Notas iniciais
aaah vocês vão pirar!
Tenho certeza de que vou surpreende-las! *u*
Mereço muitos reviews por este capitulo!
Meninas lindas, incriveis exatamente como vocês são!
honi :***

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Uma vastidão embaçada de dias, um caminho sem chão. Sem mirar em seus olhos e seu sorriso a ofuscar o sol, eu vi a minha frente. Jasmin já fazia parte de mim, de quem eu era. E com garras afiadas apertou-me o coração a ideia de dela eu me afastar. Sentir seus lábios macios nos meus em nossas caricias, eu não conseguia me ver sem me virar e vê-la correndo para mim, e seus cabelos queimando a luz do sol, balançando com a brisa de verão.

Meu Deus, eu não quero perde-la!

Bati levemente na porta, controlando minha ansiedade, que por certo me faria arrombar aquela porta e tomar Jas em meus braços. No entanto eu teria de manter a calma, ser um braço forte, um ponto de segurança para ela.

E meus pensamentos ainda eram irrequietos.

Não obtendo resposta, depois da segunda tentativa, girei a maçaneta de metal dourado constatando que se encontrava aberta. Senti meus batimentos cardíacos desordenarem-se e martelarem em minha cabeça. Engoli em seco, quando meus olhos captaram a visão arrebatadora a minha frente.

Jas encontrava-se seminua, sentada no divã. Suas pernas estavam cruzadas esticadas a frente do corpo. A expressão concentrada – com aquela ruguinha na testa – ela mordia o lábio inferior e com a ponta do dedo acertou os óculos de leitura que escorregavam para a ponta de seu nariz. Um cacho recaia em seu rosto e ela virou uma página do livro.

Parado a porta fechei-a atrás de mim – Jas não percebera minha presença. Oh, vê-la afastou todos os pensamentos que me desassossegavam.

Uma quentura correu por meu corpo, em determinado membro mais intensamente. Meus olhos percorreram por suas pernas torneadas ao seu color nu que a lingerie azul-marinho e preta de renda não cobria e fazia seus seios brancos e fartos saltarem do decote.

Aproximei-me e Jas ergueu o rosto.

JASMIN;

Senti o estofado do divã afundar de leve e o delicado roçar do tecido da bermuda de Bruno fazer cocegas em minha perna. Sorri ao ver seu rosto que me olhava como sempre com tamanho ardor deixando-me tonta, mole. Tirei os óculos e deixei o livro de lado, inclinando-me para Peter.

- Você usa óculos – comentou enquanto envolvia seus braços em minha cintura.

- Uhun – eu assenti enquanto tirava seu chapéu, entrelacei meus dedos em seu cabelo.

- Muito sexy – ele sussurrou ao meu ouvido, eu estremeci em seus braços e Peter deu uma risadinha divertida.

-Planos pra hoje? – ele passou seus dedos pela renda do corpete, subindo da borda do busto até a ponta de seus dedos afagarem a pele exposta de um seio.

Eu que observava o caminho de seus dedos ergui o rosto, olhando-o nos olhos. Levantei uma sobrancelha, humedecendo os lábios e atrevida levei a mão à sua carrot, segurei-a sentindo-a crescer sob o tecido.

-Hoje vamos brincar – eu disse baixinho e tangenciei minha língua no lóbulo de sua orelha.

Bruno franziu o cenho e com o olhar penetrante afagou meus cabelos colocando-os para trás.

-Oh, você vai aprontar mocinha?

-Hmm – eu murmurei enquanto passava por entre suas pernas e ia até o abajur e apagava a luz, fazendo questão de abaixar mais que o necessário, empinando a bunda para puxar a cordinha e então deixar o quarto a meia-luz.

Sentia um desejo impetuoso adormecer todo o meu corpo, um nervoso excitado que me impulsionava a ele com coragem e ousadia. Meus pensamentos estavam condensados… Oh, aquele homem forte, lindo, olhando para mim daquela forma.

Bruno pôs-se de pé e deu um passo a frente, ele me puxou pela bunda e pressionou seu membro viril em meu púbis. Incapaz de resistir à enigmática sensação que se espraiava por nossos peitos, capturamos nossos lábios num beijo candente, um beijo que transformaria as emoções contidas em nossos corações num voraz torvelinho de paixão, mais intenso e mais absorvente do que a própria realidade.

“Cansado?” eu disse num sussurro dando-lhe leves selinhos.

“Com você assim – ele me apertou contra seu corpo, senti sua carrot dura contra o meio de minhas pernas – até mortos ressuscitam, querida. Imagine eu, como não queimo louco de desejo.”

Eu desabotoei o primeiro botão de sua camisa xadrez cor vinho, olhando o seu peito de pele morena que se revelava conforme eu descia até o ultimo botão. Deixei sua camisa cair ao chão, perpassando as palmas de minhas mãos por seu peito e tórax vigorosos. Peguei em suas mãos e conduzi-o até o banheiro.

