How Do You Say I Love You?
26 Confissões
Notas iniciais
Boa leitura!
Capitulo dedicado á Nathalia Belga - Thaiis.H -Uena Motta- Luci Brown - Rocksmyra - Mahalo pelos reviwes deliciosos! Mahalo por acompanharem minha fic. Em homenagem a vocês!
Grande honi :***
Aloha - Yasmine
Os dias que se seguiram foram corridos e quentes. Na manhã seguinte ao primeiro show Bruno participou do evento POP.HI (HI = Hawai’i’ ) organizado por uma rádio havaiana. Ás 10h00min Ryan buscou-me no hotel e fomos para o centro da cidade, na praça O’e loaku, ao lado da praia Lomi Beach. Parecia que as pessoas estavam ali apenas para vê-lo; ninguém foi mais aclamado quanto Bruno Mars! Bruno cantou “Billionare”, “Nothing On You” – com a participação de B.OB que estava também presente – “The Lazy Song” e “Just The Way You Are”. Almoçamos em um restaurante de alta classe no mesmo bairro – fomos seguidos por uma dúzia de fãs, Bruno acenou e jogou beijo para elas de longe –enquanto a editora da revista Forbs entrevistava Bruno. Logo após o almoço pegamos a estrada para a cidade próxima á Hilman. Ás 18hoomin; show no Club Island Oahu.
Desta vez a família Hernandez não estava presente, eu assisti ao show em um dos camarotes com Ever e Ryan. O Club Island Oahu um dos mais badalados clubes da cidade estava lotado. Luzes de neon e lazer ofuscavam, quando Bruno apareceu ao palco o publico feminino enlouqueceu como de praxe.
- Bruno o carro tá pronto, bora? – Ryan apareceu na porta do camarim. Peter lavava o rosto após terminar o show, eu estava segurando sua camisa xadrez vermelha e
seu chapéu.
- Hm – ele pareceu pensar em algo – o meu carro ainda tá ai?
Ryan franziu a testa – Tá.
- Eu vou nele, com Jasmin.
- Ah, tranquilo. Mas...
- Eu vou sair pelos fundos.
Ryan fez uma cara de sacana – Ah, ok, ok, entendi. Eu e o pessoal estamos indo pro hotel. Vlw? – eles apertaram aos mãos.
- Vlw! – disse Bruno.
Eu observeiRyan virar as costa e fechar a porta atrás de si, depois olhei para Bruno – temcerteza que podemos sair daqui em segurança?
Ele sorriu –claro! Vamos? – ele ofereceu-me a mão.
- Com você vou pra qualquer lugar... – sorri torto com os olhos semicerrados, peguei sua mão.
Bruno ergueu uma sobrancelha, sorriu e tascou-me um beijo. Ele vestiu uma camisa azul-claro no lugar da branca e substituiu o xadrez por um colete jeans claro, devolvi seu
chapéu e olhando para os lados corremos pelo corredor até a escada que levava ao estacionamento VIP – reservado para os empresários do Club ou artistas.
Entramos no carro e conseguimos sair do terreno do Club sem tumulto ou flashes. Passamos bem ao lado de um grupo de Hooligans, elas fitaram o negrume dos vidros sem
imaginar quem estava ali dentro.
- Conseguimos – ele sorriu.
Soltei um gritinho – para onde vamos?
Peter me olhou com uma cara de safado – vamos curtir a night.
Ergui as sobrancelhas – sem perguntas. – disse ele.
-Ok, já vi que você consegue se safar de confusões — ele riu.
Bruno pegou a Willmat Drive e seguimos pelo centro da cidade, ele mostrou-me alguns dos lugares em que se apresentou na infância à adolescência, sua antiga escola e conversamos sobre lugares em que costumávamos frequentar. Eu olhei com admiração para a faixada com pichação artística do local que Bruno disse ser a boate mais foda de toda a cidade.
-Chegamos – disse ele com simplicidade.
- Jura? – ele sorriu. Desceu do carro, deu a volta pela frente a abriu a porta para mim.
Atravessamos a rua de mãos dadas a passos
largos e alegres, não foi preciso apresentar ingresso ou pagar nada, Bruno apertou a mão do segurança e entramos na boate tranquilamente. O som estava altíssimo e pessoas com roupas brilhantes de balada dançavam com bebidas na mão ou azaravam pra todo lugar que olhássemos.
- Por aqui – guiou-me Peter, adentramos na multidão que dançava e olhava-nos com interesse. Achamos um lugar mais tranquilo perto do bar.
- Wool – suspirou Bruno sentando-se no banco do bar – quer beber oque?
- Algo com Vodca.
“Dois Martini, por favor.”
- Você costuma vir aqui? – disse eu.
- Ah, haha,não. Sempre quis vir aqui quando era mais novo, mas nunca tive dinheiro ou idade. É a minha primeira vez.
