How Do You Say I Love You?
27 Aloha Au Ia O'e
Notas iniciais
Demorei um pouquinho porque para este capitulo foi preciso algumas pesquisas. ;)
Boa leitura Lindas! honi :*
Yasmine.H'
(Bruno e a equipe da Phillippines Bench)
Olhei por entre as frestas da persiana e contestei que no Hawai’i o tempo é sempre bom. Era sexta feira o fim de minha segunda semana no Hawai’i, há exatamente duas semanas eu desembarquei no Aeroporto Internacional de Honolulu, e conhecera Peter naquele bar. Não pareciam semanas e sim meses, tanto acontecera até ali e agora eu olhava pela janela do estúdio fotográfico onde Bruno fazia uma sessão para a Phillippines Bench, uma marca de roupas filipina.
- Hey, assessora de imprensa – brincou Ryan, ele parou ao meu lado, pegou um copo descartável e encheu-o d’água do bebedouro. Bruno fizera questão que eu acompanhasse-o hoje, desde que eu quisesse e é claro que eu topei. Não seria um compromisso da agenda a cumprir, algo que ele tinha que fazer, Peter tornava tudo divertido e entendi que ele desejava que eu estivesse presente, companheira eu estava ao seu lado.
Além do fotografo e figurinistas, uma editora de revista assistia a sessão fotográfica. Para não expor-nos; Ryan incluiu-me no corpo de assessores de Bruno. Era estranho isso, mas não seria nada agradável sair em revistas e sites sensacionalistas, não tão cedo.
- Você pensa rápido – sorri.
Ryan virou o copo na boca e sorriu – por isso sou o agente pessoal de Bruno – e franziu o cenho olhando no relógio de pulso – Cara, já são 15h00min. O show é ás 18, ainda vamos pegar a estrada.
- E ainda falta a entrevista.
-É… vou falar pra Jane adiantar – e dizendo isso ele voltou para a sala do cenário, eu segui-o.
Bruno não conseguia ficar sério por mais que um minuto, Ryan, eu e os demais rimos de suas bobeiras assistindo dos bastidores.
Entrevista:
Como você descreveria o seu estilo e como você acha que ela complementa a estética da marca?
BRUNO MARS: Eu sou um grande fã das roupas do ano de 1950 . Eles fazem as jaquetas letterman e fresco abotoar-shirts. É simples e clássico. Eu me identifico a maioria. Eu não quero nunca mais ver uma foto de mim e lamento o que eu estava usando três ou quatro anos atrás. Acho que se você mantê-lo clássico e colocar o seu próprio talento, torna-se especial.
Esta é a primeira vez que você colaborou com uma marca filipina, certo? Seus pensamentos no banco e as roupas?
BRUNO MARS:É divertido roupa, cara. Sendo Filipino, é emocionante para mim ter um comercial de lá com a minha cara nele, usando estas roupas de frio.
Você diria que sua música influencia o seu estilo?
BRUNO MARS: Claro, da mesma forma que eu não quero ouvir uma canção que eu escrevi há três anos e soa fora da data, é a maneira que eu sinto sobre moda. Eu gosto de manter as coisas consistentes e especial.
Eu acho que sua música é um clássico também, com uma vantagem, certo?
BRUNO MARS: Espero que sim, um par de anos a partir de agora.
Por que é importante para que você possa colaborar com uma marca filipina neste momento na sua carreira?
BRUNO MARS: Eu gosto das roupas. é muito bonito isso. Eu não faria isso se eu não gostase e eu acho que elas me representam. Se você nunca foi para as Filipinas (e fez um show), você ainda iria ter considerado fazer Bench?
BRUNO MARS: Sim, claro, absolutamente. Se eu não gostasse, eu não iria. O que você gostaria de dizer para seus fãs filipinos?
BRUNO MARS: Para os fãs filipino, muito obrigado por apoiar minha carreira. Você sabe, nós temos lá fora. Fizemos um show em Cebu e Manila e eu prometo que volto … assim que puder. Nós tivemos uma explosão fazendo o show lá. Da próxima vez, vai ser ainda melhor. E eu poderia ter roupas de frio para vestir. (Risos)
Qual foi o seu sentimento como, quando você saiu da arena, em Manila ou Cebu?
BRUNO MARS: Foi incrível. Minha avó é de Cebu , você sabe, eu cresci comendo comida filipina. Eu não posso falar isso muito bem, mas eu sempre ouvi minha mãe falar isso e foi muito reconfortante. É um sentimento espiritual, você sabe. Esta é a minha raiz. O fato de que tínhamos shows esgotados era simplesmente lindo.