Deslizei a porta de correr, roçando minha bunda nele em movimentos circulares adentramos no ambiente mal iluminado, pelas luminárias douradas do banheiro revestido de madeira. Ao lado da hidromassagem havia duas garrafas de Champanhe no gelo, dois cálice encima da mesinha móvel e na mesma uma taça de cristal repleta de morangos, ao lado outra com chantilly. Eu forrara com um lençol branco o centro do banheiro, contornando-o com várias almofadas vermelhas.

Virei-me de frente para Peter a fim de ostentar meu corpo na lingerie fio dental e corpete, ele mordeu o lábio inferior e me pegou avidamente pelas coxas comprimindo-me em um abraço apaixonado. Bruno levou suas mãos à minha nuca e puxou meus cabelos arqueando minha cabeça ara trás, ele lambeu meu pescoço, eu senti o úmido cálido percorrer minha pele até meu ouvido, ele enfiou sua língua em meu ouvido, lembrando-me, fazendo-me deseja-la dentro de outro lugar também.

Se eu supusera que aquela mulher na recepção estava com liberdades além do que meus ciúmes permitiam, quem estava ali com ele era eu. E não gritaria com Bruno, dando mostras de ciúmes sufocantes, não seria sensato. Eu tinha consciência de que nosso tempo juntos estava se esgotando. E me bastava saber que Bruno estava ali comigo, só para mim.

Os lábios dele desceram por meu color, sua respiração soprava em minha pele e sua língua encontrou os meus seios, ele os chupou com tanta necessidade, aquela sensação deliciosa, despertando meus sentidos. As caricias de suas mãos grandes em minhas pernas e glúteos deixavam um caminho de flama por onde passavam. Afastei-me empurrando Bruno contra a parede. Ali ao lado da porta na bancada com espelho apertei o play do som, Love Song – Adelepreencheu sensualmente o ambiente. Paixão, desejo, sexo exalavam no ar! Com movimentos lentos eu dancei para ele, subindo e descendo de frente e de costas. Aos poucos desfiz os laços do corpete e joguei-o em Peter que me fitava com os olhos semicerrados e recostado na parede ele tinha uma das mãos atrás da nuca, a outra segurava seu pênis que estava saliente sob a bermuda.

“Vem amor, Jas vai cuidar de você” – peguei em suas mãos e puxei-o para perto da hidro; Dando uma risadinha safada arranquei fora seu cinto e desci suas calças; um de seus sapatos fora para dentro da pia do outro lado do banheiro.

Bruno abriu a champanhe e serviu-nos de generosa dose. Eu bebi de minha taça e senti o efeito do espumante em minhas veias queimarem com o fogo avassalador de meu desejo. “Você é surpreendente, anjo” Bruno disse com a voz melódica. “Você ainda não viu nada, Bru.” Eu puxei sua cueca e derramei o restante de minha taça. “Aarh!” Peter arfou e imediatamente sua carrot subiu aos empíreos, ereta, morena e avermelhada. Eu dei uma risadinha. “Oh, você não vai… Aarh!” Bruno disse com a voz embargada — eu já estava fazendo. De joelhos eu lambi seu abdome até sua área pubiana; deslizei minha língua por sua virilha e inspirei seu cheiro; beijei aquela área pulsante. Levando minhas mãos até a cintura de sua cueca eu a desci. Com um olhar para cima, mirei nos olhos de Bruno; eu o desejava mais que tudo! E a necessidade de satisfazer meus mais profundos desejos obscenos com ele consumia-me a cada beijo. Não restavam duvidas, eu o amava, não desejava mais ninguém, sim, porque só com ele eu faria aquilo com tanto amor, ternura e carinho.

Toquei sua carrot, segurando-a com firmeza deslizei minha mão em movimentos constantes. “Aarh” Bruno gemeu; minha boca salivou; ergui minhas mãos à sua barriga para arranhá-la de leve enquanto tocava a ponta de minha língua na superfície vermelha de sua carrot. “Hmm” ele gemeu; lambi meus lábios sentindo o gosto doce da bebida misturado ao de sua pele. Abri minha boca e sua carrot preencheu cada espaço, cada vez mais fundo e eu saboreei-a.

As pernas de Bruno contraiam-se e por excitação ele segurou nos cabelos de minha nuca pressionando-me contra ele. “Hmm” eu gemi sentindo a pele fina e doce em minha boca, a corrot dele tocar profundo em minha garganta. “Jasmin” “Aarh! Que gostoso…” – isso me enlouqueceu e eu beijei-o com louco desejo e prazer, acariciando com ternura o seu ‘Bruninho O Grande’ – ri mentalmente com esse apelidinho que lhe dei. “Ar!” as pernas dele tremeram e com um pressionar em minha nuca Bruno explodiu. Minhas mãos acarinharam sua barriga; passei minha língua por todo o liquido que escorria e antes que eu pudesse fazer algo mais Peter ergueu-me, com avidez tomou-me em seus braços beijando-me na boca, saboreando o gosto de nosso desejo.