Eu ri – é a nossa primeira vez – semicerrei os olhos, entendendo o duplo sentido na frase ele deu um sorriso sem vergonha que fez meu coração bater mais forte.
O barman trouxe nossa bebida – lembrei-me do dia em que nos conhecemos, como poderia eu imaginar que viveria tudo isso?
- Á você, minha flor – sussurrou ele ao meu ouvindo, e ergueu sua taça. Brindamos. Depois de alguns drinks;
- Vamos dançar? – ele mexeu as sobrancelhas, sorri e peguei sua mão puxando-o para a pista de dança. Tocava Rihanna remix – Bruno começou a se mover, balançando a
cabeça e os ombros e eu fechei meus olhos me entregando a batida jogando os cabelos e mexendo a cintura. Quando voltei a abrir meus olhos Peter dançava a minha frente de sobrancelhas unidas e lábios comprimidos seus olhos encontraram os meus, eu dancei para ele; rodando a sua volta, jogando os cabelos e a sua frente rebolando. Senti sua mão segurar-me pela cintura, Bruno me puxou contra si e pôs-me contra a parede, respirando ofegante fitamo-nos.
- Deliciosa – ele sussurrou.
- Ono – (delicioso (a)) eu disse, ele sorriu, tocou minha face com seus dedos por um caminho até minha nuca e eu ouvi a batida da música eletrônica aumentar freneticamente, isso aumentou a adrenalina em meu corpo que ferveu ao sentir os lábios quentes de Bruno tocarem os meus. Senti meu corpo mole em seus braços fortes. E ali ficamos beijando-nos durante muitas músicas.
“Iai galera! Demos uma parada no som pra dar as boas-vindas a um cara foda que tá com agente aqui hoje! Bruno Mars!”
Muitos gritos!
E as pessoas viraram-se procurando. Eu e Bruno estávamos no camarote dos fundos do clube, abraçados sentados no divã.
-Oooh! – Bruno disse – e eu acreditando que já ia passar despercebido.
“Será que ele vem aqui dá uma palinha pra nós?”
- Ah, pelo menos demorou um pouco – eu ri – vai lá!
- Hm, quero só você.
- Prometo queme terá a noite toda. Vai, estão esperando.
- Fica aqui –ele me deu um selinho.
-Não vou sair daqui – ele levantou-se, dei um tapa em sua bunda, ele virou-se com aquele sorriso torto e tascou-me um beijão. Depois se afastou sorrindo deixando-me sem
ar.
“Iaee!” ouvi a voz de Bruno, e os gritos das moças! “Valeu! Valeu John!” e o DJ fez o Hang Loose.
“Essa vai pras Ladies!
Getcha own paper, got your own dimes (Pega seu próprio papel, tem suas moedas próprias)
Buy your own drinks on your own grind (Compra suas próprias bebidas em sua rotina própria)
And put your hands up, up, up (E coloque as mãos para cima, cima, cima)
Ladies put your hands up, up, up (Senhoras coloquem as mãos para cima, cima, cima)
Gotcha own house, gotcha own car (Tem casa própria, carro próprio)
And you don't need a man to know who you are
(E você não precisa de um homem para saber quem você é)
And put your hands up, up, up (E joguem as mãos para cima, cima, cima)
Ladies put your hands up, up, haa!! (Senhoras joguem as mãos para cima, para cima, haa)
(Dizendo (senhoras são cafetões ) (3x) )
Ah! Que coisa mais deliciosa, Bruno cantando Rap! As
‘Ladies’ berraram excitadas pelo meu Bruno e ao descer ele foi assediado por câmeras. Ele reapareceu após alguns minutos e a musica voltou a tocar, fui ao seu encontro.
- Arrasou Bruno Mars! – ele riu.
- Vamos sair daqui? – ofereceu-me a mão. Puxei-o pela mão e saímos rapidamente dali.
Já era de madrugada e Peter e eu subimos a escadaria do Aston Waikiki Beach Hotel, passei meu cartão-hospede e atravessamos o saguão deentrada. Trôpega, mas ainda lucida abri a por ta de vidro da área de lazer, lado a lado andamos até as espreguiçadeiras brancas, joguei minhabolça no chão e sentei-me a beira da piscina com os pés na água.
- Vem – eu
disse para Bruno que estava em pé observando-me com as mãos nos bolsos da
calça. Ele sentou-se ao meu lado, desamarrou seus sapatos e os pôs de lado,
dobrou a calça nos tornozelos e colocou os pés na água aproximando-se mais de
mim.
O silêncio era reconfortante. O céu estava de um azul-petróleo profundo e a brisa fresca da madrugada refrescava-nos.
-Me diverti muito esta noite – eu disse.
-Eu também. Você dança muito bem... – sorriu safadinho.