Como você acha que ser Filipino informa seu ofício? A sua composição, especialmente?
BRUNO MARS: Uma palavra: karaoke. (Risos) Filipinos ama karaoke e eu cresci cantando minha vida inteira. Acho que é por isso que eu estou cantando tão confortável.
Como você se sentiu quando ouviu toda a platéia cantando todas as suas músicas?
BRUNO MARS: É incrível. Eu fiz as minhas músicas na rua a partir daqui, em um pequeno estúdio . O fato de que tínhamos para encher um estádio nas Filipinas, onde o Inglês não é a primeira língua, cantando do jeito que você está de volta e de volta Billionaire, Nothin ‘On You, Grenade, todas essas músicas de volta, que é a recompensa para mim. Isso é o que fazemos.
Agora, Bruno, Banco tem uma linha popular de sob o desgaste. Você consideraria endossando a isso?
BRUNO MARS: A cueca? Um casal mais visitas ao ginásio e eu poderia estar em um outdoor grande e velho. (Risos)
Tem tudo afundado no agora? Você está confortável com a fama?
BRUNO MARS: Estou ficando um pouco mais confortável na frente da câmera. Eu não estava acostumado a isso antes. Eu estava jogado em um novo estilo de vida e tudo que eu faço é filmado ou fotografado. Eu sou um cara privado. Eu gosto de guardar para mim. Sou tímido, talvez. Eu estava trabalhando em músicas de outras pessoas (nos bastidores). Torna-se mas complicado para mim, mas eu estou começando a encontrar a diversão. Eu não me levo muito a sério a isso, se estou diante da câmera, que é o que você vai conseguir ver é fazendo palhaçadas.
Como você se sente agora? Você cresceu com Ke$ha e Ne-yo na indústria. Agora que você está todas as estrelas, você ainda ver uns aos outros?
BRUNO MARS: Eu acho que é legal. Senti-me como foi que as estrelas alinhamento, o fato de que todos nós temos de trabalhar juntos antes do primeiro álbum. Isso mostra que estávamos exatamente onde deveriam estar. Estávamos em torno das pessoas que deveriam estar ao redor.
Há uma menção em Isqueiros a sua música, com Eminem, de Manny Pacquiao. Há uma coisa toda agora na Internet. Era que deveria ser um dis?
BRUNO MARS: Acho que não. Você não pode levar a sério. Todo mundo sabe Pacquiao é incrível e que ele é o melhor.
Ao termino da entrevista Peter pegou em minha mão – vamos? – me deu um selinho.
-Vamos – ele abriu a porta e então a moça que o entrevistava e acompanhava-nos até a saída manifestou-se.
-Bruno, poderia nos contar sobre sua namorada?
Peter olhou pra mim com ar de interrogação, fiz um meneio de cabeça, ele leu meus olhos e entendeu.
-Conto com sua descrição – ele disse simpaticamente.
-Oh, sim. Tudo bem – ela não insistiu mais.
Partimos então para Hilman, aproximadamente ás 15h00min chegamos ao estádio para mais um show, fechando a agenda.
-Bruno, isso tudo é um sonho?
-Eu vivo me perguntando o mesmo.
Assenti, olhando ao longe, para além do horizonte. Devia ser mais de 3h00min da madrugada, a praia estava deserta e a brisa que vinha do mar soprava gélida.
- Jas, aloha au ia o’e – arrepiei-me com seu sussurro ao meu ouvido.
Esperei alguns segundos, então disse; Bru?
-Hm? – sentado atrás de mim ele apertou o abraço e beijou minha bochecha.
-Eu não sei oque essa frase quer dizer – senti meu rosto corar, agradecida por Peter não poder ver.
Ele não riu, beijou meu pescoço e disse: “Você vai entender. Não se preocupe.” Seus braços engolfaram-me e ele deitou-se na areia, colocando-me deitada em seu peito. Senti-me em casa, tão protegida e segura, meu coração estava confortável e curado de qualquer dor ou preocupação. Minha vida até ali passou como um flashback em minha mente; corrida agitada, luxuosa, mas vazia e fria, trabalho e mais trabalho, compromissos e além de meus problemas os conflitos de meus pacientes. Eu definitivamente não vivia pra mim. Mal saia com meus amigos e me divertia. Olhei para essa análise com amarga reprovação. Essa não era eu. Decididamente. Eu sempre fui livre, selvagem e natural! Em poucas palavras; aqui no Hawai’i, com Peter, eu me reencontrei.
*Continua!
Fale com o autor