Peter desceu beijando e mordiscando meu pescoço; seios; barriga e uma corrente elétrica correu por meu corpo quando senti seus dentes roçarem em minha virilha; agachado Bruno tirou minha calcinha com os dentes, lambendo minhas pernas até meus pés e novamente, subindo. Ele tomou-me pela cintura e pôs-me em seu colo, seu pênis tocou em mim e um suspiro saiu do fundo de meu peito. Beijando-me ele avançou pelo banheiro até o lençol e as almofadas, pousando-me no chão ele deitou-se por cima de mim. Seu peito forte e robusto tocando em meus seios e nossas áreas intimas imitiam faiscavam com o contato.

Eu não vi, mas um gemido saiu do fundo de meu peito quando senti seus dedos grossos tocarem meu túmido botão oculto, e o gelado do chantilly que ele passava ali com movimentos vagarosos, aliciantes. Peter olhava para mim com a expressão de como se fosse ele o acariciado, mordia os lábios de testa franzida. “Aaan, Bruno” ele beijou-me naquele ponto. Com a ponta da língua fez movimentos intensos e circulares, verticais e com os dedos tocou-me fazendo-me gemer sem ar e tremula “AAAARH!” eu gritei chegando ao orgasmo.

Ergui-me nos cotovelos e encontrei o olhar de Peter, ele sorriu, suas covinhas sapecas nas bochechas e ele esticou a mão à taça de morangos; pegou dois; observei-o introduzi-los em mim e depois resgatá-los com a língua. “HMMMMMMM” gemi longamente enquanto sua língua aprofundava em mim, minhas pernas tremeram e fora incontrolável um violento segundo orgasmo.

BRUNO;

Tão saborosa e doce; aquela mulher sob meu corpo. Apoiei-me no cotovelo para comtemplar seu rosto; deitado ao lado, inclinado á ela eu a tinha em meus braços. Acariciei seu rosto corado, sentindo sua pele pegar fogo, beijei seus lábios calma e longamente.

Olhos nos olhos “Do not want to lose you, angel” – eu disse.

“I’m yours Bruno. Never let me go … Never let me go.” –sua voz soou doce e falha, seus olhos marejaram e eu senti uma pontada aguda em meu peito.

“My promise survive.” – rocei de leve a ponta de meus dedos por sua bochecha.

Ela pousou a palma de sua mão em meu peito. “Love me, love me all night Bruno.”

“Like there’s no tomorrow.” Sussurrei.

Tomei seus lábios em um beijo terno, ela envolveu meu pescoço puxando-me para mais perto, toquei em seus seios afoitamente, sentindo-os intumescidos pela paixão e afaguei seus mamilos rijos, ela gemeu baixinho ante o frêmito desejo que nos percorreu de cima a baixo antes de se fixar em nossa essência humana. De súbito dei-me conta que tinha a respiração entrecortada, o coração em descompasso, a pele em comichões…

Afagando o corpo sedutor cuja as carnes eram mais macias e suaves que ao toque do que o algodão do Texas em questão de segundos vi-me tomado por uma torrente de sensações despertadas pelas caricias de suas mãos leves que provocavam ao mesmo tempo enlevo e aflição. Alguns beijos e carinhos aplacavam parte da fome que me consumia outros, como suplicio só faziam aumenta-la.

Mesmo assolado por um desejo que jamais pensei existir, eu continuei a usar dos lábios e das mãos para atiçar o corpo e os sentidos dela, meus dedos percorrendo e refazendo curvas, contornos, relevos… E quando senti que meu próprio corpo não tinha mais como conter a urgência e efervescência do afogueado querer que me inflamava, coloquei-me entre as coxas de Jasmin para penetrar a feminidade ávida por me receber.

Embora eu suspira-se ante a fugaz sensação de alivio, não demorou que as chamas da paixão voltassem a arder em meu âmago, alimentadas pelo abrasado movimento que o quadril de Jasmin fazia ao se afastar e se aproximar de minha pélvis.

Açulada pela veemência de seu desejo Jas tratou de combinar o mover de seu baixo ventre ao meu ir e vir, de modo a fazer com que seguíssemos juntos pela vereda que nos levaria a satisfação da avidez que nos devastava.

A atordoante explosão de prazer que encontramos no fim da cavalgada roubou-nos o folego, deixando nossos corpos tomados de espasmos do clímax e nossos corações na louca candência que antecedia a serenidade dos sentidos e da alma.

Exaustos, largamo-nos nos braços um do outro, banhados de suor, as pernas entrelaçadas, as respirações entrecortadas, envoltos numa aura de paixão, ternura, premência e êxtase que era a própria essência do amor que nos unia.

Um amor puro, verdadeiro, virtuoso. Um amor que nada iria destruir.

*Continua!

(MEREÇO MUITOS REVIEWS NUM MEREÇO?!! ;*)

Notas finais
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