- Oh, haha – e fiquei séria, alguns segundos de silencio.
-Bruno – ele olhou em meus olhos – eu te desejo muito.
-Meu anjo, eu queimo por você – ele acariciou minha mão que jazia pousada no azulejo frio.
- Eu nunca quis ninguém assim, Jas – ele falava baixinho, só para mim – é algo além do prazer, sinto minha alma inclinada á sua.
-Elas se encontrarão.
-Anseio por isso.
Alguns instantes de silencio.
-Eu nunca me apaixonei de verdade – Bruno que fitava o céu, voltou-se para mim com atenção – é, eu já tive paixões na adolescência, mas você sabe como os adolescentes aindasabem pouco da vida. Eu ia todas as tardes aos parques da cidade com meus amigos, andar de skate, e Michael era meu melhor amigo e companheiro... – eu hesitei.
- Pode me contar, sem receio – Bruno apertou de leve a minha mão.
-Eu confio em você. Mas não vai...
-Eu não me importo, você está aqui comigo.
Sorrilevemente – Hã... Com o passar dos anos percebemos que era mais que amizade e em uma das tardes que fomos ao parque ficamos até tarde na praia... Depois de o pessoal ir embora. Ficamos conversando e beijamo-nos, nos entregamos. Namoramos por três anos, mas quando eu fiz dezoito anos e comecei a faculdade, não tinha mais tempo para nada e ninguém; um ano após terminamos o namoro.
“ A amizade continuou, mais forte até. Foi uma paixão de adolescência, e depois dele nunca mais me envolvi com ninguém. Tive namorados sim, porém ninguém que me
conhecesse de verdade. Eu nunca disse ‘eu te amo’. Porque nunca senti isso de verdade. Eu curtia com só amigo –mesmo que raramente – mas era apenas isso; curtição. Até que decidi não ficar com mais ninguém se eu não gostasse.
Entende? Estar com alguém?
- Sim, você fala de se entregar. De fazer amor e não sexo.
-É...
- Você não precisa ter pressa. Eu esperarei pelo tempo que for. Você é linda demais, sua alma e espirito são tão livres e sonhadores. Isso me inspira, e eu nunca macularia isso anjo.
A todo segundo seus olhos sondavam os meus, ele parecia olhar, ver oque ninguém mais via.
-Eu confio em você – sussurrei. Bruno abriu os braços, aproximei-me mais e ele abraçou-me.
Alguns instantes de silencio passaram-se.
-Eu não sei como poderei desejar outra mulher depois de conhecer a perfeita.
-Oh, Bruno, não sou.
-Jas, eu já tive meu coração quebrado. Amei muito uma mulher, eu fazia tudo por ela. “Vem fácil, vai fácil” ela dizia. Dei tudo que tinha e ela jogou no lixo. Muitas mulheres, hoje, vem até mim, mas como você sabe, é pela fama. E você, nem sabia que eu tinha uma carreira como cantor e mesmo depois de saber, não mudou.
“Você é muito especial, Jas.
-Gostei de você me chamando assim. Bruno acariciou meus cabelos.
-Peter, ela devia ser muito vadia, para não dar valor a um homem como você. Nunca conheci um cara tão cavalheiro e gentil. Tão raro.
-E eu nunca encontrei um ser tão lindo.
-Você me conhece Peter, como ninguém.
-Nos encontramos.
Sim – sussurrei.
Permaneci em seus braços por longos minutos, absorvendo a noite e sua presença. Desvencilhei-me gentilmente se seu abraço e pus-me de pé. A frente de Bruno, desci as alças de meu vestido verde-claro de flores vintage, deslizei-o até meus pés; de top e calcinha – Vamos nadar? – eu disse.
-Oh, Jas – franziu o cenho.
-Só nadar, por esta noite.
Ainda de olhos fixos em mim ele sorriu, tirou o colete e a camisa, fiquei sem ar e para acalmar saltei na água, não antes de dar-lhe um sorriso. Bruno pôs o chapéu sobre as roupas e saltou na piscina espirrando água para todos os lados.
-Oh – eu gritei, Bruno pegou-me pela cintura e rodou-me em seu colo, dei-lhe um beijo, soltei-me e fugi.
-Me pegue – desafiei-o.
Peter sorriu torto e veio atrás de mim. “Ah!” Eu diparei, tentando fugir, mas logo estava em seus braços. Abracei-o, nossos corpos seminus e molhados colaram-se, ouvi sua respiração ofegante ao meu ouvido.
- Nunca, nunca deixarei você ir. E se for, eu a trarei de volta – ele sussurrou.
- Promisse?
- I promisse you.
Senti o mundo girar, senti meu coração arder, senti que ali era meu lugar.
Nos braços de Peter, meu Bruno Mars.
*Continua!
( oonw' >.< murri — e vocês Holies? Mandem Review ;*)
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