oque acharam?